Galáxia
Galáxia do Charuto
A galáxia vizinha que forma estrelas rápido demais e expulsa gás pelos dois polos, vista de perfil na Ursa Maior.

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Tipo
- GaláxiaSIMBAD: AGN
- Distância
- 12 milhões de anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2026
- Constelação
- Ursa MaiorUMa
- Classificação
- S
- Observado por
- James Webb Space Telescope, Hubble Space Telescope, Chandra
- Imagem publicada
- junho de 2026
- Original do acervo
- 15.187 × 10.238 px155 megapixels
Veja Galáxia do Charuto pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito NASA, ESA and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA). Acknowledgment: J. Gallagher (University of Wisconsin), M. Mountain (STScI) and P. Puxley (NSF). ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
A Galáxia do Charuto, catalogada como Messier 82, fica na constelação da Ursa Maior, a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra segundo a distância declarada pelo publicador das imagens. O apelido veio do formato: nós a vemos quase exatamente de perfil, e o disco alongado com as pontas afinadas lembra um charuto. A forma é um acidente de perspectiva. Se pudéssemos olhar de cima, veríamos um disco com estrutura bem menos exótica.
O que faz dela um caso especial não é o contorno, e sim o ritmo. A M82 é o exemplo clássico de galáxia com surto de formação estelar, o que os astrônomos chamam de starburst. Numa região central relativamente pequena, o gás está sendo convertido em estrelas numa velocidade que uma galáxia comum não sustenta por muito tempo. Estrelas massivas nascem, vivem alguns milhões de anos e explodem, e o efeito somado dessas explosões empurra material para fora do disco.
A causa mais aceita para esse surto é a vizinhança. A M82 forma um par próximo com a galáxia espiral M81, e o encontro gravitacional entre as duas comprimiu o gás da menor, disparando o processo. É um lembrete útil de que galáxias não são objetos isolados: a história de uma delas costuma estar escrita na presença da outra.
O que é uma galáxia com surto de formação estelar?
Numa galáxia em regime normal, como a Via Láctea, o gás disponível vira estrelas devagar, num ritmo que pode se manter por bilhões de anos. Num surto, o gás de uma região é comprimido de uma vez, e a formação estelar dispara para muitas vezes o valor típico. O nome starburst descreve exatamente isso: um episódio intenso e curto, não um estado permanente.
O gatilho quase sempre é externo. Uma passagem próxima de outra galáxia, uma fusão ou a queda de uma nuvem de gás para o centro produzem choques que aumentam a densidade do meio. Onde a densidade sobe o bastante, a gravidade vence a pressão interna da nuvem e o colapso começa. Na M82, o encontro com a M81 é o candidato natural.
O regime é autodestrutivo, e essa é a parte interessante. As estrelas mais massivas que nascem no surto são justamente as que morrem primeiro, em supernovas. A energia dessas explosões aquece e expulsa o gás que sobrou, cortando o suprimento de matéria-prima. Um surto tende a se apagar sozinho, na escala de dezenas de milhões de anos, muito antes de consumir todo o gás da galáxia.
Por que há gás saindo pelos polos da galáxia?
As imagens da M82 mostram, acima e abaixo do disco, jorros de material que se afastam perpendicularmente ao plano da galáxia. Não é um jato de buraco negro, embora a aparência sugira. É um vento galáctico, produzido pela soma de muitas supernovas e de ventos estelares na região central.
O mecanismo é o de menor resistência. Dentro do disco, o gás é denso e frio, e uma explosão isolada não consegue empurrá-lo para longe. Quando muitas explosões acontecem juntas no mesmo volume, elas criam uma bolha de gás quentíssimo com pressão alta. Essa bolha não consegue romper o disco de lado, mas encontra pouca coisa acima e abaixo dele. Então ela se expande para fora, arrastando gás mais frio junto.
O saldo desse processo é uma das peças mais importantes da história das galáxias. Parte do material expelido volta a cair depois, num ciclo de circulação; parte se perde para o meio intergaláctico, levando junto elementos químicos fabricados nas estrelas. Galáxias enriquecem o espaço em volta delas, e a M82 é o laboratório mais próximo onde esse enriquecimento pode ser fotografado em detalhe.
O que cada telescópio mostra da mesma galáxia?
A imagem do Hubble de 2006, feita com a câmera ACS, combina filtros em 435, 555, 658 e 814 nanômetros. O canal de 658 nanômetros é a linha H-alfa do hidrogênio, e é ele que faz o vento aparecer em vermelho vivo nos dois lados do disco. Em luz visível, o corpo da galáxia é atravessado por faixas escuras de poeira que bloqueiam boa parte do que está atrás.
