Previdência por governo: déficit do INSS, benefícios e aposentadorias

Quanto a Previdência do INSS arrecada e paga, e quantos benefícios ela mantém, no começo e no fim de cada governo, pelos números do Tesouro Nacional e do Ministério da Previdência Social. A página junta o saldo do regime geral em proporção do PIB, desde 1997, os benefícios concedidos, desde 1995, a quantidade e o valor médio dos benefícios pagos, desde 2000, e a série antiga do Anuário, de 1980 a 2003, a única que alcança Sarney, Collor e Itamar.

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses), setembro de 2026

−2,5% do PIB

déficit

Tesouro Nacional, RTN 10.04.1.2 · coleta de 29/10/2026

Doze meses antes
−2,5% do PIB
No mandato atual
+0,1 p.p.
Máxima desde 1997
−0,3% do PIB
dez/1997
Mínima desde 1997
−4,3% do PIB
jul/2020

Quanto a Previdência do INSS arrecadou a menos (déficit) ou a mais (superávit) do que pagou em benefícios em 12 meses, em proporção da economia.

Compartilhe no WhatsApp, no Instagram ou por link

Enviar no WhatsApp

Governo a governo

Mudança em pontos percentuais

  • FHC 1p−0,4 p.p.
  • FHC 2−0,4 p.p.
  • Lula 1−0,6 p.p.
  • Lula 2+0,6 p.p.
  • Dilma 1+0,1 p.p.
  • Dilma 2−0,7 p.p.
  • Temer−1,1 p.p.
  • Bolsonaro+0,2 p.p.
  • Lula 3*+0,1 p.p.

* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que esta página mostra sobre a Previdência?

Mostra quanto o INSS recebe e quanto ele paga. Mostra também quantos benefícios ele paga e o valor médio deles.

No seu dia a dia

  • Quem trabalha com carteira paga o INSS todo mês.
  • Esse dinheiro paga aposentadorias, pensões e auxílios.
  • Quando o INSS paga mais do que recebe, o Tesouro cobre a diferença.
  • Muitos benefícios são de um salário mínimo.

Quando sobe

  • O déficit do INSS fica menor.
  • Costuma vir de mais gente com carteira assinada.
  • Também acontece quando os salários sobem mais que os benefícios.

Quando cai

  • O déficit do INSS fica maior.
  • Pode ser mais gente se aposentando.
  • Também acontece quando o emprego formal encolhe.

Previdência por governo: a série inteira com os governos

Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.

set/2026 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

−2,5% do PIB

Tesouro Nacional · RTN 10.04.1.2

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses), por mês. Fonte: Tesouro Nacional, Resultado do Tesouro Nacional, série 10.04.1.2 (resultado primário da Previdência Social), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses).Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: set/2026.

Série desde dez/1997 · 346 meses · Dado aberto do Tesouro Nacional (Decreto nº 8.777/2016, Política de Dados Abertos do Poder Executivo federal), com citação da fonte.

Previdência por governo, mandato por mandato

Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses)

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em dez/1997, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em dez/1997, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em dez/1997, depois deste período.
FHC 1dez/1997 a dez/1998−0,4 p.p.cobertura parcial−0,3% do PIB−0,7% do PIB−0,5% do PIB−0,3% do PIB (jan/1998)−0,7% do PIB (nov/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002−0,4 p.p.−0,7% do PIB−1,1% do PIB−0,9% do PIB−0,8% do PIB (jan/1999)−1,1% do PIB (dez/2002)
Lula 1dez/2002 a dez/2006−0,6 p.p.−1,1% do PIB−1,7% do PIB−1,6% do PIB−1,2% do PIB (fev/2003)−2,0% do PIB (set/2006)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,6 p.p.−1,7% do PIB−1,1% do PIB−1,4% do PIB−1,1% do PIB (dez/2010)−1,7% do PIB (mar/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,1 p.p.−1,1% do PIB−1,0% do PIB−0,9% do PIB−0,8% do PIB (mai/2012)−1,1% do PIB (jan/2011)
Dilma 2dez/2014 a abr/2016−0,7 p.p.−1,0% do PIB−1,7% do PIB−1,3% do PIB−1,0% do PIB (jan/2015)−1,7% do PIB (abr/2016)
Temerabr/2016 a dez/2018−1,1 p.p.−1,7% do PIB−2,8% do PIB−2,6% do PIB−1,8% do PIB (mai/2016)−2,9% do PIB (mar/2018)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,2 p.p.−2,8% do PIB−2,6% do PIB−3,0% do PIB−2,5% do PIB (jul/2022)−4,3% do PIB (jul/2020)
Lula 3*dez/2022 a set/2026+0,1 p.p.−2,6% do PIB−2,5% do PIB−2,6% do PIB−2,4% do PIB (mai/2023)−3,1% do PIB (mai/2024)

