Quanto custa um funcionário para a empresa: encargos e provisões

Quanto custa de verdade um funcionário CLT: FGTS de 8%, provisões de 13º, férias e um terço, INSS patronal conforme o regime, benefícios obrigatórios, exemplo completo em reais para Simples e fora do Simples, e os erros de quem contrata olhando só o salário.

Revisado pela equipe editorial ValorFinalCLT / Lei 8.036/1990 (FGTS) / Lei 8.212/1991 (INSS patronal)
Calcule agora: Custo do FuncionárioResultado na hora, de graça e sem cadastro.

Um funcionário CLT custa o salário mais pelo menos 27,4% em FGTS e provisões (13º, férias e um terço), mais benefícios, e, fora do Simples Nacional, mais o INSS patronal. Na prática, o salário bruto vira de 1,3 a 1,9 vez esse valor de custo mensal, conforme o regime. É por isso que contratar olhando só o salário quebra o caixa em dezembro. Este guia é sobre a decisão: quanto o salário multiplica, se compensa contratar, em qual formato (CLT, PJ, terceirização ou autônomo) e como colocar esse custo no seu preço. Para a decomposição componente a componente e o passo a passo do cálculo, veja o guia do custo do funcionário CLT; para simular a sua folha, use a calculadora de custo de funcionário.

Resposta rápida

  • O multiplicador do salário é o número que importa: de 1,3 a 1,9 vez o bruto, conforme o regime tributário e os benefícios.
  • Simples (exceto Anexo IV): INSS patronal no DAS, custo de 1,3 a 1,5x. Fora do Simples: + ~28% de patronal, custo de 1,6 a 1,9x.
  • Sobre o salário incidem sempre: FGTS 8% + provisões de 13º e férias com 1/3 (~19,4%) = ~27,4%, antes de patronal e benefícios.
  • PJ, terceirização e autônomo parecem baratos, mas carregam risco de vínculo e nem sempre saem mais em conta. Compare custo e risco antes de decidir.

Estimativa educativa, não é consultoria contábil ou jurídica: percentuais de RAT/terceiros e benefícios variam por atividade e convenção coletiva.

O salário é a ponta do iceberg

O número que aparece no anúncio da vaga e no contrato é a parte visível de uma conta bem maior. Abaixo da linha de água ficam o FGTS, as provisões de 13º e férias, o INSS patronal fora do Simples e os benefícios. Contratar pensando só no salário é como orçar uma viagem só pela passagem: o custo real chega depois, e chega junto. Quem contrata precisa enxergar o custo cheio antes de assinar a carteira, porque é ele que compromete o caixa todo mês e nos picos de dezembro e das férias.

A composição detalhada de cada linha (o que é FGTS, como nasce a provisão de férias, o que muda com o regime) está no guia do custo do funcionário CLT. Aqui o foco é usar esse número para decidir. E a ferramenta de decisão mais útil é uma só: o multiplicador.

O multiplicador do salário: de 1,3x a 1,9x

O multiplicador é quanto o salário bruto vira de custo mensal para a empresa. Ele resume tudo em um fator fácil de usar no planejamento: se o multiplicador é 1,7, cada R$ 1.000,00 de salário custa R$ 1.700,00 por mês. O valor exato depende do regime tributário e do pacote de benefícios, mas as faixas são previsíveis:

Regime da empresaINSS patronal por foraMultiplicador típico
Simples (Anexos I, II, III, V)Embutido no DAS (0% por fora)1,3 a 1,5x
MEI (1 empregado)3% (regra própria do MEI) + FGTS 8%1,3 a 1,4x
Anexo IV, Lucro Presumido e Real20% + RAT (1% a 3%) + terceiros (~5,8%)1,6 a 1,9x

A base fixa que existe em qualquer regime é 27,4%: FGTS de 8% mais as provisões de 13º (8,33%), férias (8,33%) e um terço de férias (2,78%). Sobre ela entram os benefícios e, fora do Simples, o INSS patronal. Por isso o piso do multiplicador nunca é 1,0: mesmo sem patronal e sem benefício, um funcionário já custa 1,27 vez o salário. Guarde o multiplicador do seu caso, porque ele reaparece em toda decisão adiante, do preço de venda à comparação com PJ.

