Planos de saúde por governo: beneficiários e cobertura desde 2000
Quantos vínculos a planos de saúde existiam no Brasil no começo e no fim de cada governo desde 2000, nos planos médicos e nos só de dentista, e quanto isso representa da população. Os números vêm do Caderno de Informação da Saúde Suplementar, que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publica a cada trimestre a partir do cadastro que as operadoras são obrigadas a manter. A ANS conta vínculos, não pessoas: quem tem dois planos aparece duas vezes.
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano), em 2025
52,9 milhões de vínculos
ANS, Tabela 1, assistência médica · série anual · coleta de 28/10/2026
- Ano anterior
- 51,9 milhões de vínculos
- No mandato atual
- +4,6%
- Máxima desde 2000
- 52,9 milhões de vínculos
- 2025
- Mínima desde 2000
- 31,0 milhões de vínculos
- 2000
Quantos vínculos a planos de saúde com consulta e internação (com ou sem dentista) existiam no Brasil em dezembro de cada ano.
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Governo a governo
Por ano
- FHC 2p+0,9%
- Lula 1+4,3%
- Lula 2+4,8%
- Dilma 1+3,0%
- Dilma 2−2,5%
- Temer−0,6%
- Bolsonaro+1,8%
- Lula 3*+1,5%
* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa
Em palavras simples
O que mostra o número de beneficiários de planos de saúde?
Mostra quantos contratos de plano de saúde estão ativos no país. Uma pessoa pode ter mais de um, então o número conta vínculos, não gente.
No seu dia a dia
- A maior parte dos planos vem junto com o emprego, pago pela empresa.
- Quem perde o emprego costuma perder o plano depois de um tempo.
- Plano só de dentista é barato e conta numa série separada.
- Quem não tem plano usa o SUS, que atende todo mundo.
Quando sobe
- Mais pessoas ou empresas pagam plano de saúde.
- Costuma acompanhar a alta do emprego com carteira.
- Também sobe quando planos mais baratos chegam a mais gente.
Quando cai
- Empresas cortam o benefício ou demitem.
- Famílias deixam de pagar o plano individual quando o reajuste pesa.
- Operadoras fecham ou deixam de vender em uma região.
Planos de saúde por governo: a série inteira com os governos
Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.
ano de 2025 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)
52,9 milhões de vínculos
ANS · Tabela 1, assistência médica
Série desde 2000 · 26 anos · Dados abertos da ANS (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte.
Planos de saúde por governo, mandato por mandato
Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano)
| Governo | Mudança | Por ano | Início | Fim |
|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| FHC 22000 a 2002 | +1,8%cobertura parcial | +0,9% | 31,0 milhões de vínculos | 31,5 milhões de vínculos |
| Lula 12002 a 2006 | +18,2% | +4,3% | 31,5 milhões de vínculos | 37,2 milhões de vínculos |
| Lula 22006 a 2010 | +20,6% | +4,8% | 37,2 milhões de vínculos | 44,9 milhões de vínculos |
| Dilma 12010 a 2014 | +12,4% | +3,0% | 44,9 milhões de vínculos | 50,5 milhões de vínculos |
| Dilma 22014 a 2015 | −2,5% | −2,5% | 50,5 milhões de vínculos | 49,3 milhões de vínculos |
| Temer2016 a 2018 | −1,2% | −0,6% | 47,7 milhões de vínculos | 47,1 milhões de vínculos |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +7,2% | +1,8% | 47,1 milhões de vínculos | 50,5 milhões de vínculos |
| Lula 3*2022 a 2025 | +4,6% | +1,5% | 50,5 milhões de vínculos | 52,9 milhões de vínculos |
ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Tabela 1 (assistência médica com ou sem odontologia). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.