Tesouro Nacional, Resultado do Tesouro Nacional, série 10.04.1.2 (resultado primário da Previdência Social), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Arrecadação da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em dez/1997, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em dez/1997, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em dez/1997, depois deste período.
FHC 1dez/1997 a dez/19980,0 p.p.cobertura parcial4,6% do PIB4,6% do PIB4,6% do PIB4,7% do PIB (fev/1998)4,5% do PIB (nov/1998)
FHC 2dez/1998 a dez/2002+0,2 p.p.4,6% do PIB4,8% do PIB4,6% do PIB4,8% do PIB (dez/2002)4,5% do PIB (jan/2000)
Lula 1dez/2002 a dez/2006+0,4 p.p.4,8% do PIB5,1% do PIB4,8% do PIB5,1% do PIB (dez/2006)4,6% do PIB (nov/2003)
Lula 2dez/2006 a dez/2010+0,3 p.p.5,1% do PIB5,5% do PIB5,3% do PIB5,5% do PIB (dez/2009)5,1% do PIB (jun/2007)
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+0,4 p.p.5,5% do PIB5,8% do PIB5,7% do PIB5,8% do PIB (dez/2014)5,5% do PIB (mai/2011)
Dilma 2dez/2014 a abr/20160,0 p.p.5,8% do PIB5,8% do PIB5,9% do PIB5,9% do PIB (mai/2015)5,8% do PIB (nov/2015)
Temerabr/2016 a dez/2018−0,3 p.p.5,8% do PIB5,6% do PIB5,7% do PIB5,8% do PIB (mai/2016)5,5% do PIB (nov/2018)
Bolsonarodez/2018 a dez/2022−0,3 p.p.5,6% do PIB5,3% do PIB5,4% do PIB5,6% do PIB (jun/2019)5,1% do PIB (jul/2020)
Lula 3*dez/2022 a set/2026+0,3 p.p.5,3% do PIB5,7% do PIB5,5% do PIB5,7% do PIB (ago/2026)5,3% do PIB (abr/2023)

Tesouro Nacional, Resultado do Tesouro Nacional, série 10.01.1.3 (arrecadação líquida para o RGPS), e Banco Central, SGS 4382 (PIB de 12 meses). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Benefícios pagos pelo INSS em dezembro (quantidade)

Benefícios pagos pelo INSS em dezembro (quantidade): mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2000, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2000, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 22000 a 2002+7,9%cobertura parcial+3,9%19,57 milhões de benefícios21,13 milhões de benefícios
Lula 12002 a 2006+16,4%+3,9%21,13 milhões de benefícios24,59 milhões de benefícios
Lula 22006 a 2010+14,4%+3,4%24,59 milhões de benefícios28,14 milhões de benefícios
Dilma 12010 a 2014+14,3%+3,4%28,14 milhões de benefícios32,15 milhões de benefícios
Dilma 22014 a 2015+1,7%+1,7%32,15 milhões de benefícios32,70 milhões de benefícios
Temer2016 a 2018+3,9%+1,9%33,76 milhões de benefícios35,06 milhões de benefícios
Bolsonaro2018 a 2022+7,3%+1,8%35,06 milhões de benefícios37,62 milhões de benefícios
Lula 3*2022 a 2025+10,7%+3,4%37,62 milhões de benefícios41,64 milhões de benefícios

Ministério da Previdência Social, Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), quadro 13. Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Valor médio dos benefícios pagos pelo INSS (dezembro, descontada a inflação)