A conta completa: salário de R$ 2.000,00 nos dois regimes

Para ver o multiplicador virar dinheiro, veja o mesmo salário de R$ 2.000,00 no Simples e fora dele. Os números seguem a calculadora de custo de funcionário, com R$ 400,00 de benefícios mensais e, no cenário fora do Simples, encargos patronais de 28%:

ComponenteSimples (exceto An. IV)Fora do Simples (28%)
Salário brutoR$ 2.000,00R$ 2.000,00
INSS patronal + RAT + terceirosR$ 0,00 (no DAS)R$ 560,00
FGTS (8%)R$ 160,00R$ 160,00
Provisão 13º (1/12)R$ 166,67R$ 166,67
Provisão férias (1/12)R$ 166,67R$ 166,67
Provisão 1/3 de fériasR$ 55,56R$ 55,56
BenefíciosR$ 400,00R$ 400,00
Custo mensal totalR$ 2.948,90 (1,47x)R$ 3.508,90 (1,75x)
Custo anual estimadoR$ 35.386,80R$ 42.106,80

Por que provisionar muda tudo

13º e férias não são surpresa: são dívida certa com data marcada. A empresa que separa todo mês os 19,4% das provisões (8,33% + 8,33% + 2,78%) atravessa dezembro e o mês de férias sem aperto; a que não separa desconta o susto do capital de giro, paga juros ou atrasa. Se o seu caixa é apertado, dimensione antes com a calculadora de capital de giro e a calculadora de fluxo de caixa.

Simples x fora do Simples: a diferença que decide

A contribuição patronal é o divisor de águas. No Simples Nacional (Anexos I, II, III e V), os 20% de INSS patronal estão embutidos no DAS: contratar custa ~27,4% + benefícios sobre o salário. No Anexo IV e nos regimes de Lucro Presumido/Real, os encargos patronais (20% + RAT de 1% a 3% + terceiros de ~5,8%) entram por fora, elevando o custo em mais ~28%. Esse é um dos fatores da escolha de regime, junto com a tributação da receita: compare no comparador de regimes tributários.

Benefícios: o custo que não é encargo legal

FGTS, INSS patronal e provisões vêm da lei. Os benefícios são outra camada: alguns são obrigatórios só em certas condições, outros são escolha da empresa, mas todos entram no custo real. O vale-transporte é obrigatório quando o empregado usa transporte público e o solicita; a empresa pode descontar até 6% do salário-base e arca com o que passar disso. Vale-refeição, vale-alimentação, plano de saúde e seguro de vida só são obrigatórios quando a convenção coletiva da categoria exige, mas viraram quase padrão em muitas funções e pesam de R$ 200,00 a mais de R$ 1.000,00 por mês, dependendo do pacote.

O detalhe que decide o caixa: benefícios como VT e VR são custos quase fixos por pessoa, pouco ligados ao valor do salário. Isso muda o peso relativo deles conforme o salário, como a próxima seção mostra. Para dimensionar a parte da empresa no transporte, use a calculadora de vale-transporte.

O custo de admitir e o custo de demitir

O custo mensal não é a história toda. Há um custo de entrada e um custo de saída que não aparecem na folha do mês comum, e ignorá-los distorce a decisão.

