Inflação por governo: o IPCA de cada presidente desde 1985

Quanto os preços subiram em cada governo, pela inflação oficial do país. A página mostra o IPCA acumulado e por ano de cada mandato desde Sarney, e quatro recortes do mesmo índice: o INPC, que pesa mais o consumo de quem ganha até cinco salários mínimos, os preços livres, os monitorados (tarifas e preços regulados) e os serviços.

Inflação oficial (IPCA), 12 meses até setembro de 2026

+4,6%

IBGE, SGS 433 · acumulado em 12 meses · coleta de 27/10/2026

Doze meses antes
+5,2%
No mandato atual
+18,9%
Máxima desde jul/1995
+27,5%
jul/1995
Mínima desde jul/1995
+1,6%
jan/1999

Quanto os preços pagos pelas famílias subiram, em média, no mês.

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Governo a governo

Por ano

  • Sarney+585,7%
  • Collor+695,9%
  • FHC 1+9,4%
  • FHC 2+8,8%
  • Lula 1+6,4%
  • Lula 2+5,1%
  • Dilma 1+6,2%
  • Dilma 2+10,5%
  • Temer+3,6%
  • Bolsonaro+6,1%
  • Lula 3*+4,7%

* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que é inflação e o que ela muda na sua vida?

Inflação é a subida dos preços. Quando ela está alta, o mesmo dinheiro compra menos coisas. Um salário que não sobe junto perde valor todo mês.

No seu dia a dia

  • A compra do mês custa mais a cada mês.
  • O salário rende menos se não tiver reajuste.
  • O dinheiro parado na carteira perde valor.
  • Aluguel, escola e plano de saúde costumam ser reajustados por índices de preço.

Quando sobe

  • Comida, luz e transporte ficam mais caros.
  • O salário compra menos.
  • O Banco Central tende a subir os juros para segurar os preços.

Quando cai

  • Os preços sobem mais devagar.
  • O salário perde menos valor.
  • Fica mais fácil planejar as contas do mês.

Inflação por governo: a série inteira com os governos

Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.

12 meses até set/2026 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

+4,6% em 12 meses

IBGE · SGS 433

Inflação oficial (IPCA): acumulado em 12 meses, em %. Fonte: IBGE, IPCA, distribuído pelo Banco Central (SGS 433).Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: set/2026.

Série desde jan/1980 · 561 meses · IBGE: uso livre com citação da fonte (Termos de uso do IBGE).

Inflação por governo, mandato por mandato

Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.

Inflação oficial (IPCA)

Inflação oficial (IPCA): mudança em cada mandato, acumulado no período
GovernoMudançaPor ano
Sarneyfev/1985 a fev/1990+1.516.030%+585,7%
Collorfev/1990 a set/1992+21.140%+695,9%
Itamarset/1992 a dez/1994+50.227%+1.487,8%
FHC 1dez/1994 a dez/1998+43,5%+9,4%
FHC 2dez/1998 a dez/2002+39,9%+8,8%
Lula 1dez/2002 a dez/2006+28,2%+6,4%
Lula 2dez/2006 a dez/2010+22,2%+5,1%
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+27,0%+6,2%
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+14,3%+10,5%
Temerabr/2016 a dez/2018+9,9%+3,6%
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+26,9%+6,1%
Lula 3*dez/2022 a set/2026+18,9%+4,7%

IBGE, IPCA, distribuído pelo Banco Central (SGS 433). Mudança: acumulado no período. * mandato em andamento.

Inflação das famílias de menor renda (INPC)

Inflação das famílias de menor renda (INPC): mudança em cada mandato, acumulado no período
GovernoMudançaPor ano
Sarneyfev/1985 a fev/1990+1.351.538%+570,2%
Collorfev/1990 a set/1992+21.162%+696,2%
Itamarset/1992 a dez/1994+51.750%+1.509,0%
FHC 1dez/1994 a dez/1998+42,3%+9,2%
FHC 2dez/1998 a dez/2002+43,3%+9,4%
Lula 1dez/2002 a dez/2006+26,5%+6,1%
Lula 2dez/2006 a dez/2010+24,1%+5,5%
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+26,3%+6,0%
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+15,3%+11,2%
Temerabr/2016 a dez/2018+8,6%+3,2%
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+28,6%+6,5%
Lula 3*dez/2022 a set/2026+17,4%+4,4%

IBGE, INPC, distribuído pelo Banco Central (SGS 188). Mudança: acumulado no período. * mandato em andamento.