As duas observações do James Webb no acervo trabalham em infravermelho e mudam completamente a leitura. A imagem de 2025 feita com a NIRCam usa filtros entre 1.400 e 3.600 nanômetros, incluindo canais centrados em ferro ionizado, em hidrogênio molecular e em hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, moléculas grandes de carbono que são um traçador confiável de poeira. A imagem de 2026 soma NIRCam e dados do Hubble no mesmo quadro, num campo de 9,5 por 6,4 minutos de arco.
A comparação ensina o ponto central da astronomia de imagem: cada faixa do espectro é sensível a um material diferente. O visível mostra onde o gás ionizado está brilhando e onde a poeira está bloqueando. O infravermelho próximo atravessa a poeira e mostra as estrelas escondidas. O infravermelho médio mostra a própria poeira, aquecida, brilhando por conta própria. Não existe uma imagem verdadeira: existem medições de faixas diferentes.
Por que o SIMBAD classifica a M82 como núcleo ativo?
O identificador principal no SIMBAD é M 82, e o tipo registrado é AGN, sigla em inglês para núcleo galáctico ativo. A morfologia listada é apenas S, de espiral. Essa combinação costuma confundir quem chega pela imagem, porque a foto não parece a de um quasar nem a de uma galáxia com jato clássico.
A classificação reflete o que os dados em rádio e em raios X mostram sobre a região central, não o que a luz visível mostra. A parte interna da M82 é intensa em várias faixas do espectro e abriga fontes compactas muito luminosas. Separar quanto dessa energia vem do surto de formação estelar e quanto vem de acreção sobre um buraco negro central é um problema difícil, porque os dois processos produzem sinais parecidos em observações de baixa resolução.
Por isso a página trata a M82 editorialmente como galáxia, sem contradizer o catálogo. As duas descrições convivem: é uma galáxia espiral vista de perfil, com um surto de formação estelar dominando o centro e atividade energética suficiente para entrar nos catálogos de núcleos ativos.
Os números deste objeto
| Distância | 12.720.098 anos-luzdeclarada pelo publicador das imagens |
|---|---|
| Constelação | Ursa Maior (UMa) |
| Identificação principal | M 82SIMBAD |
| Outros nomes | Cigar Galaxy, Messier 82, M82 |
| Classificação morfológica | S (espiral)SIMBAD |
| Tipo no catálogo | AGN, núcleo galáctico ativoSIMBAD |
| Coordenadas J2000 | AR 148,9685 graus, Dec 69,6797 graus |
| Desvio para o vermelho | z = 0,00073 |
| Maior campo no acervo | 9,5 por 6,4 minutos de arcoimagem Webb de 2026 |
| Imagens no acervo | 3 |
O que reparar nesta imagem
- Os jorros acima e abaixo do discoO material que sai perpendicular ao disco é o vento galáctico, empurrado pela pressão de muitas supernovas somadas. Repare que ele sai dos dois lados, de forma quase simétrica.
- As faixas escuras cortando o corpoAs bandas escuras que atravessam a galáxia em luz visível são nuvens de poeira à frente das estrelas. No infravermelho elas ficam semitransparentes e quase desaparecem.
- O centro compacto e brilhanteA concentração de brilho no meio do charuto é a região do surto, onde a formação de estrelas está acontecendo em ritmo muito acima do normal para uma galáxia deste porte.
- A diferença de contagem de estrelasCompare quantos pontos aparecem na versão do Hubble e nas versões do Webb. As estrelas a mais no infravermelho sempre estiveram lá, escondidas atrás da poeira.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Amareloluz visível · ACS · N II658 nmolho enxerga
- Azulinfravermelho · NIRCam1,15 µminvisível ao olho
- Cianoinfravermelho · NIRCam2 µminvisível ao olho
- Laranjainfravermelho · NIRCam · PAH3,35 µminvisível ao olho
- Vermelhoinfravermelho · NIRCam4,44 µminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESA/Webb junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 3,3 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 9,5 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
A luz desta imagem levou 12 milhões de anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era quando os primeiros representantes do gênero Homo apareciam na África.
Dá para ver isso daqui?
Deste ponto do Brasil este objeto nunca sobe acima do horizonte: a latitude de São Paulo, SP deixa ele sempre abaixo da linha do chão.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 1.257registros do Hubble
- 150registros do James Webb
- 7registros do GALEX
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 1,2 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A natureza exata da fonte de energia no centro da M82 continua em discussão. Existem fontes de raios X ultraluminosas na região, e uma delas é candidata a buraco negro de massa intermediária, uma classe que ficaria entre os buracos negros estelares e os supermassivos. A existência dessa classe intermediária ainda não está firmemente estabelecida, e explicações alternativas para o mesmo brilho, envolvendo acreção muito intensa sobre buracos negros de massa estelar, seguem na mesa. Também não há acordo sobre qual fração do gás expelido pelo vento escapa de vez da galáxia e qual fração volta a cair.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
Em janeiro de 2014, uma supernova do tipo Ia apareceu na M82 e virou a supernova mais próxima observada em décadas. Por estar a apenas alguns milhões de anos-luz, ela pôde ser acompanhada por telescópios amadores e profissionais ao mesmo tempo, e virou uma referência para calibrar medidas de distância baseadas nesse tipo de explosão.