Taxa de cobertura dos planos de saúde de assistência médica (% da população)
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2004, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2004, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2004, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2004, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2004, depois deste período. | ||||
| Lula 12004 a 2006 | +1,4 p.p.cobertura parcial | 15,6% | 17,0% | 16,6% | 17,0% (2006)16,2% (2005) |
| Lula 22006 a 2010 | +3,6 p.p. | 17,0% | 20,6% | 19,3% | 20,6% (2010)17,8% (2007) |
| Dilma 12010 a 2014 | +2,9 p.p. | 20,6% | 23,5% | 22,5% | 23,5% (2014)21,5% (2011) |
| Dilma 22014 a 2015 | +0,1 p.p. | 23,5% | 23,6% | 23,6% | 23,6% (2015)23,6% (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,5 p.p. | 22,7% | 22,2% | 22,3% | 22,3% (2017)22,2% (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +1,3 p.p. | 22,2% | 23,5% | 22,7% | 23,5% (2022)22,1% (2019) |
| Lula 3*2022 a 2025 | +1,1 p.p. | 23,5% | 24,6% | 24,2% | 24,6% (2025)23,9% (2023) |
ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Gráfico 5 (taxa de cobertura, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.
Beneficiários de planos exclusivamente odontológicos (dezembro de cada ano)
| Governo | Mudança | Por ano | Início | Fim |
|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | |||
| FHC 22000 a 2002 | +41,3%cobertura parcial | +18,9% | 2,6 milhões de vínculos | 3,7 milhões de vínculos |
| Lula 12002 a 2006 | +99,8% | +18,9% | 3,7 milhões de vínculos | 7,3 milhões de vínculos |
| Lula 22006 a 2010 | +97,5% | +18,5% | 7,3 milhões de vínculos | 14,5 milhões de vínculos |
| Dilma 12010 a 2014 | +38,4% | +8,5% | 14,5 milhões de vínculos | 20,1 milhões de vínculos |
| Dilma 22014 a 2015 | +3,5% | +3,5% | 20,1 milhões de vínculos | 20,8 milhões de vínculos |
| Temer2016 a 2018 | +13,5% | +6,5% | 21,2 milhões de vínculos | 24,0 milhões de vínculos |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +24,9% | +5,7% | 24,0 milhões de vínculos | 30,0 milhões de vínculos |
| Lula 3*2022 a 2025 | +18,7% | +5,9% | 30,0 milhões de vínculos | 35,6 milhões de vínculos |
ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Tabela 1 (exclusivamente odontológico). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.
Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.
Planos de saúde médicos ano a ano
A pesquisa é anual: cada número resume o ano inteiro. O ano mais recente é o último que a fonte publicou.
| Ano | Valor do ano |
|---|---|
| 2025 | 52,9 milhões de vínculos |
| 2024 | 51,9 milhões de vínculos |
| 2023 | 51,2 milhões de vínculos |
| 2022 | 50,5 milhões de vínculos |
| 2021 | 49,3 milhões de vínculos |
| 2020 | 47,9 milhões de vínculos |
| 2019 | 47,1 milhões de vínculos |
| 2018 | 47,1 milhões de vínculos |
| 2017 | 47,1 milhões de vínculos |
| 2016 | 47,7 milhões de vínculos |
| 2015 | 49,3 milhões de vínculos |
| 2014 | 50,5 milhões de vínculos |
| 2013 | 49,5 milhões de vínculos |
| 2012 | 47,8 milhões de vínculos |
| 2011 | 46,0 milhões de vínculos |
| 2010 | 44,9 milhões de vínculos |
| 2009 | 42,6 milhões de vínculos |
| 2008 | 41,5 milhões de vínculos |
| 2007 | 39,3 milhões de vínculos |
| 2006 | 37,2 milhões de vínculos |
| 2005 | 35,4 milhões de vínculos |
| 2004 | 33,8 milhões de vínculos |
| 2003 | 32,1 milhões de vínculos |
| 2002 | 31,5 milhões de vínculos |
| 2001 | 31,4 milhões de vínculos |
| 2000 (parcial) | 31,0 milhões de vínculos |
Como ler estes números
Cada número é o total de vínculos em dezembro. A comparação é a variação em % entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro, e a página escreve ao lado do número os anos usados.
A série começa em dezembro de 2000. FHC 2 tem cobertura parcial nos planos médicos e odontológicos, e a taxa de cobertura, que começa em 2004, fica com Lula 1 parcial.
A ANS revisa o cadastro para trás a cada edição e marca os números como preliminares. Os anos mais recentes mudam um pouco de uma edição para outra, e a página usa sempre a edição mais nova, inteira.
