Nebulosa planetária
Nebulosa da Aranha Vermelha
Nebulosa planetária bipolar em Sagitário, com dois lobos de gás moldados por vento e uma das anãs brancas mais quentes já registradas no centro.

Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, J. H. Kastner (Rochester Institute of Technology) ESA/Webb CC BY 4.0
- Tipo
- Nebulosa planetáriaSIMBAD: PN
- Distância
- 5.772 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2001
- Constelação
- SagitárioSgr
- Tamanho no céu
- 15 segundos de arcoextensão catalogada no SIMBAD
- Observado por
- James Webb Space Telescope, Hubble Space Telescope
- Imagem publicada
- outubro de 2025
- Original do acervo
- 4.745 × 4.756 px23 megapixels
Veja Nebulosa da Aranha Vermelha pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagensNGC 6537, conhecida como Nebulosa da Aranha Vermelha, fica na constelação de Sagitário, nas coordenadas AR 271,30 graus e Dec -19,84 graus, na mesma direção em que se vê o centro da nossa galáxia. A distância declarada pelo publicador das imagens é de 5.772 anos-luz. No céu ela é minúscula: o SIMBAD registra 0,26 minuto de arco, pouco mais de quinze segundos de arco, o que nessa distância corresponde a menos de meio ano-luz de ponta a ponta.
Apesar do nome, uma nebulosa planetária não tem relação com planetas. O termo nasceu no século 18, quando telescópios modestos mostravam esses objetos como discos difusos e esverdeados que lembravam Urano. O nome pegou e nunca foi corrigido. O que se vê de fato é uma estrela de massa parecida com a do Sol nos últimos capítulos da vida, cercada pelo material que ela mesma expulsou.
O que torna a Aranha Vermelha excepcional não é o processo, que é comum, e sim a intensidade. A estrela central é uma das anãs brancas mais quentes já registradas, e os dois lobos de gás que se estendem em direções opostas são atravessados por ventos violentos que levantam ondas nas paredes internas. O acervo guarda cinco arquivos deste objeto, entre eles uma imagem do Hubble em luz visível e outra do James Webb em infravermelho com exatamente o mesmo enquadramento.
Como uma estrela comum termina assim
Estrelas de massa baixa e intermediária não explodem. Quando o hidrogênio do núcleo acaba, elas incham e viram gigantes vermelhas, e passam a perder massa por um vento estelar lento e denso. Ao longo de dezenas de milhares de anos, boa parte do envelope da estrela é soprado para fora, e sobra pouco mais que o caroço.
Quando esse envelope se esgota, resta o núcleo nu: um objeto do tamanho da Terra com massa comparável à do Sol, comprimido a ponto de a matéria resistir por pressão de degeneração dos elétrons. É a anã branca. Ela nasce escaldante, e a radiação ultravioleta que emite ioniza o gás expelido antes. Esse gás ionizado brilha, e é o que chamamos de nebulosa planetária.
A cronologia explica por que objetos assim são raros no céu apesar de o processo ser banal. A estrela leva bilhões de anos para chegar até ali, e a nebulosa dura algumas dezenas de milhares de anos antes de se diluir. Toda nebulosa planetária catalogada é, portanto, um flagrante: o mesmo gás que hoje tem forma nítida será, num prazo curto em escala galáctica, matéria-prima anônima para a próxima geração de estrelas.
Por que o gás saiu em forma de ampulheta
Se a perda de massa fosse igual em todas as direções, o resultado seria uma bolha esférica. A forma de ampulheta indica que alguma coisa impediu o gás de escapar pelo equador e o canalizou para os polos, e essa assimetria é o dado central do objeto.
A explicação mais aceita envolve um disco ou toro denso de material no plano equatorial. Esse anel funciona como parede: o vento rápido que sai depois encontra resistência ao redor e caminho livre acima e abaixo, e escapa formando dois jatos opostos. A origem do toro costuma ser atribuída a uma estrela companheira que interagiu com a gigante vermelha e ajudou a concentrar matéria no plano da órbita.
