Glossário do Curso de LinkedIn
Todos os termos do curso em um só lugar, com definições simples. Use a busca para achar rápido.
- Abordagem fria
- A mensagem enviada a alguém que não te conhece, como um recrutador com quem você nunca falou. Ela funciona melhor quando é curta, traz um contexto que justifica o contato e faz um pedido claro, em vez de um apelo vago. Ver na aula →
- Alcance
- O número de pessoas que veem uma publicação sua no feed. No LinkedIn ele começa pela sua rede e pode crescer quando essas pessoas reagem ou comentam, o que mostra o post a mais gente. Ver na aula →
- Alcance do comentário
- A quantidade de pessoas que veem o seu comentário. Como ele aparece para quem segue o autor e para quem lê a publicação, um bom comentário costuma alcançar mais gente do que muitos posts publicados do zero. Ver na aula →
- Alcance orgânico
- Quantas pessoas veem uma publicação sem que você pague por isso. No LinkedIn, o alcance orgânico de um perfil pessoal costuma ser maior que o de uma página de empresa, porque o feed dá mais espaço a conteúdo de gente real. Ver na aula →
- Alerta de vaga
- A configuração que faz o LinkedIn avisar você quando surgem vagas novas dentro dos critérios que você definiu. Em vez de procurar toda hora, você recebe as oportunidades por notificação ou e-mail assim que aparecem. Ver na aula →
- Alucinação da IA
- Quando a ferramenta apresenta com segurança uma informação falsa ou inventada, como um dado, uma citação ou um fato que não existe. Por parecer confiante, engana quem não confere, o que torna a checagem obrigatória. Ver na aula →
- Amostra de trabalho
- Um exemplo concreto do que você produz: uma peça de design, um texto que escreveu, uma foto de um projeto, uma planilha que montou. É a matéria-prima do portfólio e a prova mais direta da sua competência. Ver na aula →
- Ampliação por funcionários
- O efeito de as pessoas do time compartilharem, comentarem e curtirem o conteúdo da página nos próprios perfis. Como gente engaja com gente, isso leva o conteúdo da marca a redes muito maiores do que só os seguidores da página. Ver na aula →
- Aparição em busca
- O registro de que o seu perfil apareceu na lista de resultados quando alguém fez uma pesquisa no LinkedIn, tenha essa pessoa clicado ou não. Mede o quanto você entra no radar de quem procura. Ver na aula →
- Área acima da dobra
- A parte do perfil que aparece na tela sem precisar rolar: foto, capa, nome, título e o começo do Sobre. É o que forma a primeira impressão em segundos, então merece atenção maior no diagnóstico. Ver na aula →
- Artigo do LinkedIn
- Um texto longo publicado dentro do próprio LinkedIn, com título, imagem de capa e formatação, parecido com um post de blog. Diferente do post comum, que é curto, o artigo fica salvo numa página própria e pode ser fixado nos Destaques. Ver na aula →
- Ataque pessoal
- Quando a resposta mira quem falou, e não o que foi dito. Chamar o outro de burro ou desonesto é ataque pessoal. Ele encerra o debate de ideias e, em público, quase sempre mancha mais quem ataca do que quem foi atacado. Ver na aula →
- Autenticidade
- A marca de que o texto foi escrito por você, com a sua experiência, o seu jeito de falar e os seus exemplos. É o que faz um post soar humano e confiável, e é justamente o que se perde quando a IA escreve tudo do zero. Ver na aula →
- Autoridade de marca
- A percepção de que uma empresa entende de verdade de um assunto da sua área. Constrói-se com o tempo, publicando conteúdo consistente e útil, até que o público associe a marca àquele tema. Ver na aula →
- Autoridade de tema
- Ser reconhecido por entender de um assunto específico. Ela se constrói publicando com constância sobre um tema ligado ao que você resolve, até o seu nome vir à cabeça das pessoas quando aquele problema aparece. Ver na aula →
- Autoridade profissional
- A percepção de que você entende de um assunto da sua área. No LinkedIn ela se constrói com o tempo, publicando conteúdo útil e comentando com maturidade, até que as pessoas passem a associar o seu nome a um tema. Ver na aula →
- Banco de ideias
- Uma lista onde você anota temas de post à medida que aparecem, para não depender de inspiração na hora de publicar. Pode ser uma nota no celular, e é o que garante que você sempre tenha o que escrever. Ver na aula →
- Bastidores
- Post que mostra o processo por trás do trabalho: um projeto em andamento, uma escolha difícil, uma rotina. Aproxima quem lê porque revela a pessoa por trás do cargo, sem precisar de nenhuma grande sacada. Ver na aula →
- Busca do LinkedIn
- O campo onde qualquer pessoa digita um cargo, uma habilidade ou um nome para achar perfis, empresas e vagas. Recrutadores usam versões com mais filtros, mas a lógica é a mesma: o sistema procura os termos que você digitou dentro dos perfis. Ver na aula →
- Calendário de conteúdo
- Um plano simples que diz o que e quando você vai publicar num período. Não precisa ser sofisticado: uma tabela com a data, o formato e o tema de cada post já organiza a sua presença e evita depender de inspiração de última hora. Ver na aula →
- Calendário editorial
- Um plano simples do que você vai publicar e quando. Não precisa de ferramenta sofisticada; uma lista basta. Ele tira a decisão do calor da hora e transforma a intenção de postar numa rotina que se sustenta. Ver na aula →
- Cargo atual
