Galáxia
Galáxia de Andrômeda
A galáxia espiral grande mais próxima da nossa, larga o bastante para ocupar mais de seis luas cheias no céu, e vindo na nossa direção.

Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Tipo
- GaláxiaSIMBAD: AGN
- Distância
- 2,5 milhões de anos-luzpublicadores declaram de 2 milhões de a 2,5 milhões de anos-luz; aqui vale o comunicado de 2025
- Constelação
- AndrômedaAnd
- Tamanho no céu
- 3,3 grausextensão catalogada no SIMBAD
- Classificação
- SA(s)b
- Observado por
- DSS, Hubble Space Telescope, Burrell Schmidt Telescope
- Imagem publicada
- julho de 2011
- Original do acervo
- 21.299 × 13.775 px293 megapixels
- Desvio para o vermelho
- z = -0,001
A Galáxia de Andrômeda, catalogada como M 31 e também como NGC 224, é a grande espiral vizinha da Via Láctea. A distância declarada pelo publicador das imagens deste acervo é de 2,5 milhões de anos-luz, e vale registrar que os métodos usados na literatura não convergem para um número único: dependendo da técnica de medida, o valor publicado varia de cerca de 2 a 2,5 milhões de anos-luz. Essa dispersão não é um problema do objeto, é uma característica de medir distância fora da nossa galáxia.
No céu ela é enorme. O SIMBAD registra um tamanho aparente de 199,53 minutos de arco, e a Lua cheia tem aproximadamente 30 minutos de arco de diâmetro. Ou seja, se o brilho fosse suficiente, Andrômeda apareceria como um oval mais de seis vezes mais largo que a Lua. O que se vê a olho nu, num céu escuro, é apenas o miolo dessa estrutura, uma mancha pálida e sem forma definida na constelação de Andrômeda.
Andrômeda também é o laboratório onde se aprendeu a enxergar uma galáxia por dentro sem estar dentro dela. O arquivo MAST guarda 12.567 produtos de observação do Hubble num raio de meio grau em torno do centro, e essa insistência tem motivo: é a única espiral grande perto o bastante para o telescópio separar estrelas individuais aos milhões e, ao mesmo tempo, distante o bastante para ser vista inteira, de fora. Da Via Láctea temos o problema oposto, estamos dentro dela e o disco atrapalha a vista.
Por que Andrômeda parece tão grande?
O tamanho aparente de um objeto no céu depende de duas coisas apenas: quanto ele mede de verdade e quão longe está. Andrômeda é uma espiral grande, comparável à Via Láctea em porte, e está muito mais perto que qualquer outra do mesmo tipo. O resultado é um oval de quase 200 minutos de arco, cerca de três graus e meio de extensão no eixo maior.
O que confunde quem tenta observar é a diferença entre tamanho e brilho de superfície. Toda a luz de Andrômeda está espalhada por essa área imensa, então cada pedacinho dela é fraco. Um telescópio de campo estreito mostra menos, e não mais, porque enquadra apenas o núcleo. Por isso as melhores imagens de conjunto do acervo são as de campo largo, com 361,9 por 234,1 minutos de arco, feitas com instrumentos de solo desenhados para cobrir muito céu de uma vez.
Essa geometria explica também por que o Hubble quase nunca fotografa Andrômeda inteira. O painel panorâmico de 2025, feito com a câmera WFC3, cobre 140,6 por 32,9 minutos de arco, uma faixa alongada que atravessa o disco. Não é preguiça de enquadramento: é o campo de visão do instrumento, que enxerga fundo e fino, não largo.
O que acontece quando ela nos encontrar?
Quase todas as galáxias fora do nosso grupo local se afastam, e a assinatura disso é o desvio da luz para o vermelho. Andrômeda faz o contrário: a luz dela chega deslocada para o azul, o que significa aproximação. A velocidade medida na linha de visada é de cerca de 110 quilômetros por segundo. É por isso que o catálogo deste acervo não traz desvio para o vermelho para M 31, e não porque o dado seja zero.
