Aglomerado aberto
Aglomerado IC 348
Aglomerado jovem em Perseu, a 1.000 anos-luz, onde o James Webb foi procurar os objetos de menor massa capazes de se formar como uma estrela.

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, and K. Luhman (Penn State University) and C. Alves de Oliveira (European Space Agency) ESA/Webb CC BY 4.0
- Tipo
- Aglomerado abertoSIMBAD: OpC
- Distância
- 950 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2013
- Constelação
- PerseuPer
- Tamanho no céu
- 8,0 grausextensão catalogada no SIMBAD
- Observado por
- James Webb Space Telescope, Hubble Space Telescope
- Imagem publicada
- dezembro de 2023
- Original do acervo
- 3.788 × 5.077 px19 megapixels
Veja Aglomerado IC 348 pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito NASA, ESA, and J. Muzerolle (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, and K. Luhman (Penn State University) and C. Alves de Oliveira (European Space Agency) ESA/Webb CC BY 4.0
O Aglomerado IC 348 fica na constelação de Perseu, a 1.000 anos-luz da Terra segundo a distância declarada pelo publicador da imagem. O SIMBAD o classifica como OpC, aglomerado aberto, e registra desvio para o vermelho de 0,00005, valor pequeno que corresponde ao movimento relativo dentro da própria galáxia e não à expansão do universo.
Aglomerados abertos são grupos de estrelas nascidas juntas da mesma nuvem molecular, ligadas por gravidade de forma frouxa. Com o tempo, a interação com o resto da galáxia dispersa esses grupos, e por isso a maioria dos aglomerados abertos observados é jovem. IC 348 é um caso extremo dessa juventude: as estrelas dele têm poucos milhões de anos, e boa parte do gás da nuvem original ainda está no quadro.
A imagem do acervo foi feita pelo James Webb com a câmera NIRCam em 2023, usando três filtros entre 2.770 e 4.440 nanômetros. O objetivo declarado da campanha era procurar os membros de menor massa do aglomerado, objetos leves demais para sustentar fusão de hidrogênio e que por isso brilham pouco e sobretudo no infravermelho.
Um aglomerado com poucos milhões de anos
A juventude de IC 348 se reconhece por sinais independentes da idade estimada. O primeiro é a presença abundante de gás e poeira no mesmo campo das estrelas: aglomerados mais velhos já dispersaram ou consumiram esse material. O segundo é a proporção de objetos ainda cercados por discos, que se dissipam ao longo de alguns milhões de anos.
Idade baixa muda o que se pode aprender ali. Num aglomerado jovem, todas as estrelas têm essencialmente a mesma idade e a mesma composição química inicial, porque nasceram do mesmo material. As diferenças entre elas vêm quase só da massa. Isso transforma o aglomerado num laboratório controlado, em que se compara o efeito da massa sem interferência de outras variáveis.
É também por isso que aglomerados jovens e próximos são alvos preferenciais para investigar os limites do processo de formação estelar. Para saber qual é o objeto mais leve que uma nuvem consegue produzir, é preciso um lugar onde esses objetos ainda estejam quentes o bastante para serem detectados. Depois de alguns milhões de anos, eles esfriam e somem.
Por que caçar anãs marrons neste aglomerado
Anãs marrons são objetos que se formam como estrelas, a partir do colapso de gás, mas nunca reúnem massa suficiente para iniciar e sustentar a fusão de hidrogênio no núcleo. Sem essa fonte de energia estável, elas brilham pelo calor residual do colapso e vão esfriando indefinidamente.
Encontrá-las é difícil justamente por isso. São frias, fracas e emitem quase toda a energia no infravermelho. Num aglomerado jovem elas ainda estão relativamente quentes, e é essa janela temporal que a observação aproveita. Os três filtros da imagem, em 2.770, 3.600 e 4.440 nanômetros, estão posicionados exatamente onde objetos desse tipo brilham mais.
A pergunta científica por trás da campanha é sobre limites. Existe uma massa mínima abaixo da qual uma nuvem simplesmente não consegue se fragmentar e formar um objeto isolado? Achar candidatos cada vez mais leves empurra esse limite para baixo e testa os modelos de fragmentação. Segundo o trabalho divulgado junto com esta imagem, o Webb identificou em IC 348 objetos flutuando livres com massas comparáveis às de planetas gigantes.
Como 8 graus de céu cabem num quadro pequeno
O SIMBAD registra 480 minutos de arco de tamanho aparente para IC 348. São 8 graus, ou o equivalente a dezesseis Luas cheias enfileiradas no céu. A imagem do Webb, por outro lado, cobre um campo de 4 por 5,3 minutos de arco.
A diferença entre os dois números é enorme e precisa ser explicada, não escondida. Valores de tamanho em catálogos de aglomerados costumam se referir à extensão da associação estelar completa ou da nuvem que a abriga, incluindo membros esparsos espalhados por uma área muito maior que o núcleo denso. O que se enxerga a olho ou em imagens de campo estreito é apenas o miolo.
