Região de formação de estrelas
Berçário estelar RCW 38
Aglomerado jovem e denso na constelação da Vela, a 5.500 anos-luz, quase invisível em luz visível e revelado em infravermelho pelos telescópios do Chile.

- Tipo
- Região de formação de estrelasSIMBAD: SFR
- Distância
- 5.500 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2017
- Constelação
- VelaVel
- Observado por
- Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy, Very Large Telescope, MPG/ESO 2.2-metre telescope
- Imagem publicada
- fevereiro de 2025
- Original do acervo
- 10.781 × 7.390 px80 megapixels
RCW 38 é um berçário de estrelas na constelação da Vela, nas coordenadas AR 134,77 graus e Dec -47,51 graus, a cerca de 5.500 anos-luz. Ele concentra alguns milhares de estrelas jovens num volume pequeno e ainda está envolvido pela nuvem que o gerou, o que o torna raro: a maioria dos aglomerados que estudamos já dispersou o gás de origem e apagou o registro do próprio nascimento.
Em luz visível o objeto quase não aparece. A poeira interestelar entre nós e o aglomerado absorve a maior parte da luz de comprimento de onda curto, e imagens ópticas mostram pouco mais que uma mancha difusa com algumas estrelas. Em infravermelho a situação se inverte, e o aglomerado surge inteiro, com centenas de estrelas resolvidas.
As cinco imagens do acervo cobrem quase três décadas de instrumentos diferentes instalados no Chile, do infravermelho de campo estreito de 1998 aos levantamentos de campo largo de 2025. Comparadas, elas contam também a história do equipamento: o mesmo objeto, cada vez mais nítido, conforme a técnica melhorou.
Por que um berçário inteiro fica invisível
Grãos de poeira interestelar têm tamanho comparável ao comprimento de onda da luz visível, e é isso que os torna tão eficientes em bloqueá-la. A eficiência do espalhamento cresce rápido conforme o comprimento de onda diminui, então luz azul é interceptada com muito mais facilidade que luz vermelha, e luz vermelha com mais facilidade que infravermelho.
Duas consequências aparecem nas imagens. A primeira é extinção: parte da luz simplesmente não chega, e o objeto fica mais fraco. A segunda é avermelhamento, porque a fração azul é removida preferencialmente, e uma estrela quente vista através de muita poeira parece alaranjada. Fotografar em infravermelho contorna as duas coisas. Não é truque de processamento: é escolher um comprimento de onda que atravessa o obstáculo.
O que significam as cores dessa foto
Infravermelho é invisível para o olho humano por definição, então qualquer cor numa imagem dessas é atribuída. A ficha técnica das imagens de RCW 38 explica como: a faixa de 1,25 micrômetro virou azul, a de 1,65 micrômetro virou verde e a de 2,15 micrômetro virou vermelho. São as bandas conhecidas como J, H e Ks, o trio padrão da astronomia infravermelha feita do solo.
A escolha não é arbitrária. A ordem foi preservada, com o comprimento de onda mais curto recebendo a cor mais azul, exatamente como acontece na luz visível. Isso mantém a leitura intuitiva: objetos avermelhados continuam sendo os mais frios ou os mais escondidos atrás de poeira. É por isso que este portal publica os filtros de cada imagem. Sem essa informação a cor vira decoração; com ela, a cor vira dado.
Essas três bandas não foram escolhidas por conveniência estética. Elas correspondem a janelas em que a atmosfera da Terra é relativamente transparente ao infravermelho, entre faixas dominadas pela absorção do vapor de água. Um telescópio no solo só enxerga o céu por essas frestas, e por isso as imagens infravermelhas terrestres de qualquer objeto tendem a usar sempre o mesmo conjunto.
Como um laser devolve a nitidez
A atmosfera é o pior inimigo de um telescópio grande. Bolsões de ar com temperaturas diferentes têm índices de refração diferentes, e a frente de onda que chega de uma estrela é continuamente amassada por eles. É isso que faz as estrelas cintilarem e o que borra imagens de longa exposição.