O encontro está previsto para daqui a alguns bilhões de anos, com estimativas em torno de 4 bilhões. A palavra colisão engana, porque as estrelas não se chocam. As distâncias entre estrelas são tão grandes em relação ao tamanho delas que duas galáxias podem se atravessar praticamente sem nenhum impacto direto entre corpos estelares.
O que colide de fato é o gás. Nuvens de hidrogênio de uma galáxia batem nas nuvens da outra, comprimem, e a compressão dispara formação de estrelas em grande escala. Ao mesmo tempo, a gravidade desmancha os discos e joga estrelas em órbitas desordenadas. O produto final de fusões assim costuma ser uma galáxia elíptica, sem braços espirais e com pouco gás sobrando.
Como o Hubble conta estrelas individuais?
A 2,5 milhões de anos-luz, uma estrela comum é um ponto absurdamente fraco e muito próximo dos vizinhos. Separar uma da outra exige resolução angular, e é exatamente isso que um telescópio acima da atmosfera entrega. As imagens do programa PHAT no acervo, feitas com as câmeras WFC3 e ACS, foram construídas assim: centenas de apontamentos costurados num mosaico, cada um com poucos minutos de arco de lado.
O painel de 2012 identificado como opo1203c cobre 10,3 por 6,7 minutos de arco e combina quatro filtros, de 336 nanômetros no ultravioleta a 814 nanômetros no infravermelho próximo. O recorte opo1203d desce para 1 por 0,7 minuto de arco e acrescenta um filtro em 275 nanômetros. Quanto menor o campo, mais fundo se enxerga em detalhe, e é nesse regime que a contagem de estrelas passa das dezenas de milhões.
Contar estrelas não é colecionismo. Cada estrela tem cor e brilho, e cor mais brilho dizem massa e idade. Com milhões delas mapeadas por posição, dá para reconstruir quando cada região do disco formou estrelas, quanto de metal existia ali no momento e como o disco cresceu ao longo do tempo. É a história da galáxia lida diretamente da população que a compõe.
O que existe no centro dessa galáxia?
O SIMBAD classifica M 31 com o código AGN, de núcleo galáctico ativo. A palavra ativo aqui é comparativa: o centro de Andrômeda emite mais do que se esperaria só de estrelas, mas está muito longe do brilho de um quasar. Este acervo trata a página editorialmente como galáxia, porque é a galáxia inteira que aparece nas imagens, e não o ponto central. As duas descrições estão corretas e falam de coisas diferentes no mesmo lugar.
No núcleo há um buraco negro supermassivo, com massa estimada em mais de cem milhões de vezes a do Sol. Ele não é observado diretamente: a massa sai do movimento das estrelas que orbitam bem perto do centro, que giram rápido demais para que a matéria visível ali dê conta de segurá-las.
O centro de Andrômeda tem ainda uma peculiaridade que rendeu décadas de estudo. Imagens de alta resolução mostram não um pico de brilho, mas dois, separados por uma fração de minuto de arco. A leitura mais aceita é que não são dois núcleos, e sim um único disco de estrelas em órbita excêntrica em torno do buraco negro, com acúmulo de estrelas no ponto de órbita mais lento. A imagem opo1204b do acervo, com apenas 0,1 por 0,1 minuto de arco de campo, é um retrato dessa região.
Por que fotografar em ultravioleta?
Entre as imagens do acervo aparecem filtros em 275, 330 e 336 nanômetros, além do registro do satélite GALEX, que observou o céu inteiro no ultravioleta. Estrelas emitem em todas as faixas, mas a proporção depende da temperatura da superfície. Estrelas quentes e massivas, de vida curta, despejam a maior parte da energia no ultravioleta; estrelas frias e velhas quase nada.
O efeito prático é um filtro temporal. Uma imagem ultravioleta de uma galáxia mostra basicamente onde nasceram estrelas nos últimos poucos milhões de anos, porque só as recém-formadas ainda têm as gigantes azuis que dominam essa faixa. A mesma galáxia em infravermelho mostra a massa estelar acumulada ao longo de bilhões de anos.