Admissão: exame médico admissional, uniforme e equipamentos de proteção, ferramentas, cadastro e, o mais caro, o tempo de treinamento até a pessoa produzir de fato. Nas primeiras semanas você paga o custo cheio por uma produtividade parcial. Demissão sem justa causa: saldo de salário, aviso prévio (trabalhado ou indenizado, de 30 a 90 dias conforme o tempo de casa), férias e 13º proporcionais, e a multa de 40% sobre todo o FGTS depositado no contrato, além da liberação do saque. Conhecer o custo de saída antes de contratar evita a armadilha de admitir na euforia de um mês bom e não conseguir sustentar. A calculadora de custo de demissão e a calculadora de rescisão CLT somam essas verbas para o seu caso.

Salário mínimo x salário maior: onde pesa cada custo

A parte variável do custo (FGTS, provisões e patronal) é proporcional ao salário, então o multiplicador dessa camada é o mesmo para quem ganha o piso e para quem ganha bem mais. O que muda é o peso dos benefícios de valor fixo. Em um salário mínimo, R$ 400,00 de VT e VR representam uma fatia grande do custo total; no salário de R$ 8.000,00, a mesma cesta pesa pouco em termos percentuais. Por isso, contratar alguém no piso não sai tão barato quanto o salário sugere: os custos fixos por cabeça elevam o multiplicador efetivo dos salários menores.

Já quem ganha mais tende a puxar planos de saúde melhores, bônus e outros benefícios que sobem junto, então o custo absoluto cresce em duas frentes. A regra prática: quanto menor o salário, mais atenção aos benefícios de valor fixo; quanto maior, mais atenção ao pacote variável que costuma acompanhar o cargo.

CLT, PJ, terceirização ou autônomo: a comparação honesta

Diante do custo da CLT, a tentação é buscar um formato mais barato. Cada alternativa tem um desembolso aparente menor e um risco por trás. O quadro compara os quatro formatos por custo e por risco:

FormatoDesembolso aparenteRisco principal
CLTSalário × 1,3 a 1,9 (encargos, provisões, benefícios)Baixo: sem risco de vínculo se a lei for cumprida
PJ (prestador)Só o valor da nota fiscalAlto: vínculo reconhecido se houver subordinação, habitualidade e pessoalidade
TerceirizaçãoValor do contrato (já com encargos e margem da terceira)Responsabilidade subsidiária pelos encargos da terceira
Autônomo (RPA)Valor pago + 20% patronal fora do Simples (retém 11% do autônomo)Vínculo reconhecido se houver habitualidade e subordinação

A leitura honesta: o PJ costuma ter o menor desembolso mensal, mas contratar um prestador PJ para exercer a função de um empregado, com horário, subordinação e exclusividade, é fraude trabalhista e gera passivo retroativo de anos se a relação for reconhecida como vínculo. A terceirização transfere a gestão da folha, mas não zera o risco nem sempre sai mais barata, porque o preço embute a margem da terceira. O autônomo com RPA não escapa do patronal fora do Simples. Para uma comparação numérica entre carteira assinada e contrato PJ, veja a calculadora CLT vs PJ e o guia CLT ou PJ. Se a dúvida é sobre a retirada do dono, o guia do pró-labore e a calculadora de pró-labore ajudam.

Como colocar o funcionário no preço do seu produto ou serviço

Contratar só se paga se o custo do funcionário couber no preço que o mercado aceita. O caminho é direto: pegue o custo mensal cheio (o multiplicador aplicado ao salário mais benefícios) e transforme em custo por unidade ou por hora. Para serviços, divida o custo mensal pelas horas realmente faturáveis no mês, que são bem menos que as 220 horas contratuais depois de descontar reuniões, deslocamento e ociosidade. O resultado é o custo por hora que precisa entrar no preço, antes de somar os custos fixos do negócio e a margem.

Um funcionário de R$ 2.000,00 que custa R$ 3.500,00 por mês e fatura 120 horas úteis representa cerca de R$ 29,00 por hora só de mão de obra. Sobre isso entram aluguel, energia, impostos e o lucro. As ferramentas que fecham essa conta são a calculadora de preço por hora de serviço, a calculadora de preço de venda, a calculadora de markup e a calculadora de margem de contribuição. O guia de margem de lucro e preço de venda explica como montar o preço sem corroer a margem.