Inflação dos preços livres (IPCA)

Inflação dos preços livres (IPCA): mudança em cada mandato, acumulado no período
GovernoMudançaPor ano
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jan/1991, depois deste período.
Collordez/1990 a set/1992+3.472,1%cobertura parcial+671,6%
Itamarset/1992 a dez/1994+51.520%+1.505,8%
FHC 1dez/1994 a dez/1998+37,0%+8,2%
FHC 2dez/1998 a dez/2002+31,1%+7,0%
Lula 1dez/2002 a dez/2006+22,8%+5,3%
Lula 2dez/2006 a dez/2010+26,2%+6,0%
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+30,2%+6,8%
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+12,3%+9,1%
Temerabr/2016 a dez/2018+7,4%+2,7%
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+28,7%+6,5%
Lula 3*dez/2022 a set/2026+16,7%+4,2%

IBGE, IPCA itens livres, calculado pelo Banco Central (SGS 11428). Mudança: acumulado no período. * mandato em andamento.

Inflação dos preços monitorados (IPCA)

Inflação dos preços monitorados (IPCA): mudança em cada mandato, acumulado no período
GovernoMudançaPor ano
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jan/1991, depois deste período.
Collordez/1990 a set/1992+3.908,7%cobertura parcial+724,1%
Itamarset/1992 a dez/1994+42.725%+1.377,9%
FHC 1dez/1994 a dez/1998+88,2%+17,1%
FHC 2dez/1998 a dez/2002+74,4%+14,9%
Lula 1dez/2002 a dez/2006+41,7%+9,1%
Lula 2dez/2006 a dez/2010+13,4%+3,2%
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+17,7%+4,2%
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+21,0%+15,4%
Temerabr/2016 a dez/2018+18,1%+6,4%
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+21,8%+5,0%
Lula 3*dez/2022 a set/2026+25,4%+6,2%

IBGE, IPCA preços monitorados, calculado pelo Banco Central (SGS 4449). Mudança: acumulado no período. * mandato em andamento.

Inflação de serviços (IPCA)

Inflação de serviços (IPCA): mudança em cada mandato, acumulado no período
GovernoMudançaPor ano
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em jan/1991, depois deste período.
Collordez/1990 a set/1992+3.492,3%cobertura parcial+674,1%
Itamarset/1992 a dez/1994+51.253%+1.502,1%
FHC 1dez/1994 a dez/1998+81,3%+16,0%
FHC 2dez/1998 a dez/2002+18,0%+4,2%
Lula 1dez/2002 a dez/2006+30,1%+6,8%
Lula 2dez/2006 a dez/2010+31,4%+7,1%
Dilma 1dez/2010 a dez/2014+40,1%+8,8%
Dilma 2dez/2014 a abr/2016+10,9%+8,1%
Temerabr/2016 a dez/2018+12,2%+4,4%
Bolsonarodez/2018 a dez/2022+18,7%+4,4%
Lula 3*dez/2022 a set/2026+22,8%+5,6%

IBGE, IPCA serviços, calculado pelo Banco Central (SGS 10844). Mudança: acumulado no período. * mandato em andamento.

Comparar governos lado a lado

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

IPCA ano a ano

Acumulado de janeiro a dezembro de cada ano; no ano corrente, até o último mês publicado.