- O rótulo formal da sua função hoje, do jeito que consta no contrato ou no crachá. Ele é um fato do presente e não deve ser mentido, mas raramente conta sozinho a história que você quer que o perfil conte. Ver na aula →
- Cargo-alvo
- O cargo que você quer conquistar, que nem sempre é o que você ocupa hoje. Alinhar o perfil ao cargo-alvo significa escrever pensando em quem contrata para essa posição, e não apenas descrever o passado. Ver na aula →
- Carrossel
- Sequência de páginas que a pessoa desliza para o lado dentro do post, publicada no LinkedIn como um documento em PDF. Bom para passo a passo e listas, porque separa cada ponto numa página e mantém a atenção mais tempo. Ver na aula →
- Case
- O relato curto de um trabalho que você fez, contado como uma história com problema, ação e resultado. Em vez de listar tarefas, o case mostra o que estava errado, o que você fez para resolver e o que mudou depois. Ver na aula →
- Certificado
- O comprovante de que você concluiu um curso ou uma capacitação, geralmente emitido por uma instituição ou plataforma. No LinkedIn, entra numa seção própria e ajuda a mostrar domínio de uma ferramenta, método ou tema específico. Ver na aula →
- Chamada para ação
- A frase no fim do texto que diz à pessoa o próximo passo, como mandar uma mensagem, conhecer um trabalho ou entrar em contato. Sem ela, quem gostou do seu perfil fica sem saber o que fazer em seguida. Ver na aula →
- Cliente ideal
- O tipo de cliente que mais se beneficia do que você oferece e que você atende melhor. Definir cargo, setor, tamanho de empresa e problema típico ajuda a saber quem procurar e a não perder tempo com quem não tem a ver com o seu serviço. Ver na aula →
- Comentário de valor
- Um comentário que acrescenta algo ao post: um exemplo, uma experiência sua, uma pergunta boa ou um ponto de vista. Difere do parabéns pelo post e do concordo, que não somam nada e passam quase despercebidos. Ver na aula →
- Comentário que agrega
- O comentário que acrescenta algo à publicação: uma experiência, um dado, uma pergunta boa, um ponto de vista. É o oposto do parabéns solto, e é o que faz outras pessoas repararem em quem comentou. Ver na aula →
- Competência
- Uma habilidade que você lista no perfil, como Excel, gestão de projetos ou negociação. Outras pessoas podem validar as suas competências, e elas ajudam o seu perfil a aparecer em buscas por essas habilidades. Ver na aula →
- Competências
- A lista de habilidades que você adiciona ao perfil, como Excel, gestão de projetos ou atendimento ao cliente. Outras pessoas podem confirmar essas habilidades, e elas também ajudam o perfil a aparecer nas buscas por quem tem aquela skill. Ver na aula →
- Conexão
- Relação de duas vias no LinkedIn, em que ambos aceitaram se conectar e passam a ver o conteúdo um do outro. Quem se conecta com você também vira seu seguidor de forma automática. Ver na aula →
- Conexão de primeiro grau
- A pessoa com quem você já está conectado diretamente no LinkedIn. Vocês veem as publicações um do outro no feed e podem se enviar mensagens sem restrição. É a base do alcance da sua rede. Ver na aula →
- Conexão estratégica
- Uma pessoa que faz sentido na sua rede por causa do seu objetivo, como alguém da sua área, um recrutador do seu setor ou um possível cliente. Não é sobre quantidade, é sobre conectar com quem tem relação real com o que você busca. Ver na aula →
- Constância
- Publicar com regularidade ao longo do tempo, mesmo que pouco. Vale mais que picos de intensidade seguidos de sumiço, porque mantém você presente na memória da rede e no feed sem exigir esforço insustentável. Ver na aula →
- Conteúdo artificial
- O texto que soa como escrito por máquina: polido, correto e vazio, cheio de frases infladas e sem experiência real por trás. Passa despercebido no feed justamente porque não diz nada que só aquela pessoa poderia dizer. Ver na aula →
- Conteúdo de autoridade
- Post que ensina algo prático da sua área, como um passo a passo, uma dica ou uma explicação. Ele constrói a percepção de que você entende do assunto porque mostra utilidade, não porque se autoelogia. Ver na aula →
- Conteúdo de bastidores
- Publicações que mostram o dia a dia da empresa por trás do produto: a equipe, o processo, os desafios e as pequenas conquistas. Aproxima o público porque humaniza a marca, em vez de só anunciar o que ela vende. Ver na aula →
- Controle de candidaturas
- O registro, mesmo que simples, de para quais vagas você se candidatou, quando, e em que fase cada uma está. Pode ser uma planilha ou uma lista; o objetivo é não perder o fio nem esquecer retornos e prazos. Ver na aula →
- Conversão
- O passo em que uma conversa vira uma ação concreta, como aceitar uma reunião. No relacionamento comercial, converter bem é propor o próximo passo certo na hora certa, sem pressa e sem pressão. Ver na aula →
- Convite com nota
- O pedido de conexão acompanhado de uma mensagem curta explicando quem você é e por que quer conectar. Ele tem taxa de aceite muito maior que o convite seco e abre espaço para uma conversa, em vez de só engordar o número. Ver na aula →
- Convite frio
- O pedido de conexão enviado sem nenhuma mensagem, ou com um texto genérico. Ele chega sem contexto, então a pessoa precisa adivinhar quem você é e por que deveria aceitar, o que reduz muito a chance de aceite. Ver na aula →
- Credencial verificável