Outras imagens deste objeto

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA). Acknowledgment: J. Gallagher (University of Wisconsin), M. Mountain (STScI) and P. Puxley (NSF). ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0


Crédito NASA, ESA, CXC, and JPL-Caltech ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASA ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA/JPL-Caltech/C. Engelbracht (University of Arizona) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, A. Bolatto (UMD) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, A. Bolatto (UMD) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASA, W. D. Vacca ESA/Hubble CC BY 4.0

Vídeo de Galáxia do Charuto
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
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Crédito NASA, ESA, CXC, SSC and STScI ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia de Bode
Crédito ESA/INT/DSS2 ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia de Andrômeda
Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
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Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia Fantasma
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, A. Adamo (Stockholm University) and the FEAST JWST team ESA/Webb CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- O que é a Galáxia do Charuto?
- A Galáxia do Charuto é a M82, uma galáxia espiral na constelação da Ursa Maior, a cerca de 12 milhões de anos-luz segundo o publicador das imagens. Nós a vemos quase de perfil, e é essa perspectiva que produz o formato alongado do apelido. O que a torna famosa é o surto de formação estelar no centro, com estrelas nascendo em ritmo muito acima do normal, e o vento de gás que sai pelos dois lados do disco.
- Por que a M82 forma estrelas tão rápido?
- A explicação mais aceita é a interação gravitacional com a galáxia vizinha M81. A passagem próxima entre as duas comprimiu o gás da M82, e onde o gás fica denso o bastante a gravidade vence a pressão interna e o colapso começa. Surtos como esse são episódios curtos em escala galáctica, porque as estrelas massivas que nascem morrem rápido em supernovas e a energia dessas explosões expulsa o gás que ainda restava.
- O que é o material vermelho que sai da galáxia?
- Nas imagens do Hubble, o vermelho que se afasta do disco vem do filtro centrado em 658 nanômetros, que registra a linha H-alfa do hidrogênio. Trata-se de gás ionizado sendo empurrado para fora pela pressão combinada de muitas supernovas na região central. Esse fenômeno é chamado de vento galáctico. Parte do material volta a cair sobre a galáxia depois, e parte se dispersa no espaço entre galáxias levando elementos químicos fabricados nas estrelas.
- Dá para ver a Galáxia do Charuto com telescópio amador?
- Sim, e ela é um dos alvos clássicos para quem está começando. A M82 fica na Ursa Maior, no mesmo campo da M81, e as duas cabem juntas na visão de um telescópio pequeno em céu razoavelmente escuro. O que se enxerga é uma mancha alongada e esbranquiçada, sem cor e sem o vento de gás das fotografias. As estruturas internas só aparecem com longa exposição e resolução muito maior.
- Por que a M82 aparece nos catálogos como núcleo ativo?
- O SIMBAD registra a M82 com o tipo AGN, de núcleo galáctico ativo, com base em observações em rádio e em raios X da região central, não na aparência em luz visível. A parte interna da galáxia emite muita energia em várias faixas do espectro, e distinguir quanto disso vem do surto de formação estelar e quanto vem de acreção sobre um buraco negro central é um problema aberto. As duas descrições convivem no mesmo objeto.
- Qual a diferença entre as imagens do Hubble e do Webb da M82?
- O Hubble observou em luz visível, com filtros entre 435 e 814 nanômetros, e mostra o gás ionizado do vento em vermelho e as faixas de poeira bloqueando a luz do disco. O Webb observa em infravermelho, entre cerca de 1.150 e 4.440 nanômetros nas imagens do acervo. Comprimentos de onda mais longos atravessam a poeira, então o Webb revela estrelas invisíveis na versão do Hubble e mostra a própria poeira brilhando por aquecimento.
- A M82 vai colidir com a Via Láctea?
- Não há previsão nesse sentido. A M82 pertence a um grupo de galáxias dominado pela M81, que fica a milhões de anos-luz de distância do nosso grupo local e não está em rota de colisão com a Via Láctea. A grande fusão prevista para a nossa galáxia envolve Andrômeda, e mesmo essa acontece numa escala de bilhões de anos. O que a M82 mostra é o resultado de uma interação já ocorrida, com a vizinha dela.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Galáxia do Charuto. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/galaxia-do-charuto. Consultado em: 23/08/2026.





