Nebulosa de emissão
Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia
Colunas de gás frio sendo corroídas pela luz de estrelas recém-nascidas, na imagem que definiu o que o Hubble significou para o público.

Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Tipo
- Nebulosa de emissãoSIMBAD: OpC
- Distância
- 7.000 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2025
- Constelação
- SerpenteSer
- Tamanho no céu
- 1,3 grausextensão catalogada no SIMBAD
- Observado por
- Digitized Sky Survey 2, VLT Survey Telescope, MPG/ESO 2.2-metre telescope
- Imagem publicada
- janeiro de 2015
- Original do acervo
- 13.749 × 11.772 px162 megapixels
Veja Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito NASA, ESA/Hubble and the Hubble Heritage Team ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI; J. DePasquale, A. Koekemoer, A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
Os Pilares da Criação são três colunas de gás e poeira dentro da Nebulosa da Águia, na constelação da Serpente, a cerca de 7.000 anos-luz da Terra segundo a distância declarada pelo publicador das imagens. Elas não são estruturas sólidas nem nuvens paradas. São o que sobrou de uma nuvem molecular muito maior depois que um grupo de estrelas jovens e quentes começou a dissolvê-la de fora para dentro. Cada coluna é, ao mesmo tempo, um resto de matéria e um berçário: enquanto a radiação come as bordas, o interior denso continua desabando sobre si mesmo e formando estrelas novas.
A imagem de 1995 feita pelo Hubble transformou um objeto conhecido de especialistas em ícone popular. Antes dela, a Nebulosa da Águia aparecia em catálogos desde o século 18 como uma mancha difusa perto de um aglomerado de estrelas. Depois dela, a silhueta das três colunas passou a estampar capa de livro, cartaz de escola e camiseta. O nome Pilares da Criação nasceu desse momento e não é rótulo técnico: é uma descrição do que a estrutura faz, que pegou e ficou.
Em 2022 o telescópio James Webb refez o retrato em infravermelho, primeiro com a câmera NIRCam e depois com o instrumento MIRI, que enxerga ainda mais longe no infravermelho médio. As duas versões mostram a mesma região com aparência completamente diferente, e essa diferença é o assunto mais interessante da página: ela ensina que cor, em astronomia, é uma escolha informada sobre qual comprimento de onda mostrar, não uma fotografia do que o olho veria.
Por que uma nuvem de gás vira coluna?
O processo se chama fotoevaporação. Acima e fora do quadro da imagem clássica existe um aglomerado de estrelas jovens e muito massivas. Estrelas assim emitem a maior parte da energia no ultravioleta, e o ultravioleta tem energia suficiente para arrancar o elétron do átomo de hidrogênio. Quando essa radiação atinge a nuvem, ela ioniza e aquece a superfície, o gás aquecido se expande e escapa, e a nuvem vai sendo raspada camada por camada.
A erosão não é uniforme, e é aí que a forma aparece. Onde o gás é mais denso, ele resiste mais e ainda protege o que está atrás. O resultado tem a mesma lógica de uma formação rochosa esculpida pelo vento no deserto: o pedaço duro sobrevive e passa a fazer sombra, e o material atrás dele fica preservado numa esteira alongada. As colunas apontam todas para a mesma direção porque apontam para a fonte da radiação.
Isso significa que os Pilares são temporários por definição. Eles existem enquanto durar o desequilíbrio entre a densidade interna e a pressão da radiação de fora. A escala de tempo estimada para estruturas assim é de alguns milhões de anos, um piscar de olhos comparado à idade da galáxia.
O que são os glóbulos nas pontas das colunas?
Nas extremidades das colunas aparecem protuberâncias pequenas e mais densas, apelidadas de EGGs, sigla em inglês para glóbulos gasosos em evaporação. Elas foram batizadas justamente porque o telescópio VLT do ESO as investigou em 2001 com o instrumento ISAAC, em infravermelho próximo, para responder a uma pergunta direta: existe uma estrela em formação dentro de cada uma?