- Um certificado que pode ser conferido, seja por um código, um link da instituição ou uma página oficial. Certificações reconhecidas costumam oferecer isso, o que dá mais peso do que um curso sem comprovação nenhuma. Ver na aula →
- Curadoria
- O ato de escolher poucos itens bons em vez de mostrar tudo. Nos Destaques, curadoria é decidir o que merece o espaço de vitrine e o que fica de fora para não distrair de quem visita o perfil. Ver na aula →
- Currículo parado
- O perfil preenchido uma única vez e abandonado, como um documento guardado na gaveta. Ele até existe, mas não aparece nas buscas com força, não circula no feed e passa a impressão de conta esquecida. Ver na aula →
- Dado de contato
- Informação que permite falar com você fora da plataforma, como telefone, e-mail e endereço. No LinkedIn, você escolhe se e para quem esses dados aparecem, em vez de deixá-los abertos por padrão para toda a internet. Ver na aula →
- Debate saudável
- A troca em que as pessoas discordam sobre o assunto, apresentam argumentos e mantêm o respeito. É o tipo de discussão que agrega valor no LinkedIn e mostra a sua maturidade, mesmo quando ninguém muda de opinião no fim. Ver na aula →
- Descoberta
- O momento em que alguém encontra você no LinkedIn, seja porque buscou por um perfil como o seu, seja porque a sua publicação apareceu no feed dela. É o primeiro passo de quase toda oportunidade na plataforma. Ver na aula →
- Descrição da página
- O texto que explica o que a empresa faz, para quem e o que a diferencia. Aparece na aba Sobre da página e é um dos campos que o LinkedIn usa para mostrar a empresa nas buscas. Ver na aula →
- Detalhe específico
- Uma informação concreta e única, como um número, um nome, um caso ou um exemplo real, que ancora o texto na sua experiência. É o principal antídoto contra o genérico, porque não dá para copiar de um modelo. Ver na aula →
- Diagnóstico de perfil
- A revisão organizada de cada parte do seu perfil para descobrir o que já funciona e o que precisa mudar. É o retrato do ponto de partida, feito antes de qualquer reescrita, para você saber onde vale gastar energia primeiro. Ver na aula →
- Diferencial
- O que separa você de outros profissionais que fazem algo parecido. Pode ser uma combinação incomum de habilidades, uma experiência específica ou um jeito próprio de entregar. Diferencial de verdade é concreto e demonstrável, não um adjetivo genérico. Ver na aula →
- Dividir o crédito
- Reconhecer, ao contar uma conquista, as pessoas e as circunstâncias que ajudaram a chegar lá. Além de justo, mostra maturidade e faz o post soar como celebração generosa, não como troféu erguido sozinho. Ver na aula →
- Documento (PDF)
- Um arquivo, geralmente em PDF, que você carrega no LinkedIn e que a pessoa folheia como uma apresentação de slides. Serve para portfólios, cases e resumos de projeto, e pode ser fixado nos Destaques como um cartão. Ver na aula →
- Engajamento
- As interações que uma publicação recebe: curtidas, comentários, compartilhamentos e cliques. Costuma ser um sinal melhor de que o conteúdo interessou do que o número puro de pessoas alcançadas. Ver na aula →
- Engajamento vazio
- Curtidas e comentários que o post arranca por apelo emocional ou polêmica, sem que nada de útil tenha sido dito. O número sobe, mas não gera confiança nem lembra o seu nome por um bom motivo. Ver na aula →
- Escaneabilidade
- A facilidade de passar o olho pelo texto e captar a mensagem sem ler cada palavra. Vem de frases curtas, parágrafos pequenos e espaço em branco. No feed do celular, ela é o que decide se a pessoa lê ou desiste. Ver na aula →
- Especificidade
- O uso de detalhes concretos como números, ferramentas, resultados e público atendido. É o oposto do vago: em vez de dizer que é bom no que faz, você mostra com fatos, o que torna o perfil crível e único. Ver na aula →
- Espelhar a vaga
- Usar no perfil as mesmas palavras que o anúncio da vaga usa para descrever o que procura, desde que sejam verdadeiras sobre você. Isso ajuda o recrutador e os sistemas de triagem a reconhecerem que você tem o que a vaga pede. Ver na aula →
- Filtro de vaga
- A opção que reduz a lista de vagas a partir de um critério, como cidade, modelo de trabalho, nível de experiência ou data de publicação. Usar filtros transforma centenas de resultados soltos em uma lista curta e relevante. Ver na aula →
- Foco em resultado
- Descrever o que a sua atuação produziu, e não apenas as tarefas que você executava. Em vez de dizer que era responsável por atendimento, mostrar que reduziu o tempo de resposta ou aumentou a satisfação dos clientes. Ver na aula →
- Foto de perfil
- A imagem redonda ao lado do seu nome, que aparece em toda busca, comentário e mensagem no LinkedIn. É o rosto que representa você na plataforma e o primeiro sinal de que ali tem uma pessoa real e presente. Ver na aula →
- Frequência
- Quantas vezes você publica num período, por exemplo uma ou duas vezes por semana. A frequência certa é a maior que você consegue manter sem sofrer, porque a constância importa mais que o volume. Ver na aula →
- Funil do perfil
- A sequência de etapas entre aparecer para alguém e virar oportunidade: aparição em busca, visita ao perfil e ação, como mensagem ou convite. Olhar em qual etapa os números caem mostra onde ajustar. Ver na aula →
- Gancho
- A primeira linha do post, a que aparece no feed antes do 'ver mais'. Ela decide se a pessoa para para ler ou continua rolando. Um bom gancho desperta curiosidade sem entregar tudo de uma vez. Ver na aula →