A hipótese da companheira é razoável e continua sem prova direta neste objeto. Ninguém fotografou a segunda estrela, e o argumento se apoia na forma do gás, não na detecção do corpo. Vale registrar a diferença: a estrutura bipolar é observação, a companheira é inferência.
O que cada filtro dessas imagens mede
As duas observações principais do acervo usam lógicas opostas. A imagem do Hubble foi montada com filtros estreitos de luz visível: oxigênio uma vez ionizado em 373 nanômetros, oxigênio duplamente ionizado em 502, nitrogênio em 575, hidrogênio em 656 e enxofre em 672. Cada filtro isola a emissão de um elemento num estado de ionização específico, e as cores atribuídas viram um mapa químico, não uma fotografia natural.
A imagem do Webb de 2025 observou em infravermelho, com filtros centrados em ferro ionizado a 1.640 nanômetros, hidrogênio molecular a 2.120, um filtro largo em 3.560 e a linha Brackett-alfa do hidrogênio em 4.050. Hidrogênio molecular só sobrevive onde o gás é frio e denso o bastante para as moléculas não serem destruídas; ferro ionizado, ao contrário, aparece onde há choque violento. As duas imagens juntas separam o que resiste do que está sendo destruído.
Por que Hubble e Webb enquadraram o mesmo pedaço de céu
Duas imagens divulgadas em outubro de 2025 cobrem exatamente 2,2 por 1,2 minuto de arco: uma feita com a câmera WFPC2 do Hubble, em luz visível, e outra com a NIRCam do James Webb, em infravermelho. O enquadramento idêntico não é coincidência de arquivo, é escolha de quem publicou, e serve para que a comparação entre as duas não dependa de recortar nem esticar nada.
A diferença entre elas é inteiramente de comprimento de onda. Onde o Hubble registra gás já ionizado, brilhando porque perdeu elétrons, o Webb registra moléculas que ainda não foram quebradas e regiões de choque marcadas pelo ferro. Ver a mesma cavidade nas duas versões mostra qual parte da nebulosa está sendo desmontada agora e qual ainda resiste.
O acervo guarda ainda uma terceira imagem do Webb, com campo um pouco maior, de 2,4 por 2,4 minutos de arco, e um diagrama anotado que identifica as estruturas. No arquivo público do MAST, num raio de 0,02 grau em torno destas coordenadas, constam 41 produtos de observação do Hubble e 4 do James Webb. Produto de observação não é noite de telescópio: um mesmo apontamento gera vários arquivos processados.
O que o desvio negativo do catálogo quer dizer
O SIMBAD registra para a NGC 6537 um desvio de 0,00006 negativo. Valor negativo significa desvio para o azul, ou seja, aproximação, e costuma causar estranheza, porque desvio para o vermelho é normalmente associado à expansão do universo e à fuga das galáxias distantes.
A confusão desaparece quando se lembra de que esta nebulosa está dentro da Via Láctea, a menos de seis mil anos-luz. A expansão cósmica não atua dentro de estruturas ligadas pela gravidade: galáxias e sistemas estelares não se esticam. O número mede apenas o movimento do objeto em relação ao Sol ao longo da linha de visada, resultado de os dois orbitarem o centro da galáxia com velocidades diferentes. Multiplicado pela velocidade da luz, dá cerca de 18 quilômetros por segundo de aproximação, valor banal para objetos galácticos.
Os números deste objeto
| Identificação principal | NGC 6537SIMBAD |
|---|---|
| Classificação | nebulosa planetáriaSIMBAD |
| Constelação | Sagitário (Sgr) |
| Coordenadas J2000 | AR 271,3046 graus, Dec -19,843 graus |
| Distância | 5.772 anos-luzdeclarada pelo publicador das imagens |
| Tamanho aparente | 0,26 minuto de arcoSIMBAD |
| Extensão estimada | menos de meio ano-luzcalculada a partir do tamanho aparente e da distância |
| Desvio | 0,00006 negativo, cerca de 18 km/s de aproximaçãoSIMBAD |
| Campo das imagens de 2025 | 2,2 x 1,2 minuto de arcometadado das imagens |
| Imagens no acervo | 5 |
O que reparar nesta imagem
- Os dois lobos opostosEles saem em direções contrárias a partir do centro. A simetria denuncia um disco denso no equador, que empurrou o gás para os polos em vez de deixá-lo escapar por todos os lados.
