Galáxia
Galáxia IC 10
Uma galáxia anã irregular na Cassiopeia, a 2,2 milhões de anos-luz, escondida atrás da poeira da Via Láctea e formando estrelas em ritmo desproporcional.

Crédito KPNO/NOIRLab/NSF/AURAData obtained and processed by: P. Massey (Lowell Obs.), G. Jacoby, K. Olsen, & C. Smith (NOAO/AURA/NSF)Image processing: Travis Rector (University of Alaska Anchorage), Mahdi Zamani & Davide de Martin NOIRLab CC BY 4.0
- Tipo
- GaláxiaSIMBAD: rG
- Distância
- 2,2 milhões de anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2019
- Constelação
- CassiopeiaCas
- Tamanho no céu
- 8,0 minutos de arcoextensão catalogada no SIMBAD
- Classificação
- dIrr
- Observado por
- NSF Nicholas U. Mayall 4-meter Telescope, Hubble Space Telescope
- Imagem publicada
- junho de 2020
- Original do acervo
- 4.987 × 3.209 px16 megapixels
- Desvio para o vermelho
- z = -0,001
IC 10 é uma galáxia anã irregular na constelação de Cassiopeia, a 2.200.000 anos-luz da Terra segundo a distância declarada pelo publicador da imagem. Pertence ao Grupo Local, a vizinhança galáctica imediata da Via Láctea, o mesmo conjunto que inclui Andrômeda e as Nuvens de Magalhães. Apesar disso, é uma das galáxias menos conhecidas do grupo, e o motivo é geométrico: ela fica quase na mesma direção do plano da Via Láctea, atrás de uma camada espessa de gás e poeira da nossa própria galáxia.
A classificação morfológica registrada é dIrr, sigla para irregular anã. Irregular quer dizer que ela não tem nem disco com braços em espiral nem o formato oval liso das elípticas: a distribuição de estrelas e gás não obedece a nenhuma simetria clara. Anã quer dizer que é pequena. Combinando o tamanho aparente de 8 minutos de arco com a distância declarada, o diâmetro fica em torno de 5.000 anos-luz, uma fração pequena dos cerca de cem mil anos-luz atribuídos à Via Láctea.
O que faz dela um caso interessante é a intensidade. IC 10 é frequentemente descrita como a única galáxia do Grupo Local em surto de formação estelar, ou seja, produzindo estrelas num ritmo alto demais para ser sustentado por muito tempo com o gás disponível. Numa galáxia desse tamanho, isso significa uma densidade de estrelas jovens e massivas fora de proporção com o que se esperaria de uma anã comum.
Por que uma galáxia tão próxima é tão pouco conhecida?
A resposta está na direção em que ela se encontra. IC 10 fica em Cassiopeia, com declinação de cerca de 59,3 graus, numa linha de visada que atravessa o disco da Via Láctea quase de lado. Entre nós e ela existem milhares de anos-luz de gás e grãos de poeira da nossa galáxia, que absorvem e espalham a luz visível.
O efeito tem duas consequências ruins. A primeira é que a galáxia aparece muito mais fraca do que seria, o que a manteve fora dos catálogos por mais tempo e dificultou observá-la em detalhe. A segunda é que a poeira não absorve todas as cores igualmente: ela remove mais luz azul que vermelha, o que avermelha artificialmente tudo o que vem de trás. Corrigir esse avermelhamento é possível, mas exige modelar quanta poeira existe naquela direção, e o modelo carrega incerteza.
Essa incerteza contamina tudo o que se calcula a partir do brilho. Distância, luminosidade total, massa estelar e taxa de formação de estrelas dependem de saber quanta luz foi perdida no caminho. É por isso que a distância de IC 10 é discutida há décadas, e por que os números atribuídos a ela variam mais que os de outras galáxias do Grupo Local.
O que significa dizer que é uma galáxia irregular?
As galáxias foram historicamente organizadas em três grandes famílias visuais: espirais, com disco achatado e braços; elípticas, com forma oval e distribuição lisa de estrelas velhas; e irregulares, que não se encaixam em nenhuma das duas. IC 10 é do terceiro tipo, e a classificação dIrr acrescenta o prefixo de anã.