- Gancho de abertura
- O motivo concreto que dá início à conversa: um conteúdo que a pessoa publicou, uma conquista dela, um interesse em comum. Ele tira o diálogo do vazio e dá à outra pessoa um assunto fácil de responder. Ver na aula →
- Higiene digital
- O conjunto de hábitos que mantêm a sua presença online saudável e segura, como revisar privacidade, usar senha forte e pensar antes de publicar. Assim como a higiene do corpo, funciona pela repetição, não por um esforço único. Ver na aula →
- Humblebrag
- A gabolice disfarçada de humildade, quando a pessoa finge reclamar ou minimizar para na verdade se exibir. Um exemplo é dizer que está sem jeito com tanto reconhecimento enquanto lista todos os prêmios. Soa falso e costuma incomodar mais do que a exibição direta. Ver na aula →
- IA como revisora
- Usar a inteligência artificial para melhorar um texto que você escreveu: corrigir acentos, enxugar, sugerir uma ordem melhor. A ideia é escrita, e o autor é você; a ferramenta só lapida o que já existe. Ver na aula →
- Imagem de capa
- A faixa larga no topo do perfil, atrás da foto. Serve como um cartaz da sua página: pode reforçar a sua área, o seu objetivo ou só passar um clima cuidado, em vez de deixar o fundo cinza padrão. Ver na aula →
- Impressão
- Cada vez que a sua publicação apareceu na tela de alguém, tenha a pessoa parado para ler ou apenas passado direto. Mede alcance bruto, não interesse. Uma impressão não é a mesma coisa que um leitor. Ver na aula →
- Incoerência de posicionamento
- O descompasso entre o que o perfil afirma e o que ele mostra. Dizer-se especialista em um tema e não ter nenhuma experiência, conteúdo ou entrega que confirme isso gera desconfiança em quem lê. Ver na aula →
- Jargão corporativo
- Aquele conjunto de expressões infladas que aparece muito no trabalho, como sinergia, entregar valor, mindset e disruptivo. Não são erradas em si, mas quando enchem um texto elas afastam o leitor, porque soam decoradas em vez de ditas por uma pessoa. Ver na aula →
- Jargão vago
- Palavra bonita que soa importante mas não descreve nada concreto que alguém procuraria, como proativo, dinâmico ou apaixonado por desafios. Enche o perfil sem ajudar a ser encontrado. Ver na aula →
- LGPD
- A Lei Geral de Proteção de Dados, número 13.709 de 2018, é a lei brasileira que regula como dados pessoais podem ser coletados e usados. Ela dá a você direitos sobre as suas informações, como saber quem as usa e pedir correção ou exclusão. Ver na aula →
- Lição aprendida
- Um formato de post em que você conta algo que errou ou descobriu no trabalho e o que tirou daquilo. Funciona bem porque é concreto, honesto e útil para quem passa pela mesma situação. Ver na aula →
- Licença
- A autorização formal para exercer uma atividade que a lei ou uma entidade regula, como o registro em um conselho profissional ou uma habilitação técnica. Sem ela, em algumas áreas a pessoa não pode atuar, então registrá-la no perfil é importante. Ver na aula →
- Licenças e certificações
- A seção do perfil do LinkedIn onde você registra cursos, certificados e credenciais, com nome, instituição, data e um link de verificação quando existe. É o lugar oficial dessas informações, separado dos Destaques. Ver na aula →
- Rede social voltada ao mundo profissional, onde as pessoas mantêm um perfil de carreira, se conectam com colegas, acompanham empresas, veem vagas e publicam conteúdo ligado ao trabalho. É de longe a maior rede desse tipo no mundo e no Brasil. Ver na aula →
- Lote de conteúdo
- Reservar um momento para escrever vários posts de uma vez, em vez de um por dia sob pressão. Deixa os posts prontos para publicar ao longo dos dias e protege o ritmo nas semanas em que falta tempo ou inspiração. Ver na aula →
- Marketing de atração
- A estratégia de atrair o cliente com conteúdo útil, em vez de interromper com propaganda. No LinkedIn, é publicar coisas que ajudam o seu público a resolver problemas, de modo que ele procure você quando precisar do que você vende. Ver na aula →
- Matéria-prima
- O fato bruto do seu dia de trabalho que vira conteúdo: um problema resolvido, um erro cometido, uma conversa reveladora. Ela está por toda parte na rotina; o trabalho é reparar nela e dar forma. Ver na aula →
- Mensagem de agradecimento
- A resposta curta e educada ao aceite de um convite. Serve para reconhecer a conexão e, quando faz sentido, puxar um assunto leve, sem pedir nada. É uma forma simples de a relação não morrer no aceite. Ver na aula →
- Mensagem em massa
- O texto igual enviado a muitas pessoas de uma vez, sem personalização. É facilmente reconhecido como automático, costuma ser ignorado e, quando parece venda, prejudica a sua imagem. Ver na aula →
- Mensagem fria
- O contato enviado a alguém que não conhece você e não esperava a mensagem. Ela não é proibida, mas funciona muito melhor quando é curta, humana e sobre a pessoa, não uma oferta pronta colada para todo mundo. Ver na aula →
- Mensagem profissional
- A frase curta que resume o que você faz, para quem e com que valor. É a versão condensada do seu posicionamento, usada no título e na abertura do Sobre, feita para ser entendida por qualquer pessoa em segundos. Ver na aula →
- Meta honesta
- Objetivo que depende de esforço seu, não de sorte ou de números que você não controla. Prometer publicar toda semana é honesto; prometer mil seguidores em um mês não é, porque não está na sua mão. Ver na aula →