- As ondas nas paredes internasAs estruturas onduladas dentro dos lobos são levantadas pelo vento que atravessa a cavidade em alta velocidade e raspa as bordas por dentro.
- O ponto centralAli está a anã branca, o núcleo exposto da estrela que gerou tudo isso. É a radiação ultravioleta dela que ioniza o gás e mantém a nebulosa acesa.
- A troca entre a versão do Hubble e a do WebbAs duas cobrem o mesmo campo. Repare no que muda de uma para outra: o infravermelho revela hidrogênio molecular frio que a imagem em luz visível não registra.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulinfravermelho · NIRCam · Fe II1,64 µminvisível ao olho
- Cianoinfravermelho · NIRCam · molecular hydrogen2,12 µminvisível ao olho
- Laranjainfravermelho · NIRCam3,56 µminvisível ao olho
- Vermelhoinfravermelho · NIRCam · Br-alpha4,05 µminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESA/Webb junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 13 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 2,4 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 27.289 unidades astronômicas de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 5.772 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era por volta da época em que a escrita foi inventada na Mesopotâmia.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está abaixo do horizonte de São Paulo, SP. Ele volta a subir mais tarde, e alcança no máximo 86° de altura daqui.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 86 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 41registros do Hubble
- 4registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 1,2 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A temperatura da estrela central ainda é discutida, com estimativas que variam bastante conforme o método adotado, e ela figura entre as candidatas a anã branca mais quente conhecida sem que exista um valor fechado. Também não está resolvido se existe de fato uma companheira estelar responsável pelo formato bipolar: a hipótese explica bem a forma do gás, mas ninguém detectou a segunda estrela por observação direta neste sistema. Em escala maior, continua em aberto o que decide se uma estrela moribunda produz uma bolha redonda ou uma ampulheta como esta.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
Estrelas dessa faixa de massa fabricam carbono e nitrogênio no interior e os injetam no meio interestelar ao expelir o envelope, sem precisar explodir para isso. Boa parte do carbono presente em organismos vivos passou por um episódio parecido com o que a Aranha Vermelha mostra agora, antes de acabar em nuvens que formariam novos sóis.
Outras imagens deste objeto

Crédito ESA/Hubble & NASA, G. Mellema (Leiden University, the Netherlands) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, J. H. Kastner (Rochester Institute of Technology) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito ESA & Garrelt Mellema (Leiden University, the Netherlands) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, A. Pedrini, A. Adamo (Stockholm University) and the FEAST JWST team ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, J. H. Kastner (Rochester Institute of Technology) ESA/Webb CC BY 4.0
Vídeo de Nebulosa da Aranha Vermelha
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Nebulosa da Lagoa
Crédito NSF–DOE Vera C. Rubin Observatory/NOIRLab/SLAC/AURA NOIRLab CC BY 4.0
- Nebulosa Ômega
Crédito NASA, H. Ford (JHU), G. Illingworth (UCSC/LO), M.Clampin (STScI), G. Hartig (STScI), the ACS Science Team, and ESAThe ACS Science Team: H. Ford, G. Illingworth, M. Clampin, G. Hartig, T. Allen, K. Anderson, F. Bartko, N. Benitez, J. Blakeslee, R. Bouwens, T. Broadhurst, R. Brown, C. Burrows, D. Campbell, E. Cheng, N. Cross, P. Feldman, M. Franx, D. Golimowski, C. Gronwall, R. Kimble, J. Krist, M. Lesser, D. Magee, A. Martel, W. J. McCann, G. Meurer, G. Miley, M. Postman, P. Rosati, M. Sirianni, W. Sparks, P. Sullivan, H. Tran, Z. Tsvetanov, R. White, and R. Woodruff. ESA/Hubble CC BY 4.0
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Crédito Hubble Heritage Team (STScI/AURA/NASA/ESA) ESA/Hubble CC BY 4.0
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Crédito NASA, ESA, STScI, A. Pagan (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Por que se chama nebulosa planetária se não existe planeta nenhum ali?