Em Andrômeda a comparação é reveladora. O ultravioleta destaca um anel de formação estelar bem definido, e não um disco preenchido de ponta a ponta. Estruturas em anel costumam ser assinatura de perturbação gravitacional, sinal de que a galáxia trocou empurrões com companheiras ao longo do tempo. O arquivo registra 772 produtos de observação do GALEX na região.
Os números deste objeto
| Distância | 2.000.000 anos-luzdeclarada pelo publicador das imagens |
|---|---|
| Constelação | Andrômeda (And) |
| Identificação principal | M 31 (NGC 224)SIMBAD |
| Classificação | AGN no SIMBAD, tratada aqui como galáxia |
| Morfologia | SA(s)bSIMBAD |
| Tamanho aparente | 199,53 minutos de arcoSIMBAD |
| Coordenadas J2000 | AR 10,685 graus, Dec 41,269 graus |
| Observações no arquivo MAST | Hubble 12.567, James Webb 342, GALEX 772 |
| Imagens no acervo | 12 |
O que reparar nesta imagem
- As duas companheiras próximasNas imagens de campo largo aparecem duas manchas ovais menores perto do disco, catalogadas como M 32 e M 110. São galáxias satélites de Andrômeda, e não estrelas nem defeitos.
- As faixas escuras cortando o discoAs linhas escuras que acompanham os braços são poeira interestelar bloqueando a luz de trás. Elas marcam onde o gás é mais denso, que é onde estrelas se formam.
- O ângulo de inclinaçãoO disco não aparece de frente. Vemos Andrômeda bem inclinada, o que achata o oval e faz os braços parecerem colados uns nos outros, quando na verdade estão separados.
- A granulação do painel de 2025Ao ampliar a faixa fotografada pelo Hubble em 2025, o brilho contínuo se desfaz em pontos. Cada ponto é uma estrela resolvida individualmente a 2,5 milhões de anos-luz.
Que tamanho é isso, de verdade
Este recorte do céu é cerca de 12 vezes mais largo que a Lua cheia. O recorte fotografado mede 6,0 graus de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 145.102 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 2,5 milhões de anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era quando os primeiros representantes do gênero Homo apareciam na África.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, em boa altura, a 25° de altura, na direção N.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 25 graus acima do horizonte.
Este é um dos poucos objetos do acervo que dá para encontrar a olho nu, em céu escuro. O que você vai ver é bem mais pálido e menor que a imagem: telescópios acumulam luz por horas, e o olho não.
Quanto já se olhou para aqui
- 12.567registros do Hubble
- 342registros do James Webb
- 772registros do GALEX
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 30 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A distância exata de Andrômeda continua sendo revista, e valores publicados variam de cerca de 2 a 2,5 milhões de anos-luz conforme o indicador usado. Isso se propaga para tudo o que depende dela, incluindo a massa total da galáxia. Também segue em discussão qual das duas, Andrômeda ou Via Láctea, é mais massiva, porque a maior parte da massa de ambas está em matéria escura, cuja quantidade se estima por métodos indiretos e com margens amplas. E a data do encontro entre as duas depende da velocidade transversal de Andrômeda, um movimento lateral muito mais difícil de medir que a aproximação na linha de visada.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
Andrômeda é frequentemente citada como o objeto mais distante que um olho humano consegue enxergar sem instrumento. A luz que chega ao olho num céu escuro saiu de lá há cerca de 2 milhões de anos e atravessou esse tempo todo antes de terminar a viagem na retina de quem olha.
Outras imagens deste objeto

Crédito NASA, ESA, Digitized Sky Survey 2 (Acknowledgement: Davide De Martin) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, B. Williams (University of Washington) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Bill Schoening, Vanessa Harvey/REU program/NOIRLab/NSF/AURA/ NOIRLab CC BY 4.0

Crédito N/A ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ÷ 2002 R. Gendler, Photo by R. Gendler ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Tony and Daphne Hallas ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Akira Fujii ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and T. Lauer (NOAO/AURA/NSF) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito Michael Rich, Kenneth Mighell, and James D. Neill (Columbia University), Wendy Freedman (OCIW) and NASA/ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler. ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and B. Williams and J. Dalcanton (University of Washington, Seattle) ESA/Hubble CC BY 4.0
Vídeo de Galáxia de Andrômeda
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Arp 273, a rosa de galáxias
Crédito NASA, ESA and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Sombrero
Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Cata-vento
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- Galáxia do Charuto
Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia de Bode
Crédito ESA/INT/DSS2 ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia Fantasma
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, A. Adamo (Stockholm University) and the FEAST JWST team ESA/Webb CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Dá para ver a Galáxia de Andrômeda a olho nu?