A resposta foi mais sóbria do que a expectativa. Boa parte dos glóbulos parece ser apenas gás denso, sem estrela dentro. Alguns têm, de fato, um objeto em formação no núcleo. A distinção importa porque muda a interpretação do que a radiação está fazendo: ela pode tanto comprimir o gás e ajudar o colapso quanto arrancar o material antes que a estrela consiga se montar. Os dois efeitos acontecem, e a proporção entre eles ainda é objeto de estudo.
Por que a mesma nebulosa aparece em cores tão diferentes?
A versão do Hubble de 2015 usa três filtros estreitos, cada um centrado numa linha de emissão específica. O azul corresponde a 502 nanômetros, do oxigênio duplamente ionizado. O verde corresponde a 657 nanômetros, a linha do hidrogênio conhecida como H-alfa. O vermelho corresponde a 673 nanômetros, do enxofre ionizado. Nenhuma dessas cores é a cor que a nebulosa teria para um olho humano: são etiquetas atribuídas a três gases distintos para que a química da nuvem fique visível de relance.
A linha H-alfa é a mais importante do conjunto. Ela nasce quando um elétron que estava solto é recapturado por um próton e cai de um nível de energia para outro dentro do átomo de hidrogênio. Como o hidrogênio é de longe o elemento mais abundante do universo, essa transição específica é a assinatura mais confiável de gás sendo ionizado por estrelas quentes. Onde há H-alfa forte, há estrela massiva por perto.
As imagens do Webb operam num terreno completamente diferente, entre 900 e 4.700 nanômetros na NIRCam e entre 7.700 e 15.000 nanômetros na MIRI. Comprimentos de onda longos atravessam poeira que bloqueia a luz visível, e por isso a versão infravermelha mostra estrelas que simplesmente não aparecem na versão do Hubble. A coluna que parece opaca no visível é semitransparente no infravermelho.
O que o infravermelho revelou que o visível escondia?
Nas imagens do Webb aparecem, nas pontas de algumas colunas, manchas avermelhadas com aspecto de material sendo expelido. Elas correspondem a matéria ejetada por estrelas ainda em formação. Uma estrela nascente não engole o gás em silêncio: parte do material que cai sobre ela é relançada em jatos colimados que batem na nuvem em volta e a aquecem por choque.
Esse detalhe é o argumento mais concreto de que a estrutura está viva. Não se trata de uma escultura antiga preservada, e sim de uma região onde a formação estelar está acontecendo agora, em objetos com poucas centenas de milhares de anos de idade. Em termos estelares, são recém-nascidos.
O infravermelho médio da MIRI acrescenta outra camada. Naquela faixa, quem brilha não é a estrela e sim a poeira aquecida, incluindo moléculas orgânicas grandes que absorvem ultravioleta e reemitem em infravermelho. O resultado é uma imagem em que as colunas quase somem e o que se destaca é a distribuição do próprio pó.
Onde os Pilares ficam dentro da Nebulosa da Águia?
É fácil confundir a parte com o todo. Os Pilares ocupam poucos minutos de arco no céu, e as imagens mais famosas do Hubble cobrem cerca de dois a quatro minutos de arco de lado. A Nebulosa da Águia inteira é muito maior, e o levantamento feito pelo telescópio VST do ESO no acervo cobre um campo de mais de 300 minutos de arco de largura, no qual a Águia aparece ao lado de outras nebulosas da mesma região da Via Láctea.
O aglomerado responsável pela ionização se chama NGC 6611 e é o que o SIMBAD registra como identificação principal do objeto, classificando M 16 como aglomerado aberto. A escolha editorial deste acervo é tratar a página como nebulosa de emissão, porque é a nuvem, e não o aglomerado, que aparece nas imagens. As duas classificações estão certas e descrevem coisas diferentes no mesmo lugar.
