Galáxia
Centaurus A
A galáxia ativa mais próxima de nós: um bojo de estrelas velhas rasgado por uma faixa de poeira, com jatos saindo de um buraco negro central.

- Tipo
- GaláxiaSIMBAD: BLL
- Distância
- 11 milhões de anos-luzpublicadores declaram de 11 milhões de a 13 milhões de anos-luz; aqui vale o comunicado de 2026
- Constelação
- CentauroCen
- Tamanho no céu
- 26 minutos de arcoextensão catalogada no SIMBAD
- Classificação
- S0pec
- Observado por
- MPG/ESO 2.2-metre telescope, Chandra X-ray Observatory, Atacama Pathfinder Experiment
- Imagem publicada
- maio de 2012
- Original do acervo
- 8.547 × 8.358 px71 megapixels
- Desvio para o vermelho
- z = 0,002
Veja Centaurus A pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito NOAO ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0
Centaurus A é a galáxia que não cabe nas gavetas. Espirais têm braços, elípticas são bolas lisas de estrelas velhas, e ela é as duas coisas ao mesmo tempo: um corpo arredondado e amarelado atravessado por uma faixa escura de poeira, larga demais para o tamanho dela. Os catálogos resolvem o impasse com a sigla S0pec, lenticular peculiar.
A 11 milhões de anos-luz, ela é a galáxia ativa mais próxima da Terra. Ativa tem significado preciso aqui: o buraco negro supermassivo do centro está engolindo matéria neste momento, e a energia liberada escapa em forma de jatos e radiação. Isso é raro entre as vizinhas, quase todas quietas.
Ela fica na constelação do Centauro, nas coordenadas AR 201,3651 graus e Dec -43,0191 graus, alta no céu brasileiro durante o outono e o inverno, e cobre quase o mesmo pedaço de céu que a Lua cheia. Foi catalogada em 1826 por James Dunlop, que observava do hemisfério sul, muito antes de alguém suspeitar do que ela era.
De onde veio esse nome de código?
O nome não vem de catálogo óptico. Quando os primeiros radiotelescópios varreram o céu, a convenção foi simples: a fonte de rádio mais forte de cada constelação recebia a letra A, a seguinte B, e assim por diante. Centaurus A é a radiofonte mais brilhante do Centauro.
O passo seguinte foi descobrir o que emitia. Apontar um telescópio óptico para a mesma coordenada revelou a galáxia já conhecida como NGC 5128. Foi uma das primeiras vezes em que uma fonte de rádio poderosa pôde ser identificada com um objeto visível, e o resultado inaugurou a categoria das radiogaláxias.
O metadado do acervo guarda ainda um terceiro nome, IRAS 13225-4245, que vem de um levantamento em infravermelho feito por satélite. Cada época da astronomia batizou o mesmo objeto na linguagem do instrumento que dispunha, e a pilha de nomes é o registro dessa sequência.
Por que existe uma faixa de poeira ali?
Galáxias elípticas costumam ser pobres em gás: já gastaram quase toda a matéria-prima e não formam estrelas novas. Centaurus A contraria isso de forma escandalosa. A faixa escura contém uma quantidade enorme de gás molecular frio, e dentro dela a formação de estrelas está acontecendo agora.
A explicação aceita é uma fusão. Uma galáxia menor e rica em gás caiu dentro de uma elíptica maior, e o gás da vítima se assentou num disco inclinado, que hoje vemos quase de perfil. Vestígios do encontro aparecem em conchas de estrelas espalhadas pelo halo, e explicam por que o buraco negro voltou a se alimentar.
As imagens do Webb divulgadas em julho de 2026 atacam justamente essa região. A combinação de NIRCam e MIRI cobre de 900 a 10.000 nanômetros, com filtros ajustados para hidrogênio, hidrocarbonetos aromáticos e silicatos. Onde a luz visível mostra uma barreira opaca, essas faixas mostram a estrutura interna do disco de poeira e as estrelas que se formam nele.
O que os jatos fazem fora da imagem?
Matéria que cai em direção a um buraco negro supermassivo não mergulha direto. Ela se organiza num disco que gira cada vez mais rápido e esquenta por atrito, e parte do material acaba desviada para fora, ao longo do eixo de rotação, em dois feixes que viajam a velocidades próximas à da luz.
A parte visível de Centaurus A é só o miolo do fenômeno. Os lóbulos de rádio inflados por esses jatos se estendem por vários graus no céu, muito além da mancha que aparece em qualquer fotografia óptica. Se o olho humano enxergasse ondas de rádio, essa galáxia seria uma das maiores estruturas do céu noturno.
Uma das imagens do acervo, de 2009, encosta nesse território: além da câmera WFI em luz visível, ela usa dados do LABOCA em 870 micrômetros, no submilimétrico. É uma janela em que a poeira fria e o material processado pelo núcleo aparecem, e que a fotografia comum não alcança de jeito nenhum.