Inflação oficial (IPCA), ano a ano
AnoNo ano
2026 (parcial)+4,0%
2025+4,3%
2024+4,8%
2023+4,6%
2022+5,8%
2021+10,1%
2020+4,5%
2019+4,3%
2018+3,7%
2017+2,9%
2016+6,3%
2015+10,7%
2014+6,4%
2013+5,9%
2012+5,8%
2011+6,5%
2010+5,9%
2009+4,3%
2008+5,9%
2007+4,5%
2006+3,1%
2005+5,7%
2004+7,6%
2003+9,3%
2002+12,5%
2001+7,7%
2000+6,0%
1999+8,9%
1998+1,7%
1997+5,2%
1996+9,6%
1995+22,4%
1994+916,4%
1993+2.477,1%
1992+1.119,1%
1991+472,7%
1990+1.621,0%
1989+1.972,9%
1988+980,2%
1987+363,4%
1986+79,7%
1985+242,2%
1984+215,3%
1983+164,0%
1982+104,8%
1981+95,7%
1980+99,3%

Como ler estes números

O acumulado de um governo é a multiplicação das taxas de cada mês. Somar as taxas mensais subestima o resultado, e a diferença cresce com a inflação: dois meses de 10% dão 21%, e não 20%.

Para comparar um mandato de quatro anos com outro de dois, use a coluna por ano. Ela diz qual taxa constante, repetida todo ano, chegaria ao mesmo acumulado. Os governos de antes do Plano Real aparecem com taxas de milhares por cento porque a inflação passava de 50% ao mês: o número é o oficial, mas não se compara com os de depois de 1994.

Monitorados e livres andam em ritmos diferentes. Uma alta de tarifa de energia ou de combustível aparece de uma vez nos monitorados; os livres respondem mais ao câmbio, à safra e à demanda.

O que costuma mover IPCA

Política monetária
O Banco Central sobe ou baixa a Selic para trazer a inflação para a meta definida pelo Conselho Monetário Nacional. O efeito sobre os preços demora meses e não aparece no mesmo mês da decisão. Fonte: Banco Central, metas para a inflação
Câmbio e preços internacionais
Alimentos, combustíveis e bens importados seguem o dólar e as cotações internacionais. Uma desvalorização forte do real costuma passar para os preços ao consumidor em alguns meses. Fonte: Banco Central, metas para a inflação
Preços regulados
Energia, combustíveis, plano de saúde, remédios e transporte público têm reajuste definido por contrato, agência ou governo. Corte de imposto sobre esses itens derruba o índice no mês em que entra em vigor. Fonte: IBGE, IPCA: o que é e como é feito

O que cada série mede

Inflação oficial (IPCA)

Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, do IBGE: variação mensal dos preços de uma cesta de consumo das famílias com renda de 1 a 40 salários mínimos nas áreas pesquisadas. É a meta oficial de inflação do país.

Regra de comparação: Taxas mensais se acumulam multiplicando (1 + taxa de cada mês), nunca somando. Para governos de duração diferente, a taxa anual equivalente põe todos na mesma régua.

  • De 1980 a julho de 1994 a moeda trocou cinco vezes e a inflação passou de 80% ao mês: as taxas da época são reais, mas o acumulado de um governo daquele período chega a milhares por cento.
  • A cesta e os pesos mudam com cada Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF); a série continua comparável como taxa de variação.
  • Série desde jan/1980, último dado em set/2026. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Inflação das famílias de menor renda (INPC)

Índice Nacional de Preços ao Consumidor, do IBGE: mesma coleta do IPCA, com os pesos do consumo das famílias de 1 a 5 salários mínimos. É o índice usado para corrigir o salário mínimo e os benefícios do INSS.

Regra de comparação: Acumulado multiplicativo e taxa anual equivalente. Comparado ao IPCA, mostra se a inflação pesou mais na cesta de quem ganha menos.

  • Como no IPCA, as taxas anteriores ao Real são da hiperinflação: o acumulado de governos daquele período chega a milhares por cento.
  • Série desde jan/1980, último dado em set/2026. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Inflação dos preços livres (IPCA)

IPCA, itens livres (Banco Central, SGS 11428): a parte do índice cujos preços não são administrados por contrato ou por órgão público. Variação mensal em %.

Regra de comparação: Acumulado multiplicativo e taxa anual equivalente.

