Impostos por governo: Imposto de Renda, Cofins, IPI e INSS em % do PIB

Quanto cada imposto e contribuição federal pesou na economia em cada governo desde o Plano Real: Imposto de Renda das pessoas e das empresas, IR descontado na fonte, Cofins, PIS/Pasep, CSLL, IPI, IOF, Imposto de Importação e a contribuição ao INSS. Os valores vêm da série histórica de arrecadação da Receita Federal, mês a mês, e cada tributo é somado em 12 meses e dividido pelo PIB do mesmo período.

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses), dezembro de 2025

7,2% do PIB

Receita Federal, série histórica, linha IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL · coleta de 28/10/2026

Doze meses antes
7,1% do PIB
No mandato atual
+0,14 p.p.
Máxima desde 1995
7,2% do PIB
dez/2025
Mínima desde 1995
3,7% do PIB
mar/1997

Quanto o governo federal arrecadou de Imposto de Renda em 12 meses, somando pessoas, empresas e o desconto na fonte, em proporção da economia.

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Governo a governo

Mudança em pontos percentuais

  • FHC 1p+0,49 p.p.
  • FHC 2+1,16 p.p.
  • Lula 1−0,07 p.p.
  • Lula 2−0,31 p.p.
  • Dilma 1−0,09 p.p.
  • Dilma 2+0,11 p.p.
  • Temer+0,20 p.p.
  • Bolsonaro+1,47 p.p.
  • Lula 3*+0,14 p.p.

* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que mostra o peso de cada imposto na economia?

Mostra quanto o governo federal tirou da economia com cada tributo. Medir em proporção do PIB deixa comparar épocas com preços e salários diferentes.

No seu dia a dia

  • O IR na fonte é o desconto que aparece no seu holerite.
  • Cofins, PIS e IPI vêm embutidos no preço do que você compra.
  • O IOF aparece no empréstimo e na compra em dólar.
  • A contribuição ao INSS sai do salário e da folha da empresa.

Quando sobe

  • O governo arrecada uma fatia maior da economia.
  • Pode ser imposto novo, alíquota maior ou economia mais forte.
  • Lucro alto das empresas costuma aumentar o IR e a CSLL.

Quando cai

  • O governo arrecada uma fatia menor da economia.
  • Pode ser corte de imposto ou desoneração de um setor.
  • Recessão reduz lucro, venda e salário, e a arrecadação acompanha.

Impostos por governo: a série inteira com os governos

Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.

dez/2025 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

7,2% do PIB

Receita Federal · série histórica, linha IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses), por mês. Fonte: Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses).Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: dez/2025.

Série desde jun/1995 · 367 meses · Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte.

Impostos por governo, mandato por mandato

Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998+0,49 p.p.cobertura parcial4,1% do PIB4,6% do PIB4,1% do PIB4,6% do PIB (nov/1998)3,7% do PIB (mar/1997)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+1,16 p.p.4,6% do PIB5,7% do PIB4,9% do PIB5,7% do PIB (dez/2002)4,5% do PIB (jan/1999)
Lula 1dez/2002 a dez/2006−0,07 p.p.5,7% do PIB5,7% do PIB5,5% do PIB5,8% do PIB (jun/2006)5,1% do PIB (nov/2004)
Lula 2dez/2006 a dez/2010−0,31 p.p.5,7% do PIB5,4% do PIB5,8% do PIB6,3% do PIB (out/2008)5,3% do PIB (nov/2010)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,09 p.p.5,4% do PIB5,3% do PIB5,5% do PIB5,8% do PIB (abr/2012)5,3% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+0,11 p.p.5,3% do PIB5,4% do PIB5,3% do PIB5,4% do PIB (jan/2016)5,3% do PIB (jan/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,20 p.p.5,4% do PIB5,6% do PIB5,6% do PIB5,9% do PIB (fev/2017)5,4% do PIB (jun/2016)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+1,47 p.p.5,6% do PIB7,0% do PIB6,1% do PIB7,0% do PIB (dez/2022)5,6% do PIB (jan/2019)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,14 p.p.7,0% do PIB7,2% do PIB7,0% do PIB7,2% do PIB (dez/2025)6,8% do PIB (nov/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Imposto de Renda das pessoas físicas, pago na declaração e no carnê-leão (% do PIB)