Por que o catálogo diz BL Lac
Quem consulta o registro desta galáxia encontra um código inesperado: BLL, que designa uma classe de núcleo ativo cujo espectro é dominado pela emissão do jato. O tipo editorial adotado aqui é galáxia, e a diferença não é descuido de nenhum dos dois lados.
O código do banco descreve o fenômeno que dominou o estudo de referência, não o objeto inteiro. Em Centaurus A o núcleo ativo é a característica que a maior parte da literatura persegue, e ele é registrado com a etiqueta da classe de fenômeno correspondente. Uma pessoa que abre a página, porém, quer ver uma galáxia, e é isso que a imagem mostra.
Por trás dessa aparente contradição está uma ideia central da astrofísica de núcleos ativos: quasares, radiogaláxias e blazares podem ser o mesmo tipo de motor, visto de ângulos diferentes e em ritmos diferentes de alimentação. O nome muda conforme a orientação do jato em relação a quem observa, e não conforme a natureza do objeto.
O que a foto de campo largo do halo mostra
A galáxia ocupa 25,7 minutos de arco no céu, quase o diâmetro da Lua cheia. Uma das imagens do acervo, de 2014, cobre 130,4 por 67,6 minutos de arco, mais de cinco vezes esse tamanho em cada lado. Ela não foi feita para enquadrar a galáxia com folga: foi feita para mostrar o que existe muito além da parte brilhante.
O que existe ali é o halo, uma população esparsa de estrelas velhas e aglomerados globulares que se espalha por uma distância enorme do centro. Halos guardam a memória de fusões: estrelas arrancadas de galáxias engolidas ficam em órbitas amplas por bilhões de anos, e formam conchas e correntes que podem ser mapeadas uma estrela por vez quando o objeto está perto o bastante.
Centaurus A está. É por isso que ela é uma das galáxias mais visitadas pelos grandes telescópios: o arquivo MAST registra 1.366 produtos de observação do Hubble, 132 do James Webb e 454 do GALEX num raio de pouco mais de 0,2 grau em torno dela. Vale a ressalva de sempre: produto de observação não é noite de telescópio, é arquivo processado no acervo.
Os números deste objeto
| Identificação principal | Centaurus ASIMBAD |
|---|---|
| Distância | 11 milhões de anos-luzdeclarada pelo publicador |
| Constelação | Centauro (Cen) |
| Coordenadas J2000 | AR 201,3651 graus, Dec -43,0191 graus |
| Morfologia | S0pec (lenticular peculiar)SIMBAD |
| Tamanho aparente | 25,7 minutos de arcoSIMBAD |
| Desvio para o vermelho | z = 0,00188SIMBAD |
| Imagens no acervo | 12 |
| Produtos de observação no arquivo MAST | 1.366 do Hubble, 132 do James Webb, 454 do GALEXconsulta num raio de 0,214 grau; produto de observação não equivale a noite de telescópio |
| Outras designações | NGC 5128, IRAS 13225-4245 |
O que reparar nesta imagem
- A faixa escura atravessadaNão é vazio nem sombra projetada: é poeira densa, entre nós e as estrelas do bojo, absorvendo a luz que vem de trás.
- Os pontos azuis dentro da poeiraEstrelas jovens e quentes, nascidas no gás trazido pela galáxia engolida. Só existem onde ainda há matéria-prima.
- Os pontinhos espalhados no haloBoa parte deles são aglomerados globulares, cada um com centenas de milhares de estrelas.
- A diferença entre a versão óptica e a infravermelhaNas imagens do Webb a faixa opaca abre e revela filamentos e nós de poeira. É a mesma matéria, registrada num comprimento de onda em que ela deixa de ser barreira.
Por que esta imagem tem essas cores
As cores desta imagem se aproximam do que um olho humano veria, se ele fosse sensível o bastante: cada filtro registrou luz visível e recebeu uma cor coerente com o próprio comprimento de onda.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulluz visível · WFI · B456 nmolho enxerga
- Azulluz visível · WFI · OIII502 nmolho enxerga
- Verdeluz visível · WFI · V540 nmolho enxerga
- Laranjaluz visível · WFI · R652 nmolho enxerga
- Vermelholuz visível · WFI · H-alpha659 nmolho enxerga
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESO junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Este recorte do céu tem quase o mesmo tamanho aparente da Lua cheia. O recorte fotografado mede 34 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 82.234 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 11 milhões de anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era quando os primeiros representantes do gênero Homo apareciam na África.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, em boa altura, a 31° de altura, na direção SO.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 71 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 1.366registros do Hubble
- 132registros do James Webb
- 454registros do GALEX
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 13 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A geometria da fusão continua em discussão: não há consenso sobre quantas galáxias se juntaram, qual era o tamanho da que trouxe o gás nem há quanto tempo o encontro aconteceu. Também segue em aberto o que regula os episódios em que o núcleo liga e desliga, e por quanto tempo cada episódio dura.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
Centaurus A é uma das poucas fontes apontadas como possível origem de raios cósmicos de energia extrema, partículas que chegam à Terra com energia muito acima da produzida em qualquer acelerador. A associação é estatística e ainda não é considerada prova.