Valor médio dos benefícios pagos pelo INSS (dezembro, descontada a inflação): mudança em cada mandato, variação real (descontado o INPC)
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2000, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2000, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 22000 a 2002+0,5% realcobertura parcial+0,3%R$ 274,09R$ 345,96
Lula 12002 a 2006+17,4% real+4,1%R$ 345,96R$ 513,78
Lula 22006 a 2010+7,8% real+1,9%R$ 513,78R$ 687,11
Dilma 12010 a 2014+6,9% real+1,7%R$ 687,11R$ 927,75
Dilma 22014 a 2015−3,0% real−3,0%R$ 927,75R$ 1.001
Temer2016 a 2018+3,4% real+1,7%R$ 1.123R$ 1.227
Bolsonaro2018 a 2022−4,5% real−1,1%R$ 1.227R$ 1.506
Lula 3*2022 a 2025+4,8% real+1,6%R$ 1.506R$ 1.782

Ministério da Previdência Social, Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), quadro 13. Mudança: variação real (descontado o INPC). * mandato em andamento.

Benefícios concedidos pelo INSS no ano

Benefícios concedidos pelo INSS no ano: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 1995, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 1995, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 1995, depois deste período.
FHC 11995 a 1998+21,8%cobertura parcial+6,8%1,93 milhão de benefícios2,35 milhões de benefícios
FHC 21998 a 2002+64,8%+13,3%2,35 milhões de benefícios3,87 milhões de benefícios
Lula 12002 a 2006+9,6%+2,3%3,87 milhões de benefícios4,24 milhões de benefícios
Lula 22006 a 2010+9,5%+2,3%4,24 milhões de benefícios4,64 milhões de benefícios
Dilma 12010 a 2014+12,3%+2,9%4,64 milhões de benefícios5,21 milhões de benefícios
Dilma 22014 a 2015−16,6%−16,6%5,21 milhões de benefícios4,34 milhões de benefícios
Temer2016 a 2018−2,3%−1,2%5,25 milhões de benefícios5,12 milhões de benefícios
Bolsonaro2018 a 2022+1,7%+0,4%5,12 milhões de benefícios5,21 milhões de benefícios
Lula 3*2022 a 2025+46,7%+13,6%5,21 milhões de benefícios7,65 milhões de benefícios

Ministério da Previdência Social, Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), quadro 2. Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Pessoas que contribuíram para o INSS no ano

Pessoas que contribuíram para o INSS no ano: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2003, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2003, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2003, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2003, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2003, depois deste período.
Lula 12003 a 2006+17,1%cobertura parcial+5,4%39,85 milhões de pessoas46,68 milhões de pessoas
Lula 22006 a 2010+29,0%+6,6%46,68 milhões de pessoas60,20 milhões de pessoas
Dilma 12010 a 2014+18,5%+4,3%60,20 milhões de pessoas71,34 milhões de pessoas
Dilma 22014 a 2015−2,4%−2,4%71,34 milhões de pessoas69,64 milhões de pessoas
Temer2016 a 2018−1,7%−0,8%66,65 milhões de pessoas65,55 milhões de pessoas
Bolsonaro2018 a 2022+11,0%+2,6%65,55 milhões de pessoas72,74 milhões de pessoas
Lula 3*2022 a 2024+5,4%+2,6%72,74 milhões de pessoas76,64 milhões de pessoas

Ministério da Previdência Social, contribuintes do INSS pessoa física, distribuído pelo Ipeadata (DISOC_QCONTRIBPF). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Acidentes do trabalho com CAT registrada no ano

Acidentes do trabalho com CAT registrada no ano: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2000, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2000, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2000, depois deste período.
FHC 22000 a 2002+8,0%cobertura parcial+3,9%363,9 mil acidentes393,1 mil acidentes
Lula 12002 a 2006+30,3%+6,8%393,1 mil acidentes512,2 mil acidentes
Lula 22006 a 2010+3,4%+0,8%512,2 mil acidentes529,8 mil acidentes
Dilma 12010 a 2014+5,5%+1,4%529,8 mil acidentes559,1 mil acidentes
Dilma 22014 a 2015−9,2%−9,2%559,1 mil acidentes507,8 mil acidentes
Temer2016 a 2018+0,8%+0,4%478,0 mil acidentes482,0 mil acidentes
Bolsonaro2018 a 2022+17,8%+4,2%482,0 mil acidentes567,7 mil acidentes
Lula 3*2022 a 2023+14,7%+14,7%567,7 mil acidentes651,5 mil acidentes