Imposto de Renda das pessoas físicas, pago na declaração e no carnê-leão (% do PIB): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998+0,05 p.p.cobertura parcial0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB (abr/1996)0,3% do PIB (jul/1995)
FHC 2dez/1998 a dez/20020,00 p.p.0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB (fev/2002)0,3% do PIB (set/1999)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,05 p.p.0,3% do PIB0,4% do PIB0,3% do PIB0,4% do PIB (jul/2006)0,3% do PIB (fev/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,09 p.p.0,4% do PIB0,4% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB (set/2008)0,4% do PIB (jan/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,04 p.p.0,4% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB (set/2012)0,4% do PIB (fev/2011)
Dilma 2dez/2014 a abr/20160,00 p.p.0,5% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB (jun/2015)0,5% do PIB (mar/2015)
Temerabr/2016 a dez/20180,00 p.p.0,5% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB (set/2017)0,5% do PIB (jan/2018)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,09 p.p.0,5% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (mai/2021)0,4% do PIB (mai/2020)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,03 p.p.0,6% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB (jul/2025)0,5% do PIB (abr/2024)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "I.RENDA-PESSOA FÍSICA"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Imposto de Renda das empresas (% do PIB, 12 meses)

Imposto de Renda das empresas (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,21 p.p.cobertura parcial1,5% do PIB1,2% do PIB1,4% do PIB1,6% do PIB (mar/1996)1,2% do PIB (dez/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+1,01 p.p.1,2% do PIB2,3% do PIB1,5% do PIB2,3% do PIB (nov/2002)1,2% do PIB (ago/1999)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,06 p.p.2,3% do PIB2,3% do PIB2,1% do PIB2,4% do PIB (jul/2006)1,8% do PIB (set/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010−0,02 p.p.2,3% do PIB2,3% do PIB2,5% do PIB2,9% do PIB (out/2008)2,2% do PIB (nov/2010)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,20 p.p.2,3% do PIB2,1% do PIB2,3% do PIB2,5% do PIB (jul/2011)2,1% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,23 p.p.2,1% do PIB1,9% do PIB2,0% do PIB2,1% do PIB (fev/2015)1,8% do PIB (mar/2016)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,16 p.p.1,9% do PIB2,0% do PIB2,0% do PIB2,3% do PIB (fev/2017)1,8% do PIB (nov/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+1,10 p.p.2,0% do PIB3,1% do PIB2,5% do PIB3,2% do PIB (nov/2022)2,1% do PIB (jan/2019)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025−0,48 p.p.3,1% do PIB2,6% do PIB2,8% do PIB3,2% do PIB (fev/2023)2,6% do PIB (dez/2025)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "I.RENDA-PESSOA JURÍDICA"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Imposto de Renda retido na fonte (% do PIB, 12 meses)

Imposto de Renda retido na fonte (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998+0,65 p.p.cobertura parcial2,4% do PIB3,0% do PIB2,4% do PIB3,0% do PIB (dez/1998)2,1% do PIB (set/1997)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+0,15 p.p.3,0% do PIB3,2% do PIB3,1% do PIB3,3% do PIB (fev/2002)2,9% do PIB (out/2000)
Lula 1dez/2002 a dez/2006−0,18 p.p.3,2% do PIB3,0% do PIB3,0% do PIB3,3% do PIB (jun/2003)2,8% do PIB (mai/2005)
Lula 2dez/2006 a dez/2010−0,37 p.p.3,0% do PIB2,6% do PIB2,9% do PIB3,0% do PIB (jan/2009)2,6% do PIB (nov/2010)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,07 p.p.2,6% do PIB2,7% do PIB2,7% do PIB2,8% do PIB (dez/2011)2,6% do PIB (ago/2013)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+0,34 p.p.2,7% do PIB3,0% do PIB2,9% do PIB3,0% do PIB (fev/2016)2,7% do PIB (jan/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,04 p.p.3,0% do PIB3,1% do PIB3,1% do PIB3,2% do PIB (out/2017)3,0% do PIB (mai/2016)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,27 p.p.3,1% do PIB3,3% do PIB3,0% do PIB3,3% do PIB (dez/2022)2,8% do PIB (out/2021)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,59 p.p.3,3% do PIB3,9% do PIB3,7% do PIB3,9% do PIB (dez/2025)3,4% do PIB (jan/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "I.RENDA-RETIDO NA FONTE"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Cofins arrecadada (% do PIB, 12 meses)