Irregular não significa desorganizada por acidente. Galáxias pequenas têm gravidade própria fraca, e por isso qualquer perturbação deixa marca duradoura: uma passagem próxima de outra galáxia, ou mesmo as explosões de supernovas de um surto de formação estelar, bastam para redistribuir o gás e desfazer qualquer estrutura regular que existisse. Em galáxias grandes, a gravidade impõe ordem; em anãs, os eventos internos vencem.
Há uma consequência prática interessante. Como o gás não está confinado num disco fino e ordenado, a formação estelar em irregulares acontece em manchas espalhadas, e não ao longo de braços espirais bem definidos. Nas imagens, isso aparece como grumos brilhantes distribuídos sem padrão pela galáxia, cada um deles uma região de nascimento estelar.
O que é um surto de formação estelar?
Chama-se surto, ou starburst, quando uma galáxia converte gás em estrelas num ritmo tão acelerado que o combustível disponível não duraria muito tempo naquele passo. Não é uma característica permanente e sim um episódio, com começo e fim, e é essa impossibilidade de durar que define o termo.
Em IC 10, o sintoma mais citado é a presença de estrelas do tipo Wolf-Rayet em número alto para uma galáxia tão pequena. Estrelas Wolf-Rayet são objetos muito massivos que já perderam as camadas externas em ventos violentos e expõem as camadas internas quentes. Elas duram muito pouco, e por isso funcionam como um relógio: encontrar muitas delas ao mesmo tempo significa que muitas estrelas massivas nasceram recentemente e ainda não morreram.
O surto também se realimenta e se destrói. Estrelas massivas emitem ventos e terminam em supernovas, e essas explosões comprimem o gás vizinho, o que pode desencadear mais formação estelar. Ao mesmo tempo, injetam energia suficiente para expulsar gás da galáxia, e numa anã com gravidade fraca essa perda é mais fácil que numa galáxia grande. Um surto numa anã tende a se apagar por falta de matéria-prima.
Por que o desvio dela também é negativo?
O catálogo registra para IC 10 um desvio de -0,00116, novamente negativo. Convertendo, a galáxia se aproxima da Terra a cerca de 350 quilômetros por segundo. É um valor bem maior que o de objetos internos à Via Láctea, e reflete o movimento de uma galáxia inteira dentro do Grupo Local.
A expansão do universo afasta galáxias distantes umas das outras, mas dentro de um grupo ligado pela gravidade essa expansão não se aplica. As galáxias do Grupo Local caem umas em direção às outras, e a componente dominante desse movimento, para objetos naquela direção do céu, é a aproximação entre a Via Láctea e Andrômeda. IC 10 está na mesma região do céu que Andrômeda e compartilha boa parte desse movimento.
Existe discussão sobre se IC 10 é uma satélite de Andrômeda ou um membro mais solto do grupo. A resposta depende de conhecer bem tanto a distância quanto o movimento transversal da galáxia, e ambos são difíceis de medir com precisão através da poeira interposta.
O que a imagem do Hubble mostra dela?
A imagem do acervo foi feita com a câmera ACS em três filtros: 435 nanômetros no azul, 606 nanômetros no verde e 814 nanômetros no vermelho. É uma combinação de banda larga próxima da percepção humana, escolhida para mostrar populações estelares em vez de linhas de emissão específicas de gases.
O campo coberto tem 5,1 por 2,9 minutos de arco, enquanto a galáxia inteira tem 8 minutos de arco de extensão. Ou seja, a imagem não mostra IC 10 completa: é um recorte, e um recorte alongado. Isso é comum em imagens de alta resolução de objetos extensos, porque o detector cobre uma área limitada e observar a galáxia toda exigiria um mosaico de várias apontadas.