Fazendo a conta com a distância declarada, o campo do Webb corresponde a pouco mais de um ano-luz e meio de largura. É um recorte minúsculo de uma estrutura que se estende por mais de uma centena de anos-luz. Reconhecer isso evita a leitura errada de que a imagem mostra o aglomerado inteiro.
O que a poeira faz com a luz aqui
As estruturas difusas que preenchem o fundo da imagem não são gás brilhando por conta própria. Elas são material interestelar iluminado pelas estrelas do aglomerado, que espalha e reprocessa essa luz. É o mesmo princípio de uma névoa iluminada por um poste: o que se vê é a luz do poste, redistribuída pela névoa.
Poeira também avermelha. Grãos pequenos espalham luz de comprimento de onda curto com mais eficiência do que luz de comprimento de onda longo, então o que atravessa uma região empoeirada chega sistematicamente mais avermelhado. Medir esse avermelhamento é uma das formas padrão de estimar quanta poeira existe no caminho até cada estrela.
Nesta imagem em particular, o efeito é aproveitado a favor. Como todos os três filtros estão no infravermelho, a penetração através da poeira é boa, e objetos que ficariam completamente escondidos em luz visível aparecem. A contrapartida é que nenhuma cor da imagem corresponde ao que um olho humano veria.
O que IC 348 tem a ver com HH 797
Os dois objetos ficam praticamente no mesmo lugar do céu. Calculando a separação a partir das coordenadas de catálogo, a distância angular entre IC 348 e o objeto de Herbig-Haro 797 é da ordem de dez minutos de arco, cerca de um terço do diâmetro aparente da Lua cheia.
Além disso, os dois compartilham a mesma distância declarada de 1.000 anos-luz e a mesma constelação. Ambos pertencem ao complexo de nuvens moleculares de Perseu, um dos berçários estelares mais próximos do Sistema Solar e um dos mais estudados por causa disso.
A relação entre as duas páginas deste acervo é a de dois capítulos da mesma história. HH 797 mostra material ainda caindo e sendo relançado por objetos em formação. IC 348 mostra o resultado alguns milhões de anos depois: um conjunto de estrelas e anãs marrons já formadas, ainda mergulhadas no que sobrou da nuvem que as gerou.
Os números deste objeto
| Distância | 1.000 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem |
|---|---|
| Constelação | Perseu (Per) |
| Identificação principal | IC 348SIMBAD |
| Classificação | OpC, aglomerado abertoSIMBAD |
| Coordenadas J2000 | AR 56,132 graus, Dec 32,159 graus |
| Tamanho aparente | 480 minutos de arco (8 graus)SIMBAD |
| Desvio para o vermelho | z = 0,00005 |
| Campo da imagem | 4 por 5,3 minutos de arco |
| Largura física do quadro | cerca de 1,5 ano-luzconta a partir do campo e da distância declarada |
| Imagens no acervo | 1 |
O que reparar nesta imagem
- As cortinas difusas ao fundoO material esbranquiçado que preenche o campo é poeira interestelar iluminada pelas estrelas do aglomerado. Não brilha sozinho: redistribui a luz que recebe.
- Os pontos avermelhados mais fracosObjetos frios e de baixa massa emitem quase toda a energia no infravermelho e aparecem como pontos fracos e avermelhados. São eles o alvo declarado desta observação.
- A ausência de estrelas azuis brilhantesTodos os três filtros estão no infravermelho, então nada aqui corresponde à cor que um olho veria. A distribuição de cores mede comprimento de onda, não aparência.
- O quanto do aglomerado cabe no quadroO campo da imagem tem 4 por 5,3 minutos de arco, contra os 480 minutos de arco que o catálogo atribui ao aglomerado. O que se vê é um recorte pequeno do miolo.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulinfravermelho · NIRCam2,77 µminvisível ao olho
- Verdeinfravermelho · NIRCam3,6 µminvisível ao olho
- Vermelhoinfravermelho · NIRCam4,44 µminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESA/Webb junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 7,8 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 4,0 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 132,6 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 950 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era por volta da chegada das primeiras naus portuguesas ao litoral brasileiro.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está abaixo do horizonte de São Paulo, SP. Ele volta a subir mais tarde, e alcança no máximo 34° de altura daqui.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 34 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
Quanto já se olhou para aqui
- 2.092registros do Hubble
- 518registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 30 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
Não se sabe qual é a massa mínima que um fragmento de nuvem molecular consegue atingir e ainda assim formar um objeto isolado. Cada nova campanha encontra candidatos mais leves, e cada resultado desses pressiona os modelos de fragmentação, mas o limite inferior segue sem valor firme. Há também uma pergunta de origem em disputa: objetos de massa muito baixa flutuando livres podem ter se formado sozinhos, como estrelas em miniatura, ou podem ter nascido em torno de uma estrela e sido ejetados depois por interação gravitacional. Distinguir os dois caminhos exige estatística que ainda não existe e medidas de movimento que só campanhas longas podem fornecer.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
O nome IC vem de um catálogo suplementar publicado no fim do século 19 para acrescentar objetos descobertos depois do catálogo principal em uso na época. Muitos alvos importantes de estudos modernos, IC 348 entre eles, carregam até hoje um número de uma lista feita para corrigir uma lista anterior.