- Meta realista
- Um objetivo que você tem condições concretas de cumprir na sua rotina, e não o ideal de um mundo perfeito. Metas realistas sustentam a constância; metas exageradas geram frustração e fazem largar o plano. Ver na aula →
- Métrica acionável
- Número que aponta para uma decisão concreta, como quantas visualizações de perfil viraram mensagem ou qual publicação trouxe mais gente da sua área. Serve para ajustar o que você faz. Ver na aula →
- Métrica de resultado
- O número ligado ao que você de fato quer, como entrevistas marcadas, propostas recebidas ou clientes fechados. Está no fim da cadeia e é o que valida se as métricas intermediárias estão levando a algo. Ver na aula →
- Métrica de vaidade
- Um número que parece importante mas diz pouco sobre resultado real, como um total alto de seguidores acumulado que quase não interage. Impressiona à primeira vista e engana quem decide por ele. Ver na aula →
- Mostrar em vez de afirmar
- Deixar o leitor concluir a sua qualidade a partir do que você fez, em vez de você mesmo cravar que a tem. Em vez de dizer sou proativo, você conta a situação em que agiu sem ninguém pedir. A cena convence, o rótulo não. Ver na aula →
- Networking
- A construção e a manutenção de relações profissionais. Não é sair pedindo favor, e sim criar e cuidar de contatos ao longo do tempo, para que exista relação de verdade quando uma oportunidade surgir de qualquer um dos lados. Ver na aula →
- Nicho
- Um recorte mais estreito dentro da sua área, definido por setor, público ou tipo de problema. Em vez de designer, designer para pequenas clínicas. O nicho ajuda as pessoas certas a lembrarem de você quando o assunto aparece. Ver na aula →
- Nota de convite
- A mensagem curta que acompanha o pedido de conexão no LinkedIn. Ela é opcional, mas é o que transforma um convite frio em um começo de conversa, explicando quem você é e por que quer se conectar. Ver na aula →
- Nota do convite
- A mensagem curta que você pode anexar ao enviar um convite de conexão no LinkedIn. Um convite com uma nota pessoal e específica tem muito mais chance de ser aceito do que um convite vazio ou com texto genérico. Ver na aula →
- Open to Work
- O recurso do LinkedIn que sinaliza que você está aberto a novas oportunidades. Pode ser configurado de forma discreta, visível só para recrutadores, ou com uma faixa que aparece na sua foto para todo mundo. Ver na aula →
- Origem da visita
- O caminho pelo qual a pessoa chegou ao seu perfil: uma busca, uma publicação sua, um comentário que você deixou ou um convite. Saber a origem ajuda a entender o que está trazendo gente até você. Ver na aula →
- Página da empresa
- O perfil oficial de uma marca no LinkedIn (LinkedIn Page), separado dos perfis pessoais. Serve para institucional, vagas e anúncios, mas costuma ter alcance orgânico menor que o de uma pessoa, porque as pessoas interagem mais com gente do que com marcas. Ver na aula →
- Página de empresa
- O perfil oficial de uma empresa, marca ou negócio dentro do LinkedIn, separado dos perfis pessoais. Ela tem nome, logo, descrição e publicações próprias, e é administrada por uma ou mais pessoas ligadas ao negócio. Ver na aula →
- Palavra-chave
- O termo que alguém digita ao procurar profissionais na sua área, como o nome de um cargo ou de uma habilidade. Ter essas palavras no título aumenta a chance de você aparecer quando um recrutador ou cliente faz a busca. Ver na aula →
- Palavra-chave da área
- O termo que os recrutadores digitam na busca para achar profissionais como você, por exemplo o nome do cargo, de uma ferramenta ou de uma habilidade. Quando ele aparece no seu perfil nos lugares certos, você entra nos resultados dessas buscas. Ver na aula →
- Palavra-chave da vaga
- Um termo que aparece na descrição da vaga e que o recrutador ou o sistema de triagem procura no seu currículo, como uma ferramenta, uma habilidade ou uma responsabilidade. Ter os termos que você domina de verdade ajuda a passar pela primeira peneira. Ver na aula →
- Palavra-chave do perfil
- Termo que descreve a sua área, cargo ou habilidade e que você coloca em pontos estratégicos do perfil, como título, Sobre e experiência, para casar com o que as pessoas pesquisam. Ver na aula →
- Palavra-chave profissional
- Um termo que alguém digitaria para encontrar um profissional como você: o nome do cargo, uma habilidade, uma ferramenta ou o setor em que atua. É a ponte entre quem procura e o seu perfil. Ver na aula →
- Pegada digital
- O rastro que você deixa na internet: posts, comentários, curtidas e fotos que ficam registrados e podem ser encontrados depois. No LinkedIn, esse rastro é lido por recrutadores e clientes, então cada publicação soma ou tira da sua imagem. Ver na aula →
- Perfil encontrável
- O perfil que reúne as condições para aparecer nas buscas certas: título com os termos principais, Sobre com contexto, experiências descritas e localização informada. É o resultado prático de aplicar tudo o que o módulo ensinou. Ver na aula →
- Perfil genérico
- O perfil que tenta agradar a todos e por isso não fica na memória de ninguém. Descreve tudo o que a pessoa já fez sem hierarquia, sem nicho e sem diferencial, o que torna difícil lembrar dele quando uma oportunidade específica aparece. Ver na aula →
- Perfil pessoal