Nesse recorte, o Hubble resolve estrelas individuais. Essa é a vantagem decisiva de estudar galáxias do Grupo Local: a 2,2 milhões de anos-luz, um telescópio espacial separa os pontos um a um, o que permite montar o gráfico de cor contra brilho da população estelar e derivar idade e distância a partir dele. Em galáxias muito mais distantes só se enxerga a luz somada de bilhões de estrelas.
Os números deste objeto
| Distância | 2.200.000 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem |
|---|---|
| Constelação | Cassiopeia (Cas) |
| Identificação principal | IC 10SIMBAD |
| Classificação | galáxia, morfologia dIrr, irregular anãSIMBAD |
| Tamanho aparente | 8 minutos de arcoSIMBAD |
| Diâmetro estimado | cerca de 5.000 anos-luzcalculado do tamanho aparente e da distância |
| Desvio para o vermelho | z = -0,00116, ou seja, aproximação |
| Coordenadas J2000 | AR 5,0722 graus, Dec 59,3038 graus |
| Campo da imagem | 5,1 x 2,9 minutos de arcometadado do publicador |
| Imagens no acervo | 1 |
O que reparar nesta imagem
- As estrelas separadas uma a umaA 2,2 milhões de anos-luz, o Hubble ainda distingue estrelas individuais. Cada ponto do quadro é uma estrela da própria IC 10, não um aglomerado inteiro borrado.
- Os grumos azulados espalhadosManchas azuladas e brilhantes distribuídas sem padrão são regiões de formação estelar. Em galáxias irregulares elas não se alinham em braços porque não existe disco que as organize.
- O recorte, não a galáxia inteiraO campo da imagem tem 5,1 por 2,9 minutos de arco e a galáxia tem 8. O que se vê é um pedaço dela, e o formato alongado do quadro é do detector, não do objeto.
- As estrelas da Via Láctea na frentePontos muito brilhantes e nítidos, às vezes com picos de difração, tendem a ser estrelas da nossa própria galáxia atravessadas na linha de visada, e não membros de IC 10.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulluz visível · Mosaic II · U355 nminvisível ao olho
- Azulluz visível · Mosaic II · B438 nmolho enxerga
- Cianoluz visível · Mosaic II · OIII502 nmolho enxerga
- Verdeluz visível · Mosaic II · V538 nmolho enxerga
- Amareloluz visível · Mosaic II · R651 nmolho enxerga
- Laranjaluz visível · Mosaic II · H-alpha657 nmolho enxerga
- Vermelholuz visível · Mosaic II · SII672 nmolho enxerga
- Vermelholuz visível · Mosaic II · I820 nminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio NOIRLab junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 1,8 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 17 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 5.120 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 2,2 milhões de anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era quando os primeiros Homo sapiens surgiam na África.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, baixo, perto do horizonte, a 7° de altura, na direção N.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 7 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 489registros do Hubble
- 29registros do James Webb
- 2registros do GALEX
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 4,0 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
A distância de IC 10 continua sendo um problema em aberto, e é a raiz de quase todas as outras incertezas sobre ela. A poeira da Via Láctea interposta na linha de visada obriga a corrigir a extinção antes de qualquer medida de brilho, e diferentes tratamentos dessa correção produzem distâncias diferentes, que se propagam para luminosidade, massa e taxa de formação estelar. Segue também sem resposta consolidada o que disparou o surto de formação estelar, se uma interação com outra galáxia do grupo ou a queda de gás externo sobre ela. E a filiação de IC 10 permanece discutida: não há acordo sobre se ela é satélite de Andrômeda ou membro independente do Grupo Local.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
IC 10 fica tão perto do plano da Via Láctea que passou décadas subestimada, e a poeira que a esconde a avermelha antes de a luz chegar aqui. É a galáxia do Grupo Local mais afetada por esse problema, e o único membro do grupo classificado como estando em surto de formação estelar. A vizinha mais intensa é também a mais difícil de olhar.