Cofins arrecadada (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,52 p.p.cobertura parcial2,4% do PIB1,9% do PIB2,1% do PIB2,4% do PIB (jul/1995)1,9% do PIB (dez/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+1,58 p.p.1,9% do PIB3,4% do PIB3,1% do PIB3,5% do PIB (out/2001)1,9% do PIB (fev/1999)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,33 p.p.3,4% do PIB3,8% do PIB3,8% do PIB4,1% do PIB (abr/2005)3,4% do PIB (nov/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010−0,19 p.p.3,8% do PIB3,6% do PIB3,7% do PIB3,9% do PIB (out/2008)3,5% do PIB (out/2009)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,23 p.p.3,6% do PIB3,4% do PIB3,6% do PIB3,7% do PIB (mai/2013)3,4% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,01 p.p.3,4% do PIB3,4% do PIB3,4% do PIB3,4% do PIB (set/2015)3,4% do PIB (mar/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,10 p.p.3,4% do PIB3,5% do PIB3,3% do PIB3,5% do PIB (jul/2018)3,2% do PIB (jul/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022−0,36 p.p.3,5% do PIB3,1% do PIB3,2% do PIB3,5% do PIB (jan/2019)2,8% do PIB (jul/2020)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,44 p.p.3,1% do PIB3,5% do PIB3,3% do PIB3,6% do PIB (jan/2025)3,0% do PIB (jul/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "COFINS - CONTRIB. P/ A SEGURIDADE SOCIAL"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

PIS/Pasep arrecadado (% do PIB, 12 meses)

PIS/Pasep arrecadado (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,20 p.p.cobertura parcial1,0% do PIB0,8% do PIB0,8% do PIB0,9% do PIB (jul/1995)0,8% do PIB (dez/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+0,10 p.p.0,8% do PIB0,9% do PIB0,8% do PIB0,9% do PIB (nov/1999)0,8% do PIB (jan/1999)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,15 p.p.0,9% do PIB1,0% do PIB1,0% do PIB1,0% do PIB (jun/2006)0,9% do PIB (jan/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,05 p.p.1,0% do PIB1,0% do PIB1,0% do PIB1,0% do PIB (dez/2010)0,9% do PIB (nov/2010)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,14 p.p.1,0% do PIB0,9% do PIB1,0% do PIB1,1% do PIB (ago/2011)0,9% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,01 p.p.0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB (set/2015)0,9% do PIB (abr/2016)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,03 p.p.0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB (jul/2018)0,9% do PIB (jul/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022−0,06 p.p.0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB0,9% do PIB (mar/2019)0,8% do PIB (jul/2020)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,10 p.p.0,9% do PIB1,0% do PIB0,9% do PIB1,0% do PIB (jan/2025)0,8% do PIB (jul/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

CSLL arrecadada (% do PIB, 12 meses)