Antes de contratar: as três perguntas

Erros comuns de quem contrata

Limitações deste guia

Estimativa educativa e simplificada: os percentuais de RAT e terceiros variam por atividade (CNAE), convenções coletivas impõem custos próprios, e encargos também incidem sobre 13º e férias quando pagos (a provisão acima é a base; trate o resultado como piso, não como teto). Horas extras, adicional noturno e comissões elevam a base de tudo. Para a folha oficial, consulte um contador. Veja como validamos os cálculos.

Fontes oficiais

Conclusão

Funcionário custa o salário mais ~27,4% de FGTS e provisões, mais benefícios, e mais ~28% de patronal fora do Simples: de 1,3x a 1,9x o salário, todo mês. O que decide não é o salário anunciado, e sim o multiplicador do seu regime, o formato de contratação e a capacidade de colocar esse custo no seu preço. A decomposição linha a linha está no guia do custo do funcionário CLT. Simule a sua folha na calculadora de custo de funcionário, valide a capacidade na calculadora "posso contratar", dimensione o primeiro contrato na calculadora de primeiro funcionário e explore as demais ferramentas de MEI e Empresa e do cluster trabalhista. Veja também como validamos os cálculos.

Calculadoras deste guia

Leia também

Estudos com dados desta área

Fontes oficiais

Links externos para os documentos oficiais consultados na construção desta página. O conteúdo deles pode mudar sem aviso; em caso de divergência, vale sempre a fonte oficial.

Como citar esta página

Vai citar este guia em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. O conteúdo é baseado em Planalto - CLT (Decreto-Lei 5.452/1943) e revisado pela equipe editorial.

ValorFinal. Quanto custa um funcionário para a empresa: encargos e provisões. Disponível em: https://valorfinal.com.br/guia/quanto-custa-um-funcionario. Atualizado em: 17/07/2026.

ValorFinal VIP: Sem anúncios no portal inteiro, cenários salvos e alertas por e-mail.

Como validamos os cálculos

Os valores citados neste guia são estimativos e baseados em fontes oficiais (CLT / Lei 8.036/1990 (FGTS) / Lei 8.212/1991 (INSS patronal)). Eles podem variar conforme convenção coletiva, situação individual e atualizações da legislação. Entenda nossa metodologia em como validamos os cálculos.