Outras imagens deste objeto

Crédito NASA, ESA and F. Bauer ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito International Gemini Observatory/NOIRLab/NSF/AURA NOIRLab CC BY 4.0
Vídeo de Galáxia IC 10
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Cassiopeia A
Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, D. Milisavljevic (Purdue University), T. Temim (Princeton University), I. De Looze (University of Gent) ESA/Webb CC BY 4.0
- Nebulosa da Bolha
Crédito NASA, ESA, Digitized Sky Survey 2 Acknowledgement: Davide De Martin ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia de Andrômeda
Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Sombrero
Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Cata-vento
Crédito NASA, ESA, CXC, SSC and STScI ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Charuto
Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia de Bode
Crédito ESA/INT/DSS2 ESA/Hubble CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- O que é a galáxia IC 10?
- IC 10 é uma galáxia anã irregular na constelação de Cassiopeia, a 2.200.000 anos-luz da Terra segundo a distância declarada pelo publicador da imagem. Faz parte do Grupo Local, a vizinhança de galáxias que inclui a Via Láctea e Andrômeda. Com 8 minutos de arco de tamanho aparente, o diâmetro dela fica em torno de 5.000 anos-luz, muito menor que os cerca de cem mil atribuídos à Via Láctea.
- Por que IC 10 é difícil de observar sendo tão próxima?
- Porque ela está quase alinhada com o plano da Via Láctea. A linha de visada até IC 10 atravessa milhares de anos-luz de gás e poeira da nossa própria galáxia, que absorvem parte da luz e a avermelham, removendo mais azul que vermelho. Isso deixa a galáxia mais fraca e distorce as cores, e corrigir o efeito exige estimar quanta poeira existe naquela direção, o que introduz incerteza em todas as medidas derivadas.
- O que quer dizer galáxia anã irregular?
- Galáxia irregular é aquela que não tem nem o disco com braços em espiral nem a forma oval lisa das elípticas: a distribuição de estrelas e gás não segue simetria clara. O prefixo anã indica tamanho pequeno. Em galáxias assim, a gravidade própria é fraca, então qualquer perturbação, seja uma passagem próxima de outra galáxia ou a energia de supernovas internas, redistribui o gás e impede que uma estrutura regular se estabeleça.
- O que é um surto de formação estelar?
- Surto de formação estelar é um episódio em que uma galáxia converte gás em estrelas num ritmo alto demais para durar, dado o combustível que ela tem. Não é estado permanente e sim fase passageira. Em IC 10, o indício mais citado é a quantidade de estrelas do tipo Wolf-Rayet, objetos muito massivos e de vida curta. Encontrar muitas delas ao mesmo tempo significa que muitas estrelas massivas nasceram há pouco tempo.
- Por que o desvio para o vermelho de IC 10 é negativo?
- Porque a galáxia se aproxima da Terra. O valor registrado, -0,00116, corresponde a uma velocidade de aproximação da ordem de 350 quilômetros por segundo. Galáxias do Grupo Local estão ligadas entre si pela gravidade e não participam da expansão do universo, então elas caem umas na direção das outras. IC 10 fica na mesma região do céu que Andrômeda e compartilha boa parte desse movimento de aproximação.
- A imagem do Hubble mostra a galáxia inteira?
- Não. O campo da imagem tem 5,1 por 2,9 minutos de arco, enquanto IC 10 tem 8 minutos de arco de extensão segundo o SIMBAD. O que aparece é um recorte da galáxia, com formato alongado imposto pelo detector da câmera ACS. Registrar o objeto completo com a mesma resolução exigiria um mosaico feito de várias apontadas separadas, coladas depois no processamento.
- IC 10 pertence ao mesmo grupo da Via Láctea?
- Sim, IC 10 é membro do Grupo Local, o mesmo conjunto de galáxias que inclui a Via Láctea, Andrômeda e as Nuvens de Magalhães. O que continua em discussão é a posição dela dentro do grupo: há debate sobre se IC 10 orbita Andrômeda como satélite ou se é um membro mais independente. Decidir isso exige medir com precisão a distância e o movimento transversal, ambos prejudicados pela poeira interposta.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Galáxia IC 10. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/galaxia-ic-10. Consultado em: 23/08/2026.