Os números deste objeto
| Distância | 7.000 anos-luzdeclarada pelo publicador das imagens |
|---|---|
| Constelação | Serpente (Ser) |
| Identificação principal | M 16 (NGC 6611)SIMBAD |
| Classificação | aglomerado aberto no SIMBAD, tratado aqui como nebulosa de emissão |
| Coordenadas J2000 | AR 274,688 graus, Dec -13,792 graus |
| Desvio para o vermelho | z = 0,00006 |
| Imagens no acervo | 10 |
O que reparar nesta imagem
- As bordas iluminadas das colunasA franja mais clara no contorno de cada pilar é a frente de ionização, o ponto exato onde a radiação das estrelas está arrancando elétrons do gás. É ali que a erosão está acontecendo.
- Os dedos nas extremidadesAs saliências pequenas na ponta das colunas são glóbulos densos que resistem melhor à radiação. Alguns abrigam uma estrela em formação, muitos não.
- A direção comumTodas as colunas apontam para o mesmo lado. Isso não é acaso de composição: elas apontam para as estrelas massivas que estão esculpindo a nuvem, fora do quadro.
- Quantas estrelas cada versão mostraCompare a contagem de pontos na imagem do Hubble e na do Webb. As estrelas a mais no infravermelho sempre estiveram lá; o que mudou foi a capacidade de enxergar através da poeira.
Que tamanho é isso, de verdade
Este recorte do céu é cerca de 7,5 vezes mais largo que a Lua cheia. O recorte fotografado mede 3,9 graus de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 162,9 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 7.000 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era por volta da época em que a escrita foi inventada na Mesopotâmia.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, baixo, perto do horizonte, a 8° de altura, na direção O.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 80 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 931registros do Hubble
- 364registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 30 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
Existe uma hipótese, levantada a partir de dados em infravermelho, de que uma supernova próxima já tenha destruído as colunas há alguns milhares de anos e que a notícia ainda não tenha chegado até nós, por causa do tempo que a luz leva para viajar 7.000 anos-luz. A ideia se apoia na detecção de poeira quente na região, que poderia ter sido aquecida por uma onda de choque. Não há consenso: outras explicações para o mesmo aquecimento continuam na mesa, e o cenário segue em disputa.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
O nome Nebulosa da Águia veio da forma do conjunto maior de gás, que lembra uma ave de asas abertas. Os Pilares ficam bem no meio dela e ocupam uma fração minúscula do campo: a imagem de levantamento do VST no acervo é mais de cem vezes mais larga que o retrato clássico do Hubble.
Outras imagens deste objeto

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI; J. DePasquale, A. Koekemoer, A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI; J. DePasquale (STScI), A. Pagan (STScI) ESA/Webb CC BY 4.0




Crédito NASA, ESA, CSA, STScI; J. DePasquale, A. Koekemoer, A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA/Hubble and the Hubble Heritage Team ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASA ESA/Hubble CC BY 4.0
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Nebulosa de Serpens
Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, K. Pontoppidan (NASA’s Jet Propulsion Laboratory), J. Green (Space Telescope Science Institute) ESA/Webb CC BY 4.0
- Aglomerado NGC 6604
- Nebulosa de Órion
- Nebulosa da Lagoa
Crédito NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory/NOIRLab/SLAC/AURA NOIRLab CC BY 4.0
- Nebulosa Ômega
Crédito NASA, H. Ford (JHU), G. Illingworth (UCSC/LO), M.Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), the ACS Science Team, and ESAThe ACS Science Team: H. Ford, G. Illingworth, M. Clampin, G. Hartig, T. Allen, K. Anderson, F. Bartko, N. Benitez, J. Blakeslee, R. Bouwens, T. Broadhurst, R. Brown, C. Burrows, D. Campbell, E. Cheng, N. Cross, P. Feldman, M. Franx, D. Golimowski, C. Gronwall, R. Kimble, J. Krist, M. Lesser, D. Magee, A. Martel, W. J. McCann, G. Meurer, G. Miley, M. Postman, P. Rosati, M. Sirianni, W. Sparks, P. Sullivan, H. Tran, Z. Tsvetanov, R. White, and R. Woodruff. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Glóbulos de Thackeray
Crédito ESO/VPHAS+ team. Acknowledgement: CASU ESO CC BY 4.0
- Nebulosa NGC 3603
- Região de formação estelar N79
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, O. Nayak, M. Meixner ESA/Webb CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- O que são exatamente os Pilares da Criação?