- A conta de uma pessoa física no LinkedIn, com nome, foto, título e histórico de carreira. É onde acontece a maior parte das conexões e conversas, e não se confunde com a página, que representa a marca. Ver na aula →
- Perfil pronto para vaga
- O perfil com os campos principais preenchidos e coerentes com o tipo de vaga que você quer: foto, título, Sobre, experiências e competências. Ele está pronto quando um recrutador que nunca ouviu falar de você entende em segundos o que você faz. Ver na aula →
- Perfil vivo
- O perfil de quem aparece com alguma regularidade: entra, comenta, reage, publica de vez em quando e mantém a rede. Não exige muito tempo, mas sinaliza para a plataforma e para as pessoas que ali tem alguém presente. Ver na aula →
- Phishing
- A tentativa de te enganar para você entregar senha, dado bancário ou informação pessoal, em geral por um link falso que imita um site conhecido. No LinkedIn, chega disfarçado de proposta de emprego, teste ou verificação de conta. Ver na aula →
- Pilar de conteúdo
- Um dos poucos temas centrais que você quer ser lembrado por defender ou dominar. Ter dois ou três pilares dá foco ao perfil e uma fonte constante de assunto, em vez de posts soltos sobre coisas sem relação. Ver na aula →
- Pitch
- O discurso curto que apresenta o que você vende e o valor disso. No LinkedIn, o erro é usar o pitch como primeira mensagem para um estranho. Ele tem lugar, mas depois que existe conversa e a pessoa demonstrou algum interesse. Ver na aula →
- Pitch frio
- A mensagem de venda ou pedido enviada logo no primeiro contato, sem nenhuma relação prévia. É um dos erros mais comuns de networking, porque cobra confiança de quem ainda não tem motivo nenhum para confiar em você. Ver na aula →
- Plano em fases
- Um roteiro que divide um objetivo grande em etapas menores e sequenciais, cada uma com foco próprio. Em 90 dias, costuma virar três fases de 30 dias: arrumar a base, criar ritmo e ampliar. Reduz a sensação de tarefa gigante e evita o abandono. Ver na aula →
- Podar
- Remover da vitrine o que não está mais forte, para o conjunto continuar afiado. Podar não é apagar da vida, muitas vezes o item só sai dos Destaques e continua na seção completa, fora do palco principal. Ver na aula →
- Ponte de carreira
- A forma de conectar, no perfil, o que você faz hoje com o que você quer fazer. Em vez de esconder o presente ou inventar o futuro, você mostra as habilidades e entregas atuais que já apontam para o posicionamento desejado. Ver na aula →
- Portfólio
- Uma coleção organizada de amostras do seu trabalho, montada para mostrar o que você sabe fazer. Não precisa de site: pode ser um documento em PDF com imagens, textos ou exemplos, fixado nos Destaques do perfil. Ver na aula →
- Posicionamento profissional
- A percepção que você escolhe criar sobre o seu trabalho: em que assunto quer ser lembrado, para qual público e por qual valor. No LinkedIn é o que dá direção ao título, ao Sobre e ao conteúdo, para o perfil não sair falando de tudo ao mesmo tempo. Ver na aula →
- Post artificial
- Publicação montada para arrancar reação, com história provavelmente inventada, emoção exagerada ou lição forçada colada num fato banal. Engana no primeiro momento, mas soa falso e desgasta a credibilidade de quem publica. Ver na aula →
- Post genérico
- A publicação que poderia ter sido escrita por qualquer pessoa, sem experiência própria nem opinião real. É o resultado típico de quem pede um post à IA sem trazer uma ideia sua para dentro. Ver na aula →
- Post no impulso
- A publicação feita no calor da emoção, sem parar para reler. É a origem de boa parte dos arrependimentos: algo escrito com raiva ou euforia soa diferente horas depois, quando já foi visto por muita gente. Ver na aula →
- Preferências de vaga
- O conjunto de escolhas que você informa à plataforma sobre o que procura: cargos, locais, modelo de trabalho e tipo de contrato. Elas orientam as vagas sugeridas e ajudam os recrutadores a encontrar você para posições coerentes. Ver na aula →
- Prompt
- A instrução que você escreve para uma ferramenta de IA. Quanto mais claro e detalhado o prompt, com contexto sobre você e o objetivo, mais próximo do útil vem o resultado. Um prompt vago gera uma resposta vaga. Ver na aula →
- Proposta de valor
- A parte da mensagem que responde por que alguém deveria se importar: o resultado, o benefício ou o problema que você resolve. Não é o que você faz, e sim o que a outra pessoa ganha com isso. Ver na aula →
- Prospecção
- O trabalho de encontrar e mapear possíveis clientes antes de qualquer venda. No LinkedIn, é usar a busca e os filtros para achar as pessoas certas e organizá-las numa lista para se aproximar com calma, não para disparar oferta. Ver na aula →
- Prova concreta
- Um fato específico que sustenta o que você afirma: um número, um projeto, um resultado, um exemplo real. É o que separa um Sobre que convence de um que só lista qualidades vagas. Ver na aula →
- Prova de competência
- O ato de demonstrar uma habilidade na prática, em vez de apenas afirmá-la. No LinkedIn, um post que ensina, analisa ou resolve algo da sua área funciona como prova, porque quem lê vê você aplicando o conhecimento. Ver na aula →
- Prova de trabalho
- Um post que mostra na prática algo que você fez, resolveu ou aprendeu. Vale mais que dizer que você é bom em algo, porque a pessoa vê a evidência em vez de só ler uma afirmação. Ver na aula →
- Prova social