A óptica adaptativa corrige o defeito medindo-o em tempo real. Como nem sempre existe uma estrela brilhante no lugar certo para servir de referência, os observatórios criam a sua: um laser dispara contra o céu e excita átomos de sódio numa camada a cerca de noventa quilômetros de altitude, produzindo um ponto luminoso artificial. Um sensor mede centenas de vezes por segundo o quanto essa referência está distorcida, e um espelho deformável se ajusta na mesma velocidade para cancelar a distorção.
O ganho é decisivo num objeto como RCW 38, em que o interesse está justamente no miolo. Sem correção, as estrelas do núcleo se fundem num borrão e a contagem fica impossível; com correção, elas se separam em pontos individuais que podem ser medidos um a um. A diferença entre a imagem de 1998 e a de 2018 no acervo não vem só do tamanho do espelho, vem também disso.
Três décadas apontadas para o mesmo berçário
As imagens do acervo formam uma linha do tempo instrumental. A mais antiga, de 1998, foi feita com o ISAAC e cobre 2,5 por 2,4 minutos de arco, o equivalente a cerca de quatro anos-luz na distância declarada. A de 2009, com a câmera WFI, abre para 11,7 minutos de arco. A de 2018, com o HAWK-I, fecha novamente em 7,9 por 8 minutos e ganha resolução. A de 2025, com a VIRCAM, cobre 61,1 por 41,9 minutos de arco.
Entre a mais fechada e a mais aberta há cerca de 24 vezes de diferença em cada lado, e mais de 400 vezes em área. Nenhuma das duas está mais certa que a outra. A imagem larga responde onde o aglomerado está e como ele se encaixa na nuvem molecular que o cerca; a estreita responde quantas estrelas existem no núcleo e como elas se distribuem. Um acervo que publica só a mais bonita perde metade da informação.
Chama atenção que as quatro observações usem essencialmente as mesmas três bandas infravermelhas, com diferenças de poucos nanômetros entre um instrumento e outro. Isso não é falta de imaginação: é o que permite comparar diretamente imagens separadas por 27 anos. Padronizar filtros é uma decisão de longo prazo que só rende dividendos décadas depois.
O que o catálogo não registra sobre este objeto
Para RCW 38 não há tamanho aparente nem desvio registrados no catálogo. A ausência não é descuido, e tratá-la como zero levaria a afirmações absurdas, do tipo um berçário de extensão nula parado em relação a nós. Quando o dado não existe, este portal diz que não existe.
No caso do tamanho, a ausência tem motivo físico. Uma região de formação estelar não tem borda: o brilho decai gradualmente até se confundir com o fundo do céu, e onde exatamente ela termina depende do filtro, do tempo de exposição e da sensibilidade do detector. Definir um diâmetro exige antes escolher um critério de corte, e catálogos diferentes escolhem critérios diferentes. Sem esse número, a única escala confiável vem do campo das imagens: os 7,9 minutos de arco do recorte fechado equivalem a cerca de 13 anos-luz na distância declarada.
A distância também merece cuidado. Os 5.500 anos-luz são o valor declarado pelo publicador das imagens, não uma medida deste portal. Distâncias de regiões obscurecidas no plano da Via Láctea estão entre as mais difíceis da astronomia galáctica, porque a poeira interposta apaga e avermelha a luz de forma desigual, e o resultado depende de quais estrelas são consideradas parte do aglomerado.