CSLL arrecadada (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,21 p.p.cobertura parcial1,0% do PIB0,8% do PIB0,8% do PIB1,0% do PIB (jul/1995)0,7% do PIB (mar/1997)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+0,12 p.p.0,8% do PIB0,9% do PIB0,7% do PIB0,9% do PIB (dez/2002)0,6% do PIB (fev/2000)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,27 p.p.0,9% do PIB1,2% do PIB1,1% do PIB1,2% do PIB (jun/2006)0,9% do PIB (jan/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,02 p.p.1,2% do PIB1,2% do PIB1,3% do PIB1,5% do PIB (mar/2009)1,2% do PIB (nov/2010)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,05 p.p.1,2% do PIB1,1% do PIB1,2% do PIB1,4% do PIB (mar/2012)1,1% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,09 p.p.1,1% do PIB1,0% do PIB1,1% do PIB1,2% do PIB (mar/2015)1,0% do PIB (fev/2016)
Temerabr/2016 a dez/2018+0,08 p.p.1,0% do PIB1,1% do PIB1,1% do PIB1,1% do PIB (dez/2018)1,0% do PIB (jul/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,51 p.p.1,1% do PIB1,6% do PIB1,3% do PIB1,6% do PIB (nov/2022)1,1% do PIB (ago/2020)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025−0,19 p.p.1,6% do PIB1,4% do PIB1,5% do PIB1,6% do PIB (fev/2023)1,4% do PIB (jun/2024)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "CSLL - CONTRIB. SOCIAL S/ LUCRO LÍQUIDO"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

IPI arrecadado (% do PIB, 12 meses)

IPI arrecadado (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,52 p.p.cobertura parcial2,1% do PIB1,6% do PIB1,8% do PIB2,1% do PIB (jul/1995)1,6% do PIB (dez/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002−0,31 p.p.1,6% do PIB1,3% do PIB1,5% do PIB1,6% do PIB (jan/1999)1,3% do PIB (dez/2002)
Lula 1dez/2002 a dez/2006−0,15 p.p.1,3% do PIB1,2% do PIB1,2% do PIB1,3% do PIB (jan/2003)1,1% do PIB (mar/2004)
Lula 2dez/2006 a dez/2010−0,14 p.p.1,2% do PIB1,0% do PIB1,1% do PIB1,3% do PIB (nov/2008)0,9% do PIB (dez/2009)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,15 p.p.1,0% do PIB0,9% do PIB1,0% do PIB1,1% do PIB (out/2011)0,9% do PIB (set/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,10 p.p.0,9% do PIB0,8% do PIB0,8% do PIB0,9% do PIB (jan/2015)0,8% do PIB (abr/2016)
Temerabr/2016 a dez/20180,00 p.p.0,8% do PIB0,8% do PIB0,7% do PIB0,8% do PIB (dez/2018)0,7% do PIB (mai/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022−0,14 p.p.0,8% do PIB0,6% do PIB0,8% do PIB0,8% do PIB (jul/2021)0,6% do PIB (dez/2022)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,04 p.p.0,6% do PIB0,7% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (jun/2025)0,6% do PIB (nov/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "I.P.I-TOTAL"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

IOF arrecadado (% do PIB, 12 meses)

IOF arrecadado (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,12 p.p.cobertura parcial0,5% do PIB0,4% do PIB0,4% do PIB0,5% do PIB (ago/1995)0,3% do PIB (fev/1997)
FHC 2dez/1998 a dez/2002−0,08 p.p.0,4% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB0,5% do PIB (set/1999)0,3% do PIB (out/2000)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,01 p.p.0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB0,3% do PIB (nov/2005)0,3% do PIB (nov/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,40 p.p.0,3% do PIB0,7% do PIB0,5% do PIB0,7% do PIB (out/2010)0,3% do PIB (jun/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014−0,17 p.p.0,7% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (mar/2012)0,5% do PIB (dez/2014)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+0,06 p.p.0,5% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB (jan/2016)0,5% do PIB (jan/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018−0,06 p.p.0,6% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB (mai/2016)0,5% do PIB (out/2018)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,06 p.p.0,5% do PIB0,6% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB (set/2022)0,3% do PIB (mar/2021)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,09 p.p.0,6% do PIB0,7% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (dez/2025)0,6% do PIB (jan/2024)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "IOF - I. S/ OPERAÇÕES FINANCEIRAS"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Imposto de Importação arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Imposto de Importação arrecadado (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jun/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em jun/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em jun/1995, depois deste período.
FHC 1jun/1995 a dez/1998−0,02 p.p.cobertura parcial0,7% do PIB0,7% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (out/1995)0,5% do PIB (nov/1996)
FHC 2dez/1998 a dez/2002−0,12 p.p.0,7% do PIB0,5% do PIB0,7% do PIB0,7% do PIB (ago/2001)0,5% do PIB (nov/2002)
Lula 1dez/2002 a dez/2006−0,12 p.p.0,5% do PIB0,4% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB (mar/2003)0,4% do PIB (jul/2006)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,13 p.p.0,4% do PIB0,5% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB (mar/2009)0,4% do PIB (jan/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,09 p.p.0,5% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (fev/2014)0,5% do PIB (jan/2011)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,04 p.p.0,6% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (out/2015)0,6% do PIB (abr/2016)
Temerabr/2016 a dez/2018−0,02 p.p.0,6% do PIB0,6% do PIB0,5% do PIB0,6% do PIB (mai/2016)0,5% do PIB (mai/2017)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,01 p.p.0,6% do PIB0,6% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (out/2021)0,6% do PIB (set/2020)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,13 p.p.0,6% do PIB0,7% do PIB0,6% do PIB0,7% do PIB (jul/2025)0,5% do PIB (dez/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Receita previdenciária arrecadada pela Receita (% do PIB, 12 meses)

