Nebulosa de emissão
Nebulosa de Órion
A maternidade de estrelas mais próxima da Terra, visível a olho nu na espada de Órion e estudada em detalhe há mais de um século.

- Tipo
- Nebulosa de emissãoSIMBAD: HII
- Distância
- 1.350 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2013
- Constelação
- ÓrionOri
- Tamanho no céu
- 1,1 grausextensão catalogada no SIMBAD
- Observado por
- VLT Survey Telescope, Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy, Atacama Pathfinder Experiment
- Imagem publicada
- julho de 2017
- Original do acervo
- 16.877 × 13.107 px221 megapixels
Veja Nebulosa de Órion pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito C.R. O'Dell/Rice University NASA/ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Webb, NASA, CSA, M. Zamani (ESA/Webb), the PDRs4All ERS Team ESA/Webb CC BY 4.0
A Nebulosa de Órion é a exceção que confirma a regra: quase nada do céu profundo é visível sem instrumento, e ela é. Em noite limpa de verão brasileiro, olhando para as três estrelas do cinturão de Órion e descendo para a espada, a estrela do meio não se comporta como estrela. Ela é embaçada.
A 1.350 anos-luz, é a região de formação de estrelas massivas mais próxima que existe. Isso explica a montanha de artigos escritos sobre ela: tudo que acontece ali acontece também em regiões muito mais distantes, mas só aqui há resolução suficiente para ver o processo peça por peça.
O tamanho aparente do catálogo, 66 minutos de arco, é pouco mais que o dobro do diâmetro da Lua cheia. Combinado com a distância, dá cerca de 25 anos-luz de ponta a ponta. E o que se vê é só a superfície iluminada de algo maior: uma nuvem molecular escura que ocupa boa parte da constelação, e que este acervo mostra em doze imagens, de campos de quase três graus a recortes de poucos minutos de arco.
Por que a nebulosa brilha?
Nuvens de gás no espaço são frias e escuras por padrão. O que acende Órion é um punhado de estrelas jovens e muito quentes no centro, agrupadas na formação conhecida como Trapézio. Elas emitem uma quantidade enorme de radiação ultravioleta, energética o bastante para arrancar elétrons dos átomos de hidrogênio em volta.
Um átomo ionizado não fica assim para sempre. Cedo ou tarde recaptura um elétron, que cai de nível em nível emitindo luz em comprimentos de onda específicos a cada degrau. A transição mais famosa produz a linha H-alfa, em 656 nanômetros, o vermelho que domina as fotografias. Daí a classificação de região HII.
Existe um equilíbrio nisso, e ele é frágil. A radiação ioniza, o gás recombina, e o tamanho da região acesa se estabiliza onde as duas taxas se igualam. Se as estrelas do Trapézio desaparecessem, a nebulosa apagaria em poucos milhares de anos. Ver uma região HII é ver a prova de que existem estrelas massivas ali agora, e não um vestígio antigo.
O que são os discos ao redor das estrelas jovens?
Nos anos 1990 o Hubble encontrou ali algo que era teoria: pequenos discos de gás e poeira girando em torno de estrelas recém-nascidas, vistos em silhueta contra o fundo iluminado. Receberam o nome de proplyds. Duas imagens deste acervo, feitas com a câmera WFPC2, mostram exemplares individuais.
A importância é direta: é assim que sistemas planetários começam. A poeira do disco se agrega em grãos, os grãos em corpos maiores, e o processo pode terminar em planetas. Ao mesmo tempo, muitos desses discos estão sendo evaporados pela radiação do Trapézio, o que levanta a questão de quantos viram planetas de fato.
O Sistema Solar provavelmente nasceu num ambiente parecido. Vestígios químicos em meteoritos apontam para a presença de material processado por estrelas massivas próximas na época da formação, o que sugere que o Sol não se formou isolado. Órion é, nesse sentido, uma janela para as condições do nosso próprio começo.
O que o infravermelho revela na nuvem escura?
As estrelas mais jovens ainda estão dentro dos casulos em que se formaram e não aparecem em luz visível. As imagens deste acervo feitas com HAWK-I e VIRCAM, em faixas entre 1.250 e 2.150 nanômetros, atravessam a poeira e mostram uma população estelar que a foto óptica simplesmente não contém.
O que aparece muda o retrato do lugar. Além do Trapézio, existem milhares de objetos de massa muito menor, incluindo anãs marrons, pesadas demais para serem planetas e leves demais para acender fusão de hidrogênio de forma estável. Contá-las testa qualquer teoria sobre como a massa se distribui quando uma nuvem colapsa.
A imagem do VISTA cobre 71,8 por 88,3 minutos de arco, mais que o tamanho catalogado da nebulosa, e por isso enquadra a região iluminada junto com a nuvem escura que a cerca. É o tipo de campo que permite comparar as duas populações lado a lado, em vez de olhar só o miolo brilhante.
O que existe atrás da parte iluminada
A nebulosa colorida das fotografias é uma cavidade escavada na borda de uma nuvem molecular muito maior, e não uma bolha isolada no vácuo. As estrelas do Trapézio abriram essa cavidade de dentro para fora, e o que enxergamos é a parede interna dela, iluminada de frente. O grosso da massa continua atrás, frio, denso e escuro.