Ministério da Previdência Social, Anuário Estatístico da Previdência Social, Suplemento Histórico (tabela 4.1). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Benefícios previdenciários mantidos pelo INSS, de 1980 a 2003 (dezembro)

Benefícios previdenciários mantidos pelo INSS, de 1980 a 2003 (dezembro): mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarney1985 a 1989+14,1%+3,4%8,93 milhões de benefícios10,19 milhões de benefícios
Collor1990 a 1991+1,6%cobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses+1,6%10,57 milhões de benefícios10,74 milhões de benefícios
Itamar1992 a 1994+17,5%+8,4%11,75 milhões de benefícios13,81 milhões de benefícios
FHC 11994 a 1998+15,8%+3,7%13,81 milhões de benefícios15,99 milhões de benefícios
FHC 21998 a 2002+14,1%+3,4%15,99 milhões de benefícios18,25 milhões de benefícios
Lula 1*2002 a 2003+1,3%+1,3%18,25 milhões de benefícios18,50 milhões de benefícios
Lula 2*dez/2006 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.
Dilma 1*dez/2010 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.
Dilma 2*dez/2014 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.
Temer*abr/2016 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.
Bolsonaro*dez/2018 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.
Lula 3*dez/2022 a dez/2003A série vai até 2003: ainda não há ano deste período com dado.

Ministério da Previdência Social, Anuário Estatístico da Previdência Social, Suplemento Histórico (tabela 1.19). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Comparar governos lado a lado

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Resultado do INSS ano a ano

Valor no fim de cada ano e média dos meses do ano; no ano corrente, até o último dado, marcado como parcial.

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses), ano a ano
AnoFim do anoMédia do ano
2026 (parcial)−2,5% do PIB−2,6% do PIB
2025−2,5% do PIB−2,5% do PIB
2024−2,5% do PIB−2,8% do PIB
2023−2,8% do PIB−2,6% do PIB
2022−2,6% do PIB−2,7% do PIB
2021−2,7% do PIB−2,9% do PIB
2020−3,4% do PIB−3,6% do PIB
2019−2,9% do PIB−2,8% do PIB
2018−2,8% do PIB−2,8% do PIB
2017−2,8% do PIB−2,7% do PIB
2016−2,4% do PIB−1,9% do PIB
2015−1,4% do PIB−1,2% do PIB
2014−1,0% do PIB−0,9% do PIB
2013−0,9% do PIB−0,9% do PIB
2012−0,8% do PIB−0,8% do PIB
2011−0,8% do PIB−0,9% do PIB
2010−1,1% do PIB−1,2% do PIB
2009−1,3% do PIB−1,3% do PIB
2008−1,2% do PIB−1,4% do PIB
2007−1,6% do PIB−1,7% do PIB
2006−1,7% do PIB−1,8% do PIB
2005−1,7% do PIB−1,7% do PIB
2004−1,6% do PIB−1,6% do PIB
2003−1,5% do PIB−1,3% do PIB
2002−1,1% do PIB−1,1% do PIB
2001−1,0% do PIB−0,9% do PIB
2000−0,8% do PIB−0,8% do PIB
1999−0,9% do PIB−0,9% do PIB
1998−0,7% do PIB−0,5% do PIB
1997 (parcial)−0,3% do PIB−0,3% do PIB

Como ler estes números

O saldo do INSS é o que entra de contribuição menos o que sai em benefícios, somado em 12 meses e dividido pelo PIB do mesmo período. Negativo é déficit. A comparação é a diferença em pontos percentuais do PIB entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo.

Benefícios pagos e valor médio são a posição de dezembro de cada ano, pelo Boletim Estatístico da Previdência Social. O valor médio desconta a inflação pelo INPC, o índice que reajusta os benefícios acima do mínimo.

Benefício não é pessoa: quem recebe aposentadoria e pensão conta duas vezes. O total inclui o benefício assistencial a idosos e a pessoas com deficiência, que o INSS paga em nome da assistência social.

A série de 1980 a 2003 mede benefícios mantidos no cadastro, conceito do Anuário que o ministério deixou de publicar. Ela não se emenda com a de benefícios pagos, que começa em 2000, e as duas aparecem separadas.

