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Galáxia

Galáxia Messier 100

Uma das primeiras galáxias fotografadas com o Hubble já corrigido, e a que provou que o conserto tinha funcionado.

Galáxia Messier 100, galáxia registrada pelo Hubble Space Telescope
“25 years of stunning definition”, como o acervo nomeou esta imagem.

Crédito NASA, ESA ESA/Hubble CC BY 4.0

Tipo
GaláxiaSIMBAD: AGN
Constelação
Cabeleira de BereniceCom
Tamanho no céu
6,3 minutos de arco
Classificação
SAB
Observado por
Hubble Space Telescope, Very Large Telescope, Atacama Large Millimeter/submillimeter Array
Imagem publicada
dezembro de 2018
Original do acervo
3.679 × 3.645 px13 megapixels
Desvio para o vermelho
z = 0,005

Messier 100 tem um papel histórico. Depois que a missão de 1993 instalou o sistema de correção óptica do Hubble, era preciso mostrar ao mundo que o telescópio finalmente funcionava. A imagem escolhida para essa demonstração foi o núcleo desta galáxia, antes e depois. A diferença entre as duas versões virou uma das comparações mais reproduzidas da história da NASA.

Além do simbolismo, ela foi cientificamente decisiva. O Hubble encontrou nela estrelas variáveis cefeidas, que servem como régua de distância, e isso permitiu medir a distância até o aglomerado de Virgem com uma precisão inédita. Era um dos objetivos principais para os quais o telescópio havia sido construído.

É uma espiral de grande desenho, com dois braços bem definidos, e uma das galáxias mais brilhantes do aglomerado de Virgem.

O que reparar nesta imagem

  • Os dois braços principaisBem definidos e simétricos, com poeira desenhando a borda interna de cada um.
  • O anel de formação estelar no centroEm volta do núcleo há um anel compacto onde estrelas estão nascendo em ritmo alto.

Por que esta imagem tem essas cores

Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.

ultravioletainfravermelho e ondas de rádio

  • Azulluz visível · WFC3 · g475 nmolho enxerga
  • Verdeluz visível · WFC3 · V555 nmolho enxerga
  • Vermelholuz visível · WFC3 · i775 nminvisível ao olho

Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESA/Hubble junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.

Que tamanho é isso, de verdade

Cerca de 13 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 2,4 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.

Dá para ver isso daqui?

Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, em boa altura, a 34° de altura, na direção NO.

Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 51 graus acima do horizonte.

Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.

Uma coisa que quase ninguém sabe

As imagens do núcleo desta galáxia antes e depois do conserto do Hubble são a prova visual mais citada de que a missão de reparo de 1993 salvou o telescópio.

Outras imagens deste objeto

Galáxia Messier 100, galáxia registrada pelo Very Large Telescope
Very Large Telescope, instrumento HAWK-I.

Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO); NRAO/AUI/NSF, B. Saxton ESO CC BY 4.0

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A licença CC BY 4.0 permite usar a imagem, inclusive comercialmente, desde que o crédito apareça inteiro e visível junto dela. Copie o crédito acima junto com o arquivo.

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Créditos das imagens desta página

Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.

  • Aglomerado de Coma

    Crédito NASA, ESA, J. Mack, and J. Madrid et al. ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia de Andrômeda

    Crédito NASA, ESA, J. Dalcanton (University of Washington, USA), B. F. Williams (University of Washington, USA), L. C. Johnson (University of Washington, USA), the PHAT team, and R. Gendler. ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Sombrero

    Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Redemoinho

    Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Cata-vento

    Crédito Image: European Space Agency & NASA Acknowledgements: Project Investigators for the original Hubble data: K.D. Kuntz (GSFC), F. Bresolin (University of Hawaii), J. Trauger (JPL), J. Mould (NOAO), and Y.-H. Chu (University of Illinois, Urbana) Image processing: Davide De Martin (ESA/Hubble) CFHT image: Canada-France-Hawaii Telescope/J.-C. Cuillandre/Coelum NOAO image: George Jacoby, Bruce Bohannan, Mark Hanna/NOAO/AURA/NSF ESA/Hubble CC BY 4.0

  • Galáxia do Charuto

    Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0

  • Galáxia de Bode

    Crédito NASA, ESA, A. Zezas (CfA), and A. Filippenko (UC Berkeley) Acknowledgment: Hubble Heritage Team (STScI/AURA) & O. Fox (University of California, Berkeley) ESA/Hubble CC BY 4.0

Fontes oficiais

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Como citar esta página

ValorFinal. Galáxia Messier 100. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/galaxia-messier-100. Consultado em: 23/08/2026.