Receita previdenciária arrecadada pela Receita (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em dez/1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em dez/1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em dez/1995, depois deste período.
FHC 1dez/1995 a dez/1998+0,03 p.p.cobertura parcial5,0% do PIB5,0% do PIB5,0% do PIB5,2% do PIB (mai/1997)4,9% do PIB (nov/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+0,11 p.p.5,0% do PIB5,1% do PIB5,0% do PIB5,1% do PIB (dez/2001)4,8% do PIB (fev/2000)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,42 p.p.5,1% do PIB5,5% do PIB5,2% do PIB5,5% do PIB (dez/2006)5,0% do PIB (nov/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,49 p.p.5,5% do PIB6,0% do PIB5,8% do PIB6,0% do PIB (nov/2009)5,5% do PIB (jun/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,18 p.p.6,0% do PIB6,2% do PIB6,2% do PIB6,3% do PIB (fev/2013)6,0% do PIB (mar/2011)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,11 p.p.6,2% do PIB6,1% do PIB6,1% do PIB6,2% do PIB (mai/2015)6,1% do PIB (dez/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018−0,13 p.p.6,1% do PIB6,0% do PIB6,1% do PIB6,1% do PIB (jan/2018)6,0% do PIB (nov/2018)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022−0,44 p.p.6,0% do PIB5,5% do PIB5,6% do PIB5,9% do PIB (jun/2019)5,3% do PIB (nov/2021)
Lula 3*dez/2022 a dez/2025+0,20 p.p.5,5% do PIB5,7% do PIB5,6% do PIB5,7% do PIB (dez/2025)5,5% do PIB (jan/2023)

Receita Federal, série histórica da arrecadação das receitas federais (linha "RECEITA PREVIDENCIÁRIA [B]"), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Comparar governos lado a lado

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Imposto de Renda ano a ano

Valor no fim de cada ano e média dos meses do ano; no ano corrente, até o último dado, marcado como parcial.

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses), ano a ano
AnoFim do anoMédia do ano
20257,2% do PIB7,1% do PIB
20247,1% do PIB7,0% do PIB
20236,8% do PIB7,0% do PIB
20227,0% do PIB6,7% do PIB
20216,2% do PIB6,0% do PIB
20205,8% do PIB5,8% do PIB
20195,9% do PIB5,8% do PIB
20185,6% do PIB5,5% do PIB
20175,5% do PIB5,8% do PIB
20165,8% do PIB5,5% do PIB
20155,4% do PIB5,3% do PIB
20145,3% do PIB5,3% do PIB
20135,4% do PIB5,4% do PIB
20125,5% do PIB5,6% do PIB
20115,7% do PIB5,6% do PIB
20105,4% do PIB5,5% do PIB
20095,7% do PIB6,0% do PIB
20086,2% do PIB6,2% do PIB
20075,9% do PIB5,7% do PIB
20065,7% do PIB5,7% do PIB
20055,7% do PIB5,4% do PIB
20045,2% do PIB5,2% do PIB
20035,3% do PIB5,5% do PIB
20025,7% do PIB5,5% do PIB
20014,9% do PIB4,7% do PIB
20004,7% do PIB4,7% do PIB
19994,7% do PIB4,7% do PIB
19984,6% do PIB4,4% do PIB
19973,8% do PIB3,8% do PIB
19963,9% do PIB4,0% do PIB
1995 (parcial)4,1% do PIB4,1% do PIB

Como ler estes números

Cada número é a arrecadação dos últimos 12 meses dividida pelo PIB dos mesmos 12 meses. A diferença entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo sai em pontos percentuais do PIB, com duas casas, porque vários tributos pesam menos de 1% do PIB.