O que costuma mover resultado do INSS

De onde vêm os números
O Tesouro Nacional publica todo mês o resultado do Governo Central, com a linha da Previdência Social separada. O Ministério da Previdência publica o Boletim Estatístico mensal e o Anuário, com os benefícios por espécie. Fonte: Ministério da Previdência Social, Boletim Estatístico da Previdência Social
A reforma de 2019
A Emenda Constitucional nº 103, de 2019, criou idade mínima para a aposentadoria e mudou o cálculo dos benefícios, com regras de transição para quem já contribuía. Fonte: Emenda Constitucional nº 103/2019 (reforma da Previdência)
O piso dos benefícios
A Constituição garante que nenhum benefício que substitua o salário tenha valor mensal menor que o salário mínimo. Por isso o reajuste do mínimo mexe na despesa do INSS todo ano. Fonte: Constituição Federal, artigo 201

O que cada série mede

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses)

Resultado primário do Regime Geral de Previdência Social: arrecadação líquida menos benefícios previdenciários (Tesouro Nacional, Resultado do Tesouro Nacional, série 10.04.1.2), R$ milhões correntes por mês, somado em 12 meses e dividido pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %. Na convenção do Tesouro, positivo é superávit e negativo é déficit.

Regra de comparação: Fluxo mensal em reais correntes somado em 12 meses e dividido pelo PIB de 12 meses em reais correntes (Banco Central, SGS 4382), em %. Compara-se pela diferença em pontos percentuais do PIB entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se soma o gasto de governos em reais de épocas diferentes.

  • É o regime geral (INSS), dos trabalhadores do setor privado e dos autônomos. Os regimes próprios dos servidores da União, dos estados e dos municípios ficam de fora.
  • Série desde janeiro de 1997; a soma de 12 meses começa em dezembro de 1997, e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • O gasto com benefícios, sozinho, está na página de gastos públicos. Aqui o número é o saldo: o que entra menos o que sai.
  • A reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional nº 103) mudou idade mínima e cálculo dos benefícios para quem se aposenta depois dela; o efeito sobre a despesa aparece aos poucos, ao longo de muitos anos.
  • Série desde dez/1997, último dado em set/2026. Calendário da fonte: o Tesouro publica o mês no fim do mês seguinte.

Arrecadação da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses)

Arrecadação líquida para o Regime Geral de Previdência Social, urbana e rural (Tesouro Nacional, Resultado do Tesouro Nacional, série 10.01.1.3), R$ milhões correntes por mês, somada em 12 meses e dividida pelo PIB de 12 meses em reais (Banco Central, SGS 4382), em %.

Regra de comparação: Fluxo mensal em reais correntes somado em 12 meses e dividido pelo PIB de 12 meses em reais correntes (Banco Central, SGS 4382), em %. Compara-se pela diferença em pontos percentuais do PIB entre o mês anterior à posse e o último mês no cargo. Não se soma o gasto de governos em reais de épocas diferentes.

  • Série desde janeiro de 1997; a soma de 12 meses começa em dezembro de 1997, e FHC 1 tem cobertura parcial.
  • A contribuição depende do emprego com carteira e do salário: anos de emprego formal em alta arrecadam mais em proporção do PIB, sem mudança de alíquota.
  • A arrecadação rural é pequena perto do que a Previdência rural paga, por regra constitucional: o trabalhador rural contribui sobre a produção vendida, não sobre salário.
  • Série desde dez/1997, último dado em set/2026. Calendário da fonte: o Tesouro publica o mês no fim do mês seguinte.

Benefícios pagos pelo INSS em dezembro (quantidade)

Quantidade de benefícios emitidos pelo INSS na posição de dezembro, todas as espécies (previdenciários, acidentários e assistenciais), Brasil, pelo Boletim Estatístico da Previdência Social (quadro 13). Benefício emitido é o que teve pagamento gerado no mês. Anual desde 2000.

Regra de comparação: Quantidade de benefícios em dezembro: variação em % entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Conta benefícios, não pessoas: quem recebe aposentadoria e pensão ao mesmo tempo conta duas vezes.
  • Inclui o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que o INSS paga em nome da assistência social. O gasto do Tesouro com o BPC está na página do Bolsa Família.
  • A série começa em 2000. De 1980 a 2003 o Anuário da Previdência publicou outra medida, a dos benefícios mantidos, que está na mesma página e não se emenda com esta.
  • Série desde 2000, último dado em 2025. Calendário da fonte: o boletim de um mês sai no fim do mês seguinte, e o dezembro entra no boletim de janeiro.

