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Galáxias: imagens reais das ilhas de estrelas

30 objetos no acervo.

Galáxia de Andrômeda, galáxia registrada pelo Hubble Space Telescope
Galáxia de Andrômeda. A galáxia grande mais próxima da nossa, e a coisa mais distante que um olho humano consegue enxergar sem ajuda nenhuma.

Crédito NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler. ESA/Hubble CC BY 4.0

Uma galáxia é um conjunto de bilhões de estrelas, gás e poeira presos pela própria gravidade. A nossa, a Via Láctea, tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro, e o Sol é uma estrela comum num braço qualquer dela. Até cem anos atrás, quase todo astrônomo achava que essas manchas no céu eram nuvens dentro da Via Láctea. Edwin Hubble mediu a distância de uma delas em 1924 e mostrou que estavam muito mais longe do que qualquer coisa da nossa galáxia.

As formas não são acaso. Espirais como Andrômeda e a do Cata-vento têm um disco fino, braços onde nascem estrelas novas e um bojo central de estrelas velhas. Elípticas parecem bolas de luz sem estrutura e quase não formam estrelas novas: já gastaram o gás. E há as irregulares, deformadas por um encontro recente com uma vizinha, onde o gás comprimido dispara surtos de formação estelar.

Colisão entre galáxias é comum e não é catástrofe: as estrelas quase nunca batem umas nas outras, porque a distância entre elas é enorme comparada ao tamanho delas. O que colide é o gás. Nas imagens de pares como Arp 142 e as Antenas dá para ver as duas coisas ao mesmo tempo: caudas de estrelas arrancadas pela maré gravitacional, e regiões azuis brilhantes onde o gás comprimido acendeu estrelas novas.

A Via Láctea e Andrômeda estão se aproximando a cerca de 110 quilômetros por segundo e devem se fundir daqui a alguns bilhões de anos. Nenhuma estrela vai colidir com outra. O céu noturno da Terra, se ainda houver alguém para olhar, vai ficar bem mais cheio.

Todos os objetos desta coleção

Créditos das imagens desta página

Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.

  • Galáxia de Andrômeda

    Crédito NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler. ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Sombrero

    Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Redemoinho

    Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Cata-vento

    Crédito Image: European Space Agency & NASA Acknowledgements: Project Investigators for the original Hubble data: K.D. Kuntz (GSFC), F. Bresolin (University of Hawaii), J. Trauger (JPL), J. Mould (NOAO), and Y.-H. Chu (University of Illinois, Urbana) Image processing: Davide De Martin (ESA/Hubble) CFHT image: Canada-France-Hawaii Telescope/J.-C. Cuillandre/Coelum NOAO image: George Jacoby, Bruce Bohannan, Mark Hanna/NOAO/AURA/NSF ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Triângulo

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia do Charuto

    Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia de Bode

    Crédito NASA, ESA, A. Zezas (CfA), and A. Filippenko (UC Berkeley) Acknowledgment: Hubble Heritage Team (STScI/AURA) & O. Fox (University of California, Berkeley) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia Fantasma

    Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, A. Adamo (Stockholm University) and the FEAST JWST team ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia Messier 106

    Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, J. Glenn ESA/Webb CC BY 4.0

  • Centaurus A

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia do Cata-vento do Sul

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia do Escultor

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Par de galáxias NGC 2207 e IC 2163

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI ESA/Webb CC BY 4.0

  • Arp 142, o Pinguim e o Ovo

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia Messier 61

    Crédito ESA/Hubble & NASA, ESO, J. Lee and the PHANGS-HST Team ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia Messier 100

    Crédito NASA, ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia NGC 1232

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia NGC 300

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia NGC 1275, no coração de Perseu

    Crédito NASA, ESA and Andy Fabian (University of Cambridge, UK) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia Teia de Aranha

    Crédito ESO/Di Mascolo et al.; HST: H. Ford ESO CC BY 4.0

  • Grande Nuvem de Magalhães

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia 9io9

    Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/J. Geach et al. ESO CC BY 4.0

  • Quinteto de Stephan

    Crédito NASA, ESA and the Hubble SM4 ERO Team ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxias das Antenas

    Crédito ESA/Hubble & NASA ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Arp 273, a rosa de galáxias

    Crédito NASA, ESA and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia de Barnard

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia NGC 4945

    Crédito ESO CC BY 4.0

  • Galáxia NGC 1672

    Crédito NASA, ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Arp 107, o par que sorri

    Crédito NASA, ESA, CSA, STScI ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia IC 10

    Crédito NASA, ESA and F. Bauer ESA/Hubble CC BY 4.0

Fontes oficiais

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Como citar esta página

ValorFinal. Galáxias. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/colecao/galaxias. Consultado em: 23/08/2026.