Outras imagens deste objeto

Crédito ESO/WFI (Optical); MPIfR/ESO/APEX/A.Weiss et al. (Submillimetre); NASA/CXC/CfA/R.Kraft et al. (X-ray) ESO CC BY 4.0

Crédito CTIO/NOIRLab/DOE/NSF/AURA Acknowledgments: PI: M. Soraisam (University of Illinois at Urbana-Champaign/NSF NOIRLab) Image processing: T.A. Rector (University of Alaska Anchorage/NSF NOIRLab), M. Zamani (NSF NOIRLab) & D. de Martin (NSF NOIRLab) NOIRLab CC BY 4.0

Crédito NOAO ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Jack O. Burns (University of Missouri) & David Clarke (St. Mary's University,Nova Scotia) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA & ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito E.J. Schreier, (STScI) and NASA/ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Image credit: ESA/Hubble, NASA, Digitized Sky Survey, MPG/ESO Acknowledgement: Davide de Martin ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI. Image Processing: A. Pagan (STScI), J. Depasquale (STScI), M. Garcia Marin (ESA Office at STScI) ESA/Webb CC BY 4.0
Vídeo de Centaurus A
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Glóbulos de Thackeray
Crédito ESO/VPHAS+ team. Acknowledgement: CASU ESO CC BY 4.0
- Ômega Centauri
Crédito ESO/INAF-VST/OmegaCAM. Acknowledgement: A. Grado, L. Limatola/INAF-Capodimonte Observatory ESO CC BY 4.0
- Galáxia NGC 4945
- Aglomerado NGC 3766
- Galáxia de Andrômeda
Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Sombrero
Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Cata-vento
Crédito NASA, ESA, CXC, SSC and STScI ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Charuto
Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia de Bode
Crédito ESA/INT/DSS2 ESA/Hubble CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Dá para ver Centaurus A do Brasil?
- A galáxia fica bem posicionada para o céu brasileiro, alta durante as noites de outono e inverno. A olho nu ela não aparece. Com um binóculo potente, em céu escuro, surge como uma mancha oval difusa. A faixa de poeira que a tornou famosa só fica evidente em telescópios de abertura razoável ou em fotografia de longa exposição.
- Centaurus A é espiral ou elíptica?
- Nenhuma das duas de forma limpa. O catálogo registra S0pec, lenticular peculiar. O corpo principal tem a forma arredondada e as estrelas velhas típicas de uma elíptica, mas carrega um disco de gás e poeira que só existe em espirais. A leitura mais aceita é que ela seja produto de uma fusão entre uma elíptica grande e uma galáxia menor rica em gás.
- O que torna uma galáxia ativa?
- Uma galáxia é chamada de ativa quando o buraco negro supermassivo do centro está consumindo matéria em ritmo alto. O material forma um disco que esquenta por atrito e emite radiação intensa, e parte é expelida em jatos. A energia liberada pode superar a de todas as estrelas da galáxia somadas. A Via Láctea tem o buraco negro central em jejum, e Centaurus A é a galáxia ativa mais próxima de nós.
- Por que ela aparece como NGC 5128 e como Centaurus A?
- São nomes de catálogos diferentes. NGC 5128 vem do New General Catalogue, montado a partir de observações em luz visível no século 19. Centaurus A vem da radioastronomia do século 20, que batizava a fonte de rádio mais forte de cada constelação com a letra A. Quando ficou claro que apontavam para o mesmo objeto, os dois já estavam consolidados.
- Por que as imagens do Webb têm cores diferentes das do Hubble?
- Porque registram faixas diferentes do espectro. O Hubble trabalha sobretudo em luz visível, e por isso mostra a poeira como barreira escura. Os instrumentos do Webb operam no infravermelho, entre cerca de 900 e 10.000 nanômetros, onde a poeira é bem menos opaca. Cada cor da imagem final corresponde a uma faixa registrada, escolhida pelo publicador para separar hidrogênio, moléculas de carbono e silicatos.
- Qual o tamanho real de Centaurus A?
- Centaurus A ocupa 25,7 minutos de arco no céu, quase o diâmetro aparente da Lua cheia. Combinando esse ângulo com os 11 milhões de anos-luz declarados pelo publicador das imagens, a extensão física fica em torno de 80 mil anos-luz, na mesma ordem de grandeza da Via Láctea. Esse número vale para a parte luminosa: o halo de estrelas velhas e os lóbulos de rádio se estendem muito além dele.
- Por que Centaurus A é observada com tanta frequência?
- Centaurus A reúne duas qualidades raras ao mesmo tempo: é a galáxia ativa mais próxima da Terra e está no céu do sul, bem posicionada para os grandes observatórios do Chile. Perto significa resolução, ou seja, a possibilidade de separar estrelas e aglomerados individuais em vez de ver uma mancha. O arquivo MAST registra 1.366 produtos de observação do Hubble e 454 do GALEX num raio de pouco mais de 0,2 grau em torno dela.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Centaurus A. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/centaurus-a. Consultado em: 23/08/2026.