Valor médio dos benefícios pagos pelo INSS (dezembro, descontada a inflação)

Valor médio dos benefícios emitidos pelo INSS na posição de dezembro (valor total emitido no mês dividido pela quantidade), todas as espécies, Brasil, em reais correntes, pelo Boletim Estatístico da Previdência Social (quadro 13). A comparação desconta a inflação pelo INPC, o índice que reajusta os benefícios acima do mínimo. Anual desde 2000.

Regra de comparação: Valor em reais correntes: variação descontada a inflação (INPC) entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Boa parte dos benefícios é de um salário mínimo, o piso da Previdência: por isso a média acompanha a regra de reajuste do salário mínimo de cada época.
  • É o valor do benefício mensal de dezembro: o abono anual (o 13º) não entra na média.
  • A média muda também com a composição: quando entram mais benefícios de valor baixo, ela cai, mesmo que ninguém tenha perdido renda.
  • Série desde 2000, último dado em 2025. Calendário da fonte: o boletim de um mês sai no fim do mês seguinte, e o dezembro entra no boletim de janeiro.

Benefícios concedidos pelo INSS no ano

Quantidade de benefícios concedidos pelo INSS no ano, todas as espécies, Brasil, pelo Boletim Estatístico da Previdência Social (quadro 2). De 2008 em diante, o total do ano é conferido com a soma dos 12 meses. Os anos de 1995 a 1999 vêm do Suplemento Histórico do Anuário Estatístico da Previdência Social (tabela 1.4), o mesmo registro do INSS, e só entram porque as duas publicações dão o mesmo número de 2000 a 2004. Anual desde 1995.

Regra de comparação: Concessões no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Inclui benefícios temporários, como o auxílio por incapacidade e o salário-maternidade, que são boa parte das concessões de cada ano.
  • Concessão depende da fila de análise do INSS: um ano com fila maior concede menos, e o seguinte, mais, sem mudança de regra.
  • De 1995 a 1999, os números são do Anuário; de 2000 em diante, do boletim mensal. As duas publicações coincidem de 2000 a 2004, e o observatório só junta as duas por isso. FHC 1 aparece com cobertura parcial, e os governos anteriores ficam sem esta leitura.
  • Série desde 1995, último dado em 2025. Calendário da fonte: o boletim de um mês sai no fim do mês seguinte, e o dezembro entra no boletim de janeiro.

Pessoas que contribuíram para o INSS no ano

Pessoas físicas com pelo menos uma contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social no ano de referência, sem contar duas vezes quem contribuiu como empregado e também como contribuinte individual (Ministério da Previdência Social, Boletim e Anuário Estatístico da Previdência Social), distribuído pelo Ipeadata (DISOC_QCONTRIBPF). Anual desde 2003.

Regra de comparação: Contribuintes no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Basta uma contribuição no ano para a pessoa contar: não é o número de quem contribuiu o ano inteiro.
  • É registro administrativo do INSS. A parcela de quem trabalha e contribui, medida na PNAD Contínua, está na página de informalidade.
  • Série desde 2003, último dado em 2024. Calendário da fonte: o suplemento histórico do Anuário sai com cerca de dois anos de atraso.

Acidentes do trabalho com CAT registrada no ano

Quantidade de acidentes do trabalho com Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) registrada no ano: típicos, de trajeto e doenças do trabalho, Brasil, pelo Anuário Estatístico da Previdência Social, Suplemento Histórico (tabela 4.1). O observatório confere, ano a ano, que os três motivos somam o total com CAT. Anual desde 2000.

Regra de comparação: Acidentes no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Conta só os acidentes com CAT. Desde 2007 o INSS também reconhece acidentes sem CAT pelo nexo técnico entre a doença e a atividade; eles ficam de fora para a série não mudar de conceito no meio.
  • O número acompanha quantas pessoas trabalham com carteira: com mais empregos formais, há mais acidentes registrados, mesmo que o risco por trabalhador não mude.
  • A comunicação depende da empresa e do trabalhador, e parte dos acidentes nunca vira CAT.
  • Série desde 2000, último dado em 2023. Calendário da fonte: o suplemento histórico do Anuário sai com cerca de dois anos de atraso.