Os números deste objeto
| Identificação principal | RCW 38SIMBAD |
|---|---|
| Classificação | região de formação de estrelasSIMBAD |
| Constelação | Vela (Vel) |
| Coordenadas J2000 | AR 134,7729 graus, Dec -47,5109 graus |
| Distância | 5.500 anos-luzdeclarada pelo publicador das imagens |
| Tamanho aparente | não registradocampo ausente no catálogo |
| Extensão do recorte fechado | cerca de 13 anos-luzcalculada a partir do campo de 7,9 minutos de arco e da distância |
| Maior campo do acervo | 61,1 x 41,9 minutos de arcometadado da imagem |
| Menor campo do acervo | 2,5 x 2,4 minutos de arcometadado da imagem |
| Faixas usadas nas imagens | infravermelho J, H e Ksmetadado das imagens do ESO |
| Imagens no acervo | 5 |
O que reparar nesta imagem
- A concentração central de estrelasMilhares de estrelas jovens num volume de poucos anos-luz. Em ambientes assim, encontros próximos entre estrelas deixam de ser raros e passam a moldar o sistema.
- As estrelas avermelhadasA cor vem da poeira entre nós e elas, que remove a fração azul da luz. Não indica necessariamente estrela fria, e sim caminho obstruído.
- As faixas escuras e sinuosasRestos da nuvem que gerou o aglomerado, ainda não dispersados. É o material que está sendo expulso agora, na fase final da limpeza.
- A mudança de escala entre as imagensRepare quanto do quadro o aglomerado ocupa em cada uma. O levantamento de 2025 cobre 24 vezes mais céu em cada lado que o recorte de 1998.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulinfravermelho · VIRCAM · J1,25 µminvisível ao olho
- Verdeinfravermelho · VIRCAM · H1,65 µminvisível ao olho
- Vermelhoinfravermelho · VIRCAM · Ks2,15 µminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESO junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Este recorte do céu é cerca de 2 vezes mais largo que a Lua cheia. O recorte fotografado mede 1,0 graus de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
A luz desta imagem levou 5.500 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era por volta da época em que a escrita foi inventada na Mesopotâmia.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está abaixo do horizonte de São Paulo, SP. Ele volta a subir mais tarde, e alcança no máximo 66° de altura daqui.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 66 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 44registros do Hubble
- 20registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 1,2 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
Não está estabelecido quantas estrelas RCW 38 abriga de fato, porque as menos massivas continuam escondidas mesmo em infravermelho e a contagem depende de extrapolação. Isso deixa aberta uma questão maior: se a proporção entre estrelas grandes e pequenas é universal ou muda conforme o ambiente. Também não se sabe se o aglomerado continuará ligado depois de expulsar o gás restante, já que muitos aglomerados jovens se desfazem exatamente nessa transição, quando perdem de uma vez a massa de gás que ajudava a segurá-los. E o catálogo não registra tamanho aparente para o objeto, o que impede converter a estrutura inteira em uma extensão física confiável.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
O nome RCW não homenageia ninguém isoladamente: são as iniciais de Rodgers, Campbell e Whiteoak, autores de um levantamento de nebulosas de emissão do céu do sul publicado em 1960. Boa parte dos objetos mais espetaculares do céu austral só ganhou identificação porque alguém decidiu catalogar sistematicamente o hemisfério que os catálogos europeus ignoravam.
Outras imagens deste objeto




Crédito ESO/Koraljka Muzic (University of Lisbon), Aleks Scholz (University of St Andrews), Rainer Schoedel (Instituto de Astrofísica de Andalucía), Vincent Geers (UKATC), Ray Jayawardhana (York University), Joana Ascenso (University of Porto & University of Lisbon) & Lucas Cieza (University Diego Portales) ESO CC BY 4.0
Vídeo de Berçário estelar RCW 38
O player do YouTube só carrega depois que você clica, e sem cookie de rastreio. Vídeo publicado por European Southern Observatory (ESO); o conteúdo é do canal, e não do ValorFinal.
Baixar esta imagem
A licença CC BY 4.0 permite usar a imagem, inclusive comercialmente, desde que o crédito apareça inteiro e visível junto dela. Copie o crédito acima junto com o arquivo.