Uma das imagens do acervo torna isso visível de um jeito raro. Feita com o telescópio APEX, ela cobre 163,2 por 175,4 minutos de arco, quase três graus de céu, e registra a emissão submilimétrica da poeira fria. Nessa faixa a nuvem molecular deixa de ser sombra e vira a estrutura principal do quadro, com filamentos que se estendem muito além da parte que brilha em luz visível.
Existe ainda uma segunda concentração de formação estelar logo atrás do Trapézio, escondida pela poeira, associada à chamada Nebulosa Kleinmann-Low. Uma imagem de 2017, combinando ACS e WFC3 num campo de 7,8 por 5,2 minutos de arco, aponta para essa região e mostra que a parte mais violenta do berçário não é a que aparece nas fotos comuns.
Por que esta é a nebulosa mais observada do céu
O arquivo MAST registra 9.980 produtos de observação do Hubble e 6.818 do James Webb num raio de meio grau em torno de M42. É o tipo de número que nenhum outro objeto deste acervo alcança, e a ressalva vale como sempre: produto de observação é arquivo processado, não noite de telescópio. Ainda assim, a ordem de grandeza diz alguma coisa.
A razão é a combinação de proximidade e conteúdo. A 1.350 anos-luz, cada minuto de arco corresponde a uma fração pequena de ano-luz, o que permite separar estrelas, discos e jatos individuais. Regiões de formação de estrelas massivas mais distantes viram manchas onde tudo se sobrepõe. Aqui, o processo pode ser estudado peça por peça.
Isso faz de Órion o laboratório de referência. Quando uma teoria sobre nascimento de estrelas precisa de teste observacional, é aqui que ela é testada primeiro, e é daqui que saem os números que depois são aplicados a galáxias inteiras. O objeto mais fotografado do céu profundo é também o mais usado como régua.
Os números deste objeto
| Identificação principal | M 42SIMBAD |
|---|---|
| Distância | 1.350 anos-luzdeclarada pelo publicador |
| Constelação | Órion (Ori) |
| Coordenadas J2000 | AR 83,8201 graus, Dec -5,3876 graus |
| Tipo | Região HII (nebulosa de emissão)SIMBAD |
| Tamanho aparente | 66 minutos de arcoSIMBAD |
| Diâmetro estimado | cerca de 25 anos-luzderivado da distância |
| Imagens no acervo | 12 |
| Produtos de observação no arquivo MAST | 9.980 do Hubble, 6.818 do James Webbconsulta num raio de 0,5 grau; produto de observação não equivale a noite de telescópio |
| Outras designações | M 42, NGC 1976 |
O que reparar nesta imagem
- As quatro estrelas do centroO Trapézio. São elas que ionizam o gás de toda a nebulosa. Sem essas poucas estrelas, o lugar inteiro estaria escuro.
- O vermelho dominanteHidrogênio recapturando elétrons e emitindo em 656 nanômetros. É a assinatura química mais comum do universo, visível como cor.
- Os pequenos discos em silhuetaProplyds, discos de gás e poeira em torno de estrelas recém-nascidas. Ali planetas podem estar se formando.
- A borda onde a luz encontra a escuridãoO contorno em que o gás aceso encosta na nuvem molecular. É a frente de ionização avançando, e é ali que a nebulosa está crescendo neste momento.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulluz visível · OmegaCAM · G480 nmolho enxerga
- Verdeluz visível · OmegaCAM · r625 nmolho enxerga
- Vermelholuz visível · OmegaCAM · H-alpha659 nmolho enxerga
- Vermelholuz visível · OmegaCAM · i770 nminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESO junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Este recorte do céu é cerca de 1,9 vezes mais largo que a Lua cheia. O recorte fotografado mede 60 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 25,9 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 1.350 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era por volta da chegada das primeiras naus portuguesas ao litoral brasileiro.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está abaixo do horizonte de São Paulo, SP. Ele volta a subir mais tarde, e alcança no máximo 72° de altura daqui.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 72 graus acima do horizonte.
Este é um dos poucos objetos do acervo que dá para encontrar a olho nu, em céu escuro. O que você vai ver é bem mais pálido e menor que a imagem: telescópios acumulam luz por horas, e o olho não.
Quanto já se olhou para aqui
- 9.980registros do Hubble
- 6.818registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 30 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A distância exata continua sendo revisada, e cada revisão muda o tamanho e a luminosidade calculados de tudo que está lá dentro. Também não há acordo sobre quantos discos protoplanetários sobrevivem à radiação das estrelas massivas próximas, o que decide se sistemas planetários se formam com facilidade em ambientes agitados. E a estrutura tridimensional da região, ou seja, o que está na frente e o que está atrás, segue sendo reconstruída aos poucos.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
Em 2023, observações do Webb num dos discos desta nebulosa detectaram o cátion metila, molécula de carbono considerada peça inicial de boa parte da química orgânica. Foi a primeira vez que ela apareceu no espaço, e num disco banhado pela radiação que se imaginava destruir esse tipo de química.