- A Nebulosa da Aranha Vermelha não tem planeta algum, e o nome da família inteira é um engano histórico que ficou. No século 18, com telescópios de qualidade limitada, esses objetos apareciam como pequenos discos difusos e esverdeados, parecidos com o disco de Urano recém-descoberto. O termo se consolidou na literatura antes que se soubesse a natureza real do fenômeno, que é o envelope expelido por uma estrela moribunda e iluminado pelo núcleo quente que sobrou dela.
- O Sol vai terminar como a Nebulosa da Aranha Vermelha?
- O Sol deve passar pelo mesmo processo, numa versão bem menos violenta. A massa dele está na faixa em que a estrela não explode: vai inchar como gigante vermelha, soprar as camadas externas em vento lento e deixar exposto um núcleo quente que se tornará anã branca. A diferença está na intensidade e na forma. A estrela central da NGC 6537 figura entre as anãs brancas mais quentes registradas, e o gás dela foi canalizado em dois lobos opostos, o que exige uma assimetria que o Sol não tem motivo para produzir.
- Quanto tempo dura uma nebulosa planetária como essa?
- A fase visível costuma durar algumas dezenas de milhares de anos, contra os bilhões de anos de vida da estrela que a originou. Depois disso o gás se dilui no meio interestelar e a anã branca esfria lentamente, sem nada em volta para iluminar. A Aranha Vermelha, com menos de meio ano-luz de extensão e expansão em curso, é um evento recente na história da galáxia, flagrado justamente na fração mínima de tempo em que dá para vê-lo.
- Por que a Nebulosa da Aranha Vermelha tem forma de ampulheta?
- A forma bipolar da NGC 6537 indica que o gás não escapou igualmente em todas as direções. A explicação mais aceita envolve um disco ou toro denso de material concentrado no plano equatorial da estrela, que bloqueia a expansão lateral e força o vento a sair pelos polos, formando dois lobos opostos. A origem desse disco costuma ser atribuída à interação com uma estrela companheira, hipótese coerente com a forma observada e ainda não confirmada por detecção direta.
- Dá para observar a NGC 6537 com telescópio amador?
- Observar a NGC 6537 com equipamento amador é difícil. O objeto tem 0,26 minuto de arco de extensão aparente, pouco mais de quinze segundos de arco, e em aberturas modestas aparece praticamente como um ponto, difícil de distinguir de uma estrela sem aumento alto e ar muito estável. A estrutura de lobos, as ondas nas paredes internas e o brilho do centro só aparecem em imagens de telescópios espaciais.
- O que o James Webb mostrou na Aranha Vermelha que o Hubble não mostrava?
- O Webb observou a NGC 6537 em infravermelho, com filtros centrados em ferro ionizado a 1.640 nanômetros, hidrogênio molecular a 2.120 e a linha Brackett-alfa do hidrogênio a 4.050. Hidrogênio molecular só sobrevive onde o gás é frio e denso o bastante para as moléculas não serem quebradas, e o ferro ionizado marca as regiões de choque. O Hubble, com filtros de luz visível, mapeia o gás que já perdeu elétrons. As duas leituras juntas separam o que resiste do que está sendo destruído.
- Onde fica a Nebulosa da Aranha Vermelha no céu?
- A NGC 6537 fica na constelação de Sagitário, nas coordenadas AR 271,30 graus e Dec -19,84 graus, na mesma direção em que se observa o centro da Via Láctea. Do Brasil, Sagitário passa alto nas noites de inverno e é uma das regiões mais ricas em objetos de todo o céu. A nebulosa em si, porém, é pequena demais para ser localizada sem carta detalhada, boa abertura e ar estável.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Nebulosa da Aranha Vermelha. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/nebulosa-aranha-vermelha. Consultado em: 23/08/2026.