- A evidência de que outras pessoas confiam ou já se beneficiaram do que você oferece. Recomendações, depoimentos, casos e menções de clientes valem mais que o autoelogio, porque vêm de fora e são mais difíceis de forjar. Ver na aula →
- Rascunho
- Uma primeira versão de um texto, feita para ser revisada e mudada, não para ir ao ar como está. No trabalho com IA, tudo o que a ferramenta devolve é rascunho: ponto de partida, nunca ponto final. Ver na aula →
- Reciprocidade
- A tendência natural de retribuir o que se recebe. No networking, ela funciona quando você ajuda, reconhece e apoia sem cobrar, criando uma disposição genuína dos contatos de fazer o mesmo por você mais tarde. Ver na aula →
- Recomendação
- Um texto que outra pessoa escreve no seu perfil contando como foi trabalhar com você. Diferente da simples confirmação de uma competência, a recomendação é um depoimento com nome e rosto, o que lhe dá bastante peso. Ver na aula →
- Recomendação de vagas
- As vagas que o LinkedIn mostra para você sem que você tenha procurado. Elas saem do que está escrito no seu perfil, como título, Sobre, experiência, formação e a região que você marcou como preferida. Ver na aula →
- Recrutador
- A pessoa responsável por encontrar e selecionar candidatos para vagas, seja dentro da empresa que contrata, seja em uma consultoria de recrutamento. No LinkedIn, muitos recrutadores buscam ativamente perfis e respondem a mensagens bem escritas. Ver na aula →
- Rede aquecida
- O conjunto de contatos com quem você mantém alguma interação ao longo do tempo, mesmo que pequena. É o oposto da rede fria, com quem você só falou uma vez, e é ela que responde quando surge uma oportunidade. Ver na aula →
- Rede de segundo grau
- As pessoas conectadas às suas conexões, mas não a você diretamente. Elas são a ponte para novos contatos e oportunidades, porque uma conexão em comum facilita a apresentação e a confiança. Ver na aula →
- Rede profissional
- O conjunto de pessoas com quem você está conectado com foco em trabalho: ex-colegas, gente da sua área, recrutadores, clientes e parceiros. No LinkedIn essa rede é a base de quase tudo, porque é ela que faz o seu conteúdo e o seu perfil circularem. Ver na aula →
- Rede relevante
- O conjunto de contatos que têm ligação real com a sua área, com quem você já trocou algo ou pode trocar. Vale mais que uma rede grande e aleatória, porque é ela que faz o seu nome circular entre as pessoas certas. Ver na aula →
- Reputação
- A imagem que as pessoas formam de você a partir do que você diz e faz na plataforma, inclusive nos comentários. Ela se constrói devagar com boas interações e pode ser abalada rápido por uma briga ou um comentário agressivo. Ver na aula →
- Reputação profissional
- O que as pessoas dizem e pensam de você quando você não está por perto. O posicionamento é a intenção; a reputação é o resultado construído ao longo do tempo, com coerência entre o que você diz que faz e o que entrega de fato. Ver na aula →
- Resultado
- O que mudou por causa do seu trabalho. Pode ser um número, como vendas que subiram, ou algo concreto sem número, como um processo que ficou mais rápido ou um cliente que voltou a comprar. É a parte que prova o valor do que você fez. Ver na aula →
- Revisão de verdade
- A leitura atenta do texto da IA para confirmar que cada afirmação é verdadeira sobre você e sobre o mundo, corrigir o que soa artificial e assumir o que vai ao ar. É a etapa que separa usar IA de publicar o que a máquina cuspiu. Ver na aula →
- Revisão periódica
- O hábito de reler e ajustar o perfil de tempos em tempos, sobretudo quando o objetivo muda ou você aprende algo novo. Evita que o perfil fique preso num vocabulário antigo e desalinhado do que você faz hoje. Ver na aula →
- Ruído
- Todo item que ocupa espaço na vitrine sem ajudar a provar o seu valor. Trabalho fraco, coisa velha ou conteúdo sem relação com o seu objetivo são ruído: distraem de quem visita e enfraquecem o que é bom. Ver na aula →
- Seção Destaques
- A faixa de cartões que fica logo abaixo do Sobre no perfil do LinkedIn. Nela você fixa posts, artigos, links, imagens e documentos que quer manter sempre à vista, sem depender de a pessoa rolar o feed antigo para achar. Ver na aula →
- Seção Sobre
- O campo de texto livre no topo do perfil, onde você se apresenta com as suas próprias palavras. É o espaço mais aberto do LinkedIn, sem os limites dos campos de cargo, e por isso o melhor lugar para contar quem você é e o que oferece. Ver na aula →
- Seguidor
- Pessoa que acompanha as suas publicações sem, necessariamente, estar conectada a você. É uma relação de uma via: ela vê o que você posta, mas você não vê o dela só por isso. Ver na aula →
- Ser encontrado
- Aparecer nas buscas de recrutadores, clientes e colegas sem que você precise se candidatar ou pedir. Depende de um perfil claro, com as palavras da sua área nos lugares certos, tema tratado a fundo mais adiante no curso. Ver na aula →
- Sinal de interesse
- A pista de que o outro lado está aberto a avançar: perguntas sobre como você trabalha, menção a um problema atual, pedido de mais detalhes. Reconhecer esses sinais evita propor reunião cedo demais ou perder a hora. Ver na aula →
- Slogan
- A frase curta que aparece logo abaixo do nome da página, também chamada de tagline. Em poucas palavras, resume o que a empresa faz ou entrega, e é uma das primeiras coisas que a pessoa lê. Ver na aula →
- Social selling