Outras imagens deste objeto

Crédito NASA, ESA, and J. Muzerolle (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and J. Muzerolle (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and J. Muzerolle (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, and K. Luhman (Penn State University) and C. Alves de Oliveira (European Space Agency) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, and K. Luhman (Penn State University) and C. Alves de Oliveira (European Space Agency) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, J. Muzerolle (STScI), E. Furlan (NOAO, Caltech), and R. Hurt (Caltech) ESA/Hubble CC BY 4.0
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Outros objetos em Perseu
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Galáxia NGC 1275, no coração de Perseu
Crédito NASA, ESA and Andy Fabian (University of Cambridge, UK) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Nebulosa Messier 76
Crédito NASA, ESA, STScI, A. Pagan (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Objeto de Herbig-Haro 797
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, T. Ray (Dublin Institute for Advanced Studies) ESA/Webb CC BY 4.0
- Caixa de Joias
Crédito ESO ESA/Hubble CC BY 4.0
- Westerlund 1
Crédito ESA/Webb, NASA & CSA, M. Zamani (ESA/Webb), M. G. Guarcello (INAF-OAPA) and the EWOCS team ESA/Webb CC BY 4.0
- Westerlund 2
Crédito NASA, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA), A. Nota (ESA/STScI), and the Westerlund 2 Science Team ESA/Hubble CC BY 4.0
- Aglomerado NGC 3293
- Aglomerado NGC 3532
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgement: Davide De Martin ESO CC BY 4.0
- Aglomerado NGC 6604
Perguntas frequentes
- O que é o aglomerado IC 348?
- O IC 348 é um aglomerado aberto de estrelas jovens na constelação de Perseu, a 1.000 anos-luz da Terra segundo o publicador da imagem. Aglomerados abertos são grupos de estrelas nascidas da mesma nuvem molecular e ligadas por gravidade de forma frouxa. O IC 348 é particularmente jovem, com estrelas de poucos milhões de anos, e boa parte do gás e da poeira da nuvem original ainda está presente no mesmo campo.
- O que é uma anã marrom?
- Uma anã marrom é um objeto que se forma como uma estrela, pelo colapso de gás, mas nunca reúne massa suficiente para iniciar e sustentar a fusão de hidrogênio no núcleo. Sem essa fonte estável de energia, ela brilha apenas pelo calor residual do colapso e vai esfriando indefinidamente. Como são frias e fracas, emitem quase toda a energia no infravermelho, e por isso telescópios como o Webb são as ferramentas adequadas para encontrá-las.
- Por que o James Webb observou IC 348?
- Para procurar os membros de menor massa do aglomerado. Objetos leves demais para sustentar fusão de hidrogênio brilham pouco e sobretudo no infravermelho, e só permanecem detectáveis enquanto ainda estão quentes, nos primeiros milhões de anos. Um aglomerado jovem e próximo é a combinação ideal para essa busca. Os três filtros usados, em 2.770, 3.600 e 4.440 nanômetros, ficam exatamente na faixa em que esses objetos concentram a emissão.
- Por que o catálogo diz 480 minutos de arco se a imagem é pequena?
- Porque os dois números medem coisas diferentes. Os 480 minutos de arco registrados no SIMBAD, equivalentes a 8 graus, descrevem a extensão da associação estelar completa, incluindo membros esparsos espalhados por uma área muito maior que o núcleo denso. A imagem do Webb cobre 4 por 5,3 minutos de arco, um recorte do miolo. Na distância declarada, esse quadro corresponde a pouco mais de um ano-luz e meio de largura.
- As cores da imagem de IC 348 são reais?
- Não no sentido de reproduzir o que um olho veria. Os três filtros usados estão no infravermelho, em 2.770, 3.600 e 4.440 nanômetros, e o olho humano enxerga só até cerca de 700. As cores foram atribuídas no processamento, seguindo a ordem dos comprimentos de onda. A imagem é fiel como mapa de comprimento de onda: pontos mais avermelhados indicam emissão em faixas mais longas, o que corresponde a objetos e material mais frios.
- Qual a relação entre IC 348 e o objeto HH 797?
- Os dois estão praticamente na mesma direção do céu. Calculando pelas coordenadas de catálogo, a separação angular entre eles é da ordem de dez minutos de arco, cerca de um terço do diâmetro aparente da Lua cheia. Ambos compartilham a distância declarada de 1.000 anos-luz e pertencem ao complexo de nuvens moleculares de Perseu. O HH 797 mostra o processo de formação em andamento; o IC 348, o resultado alguns milhões de anos depois.
- Dá para ver IC 348 com telescópio amador?
- Com equipamento razoável e céu escuro, sim, em parte. A região aparece como um pequeno grupo de estrelas em Perseu, envolto numa nebulosidade fraca produzida por poeira refletindo a luz das estrelas do próprio aglomerado. O que não aparece é nada do que a imagem do Webb mostra: os objetos frios de baixa massa emitem no infravermelho e estão fora do alcance de qualquer instrumento óptico comum.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Aglomerado IC 348. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/aglomerado-ic-348. Consultado em: 23/08/2026.