A taxa de cobertura divide os vínculos pela população estimada. Quando o IBGE revê a população, a ANS recalcula a taxa de todos os anos, e a série inteira muda junto.
O que costuma mover planos de saúde médicos
- De onde vem o dado
- Toda operadora informa à ANS, todo mês, quem entrou e quem saiu de cada plano, no Sistema de Informações de Beneficiários. A agência publica os totais no Caderno de Informação da Saúde Suplementar, e o observatório lê a Tabela 1 e o Gráfico 5 e confere a Tabela 1 com o Gráfico 2 do mesmo caderno. Fonte: ANS, dados abertos do Caderno de Informação da Saúde Suplementar
- A lei dos planos
- A Lei nº 9.656/1998 definiu o que um plano de saúde precisa cobrir, criou o registro obrigatório das operadoras e deu à ANS, criada em 2000, o papel de regular o setor e autorizar o reajuste dos planos individuais. Fonte: Lei nº 9.656/1998 (planos e seguros privados de saúde)
- O preço do plano
- O IPCA do IBGE acompanha o preço do plano de saúde pago pelas famílias. A página do item mostra quanto ele subiu acima da inflação geral em cada governo. Fonte: IBGE, IPCA, subitem plano de saúde
O que cada série mede
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano)
Beneficiários de planos privados de assistência médica com ou sem odontologia, Brasil, em dezembro, pela Tabela 1 do Caderno de Informação da Saúde Suplementar da ANS, a partir do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB). A leitura confere a Tabela 1 com o Gráfico 2 do mesmo caderno nos dezembros que os dois trazem. Anual desde 2000.
Regra de comparação: Contagem de vínculos em dezembro: variação em % entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- A ANS conta VÍNCULOS a planos, não pessoas: quem tem um plano médico e um odontológico conta uma vez em cada série, e quem tem dois planos médicos conta duas vezes. O número não é quantos brasileiros têm plano.
- A ANS revisa o cadastro de beneficiários para trás a cada edição trimestral (os últimos anos mudam em até 0,2%) e marca os dados como preliminares. A página usa sempre a edição mais recente, inteira.
- A série começa em dezembro de 2000, dois anos depois da Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/1998). FHC 2 tem cobertura parcial e os governos anteriores ficam sem esta leitura.
- O plano coletivo empresarial é a maior parte e anda junto com o emprego com carteira: quando o emprego formal cai, o número de vínculos cai também.
- Série desde 2000, último dado em 2025. Calendário da fonte: o dezembro de um ano entra na edição de março do ano seguinte.
Taxa de cobertura dos planos de saúde de assistência médica (% da população)
Taxa de cobertura dos planos privados de assistência médica, total do Brasil, em dezembro, pelo Gráfico 5 do Caderno de Informação da Saúde Suplementar da ANS: beneficiários (SIB) divididos pela população estimada (DATASUS e IBGE), em %. A leitura confere que o total fica entre a taxa do interior e a das capitais. Anual desde 2004.
Regra de comparação: Vínculos por 100 habitantes em dezembro: diferença em pontos percentuais entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Como o numerador conta vínculos, a taxa é de vínculos por 100 habitantes. Quem tem dois planos médicos conta duas vezes, e a taxa fica um pouco acima da parcela da população com plano.
- O denominador é a população estimada mais recente: quando o IBGE revê a população, a ANS recalcula a série inteira (a edição de setembro de 2026 mudou a taxa de todos os anos em até 0,3 ponto).
- A série começa em dezembro de 2004: Lula 1 tem cobertura parcial e os governos anteriores ficam sem esta leitura.
- Série desde 2004, último dado em 2025. Calendário da fonte: o dezembro de um ano entra na edição de março do ano seguinte.
Beneficiários de planos exclusivamente odontológicos (dezembro de cada ano)
Beneficiários de planos privados exclusivamente odontológicos, Brasil, em dezembro, pela Tabela 1 do Caderno de Informação da Saúde Suplementar da ANS (SIB). Conferida com o Gráfico 2 do mesmo caderno. Anual desde 2000.