Perguntas frequentes

Quanto custa um funcionário além do salário?
No mínimo, o salário mais 8% de FGTS e as provisões de 13º (8,33%), férias (8,33%) e um terço de férias (2,78%), cerca de 27,4% sobre o salário. Fora do Simples Nacional, soma-se o INSS patronal (20% mais RAT e terceiros), e em qualquer regime entram benefícios como vale-transporte e alimentação.
Qual é o multiplicador do salário de um funcionário?
É quanto o salário bruto vira de custo total para a empresa. No Simples (exceto Anexo IV), fica em torno de 1,3 a 1,5 vez o salário. Fora do Simples, com INSS patronal, RAT e terceiros por fora, sobe para 1,6 a 1,9 vez. No MEI, com INSS patronal de 3%, gira em torno de 1,3 a 1,4 vez. Um salário de R$ 2.000 vira, na prática, R$ 2.900 a R$ 3.800 por mês.
Funcionário custa o dobro do salário?
Nem sempre. Em empresas do Simples Nacional (exceto Anexo IV), sem INSS patronal por fora, o custo típico fica entre 1,3 e 1,5 vez o salário, conforme os benefícios. Fora do Simples, com encargos patronais e benefícios, chega com facilidade a 1,6 a 1,9 vez. O dobro acontece em pacotes de benefícios robustos.
Empresa do Simples paga INSS patronal sobre o funcionário?
Em regra, não: a contribuição patronal está embutida no DAS (exceto Anexo IV, que recolhe os 20% por fora, mais RAT). Essa é a maior vantagem de custo de contratação do Simples em relação ao Lucro Presumido ou Real.
O que são as provisões de 13º e férias?
São o custo de obrigações que vencem no futuro, diluído mês a mês: 1/12 do salário para o 13º, 1/12 para as férias e 1/3 disso para o adicional constitucional de férias. Quem não provisiona sente o caixa duas vezes por ano, em dezembro e no mês das férias.
Quanto custa um funcionário de R$ 2.000 no Simples?
Com FGTS de R$ 160,00, provisões de 13º e férias de R$ 333,34, um terço de férias de R$ 55,56 e R$ 400,00 de benefícios, o custo mensal fica em torno de R$ 2.948,90, cerca de R$ 35.400,00 por ano. A calculadora de custo de funcionário detalha cada linha.
E o mesmo funcionário fora do Simples?
Somando encargos patronais de cerca de 28% (INSS 20% + RAT + terceiros), são mais R$ 560,00 por mês: custo total em torno de R$ 3.508,90 mensais, ou R$ 42.100,00 por ano. O percentual exato de RAT e terceiros varia por atividade.
Contratar PJ sai mais barato que CLT?
O desembolso mensal costuma ser menor, mas PJ não é substituto legal de empregado: se houver subordinação, habitualidade e pessoalidade, a relação pode ser reconhecida como vínculo CLT na Justiça, com passivo retroativo. Contratar um prestador PJ para exercer função de empregado é fraude trabalhista. Compare os formatos com critério e, em dúvida, consulte um advogado trabalhista.
Terceirizar um funcionário sai mais barato?
Nem sempre. O contrato com a empresa terceirizada já embute os encargos, as provisões e a margem dela, então o valor por hora costuma ser maior que o salário direto. A vantagem é transferir a gestão da folha e parte do risco; a atenção é a responsabilidade subsidiária, ou seja, se a terceira não pagar os encargos dos empregados dela, a contratante pode responder na Justiça.
Contratar autônomo com RPA evita os encargos?
Não elimina. Se a empresa está fora do Simples, contratar um autônomo pessoa física gera contribuição patronal de 20% sobre o valor pago, além da retenção de 11% de INSS do próprio autônomo. E, se houver habitualidade, subordinação e pessoalidade, a Justiça pode reconhecer vínculo, com os mesmos custos da CLT de forma retroativa.
Quanto custa demitir um funcionário?
Na dispensa sem justa causa: saldo de salário, aviso prévio (trabalhado ou indenizado), férias e 13º proporcionais, multa de 40% sobre todo o FGTS depositado e a liberação do saque. A calculadora de custo de demissão soma tudo para o tempo de casa do empregado.
Como coloco o custo do funcionário no meu preço?
Some o custo mensal cheio do funcionário (salário, encargos, provisões e benefícios) e divida pelas horas realmente faturáveis no mês para chegar ao custo por hora. Some depois os custos fixos do negócio e a margem desejada. As calculadoras de preço de venda, de markup e de preço por hora fazem essa ponte.
Vale-transporte é obrigatório?
Sim, quando o empregado usa transporte público para ir trabalhar e o solicita. A empresa pode descontar até 6% do salário-base do empregado; o que passar disso é custo da empresa. Vale-refeição e plano de saúde só são obrigatórios se previstos em convenção coletiva.
Posso contratar um funcionário com meu faturamento atual?
A régua prática é o custo total do funcionário caber com folga na margem de contribuição mensal, sem comprometer o caixa dos meses de 13º e férias. A calculadora 'posso contratar' cruza faturamento, margem e custo do funcionário para responder isso.
MEI pode ter funcionário?
Pode ter exatamente 1 empregado, recebendo o piso da categoria ou o salário mínimo. O custo segue a mesma lógica deste guia, com INSS patronal reduzido a 3% (regra específica do MEI) mais 8% de FGTS. Veja a calculadora de primeiro funcionário.