A planilha da Receita é fechada uma vez por ano. Os meses do ano corrente ainda não estão nela: a arrecadação total mais recente fica na página de gastos públicos, pela série mensal da Receita distribuída pelo Ipeadata.

Mudança de lei mexe na arrecadação de um tributo sem que a economia mude. A CPMF acabou em 2007, PIS e Cofins viraram não cumulativos em 2002 e 2003, a desoneração da folha começou em 2011 e o IOF teve alíquotas novas em 2008 e 2025.

O IR da pessoa física desta página é só o pago na declaração e no carnê-leão. O desconto no salário está no IR retido na fonte, que também inclui o imposto sobre aplicações financeiras e remessas ao exterior.

O que costuma mover imposto de Renda

De onde vem o dado
A Receita publica a arrecadação das receitas federais a preços correntes, uma aba por ano desde 1994, com cada tributo e os subtotais. O observatório confere em todos os meses que o Imposto de Renda total é a soma de pessoa física, pessoa jurídica e fonte, e que o total geral bate com os subtotais da própria planilha. Fonte: Receita Federal, série histórica da arrecadação
Quem arrecada a contribuição ao INSS
Desde 2007 a contribuição previdenciária é arrecadada pela Receita Federal, que absorveu a Secretaria da Receita Previdenciária. A planilha da Receita traz essa linha a partir de janeiro de 1995. Fonte: Lei nº 11.457/2007 (Super-Receita)
Por que dividir pelo PIB
O PIB acumulado em 12 meses, em reais correntes, é publicado pelo Banco Central. Dividir a arrecadação de 12 meses pelo PIB dos mesmos 12 meses tira a inflação da comparação, porque os dois estão em reais da mesma época. Fonte: Banco Central, SGS 4382 (PIB acumulado em 12 meses)

O que cada série mede

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Imposto de Renda das pessoas físicas, pago na declaração e no carnê-leão (% do PIB)

Arrecadação mensal da linha "I.RENDA-PESSOA FÍSICA" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Esta linha não inclui o IR descontado do salário, que está no IR retido na fonte. É a parte paga na declaração anual e no carnê-leão, e por isso concentra em abril e maio.
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Imposto de Renda das empresas (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "I.RENDA-PESSOA JURÍDICA" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Imposto de Renda retido na fonte (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "I.RENDA-RETIDO NA FONTE" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Cofins arrecadada (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "COFINS - CONTRIB. P/ A SEGURIDADE SOCIAL" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

PIS/Pasep arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "CONTRIBUIÇÃO PARA O PIS/PASEP" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

CSLL arrecadada (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "CSLL - CONTRIB. SOCIAL S/ LUCRO LÍQUIDO" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

IPI arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "I.P.I-TOTAL" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

IOF arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "IOF - I. S/ OPERAÇÕES FINANCEIRAS" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Imposto de Importação arrecadado (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "IMPOSTO SOBRE IMPORTAÇÃO" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A série em reais começa em julho de 1994. A soma de 12 meses só existe a partir de junho de 1995, com os 12 meses na mesma moeda: Itamar fica sem esta leitura e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Mudança de alíquota, de base ou de lei muda a arrecadação de um tributo sem que a economia tenha mudado (a CPMF acabou em 2007; o IOF subiu em 2008 e 2025; PIS e Cofins mudaram de regime em 2002 e 2003).
  • Série desde jun/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Receita previdenciária arrecadada pela Receita (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação mensal da linha "RECEITA PREVIDENCIÁRIA [B]" da planilha "Arrecadação das receitas federais" (de 1994 ao último ano fechado), da Receita Federal, em R$ milhões correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. A planilha confere: a soma dos componentes bate com os totais da própria Receita em todos os meses.