- Sim, em céu escuro e longe de iluminação urbana, mas apenas o miolo dela. O que aparece é uma mancha pálida e alongada, sem cor e sem estrutura, na constelação de Andrômeda. O disco inteiro cobre quase 200 minutos de arco, mais de seis luas cheias lado a lado, porém com brilho tão espalhado que a parte externa fica abaixo do limite do olho. Um binóculo amplia bastante a região visível, e um telescópio de campo estreito ajuda menos do que se imagina.
- Andrômeda vai colidir mesmo com a Via Láctea?
- Andrômeda se aproxima de nós a cerca de 110 quilômetros por segundo, e o encontro é esperado para daqui a alguns bilhões de anos, com estimativas em torno de 4 bilhões. Colisão, porém, é uma palavra enganosa. As estrelas são minúsculas frente às distâncias entre elas, então praticamente nenhuma deve bater em outra. O que colide é o gás, que se comprime e dispara formação de estrelas, enquanto a gravidade desmancha os dois discos.
- Qual a distância real da Galáxia de Andrômeda?
- O publicador das imagens deste acervo declara 2,5 milhões de anos-luz. A literatura científica não converge para um valor único: conforme o indicador de distância usado, os números publicados vão de cerca de 2 a 2,5 milhões de anos-luz. A dispersão vem da própria dificuldade de medir distâncias extragalácticas, que dependem de comparar o brilho aparente de objetos cujo brilho verdadeiro se conhece apenas de forma aproximada.
- Por que o SIMBAD classifica Andrômeda como AGN?
- Porque o núcleo de M 31 emite mais do que se explicaria apenas pelas estrelas concentradas ali, o que caracteriza um núcleo galáctico ativo, ainda que de baixa luminosidade. A atividade vem de matéria caindo no buraco negro supermassivo central. O código do SIMBAD descreve esse ponto específico, não a galáxia inteira, e por isso este acervo trata a página editorialmente como galáxia, que é o que as imagens mostram.
- Por que o Hubble raramente mostra Andrômeda inteira?
- Por causa do campo de visão. As câmeras do Hubble foram feitas para enxergar fundo e com muito detalhe, cobrindo poucos minutos de arco por vez, enquanto Andrômeda ocupa quase 200. O painel de 2025 no acervo cobre 140,6 por 32,9 minutos de arco e já é uma faixa costurada a partir de muitos apontamentos. Para o conjunto, as melhores imagens são de instrumentos de solo com campo largo, que cobrem mais de 360 minutos de arco de uma vez.
- Quantas estrelas tem a Galáxia de Andrômeda?
- Nenhum censo direto existe, porque só uma fração das estrelas é resolvida individualmente mesmo pelo Hubble. As estimativas publicadas ficam na casa das centenas de bilhões, obtidas a partir da luz total da galáxia combinada com modelos de quantas estrelas de cada tipo produzem aquele brilho. Andrômeda é considerada comparável à Via Láctea em porte, e por vezes maior em número de estrelas, embora essa comparação dependa de massas ainda mal determinadas.
- O que são as manchas menores ao lado de Andrômeda nas fotos?
- São galáxias satélites, principalmente M 32 e M 110, que aparecem em quase toda imagem de campo largo do sistema. M 32 é compacta e concentrada, com aspecto de bolinha densa; M 110 é mais difusa e alongada. As duas orbitam Andrômeda e fazem parte do mesmo grupo de galáxias a que a Via Láctea pertence. Não confundir com estrelas do primeiro plano, que aparecem como pontos com brilho bem definido.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Galáxia de Andrômeda. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/galaxia-de-andromeda. Consultado em: 23/08/2026.