Outros objetos em Vela
Continue explorando
Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Nebulosa do Lápis
- Nebulosa Gum 15
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgement: Davide De Martin ESO CC BY 4.0
- Nebulosa do Anel do Sul
Crédito Hubble Heritage Team (STScI/AURA/NASA/ESA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa de Órion
- Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa de Carina
Crédito NASA, ESA, N. Smith (University of California, Berkeley), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa Cabeça de Cavalo
Crédito NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (AURA/STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa do Caranguejo
Crédito NASA, ESA and Allison Loll/Jeff Hester (Arizona State University). Acknowledgement: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa da Lagoa
Crédito NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory/NOIRLab/SLAC/AURA NOIRLab CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Dá para ver RCW 38 com telescópio amador?
- Praticamente não. A poeira que envolve o aglomerado absorve quase toda a luz visível, e o que sobra é uma mancha fraca e sem detalhe na constelação da Vela. RCW 38 é um objeto essencialmente infravermelho, e as imagens que o mostram bem foram feitas em comprimentos de onda inacessíveis a equipamento amador. A Vela, porém, é excelente para observação no Brasil e reúne outros alvos bem mais recompensadores.
- Por que estudar um aglomerado tão escondido?
- Justamente porque ele ainda está escondido. Um aglomerado só permanece envolto na nuvem de origem durante poucos milhões de anos, fração mínima da vida das estrelas que o compõem. Depois disso o gás é expulso e as pistas sobre como aquelas estrelas se formaram desaparecem. RCW 38 é um dos exemplos próximos flagrados nessa fase, o que o torna um laboratório para entender o processo enquanto ele acontece.
- O que é óptica adaptativa, em termos simples?
- Óptica adaptativa é um sistema que desfaz, em tempo real, a distorção que a atmosfera provoca na luz. Um sensor mede centenas de vezes por segundo o quanto a imagem de uma referência conhecida está deformada, e um espelho flexível muda de formato na mesma velocidade para cancelar essa deformação. Quando não há estrela brilhante disponível como referência, um laser cria uma artificial excitando átomos de sódio no alto da atmosfera. Em RCW 38, é o que separa o núcleo em estrelas individuais.
- Existe alguma estrela realmente massiva em RCW 38?
- Sim. Aglomerados jovens e densos como este costumam abrigar estrelas de tipo O, as mais quentes e massivas da classificação estelar, e é a radiação ultravioleta delas que ioniza o gás em volta e mantém a região brilhando. Estrelas assim vivem apenas alguns milhões de anos e terminam em supernova, o que significa que a aparência do aglomerado vai mudar bastante num prazo curto em escala astronômica.
- Por que a mesma região aparece tão diferente em cada imagem?
- Porque cada imagem foi feita com um instrumento, um campo e uma época diferentes. O levantamento de 2025 cobre 61,1 por 41,9 minutos de arco e mostra a nuvem inteira no contexto galáctico, mas não separa estrelas individuais no miolo. O recorte de 1998, de 2,5 por 2,4 minutos, faz o contrário: entra no centro denso e perde a paisagem. Nenhuma das versões está errada, e a leitura completa exige as duas.
- Qual é o tamanho de RCW 38?
- O catálogo não registra tamanho aparente para RCW 38, e este portal não publica um número inventado. Regiões de formação estelar não têm borda definida: o brilho decai até se confundir com o fundo do céu, e o limite depende do filtro e da exposição. A escala confiável vem do campo das imagens. O recorte fechado do acervo, de 7,9 minutos de arco, corresponde a cerca de 13 anos-luz na distância de 5.500 anos-luz declarada pelo publicador.
- Onde fica RCW 38 no céu?
- RCW 38 fica na constelação da Vela, nas coordenadas AR 134,77 graus e Dec -47,51 graus, dentro da faixa da Via Láctea no céu do sul. Do Brasil, a Vela sobe alto nas primeiras horas da noite entre janeiro e abril, e a região inteira é rica em nebulosas e aglomerados. O aglomerado em si, porém, exige infravermelho para ser apreciado, e o que um instrumento óptico mostra ali é bem pouco.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
Continue explorando
Como citar esta página
ValorFinal. Berçário estelar RCW 38. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/bercario-rcw-38. Consultado em: 23/08/2026.








