
Crédito Dark Energy Survey/DOE/FNAL/DECam/CTIO/NOIRLab/NSF/AURAImage processing: T.A. Rector (University of Alaska Anchorage/NSF NOIRLab), R. Colombari (NSF NOIRLab), & M. Zamani (NSF NOIRLab) NOIRLab CC BY 4.0
Explore o Universo
Nebulosa NGC 6188
Paredes de poeira escura com aspecto de dragões, esculpidas pela radiação de um aglomerado jovem na constelação do Altar, a 4.000 anos-luz.
Um acervo para se perder dentro
São 134 objetos e 1130 imagens reais, feitas pelo Hubble, pelo James Webb e pelos telescópios do ESO no Chile. Cada uma vem com o que ninguém costuma contar: por que ela tem aquelas cores, que tamanho aquilo tem de verdade e se o objeto está no céu da sua cidade agora.
Todas as imagens são publicadas sob licença Creative Commons pelos próprios observatórios, com o crédito exigido preso a cada uma.
Hubble x James Webb
Quando os dois telescópios apontam para o mesmo objeto, o resultado não é a mesma foto em qualidade diferente. O Hubble enxerga sobretudo a luz que seus olhos enxergariam. O Webb enxerga calor, num comprimento de onda até dez vezes maior, e por isso atravessa a poeira que para o Hubble é uma parede. São 45 objetos fotografados pelos dois.
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Galáxia de AndrômedaGaláxiaA galáxia espiral grande mais próxima da nossa, larga o bastante para ocupar mais de seis luas cheias no céu, e vindo na nossa direção.
Pilares da Criação, na Nebulosa da ÁguiaNebulosa de emissãoColunas de gás frio sendo corroídas pela luz de estrelas recém-nascidas, na imagem que definiu o que o Hubble significou para o público.
Nebulosa de ÓrionNebulosa de emissãoA maternidade de estrelas mais próxima da Terra, visível a olho nu na espada de Órion e estudada em detalhe há mais de um século.
Galáxia do SombreroGaláxiaUma galáxia vista quase de perfil, com bojo enorme e uma faixa de poeira cortando o disco, a 30 milhões de anos-luz em Virgem.
Nebulosa de CarinaRegião de hidrogênio ionizadoUm dos maiores berçários de estrelas conhecidos, no céu do sul, onde uma estrela instável quase explodiu no século 19 e sobreviveu.
Campo Ultraprofundo do HubbleCampo profundoUm pedaço minúsculo de céu vazio na Fornalha onde o Hubble acumulou luz por semanas e encontrou cerca de dez mil galáxias.
O mais longe que este acervo chega
A luz destes objetos saiu antes de existir qualquer coisa parecida com um ser humano. Olhar para longe é olhar para trás no tempo, e isso não é figura de linguagem: é o que a distância significa.
Por telescópio
Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Galáxia do Sombrero
Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Charuto
Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia Fantasma
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, A. Adamo (Stockholm University) and the FEAST JWST team ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia de Andrômeda
Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Pilares da Criação, na Nebulosa da Águia
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa de Órion
- Nebulosa de Carina
Crédito NASA, ESA, N. Smith (University of California, Berkeley), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Campo Ultraprofundo do Hubble
Crédito NASA, ESA, and S. Beckwith (STScI) and the HUDF Team ESA/Hubble CC BY 4.0
- El Gordo, o aglomerado gordo
Crédito ESA/Hubble & NASA, RELICS ESA/Hubble CC BY 4.0
- Aglomerado MACS J0717
Crédito NASA, ESA, CXC, NRAO/AUI/NSF, STScI, and R. van Weeren (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) Acknowledgment: NASA, ESA, and J. Lotz (STScI), and the HFF team ESA/Hubble CC BY 4.0
- Aglomerado MACS J0416
Crédito ESA/Hubble, NASA, HST Frontier FieldsAcknowledgement: Mathilde Jauzac (Durham University, UK and Astrophysics & Cosmology Research Unit, South Africa) and Jean-Paul Kneib (École Polytechnique Fédérale de Lausanne, Switzerland) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Aglomerado Abell 370
Crédito NASA, ESA, A. Koekemoer, M. Jauzac, C. Steinhardt, and the BUFFALO team ESA/Hubble CC BY 4.0
Guias sobre explore o universo
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Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Explore o Universo. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo. Consultado em: 23/08/2026.