- A prática de usar uma rede social para construir relações e autoridade que levam a vendas, em vez de disparar oferta fria. No LinkedIn, é aparecer com conteúdo útil, comentar e conversar até a oportunidade surgir de forma natural. Ver na aula →
- Spam
- Mensagem não solicitada, repetitiva e enviada em massa, sem relação real com quem recebe. No LinkedIn, o spam comercial afasta clientes, prejudica a sua imagem e pode levar à restrição ou ao banimento da conta. Ver na aula →
- Status da candidatura
- A situação de cada processo seletivo em que você está, por exemplo enviada, visualizada pelo recrutador, em entrevista ou encerrada. Acompanhar o status ajuda a saber onde vale investir energia e o que já pode ser deixado para trás. Ver na aula →
- Storytelling
- A arte de contar uma história para transmitir uma ideia. No contexto profissional, é usar um episódio concreto da sua experiência para mostrar uma competência ou um valor, em vez de apenas declará-los em uma lista. Ver na aula →
- Superexposição
- O hábito de compartilhar detalhes demais da própria vida, em especial os íntimos ou dramáticos, a ponto de o perfil virar diário aberto. No LinkedIn, isso desvia a atenção do lado profissional e pode gerar constrangimento depois. Ver na aula →
- Taxa de engajamento
- A proporção entre as interações de um post, como reações, comentários e compartilhamentos, e as suas impressões. Ajuda a comparar publicações de tamanhos diferentes de alcance de forma mais justa. Ver na aula →
- Termo recorrente
- A palavra ou expressão que aparece repetida em várias vagas parecidas. Se muitos anúncios pedem a mesma habilidade ou ferramenta, é sinal forte de que aquele termo vale a pena no seu perfil. Ver na aula →
- Teste de uma mudança
- Alterar um único elemento de cada vez, como só o título ou só o horário do post, e observar o efeito antes de mexer em outra coisa. Sem isso, não dá para saber qual mudança causou qual resultado. Ver na aula →
- Título do LinkedIn
- A linha logo abaixo do seu nome, com limite de cerca de 220 caracteres. Aparece nas buscas, nos comentários e nos convites. É o texto que mais gente vê no seu perfil, mesmo quem nunca abre a página inteira. Ver na aula →
- Título do perfil
- A linha curta logo abaixo do seu nome, que segue você em toda busca, comentário e sugestão de conexão. Por padrão a plataforma preenche com o cargo atual, mas você pode reescrever para dizer melhor quem é e o que faz. Ver na aula →
- Título profissional
- A linha curta que aparece embaixo do seu nome e acompanha você em toda busca, comentário e resultado do LinkedIn. Tem cerca de 220 caracteres e é um dos campos que mais influenciam se alguém clica no seu perfil. Ver na aula →
- Tom de conversa
- Escrever mais ou menos como você falaria com um colega de confiança: direto, sem rebuscar, sem fingir que é outra pessoa. É o tom que faz o leitor sentir que tem gente do outro lado, e não um comunicado de empresa. Ver na aula →
- Triagem automática
- O uso de sistemas que fazem uma primeira leitura dos currículos antes de um humano, buscando os requisitos da vaga. Por isso vale usar, com honestidade, as palavras que a vaga emprega para descrever o que você já faz. Ver na aula →
- Uma ideia por post
- O princípio de tratar de um único assunto em cada publicação. Tentar dizer três coisas num post só dilui todas elas. Guardar as outras ideias para os próximos posts deixa cada texto mais forte e ainda resolve o que publicar depois. Ver na aula →
- Vaga como fonte
- A ideia de tratar os anúncios de vaga da sua área como uma lista pronta de palavras-chave. Quem escreveu a vaga já usou os termos que quem contrata procura, então copiar esse vocabulário é atalho seguro. Ver na aula →
- Vaga falsa
- Um anúncio ou abordagem que finge oferecer emprego, mas na verdade quer aplicar um golpe: cobrar taxa, roubar dados ou usar o candidato para algo ilícito. Costuma ter urgência, salário alto sem exigência e pedidos que uma seleção real não faz. Ver na aula →
- Venda B2B
- Venda de uma empresa para outra empresa (business to business), como uma consultoria que atende uma indústria ou um software vendido para times. O ciclo costuma ser mais longo e envolve mais de uma pessoa decidindo, então confiança e relacionamento pesam muito. Ver na aula →
- Ver mais
- O corte que o LinkedIn faz nas primeiras linhas do post no feed. O leitor precisa clicar em ver mais para ler o resto. Por isso as duas ou três primeiras linhas carregam o peso de segurar a atenção. Ver na aula →
- Verbo de ação
- A palavra que abre um ponto da experiência mostrando algo que você fez, como criei, reduzi, organizei, treinei. Ela dá energia à frase e deixa claro o seu papel, ao contrário de expressões passivas como era responsável por. Ver na aula →
- Visualização de perfil
- O registro de que alguém abriu a sua página de perfil no LinkedIn dentro de um período. O painel mostra o total e, dependendo do plano, parte de quem foram essas pessoas e de onde vieram. Ver na aula →
- Voz da marca
- O jeito como a empresa fala nas suas publicações: o tom, o vocabulário e a postura que representam o negócio, e não uma pessoa específica. É mais institucional que a voz de um perfil pessoal. Ver na aula →
- Vulnerabilidade calculada
- Mostrar um lado humano de forma intencional e ligada à carreira, como um aprendizado tirado de uma falha. É diferente de expor sofrimento cru: tem propósito, tem limite e agrega em vez de constranger. Ver na aula →