  • A divisão entre livres e monitorados é do Banco Central, sobre os pesos do IPCA; quando um item muda de regime (passa a ter preço livre), a fronteira entre as duas séries muda junto.
  • Série desde jan/1991, último dado em set/2026. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Inflação dos preços monitorados (IPCA)

IPCA, preços monitorados (Banco Central, SGS 4449): itens cujo preço depende de contrato, tarifa ou decisão de órgão público (energia elétrica, gasolina, gás de botijão, ônibus urbano, plano de saúde, remédios, água e esgoto, entre outros).

Regra de comparação: Acumulado multiplicativo e taxa anual equivalente.

  • Reduções de imposto e mudanças de regra mexem nesta série de uma vez (julho de 2022, por exemplo, tem queda forte com o corte de ICMS sobre combustível e energia).
  • Série desde jan/1991, último dado em set/2026. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Inflação de serviços (IPCA)

IPCA, serviços (Banco Central, SGS 10844): itens de serviço do IPCA, que dependem mais de salário e de demanda interna do que de câmbio.

Regra de comparação: Acumulado multiplicativo e taxa anual equivalente.

  • A classificação de serviços acompanha a estrutura do IPCA vigente em cada época.
  • Série desde jan/1991, último dado em set/2026. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Calcule e entenda no ValorFinal

Ferramentas e guias do portal sobre o mesmo assunto, para levar o número para a sua conta.

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Para continuar

No mesmo tema: inflação dos alimentos por governo desde 1991, inflação por grupo do ipca em cada governo, preço da gasolina por governo desde 2001. Em outras áreas do portal: iPCA acumulado em 12 meses e no ano, calculadora de inflação. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: IBGE (SGS 433), cálculo ValorFinal, versão 77bee443; a página é atualizada a cada divulgação mensal.

ValorFinal. Inflação por governo (referência: setembro de 2026): Inflação oficial (IPCA): +4,6%, 12 meses até set/2026, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/inflacao-por-governo. Fonte do dado: IBGE (SGS 433), cálculo ValorFinal, versão 77bee443.

Os números desta versão dos dados (77bee443) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/77bee443. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre inflação por governo

O que é inflação e o que ela muda na sua vida?

Inflação é a subida dos preços. Quando ela está alta, o mesmo dinheiro compra menos coisas. Um salário que não sobe junto perde valor todo mês. Quando sobe: Comida, luz e transporte ficam mais caros. O salário compra menos. O Banco Central tende a subir os juros para segurar os preços. Quando cai: Os preços sobem mais devagar. O salário perde menos valor. Fica mais fácil planejar as contas do mês.

Qual é a inflação em 12 meses?

Inflação oficial (IPCA), 12 meses até setembro de 2026: +4,6%, pela série SGS 433 (IBGE). Doze meses antes: +5,2%. Calendário da fonte: cerca de 10 dias depois do fim do mês.

Inflação oficial (IPCA): em qual governo mais mudou?

Entre os mandatos encerrados com a série completa depois do Plano Real, a maior variação por ano foi no de Dilma Rousseff (2º mandato): +14,3% (+10,5% por ano), de dez/2014 a abr/2016. A menor foi no de Michel Temer: +9,9% (+3,6% por ano), de abr/2016 a dez/2018. Sarney, Collor, Itamar ficam fora da comparação: os números deles são de hiperinflação, de antes de julho de 1994, e não se comparam com os de depois. A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.

IPCA: como mudou no governo atual?

Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): +18,9% (+4,7% por ano), de dez/2022 a set/2026. O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.

Desde quando existe a série de IPCA?

Desde jan/1980. De 1980 a julho de 1994 a moeda trocou cinco vezes e a inflação passou de 80% ao mês: as taxas da época são reais, mas o acumulado de um governo daquele período chega a milhares por cento.

Por que não somar as taxas de cada mês?

Porque a inflação de um mês incide sobre os preços já reajustados no mês anterior. Dois meses de 10% dão 21% no acumulado, e não 20%. A diferença cresce com taxas altas: nos anos da hiperinflação, somar as taxas daria um número várias vezes menor que o real. O acumulado desta página multiplica (1 + taxa) mês a mês.

Posso baixar os dados?

Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. IBGE: uso livre com citação da fonte (Termos de uso do IBGE). O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.