- São colunas de gás molecular frio e poeira dentro da Nebulosa da Águia, a cerca de 7.000 anos-luz da Terra, na constelação da Serpente. Elas se formaram porque estrelas jovens e muito quentes das redondezas emitem radiação ultravioleta que evapora a nuvem original de fora para dentro. Onde o gás é mais denso, a erosão é mais lenta, e o material que sobra forma uma coluna alongada que aponta para a fonte da radiação. Dentro delas ainda nascem estrelas.
- Por que a foto do James Webb é tão diferente da foto do Hubble?
- Porque os dois telescópios registram faixas diferentes do espectro. O Hubble usou filtros na luz visível, centrados em linhas do oxigênio, do hidrogênio e do enxofre, e cada linha virou um canal de cor. O Webb observa em infravermelho, entre cerca de 900 e 15.000 nanômetros. Comprimentos de onda longos atravessam a poeira que bloqueia a luz visível, então o Webb enxerga estrelas escondidas dentro e atrás das colunas. Nenhuma das duas imagens é a cor real: as duas são mapas de cor construídos a partir dos filtros usados.
- Que tamanho têm os Pilares da Criação?
- A coluna maior tem alguns anos-luz de comprimento, ordem de grandeza semelhante à distância entre o Sol e a estrela mais próxima dele, que é de pouco mais de quatro anos-luz. No céu, porém, o conjunto ocupa apenas alguns minutos de arco, uma área muito pequena, o que explica por que só telescópios com boa resolução conseguem separar a forma das colunas em vez de mostrar uma mancha.
- Os Pilares da Criação ainda existem?
- Não há como saber com certeza. Tudo o que se observa hoje é a luz que saiu de lá há cerca de 7.000 anos. Existe uma hipótese de que uma supernova nas proximidades já tenha destruído as colunas e que essa informação ainda esteja a caminho, mas ela não é consenso. Mesmo sem supernova, as colunas são estruturas transitórias: a erosão pela radiação as dissolve na escala de alguns milhões de anos.
- Qual a diferença entre a Nebulosa da Águia e os Pilares da Criação?
- A Nebulosa da Águia, catalogada como Messier 16 e associada ao aglomerado NGC 6611, é a região inteira: uma nuvem de gás ionizado com muitos minutos de arco de extensão, um aglomerado de estrelas jovens e várias estruturas escuras. Os Pilares da Criação são um detalhe dentro dela, um grupo pequeno de colunas perto do centro. A confusão é comum porque a imagem famosa mostra só o detalhe, não a nebulosa toda.
- Dá para ver os Pilares da Criação com telescópio amador?
- As colunas em si, não. O que um telescópio amador de bom porte mostra, em céu escuro, é a Nebulosa da Águia como uma névoa fraca em volta de um aglomerado de estrelas, sem a estrutura interna que aparece nas imagens do Hubble. Separar os pilares exige resolução angular e tempo de exposição fora do alcance de equipamento comum. A região fica na constelação da Serpente, perto da faixa central da Via Láctea.
- Por que a imagem do Hubble usa verde para o hidrogênio?
- Por convenção de processamento, não por observação. A linha H-alfa do hidrogênio fica em torno de 657 nanômetros, que corresponde ao vermelho para o olho humano. Quando se combinam três filtros estreitos numa mesma imagem, o costume é atribuir as cores em ordem de comprimento de onda: o filtro mais curto vira azul, o intermediário vira verde e o mais longo vira vermelho. Como o enxofre em 673 nanômetros é mais longo que o hidrogênio em 657, o hidrogênio acaba no canal verde.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/pilares-da-criacao. Consultado em: 23/08/2026.