Regra de comparação: Arrecadação mensal em reais correntes, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (SGS 4382): o resultado é uma proporção do PIB, comparada pela diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se comparam reais de anos diferentes.

  • Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.
  • A planilha da Receita só traz a arrecadação previdenciária a partir de janeiro de 1995 (em 1994 a linha vem zerada, porque o INSS arrecadava e o dado não foi incluído). A soma de 12 meses começa em dezembro de 1995: FHC 1 tem cobertura parcial.
  • Desde 2007 a contribuição ao INSS é arrecadada pela própria Receita (Lei nº 11.457/2007, a Super-Receita); a série da planilha é a mesma antes e depois.
  • A desoneração da folha (a partir de 2011) trocou parte da contribuição sobre o salário por uma contribuição sobre o faturamento, que entra nesta mesma linha.
  • Série desde dez/1995, último dado em dez/2025. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Calcule e entenda no ValorFinal

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Para continuar

No mesmo tema: dívida pública por governo, déficit e superávit público por governo, gastos públicos por governo desde 1997, gastos com saúde e educação por governo. Em outras áreas do portal: arrecadação federal total, despesa e receita do governo central, calculadora do IR retido na fonte do salário. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: Receita Federal (série histórica, linha IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL), cálculo ValorFinal, versão 4d6b00d7; a página é atualizada a cada divulgação mensal.

ValorFinal. Impostos por governo (referência: dezembro de 2025): Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses): 7,2% do PIB, dez/2025, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/impostos-por-governo. Fonte do dado: Receita Federal (série histórica, linha IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL), cálculo ValorFinal, versão 4d6b00d7.

Os números desta versão dos dados (4d6b00d7) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/4d6b00d7. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre impostos por governo

O que mostra o peso de cada imposto na economia?

Mostra quanto o governo federal tirou da economia com cada tributo. Medir em proporção do PIB deixa comparar épocas com preços e salários diferentes. Quando sobe: O governo arrecada uma fatia maior da economia. Pode ser imposto novo, alíquota maior ou economia mais forte. Lucro alto das empresas costuma aumentar o IR e a CSLL. Quando cai: O governo arrecada uma fatia menor da economia. Pode ser corte de imposto ou desoneração de um setor. Recessão reduz lucro, venda e salário, e a arrecadação acompanha.

Qual é o último dado de imposto de Renda?

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses), dezembro de 2025: 7,2% do PIB, pela série série histórica, linha IMPOSTO SOBRE A RENDA-TOTAL (Receita Federal). Doze meses antes: 7,1% do PIB. Calendário da fonte: a Receita acrescenta o ano fechado à série histórica no primeiro trimestre do ano seguinte.

Imposto de Renda arrecadado (% do PIB, 12 meses): em qual governo mais mudou?

Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior alta em pontos percentuais foi no de Jair Bolsonaro: 5,6% do PIB para 7,0% do PIB (+1,47 p.p., de dez/2018 a dez/2022). A maior queda foi no de Luiz Inácio Lula da Silva (2º mandato): 5,7% do PIB para 5,4% do PIB (−0,31 p.p., de dez/2006 a dez/2010). A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.

Imposto de Renda: como mudou no governo atual?

Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): 7,0% do PIB para 7,2% do PIB (+0,14 p.p., de dez/2022 a dez/2025). O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.

Desde quando existe a série de imposto de Renda?

Desde jun/1995. Não é a carga tributária do país: estados e municípios arrecadam ICMS, ISS, IPVA e IPTU, que ficam de fora.

Por que imposto de Renda se compara em pontos percentuais?

Porque é uma taxa ou uma proporção. Se ela vai de 10% para 15%, subiu 5 pontos percentuais; dizer que subiu 50% mistura duas grandezas e exagera a mudança de taxas baixas. Esta página mostra a diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês completo de cada governo, e a média, a máxima e a mínima do período.

Posso baixar os dados?

Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.