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ObservatórioAstronomia

Nebulosas: onde as estrelas nascem e morrem

35 objetos no acervo.

Nebulosa de Órion, nebulosa de emissão, em imagem do VLT Survey Telescope
Nebulosa de Órion. A maternidade de estrelas mais próxima da Terra, visível a olho nu na espada de Órion e estudada em detalhe há mais de um século.A OmegaCAM, a câmera ótica de campo amplo do VLT Survey Telescope (VST) do ESO, captou em grande detalhe a espetacular Nebulosa de Órion e o aglomerado de estrelas jovens associado a ela, produzindo esta bela imagem nova. Este objeto famoso, berço de muitas estrelas massivas, é um dos viveiros estelares mais próximos, a uma distância de cerca de 1.350 anos-luz.Descrição do acervo ESO, traduzida.

Crédito ESO/G. Beccari ESO CC BY 4.0

Nebulosa é o nome antigo para qualquer mancha difusa no céu, e ficou. Hoje ele cobre coisas muito diferentes entre si, que só têm em comum o fato de serem nuvens de gás e poeira. Algumas são berçários onde estrelas estão se formando agora. Outras são o que sobrou de uma estrela que morreu. Saber qual é qual muda completamente o que a imagem significa.

Nas regiões de formação, como a Nebulosa de Órion e os Pilares da Criação, a nuvem brilha porque estrelas jovens e muito quentes bombardeiam o gás com luz ultravioleta e arrancam elétrons dos átomos de hidrogênio. Quando o elétron volta, o átomo devolve luz vermelha, e é daí que vem o tom avermelhado característico. As colunas escuras são poeira densa o bastante para bloquear a luz de trás, e é dentro delas que estrelas estão se formando.

Do outro lado da vida estelar estão as nebulosas planetárias, que não têm nada a ver com planetas: o nome pegou no século 18 porque no telescópio da época pareciam discos, como planetas. São as camadas externas de uma estrela parecida com o Sol, ejetadas devagar no fim da vida, iluminadas pelo núcleo quente que sobrou no centro. A Nebulosa Hélix é o exemplo mais famoso.

E há os remanescentes de supernova, como a Nebulosa do Caranguejo e Cassiopeia A, feitos de material lançado a milhares de quilômetros por segundo pela explosão de uma estrela grande. Esses filamentos carregam o carbono, o oxigênio e o ferro fabricados dentro da estrela. É literalmente de onde veio boa parte dos átomos do seu corpo.

Todos os objetos desta coleção

Créditos das imagens desta página

Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.

  • Nebulosa de Órion

    Crédito ESO/G. Beccari ESO CC BY 4.0

  • Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia

    Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa de Carina

    Crédito NASA, ESA, N. Smith (University of California, Berkeley), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa Cabeça de Cavalo

    Crédito NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (AURA/STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa do Caranguejo

    Crédito NASA, ESA and Allison Loll/Jeff Hester (Arizona State University). Acknowledgement: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa da Lagoa

    Crédito NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory/NOIRLab/SLAC/AURA NOIRLab CC BY 4.0

  • Nebulosa Ômega

    Crédito NASA, H. Ford (JHU), G. Illingworth (UCSC/LO), M.Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), the ACS Science Team, and ESAThe ACS Science Team: H. Ford, G. Illingworth, M. Clampin, G. Hartig, T. Allen, K. Anderson, F. Bartko, N. Benitez, J. Blakeslee, R. Bouwens, T. Broadhurst, R. Brown, C. Burrows, D. Campbell, E. Cheng, N. Cross, P. Feldman, M. Franx, D. Golimowski, C. Gronwall, R. Kimble, J. Krist, M. Lesser, D. Magee, A. Martel, W. J. McCann, G. Meurer, G. Miley, M. Postman, P. Rosati, M. Sirianni, W. Sparks, P. Sullivan, H. Tran, Z. Tsvetanov, R. White, and R. Woodruff. ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa Hélix, o Olho de Deus

    Crédito NASA, NOAO, ESA, the Hubble Helix Nebula Team, M. Meixner (STScI), and T.A. Rector (NRAO). ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa Pata de Gato

    Crédito ESO/J. Emerson/VISTA Acknowledgment: Cambridge Astronomical Survey Unit ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa da Aranha Vermelha

    Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, J. H. Kastner (Rochester Institute of Technology) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Cassiopeia A

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, D. Milisavljevic (Purdue University), T. Temim (Princeton University), I. De Looze (University of Gent) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Nebulosa da Tarântula

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa de Serpens

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, K. Pontoppidan (NASA’s Jet Propulsion Laboratory), J. Green (Space Telescope Science Institute) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Glóbulos de Thackeray

    Crédito ESO/VPHAS+ team. Acknowledgement: CASU ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa NGC 3603

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa NGC 6188

    Crédito Dark Energy Survey/DOE/FNAL/DECam/CTIO/NOIRLab/NSF/AURAImage processing: T.A. Rector (University of Alaska Anchorage/NSF NOIRLab), R. Colombari (NSF NOIRLab), & M. Zamani (NSF NOIRLab) NOIRLab CC BY 4.0

  • Berçário estelar RCW 38

    Crédito ESO/VVVX survey ESO CC BY 4.0

  • Laço do Cisne

    Crédito NASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and the Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: J. Hester (Arizona State University) and Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa do Lápis

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Nuvem escura de Lupus 3

    Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2Acknowledgement: Davide De Martin ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa Monoceros R2

    Crédito ESO/J. Emerson/VISTA. Acknowledgment: Cambridge Astronomical Survey Unit ESO CC BY 4.0

  • Supernova 1987A

    Crédito NASA, ESA and Pete Challis (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Região de formação estelar N79

    Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, O. Nayak, M. Meixner ESA/Webb CC BY 4.0

  • Nebulosa Gum 15

    Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgement: Davide De Martin ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa NGC 2014

    Crédito NASA, ESA, and STScI ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa do Anel do Sul

    Crédito Hubble Heritage Team (STScI/AURA/NASA/ESA) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa da Bolha

    Crédito NASA, ESA, Digitized Sky Survey 2 Acknowledgement: Davide De Martin ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Nebulosa Trífida

    Crédito ESO/VVV consortium/D. Minniti ESO CC BY 4.0

  • Nebulosa Messier 76

    Crédito NASA, ESA, STScI, A. Pagan (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Objeto de Herbig-Haro 797

    Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, T. Ray (Dublin Institute for Advanced Studies) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Objeto de Herbig-Haro 49 e 50

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI ESA/Webb CC BY 4.0

  • Nuvem escura L1527

    Crédito NASA, ESA, CSA, and STScI, J. DePasquale (STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Barnard 86, o buraco no céu

    Crédito T. A. Rector/University of Alaska Anchorage and NOIRLab/NSF/AURA NOIRLab CC BY 4.0

  • Nuvem molecular Sagittarius B2

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, A. Ginsburg (University of Florida), N. Budaiev (University of Florida), T. Yoo (University of Florida). Image processing: A. Pagan (STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Nuvem de Camaleão I

    Crédito NASA, ESA, CSA, and M. Zamani (ESA/Webb); Science: F. Sun (Steward Observatory), Z. Smith (Open University), and the Ice Age ERS Team. ESA/Webb CC BY 4.0

Fontes oficiais

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Como citar esta página

ValorFinal. Nebulosas. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/colecao/nebulosas. Consultado em: 23/08/2026.