Outras imagens deste objeto

Crédito ESO/J. Emerson/VISTA. Acknowledgment: Cambridge Astronomical Survey Unit ESO CC BY 4.0


Crédito NASA, ESA, M. Robberto ( Space Telescope Science Institute/ESA) and the Hubble Space Telescope Orion Treasury Project Team ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito C.R. O'Dell/Rice University NASA/ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/ESA and L. Ricci (ESO) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Webb, NASA, CSA, M. Zamani (ESA/Webb), the PDRs4All ERS Team ESA/Webb CC BY 4.0
Vídeo de Nebulosa de Órion
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Nebulosa Cabeça de Cavalo
Crédito NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (AURA/STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Betelgeuse
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa da Lagoa
Crédito NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory/NOIRLab/SLAC/AURA NOIRLab CC BY 4.0
- Nebulosa Ômega
Crédito NASA, H. Ford (JHU), G. Illingworth (UCSC/LO), M.Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), the ACS Science Team, and ESAThe ACS Science Team: H. Ford, G. Illingworth, M. Clampin, G. Hartig, T. Allen, K. Anderson, F. Bartko, N. Benitez, J. Blakeslee, R. Bouwens, T. Broadhurst, R. Brown, C. Burrows, D. Campbell, E. Cheng, N. Cross, P. Feldman, M. Franx, D. Golimowski, C. Gronwall, R. Kimble, J. Krist, M. Lesser, D. Magee, A. Martel, W. J. McCann, G. Meurer, G. Miley, M. Postman, P. Rosati, M. Sirianni, W. Sparks, P. Sullivan, H. Tran, Z. Tsvetanov, R. White, and R. Woodruff. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Glóbulos de Thackeray
Crédito ESO/VPHAS+ team. Acknowledgement: CASU ESO CC BY 4.0
- Nebulosa NGC 3603
- Região de formação estelar N79
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, O. Nayak, M. Meixner ESA/Webb CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Dá para ver a Nebulosa de Órion a olho nu?
- Dá, e ela é uma das pouquíssimas nebulosas em que isso é possível. Procure o cinturão de Órion, as três estrelas alinhadas, e desça para a espada logo abaixo. O ponto do meio não parece uma estrela nítida: é uma mancha embaçada. Um binóculo comum revela estrutura, e qualquer telescópio pequeno mostra o Trapézio separado.
- Qual a melhor época para observar Órion do Brasil?
- Entre dezembro e março, quando a constelação fica alta durante a noite. No verão brasileiro Órion sobe a leste ainda cedo e cruza o céu perto do zênite, que é a posição ideal porque a luz atravessa menos atmosfera. Do hemisfério sul a figura aparece de cabeça para baixo em relação às ilustrações feitas na Europa.
- Por que as fotos são coloridas e o olho vê cinza?
- Porque a retina tem dois sistemas de detecção e só um enxerga cor. Os cones, responsáveis pela cor, precisam de bastante luz; em brilho baixo quem trabalha são os bastonetes, mais sensíveis mas incapazes de distinguir cor. A nebulosa é fraca demais para acionar os cones. Uma câmera acumula luz por minutos e não tem esse limite.
- O que é um proplyd?
- É um disco de gás e poeira girando em torno de uma estrela recém-formada, visto contra o fundo iluminado da nebulosa. O nome é a contração da expressão inglesa para disco protoplanetário. Esses discos são o estágio inicial de um sistema planetário: a poeira dentro deles se agrega em grãos cada vez maiores. O Hubble encontrou dezenas deles aqui.
- A nebulosa vai continuar formando estrelas para sempre?
- Não. A formação estelar consome o gás disponível, e as próprias estrelas massivas aceleram o fim: a radiação ultravioleta dispersa a nuvem, e as que explodem como supernovas empurram o resto para longe. Regiões como Órion duram alguns milhões de anos. Depois sobra um aglomerado que aos poucos se dispersa pela galáxia.
- Qual o tamanho real da Nebulosa de Órion?
- A Nebulosa de Órion ocupa 66 minutos de arco no céu, pouco mais que o dobro do diâmetro aparente da Lua cheia. Combinando esse ângulo com os 1.350 anos-luz declarados pelo publicador das imagens, a extensão física fica em torno de 25 anos-luz. Esse número vale só para a parte iluminada: a nuvem molecular escura de que ela faz parte é muito maior e cobre boa parte da constelação.
- A Nebulosa de Órion faz parte de algo maior?
- Sim. A Nebulosa de Órion é a face iluminada de uma nuvem molecular gigante que se estende por dezenas de graus na constelação, chamada complexo de Órion. A mesma nuvem abriga outros objetos famosos, entre eles a Nebulosa Cabeça de Cavalo, a cerca de 1.400 anos-luz. Uma das imagens deste acervo, feita com o telescópio APEX num campo de quase três graus, mostra a poeira fria dessa estrutura maior.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Nebulosa de Órion. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/nebulosa-de-orion. Consultado em: 23/08/2026.