Regra de comparação: Contagem de vínculos em dezembro: variação em % entre o dezembro anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último dezembro inteiro.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- A ANS conta VÍNCULOS a planos, não pessoas: quem tem um plano médico e um odontológico conta uma vez em cada série, e quem tem dois planos médicos conta duas vezes. O número não é quantos brasileiros têm plano.
- A ANS revisa o cadastro de beneficiários para trás a cada edição trimestral (os últimos anos mudam em até 0,2%) e marca os dados como preliminares. A página usa sempre a edição mais recente, inteira.
- O plano odontológico é vendido muito como benefício coletivo de empresa e é barato: a série cresce mais depressa que a dos planos médicos e não mede acesso a tratamento.
- Série desde 2000, último dado em 2025. Calendário da fonte: o dezembro de um ano entra na edição de março do ano seguinte.
Para continuar
No mesmo tema: saúde por governo, homicídios por governo desde 1980. Em outras áreas do portal: preço do plano de saúde no IPCA, por governo. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.
Como citar esta página
Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: ANS (Tabela 1, assistência médica), cálculo ValorFinal, versão c14d28d4; a página é atualizada automaticamente.
ValorFinal. Planos de saúde por governo no período de 01/01 a 31/12/2025: Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano): 52,9 milhões de vínculos, 2025, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/planos-de-saude-por-governo. Fonte do dado: ANS (Tabela 1, assistência médica), cálculo ValorFinal, versão c14d28d4.
Os números desta versão dos dados (c14d28d4) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/c14d28d4. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.
Fontes oficiais
- ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Tabela 1 (assistência médica com ou sem odontologia)órgão público
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano): Tabela 1, assistência médica, anual.
- ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Gráfico 5 (taxa de cobertura, total)órgão público
Taxa de cobertura dos planos de saúde de assistência médica (% da população): Gráfico 5, total, anual.
- ANS, Caderno de Informação da Saúde Suplementar, Tabela 1 (exclusivamente odontológico)órgão público
Beneficiários de planos exclusivamente odontológicos (dezembro de cada ano): Tabela 1, exclusivamente odontológico, anual.
- Biblioteca da Presidência, Galeria dos Ex-Presidentesórgão público
Datas de posse, afastamento e fim do exercício de cada presidente (uma ficha por presidente).
Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.
Perguntas sobre planos de saúde por governo
O que mostra o número de beneficiários de planos de saúde?
Mostra quantos contratos de plano de saúde estão ativos no país. Uma pessoa pode ter mais de um, então o número conta vínculos, não gente. Quando sobe: Mais pessoas ou empresas pagam plano de saúde. Costuma acompanhar a alta do emprego com carteira. Também sobe quando planos mais baratos chegam a mais gente. Quando cai: Empresas cortam o benefício ou demitem. Famílias deixam de pagar o plano individual quando o reajuste pesa. Operadoras fecham ou deixam de vender em uma região.
Qual é o último dado de planos de saúde médicos?
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano), em 2025: 52,9 milhões de vínculos, pela série Tabela 1, assistência médica (ANS). Ano anterior: 51,9 milhões de vínculos. Calendário da fonte: o dezembro de um ano entra na edição de março do ano seguinte.
Beneficiários de planos de saúde de assistência médica (dezembro de cada ano): em qual governo mais mudou?
Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior variação por ano foi no de Luiz Inácio Lula da Silva (2º mandato): +20,6% (+4,8% por ano), de 2006 a 2010. A menor foi no de Dilma Rousseff (2º mandato): −2,5% (−2,5% por ano), de 2014 a 2015. A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.
Planos de saúde médicos: como mudou no governo atual?
Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): +4,6% (+1,5% por ano), de 2022 a 2025. O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.
Desde quando existe a série de planos de saúde médicos?
Desde 2000. Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
Qual a diferença entre variação nominal e real?
A nominal é a mudança do valor em reais (ou dólares). A real desconta a inflação do período e diz se o poder de compra mudou. Esta série já vem descontada da inflação pelo IBGE ou é uma quantidade, então a variação mostrada é a própria variação real.
Posso baixar os dados?
Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Dados abertos da ANS (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.