Benefícios previdenciários mantidos pelo INSS, de 1980 a 2003 (dezembro)

Quantidade de benefícios previdenciários mantidos em dezembro (aposentadorias, pensões por morte, auxílios e outros do grupo previdenciário), Brasil, de 1980 a 2003, pelo Anuário Estatístico da Previdência Social, Suplemento Histórico (tabela 1.19). Ficam de fora os acidentários, os assistenciais e as rendas mensais vitalícias; o observatório confere, ano a ano, que os cinco grupos da tabela somam o total.

Regra de comparação: Benefícios mantidos em dezembro: variação em % entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Benefício mantido é o que está ativo no cadastro; emitido, o que teve pagamento no mês. As duas medidas são parecidas, mas não iguais, e não se emendam.
  • O salto de 1992 e 1993 acompanha a entrada em vigor das Leis nº 8.212 e nº 8.213, de 1991, que puseram em prática a regra da Constituição de 1988 para a aposentadoria rural e o piso de um salário mínimo.
  • Conta benefícios, não pessoas. É a única série da Previdência com leitura para Sarney, Collor e Itamar.
  • Série desde 1980, último dado em 2003. Calendário da fonte: o suplemento histórico do Anuário sai com cerca de dois anos de atraso.

Calcule e entenda no ValorFinal

Ferramentas e guias do portal sobre o mesmo assunto, para levar o número para a sua conta.

Calculadoras

Guias

Para continuar

Em outras áreas do portal: gasto com aposentadorias e pensões do INSS em % do PIB, calculadora de aposentadoria. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: Tesouro Nacional (RTN 10.04.1.2), cálculo ValorFinal, versão 5738f088; a página é atualizada a cada divulgação mensal.

ValorFinal. Previdência por governo (referência: setembro de 2026): Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses): −2,5% do PIB, set/2026, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/previdencia-por-governo. Fonte do dado: Tesouro Nacional (RTN 10.04.1.2), cálculo ValorFinal, versão 5738f088.

Os números desta versão dos dados (5738f088) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/5738f088. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre previdência por governo

O que esta página mostra sobre a Previdência?

Mostra quanto o INSS recebe e quanto ele paga. Mostra também quantos benefícios ele paga e o valor médio deles. Quando sobe: O déficit do INSS fica menor. Costuma vir de mais gente com carteira assinada. Também acontece quando os salários sobem mais que os benefícios. Quando cai: O déficit do INSS fica maior. Pode ser mais gente se aposentando. Também acontece quando o emprego formal encolhe.

Qual é o último dado de resultado do INSS?

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses), setembro de 2026: −2,5% do PIB (déficit), pela série RTN 10.04.1.2 (Tesouro Nacional). Doze meses antes: −2,5% do PIB. Calendário da fonte: o Tesouro publica o mês no fim do mês seguinte.

Resultado da Previdência Social, o INSS (% do PIB, 12 meses): em qual governo mais mudou?

Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior alta em pontos percentuais foi no de Luiz Inácio Lula da Silva (2º mandato): −1,7% do PIB para −1,1% do PIB (+0,6 p.p., de dez/2006 a dez/2010). A maior queda foi no de Michel Temer: −1,7% do PIB para −2,8% do PIB (−1,1 p.p., de abr/2016 a dez/2018). A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.

Resultado do INSS: como mudou no governo atual?

Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): −2,6% do PIB para −2,5% do PIB (+0,1 p.p., de dez/2022 a set/2026). O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.

Desde quando existe a série de resultado do INSS?

Desde dez/1997. É o regime geral (INSS), dos trabalhadores do setor privado e dos autônomos. Os regimes próprios dos servidores da União, dos estados e dos municípios ficam de fora.

Por que resultado do INSS se compara em pontos percentuais?

Porque é uma taxa ou uma proporção. Se ela vai de 10% para 15%, subiu 5 pontos percentuais; dizer que subiu 50% mistura duas grandezas e exagera a mudança de taxas baixas. Esta página mostra a diferença em pontos percentuais entre o mês anterior à posse e o último mês completo de cada governo, e a média, a máxima e a mínima do período.

Posso baixar os dados?

Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Dado aberto do Tesouro Nacional (Decreto nº 8.777/2016, Política de Dados Abertos do Poder Executivo federal), com citação da fonte. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.