Saúde por governo: mortalidade de bebês e de mães, leitos e médicos
Como evoluíram a mortalidade de bebês, de crianças e de mães, as mortes prematuras por doenças crônicas e o suicídio em cada governo, com a oferta de leitos, médicos e enfermeiros. As taxas de mortalidade são indicadores oficiais dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, calculados com os registros de óbitos e de nascimentos do Ministério da Saúde e publicados pelo IBGE. Leitos e profissionais vêm do cadastro nacional de estabelecimentos de saúde.
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida), em 2022
8,7 por mil nascidos vivos
IBGE e Ministério da Saúde, SIDRA 6696 / v9732 · série anual · coleta de 28/10/2026
- Ano anterior
- 8,8 por mil nascidos vivos
- No mandato atual
- sem dado
- Máxima desde 1990
- 23,4 por mil nascidos vivos
- 1991
- Mínima desde 1990
- 8,7 por mil nascidos vivos
- 2022
De cada mil bebês nascidos vivos, quantos morrem antes de completar 28 dias de vida.
Compartilhe no WhatsApp, no Instagram ou por link
Governo a governo
Mudança em óbitos por mil nascidos vivos
- Collor+0,3 por mil nascidos vivos
- Itamar−1,7 por mil nascidos vivos
- FHC 1−2,0 por mil nascidos vivos
- FHC 2−2,1 por mil nascidos vivos
- Lula 1−2,2 por mil nascidos vivos
- Lula 2−2,1 por mil nascidos vivos
- Dilma 1−1,3 por mil nascidos vivos
- Dilma 2−0,4 por mil nascidos vivos
- Temer−0,5 por mil nascidos vivos
- Bolsonaro−0,4 por mil nascidos vivos
* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa
Em palavras simples
O que esses números de saúde contam sobre o país?
Mostram quantos bebês, crianças e mães morrem e quanta estrutura de atendimento existe. Taxa de mortalidade menor quer dizer que mais gente sobrevive. Mais leitos e médicos por habitante quer dizer mais oferta de atendimento.
No seu dia a dia
- Pré-natal e parto bem feitos salvam bebês e mães.
- Vacina e saneamento evitam mortes de crianças.
- Leito perto de casa encurta a espera por internação.
- Pressão e diabetes controladas evitam mortes antes dos 70.
Quando sobe
- Mais bebês e mães morrem.
- Pode haver falha no atendimento ou uma epidemia.
- A covid-19 elevou a mortalidade materna em 2021.
Quando cai
- Mais bebês e mães sobrevivem.
- Costuma refletir melhor atendimento e saneamento.
- Também pode refletir mudança no registro dos óbitos.
Saúde por governo: a série inteira com os governos
Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.
ano de 2022 · Jair Bolsonaro
8,7 por mil nascidos vivos
IBGE e Ministério da Saúde · SIDRA 6696 / v9732
Série desde 1990 · 33 anos · IBGE: uso livre com citação da fonte (Termos de uso do IBGE).
Saúde por governo, mandato por mandato
Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida)
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 1990, depois deste período. | ||||
| Collor1990 a 1991 | +0,3 por mil nascidos vivoscobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses | 23,1 por mil nascidos vivos | 23,4 por mil nascidos vivos | 23,4 por mil nascidos vivos | 23,4 por mil nascidos vivos (1991)23,4 por mil nascidos vivos (1991) |
| Itamar1992 a 1994 | −1,7 por mil nascidos vivos | 21,2 por mil nascidos vivos | 19,5 por mil nascidos vivos | 19,6 por mil nascidos vivos | 19,7 por mil nascidos vivos (1993)19,5 por mil nascidos vivos (1994) |
| FHC 11994 a 1998 | −2,0 por mil nascidos vivos | 19,5 por mil nascidos vivos | 17,5 por mil nascidos vivos | 19,0 por mil nascidos vivos | 19,8 por mil nascidos vivos (1995)17,5 por mil nascidos vivos (1998) |
| FHC 21998 a 2002 | −2,1 por mil nascidos vivos | 17,5 por mil nascidos vivos | 15,4 por mil nascidos vivos | 16,5 por mil nascidos vivos | 17,6 por mil nascidos vivos (1999)15,4 por mil nascidos vivos (2002) |
| Lula 12002 a 2006 | −2,2 por mil nascidos vivos | 15,4 por mil nascidos vivos | 13,2 por mil nascidos vivos | 13,9 por mil nascidos vivos | 14,6 por mil nascidos vivos (2003)13,2 por mil nascidos vivos (2006) |
| Lula 22006 a 2010 | −2,1 por mil nascidos vivos | 13,2 por mil nascidos vivos | 11,1 por mil nascidos vivos | 11,9 por mil nascidos vivos | 12,7 por mil nascidos vivos (2007)11,1 por mil nascidos vivos (2010) |
| Dilma 12010 a 2014 | −1,3 por mil nascidos vivos | 11,1 por mil nascidos vivos | 9,8 por mil nascidos vivos | 10,1 por mil nascidos vivos | 10,6 por mil nascidos vivos (2011)9,8 por mil nascidos vivos (2014) |
| Dilma 22014 a 2015 | −0,4 por mil nascidos vivos | 9,8 por mil nascidos vivos | 9,4 por mil nascidos vivos | 9,4 por mil nascidos vivos | 9,4 por mil nascidos vivos (2015)9,4 por mil nascidos vivos (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,5 por mil nascidos vivos | 9,6 por mil nascidos vivos | 9,1 por mil nascidos vivos | 9,3 por mil nascidos vivos | 9,5 por mil nascidos vivos (2017)9,1 por mil nascidos vivos (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | −0,4 por mil nascidos vivos | 9,1 por mil nascidos vivos | 8,7 por mil nascidos vivos | 8,9 por mil nascidos vivos | 9,2 por mil nascidos vivos (2019)8,7 por mil nascidos vivos (2022) |
| Lula 3*dez/2022 a dez/2022 | A série vai até 2022: ainda não há ano deste período com dado. | ||||
Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.2.2 publicado pelo IBGE, tabela 6696. Mudança: diferença em óbitos por mil nascidos vivos. * mandato em andamento.
Mortalidade de crianças menores de 5 anos
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 22000 a 2002 | −2,6 por mil nascidos vivoscobertura parcial | 32,1 por mil nascidos vivos | 29,5 por mil nascidos vivos | 30,3 por mil nascidos vivos | 31,0 por mil nascidos vivos (2001)29,5 por mil nascidos vivos (2002) |
| Lula 12002 a 2006 | −7,1 por mil nascidos vivos | 29,5 por mil nascidos vivos | 22,4 por mil nascidos vivos | 25,1 por mil nascidos vivos | 28,1 por mil nascidos vivos (2003)22,4 por mil nascidos vivos (2006) |
| Lula 22006 a 2010 | −4,8 por mil nascidos vivos | 22,4 por mil nascidos vivos | 17,6 por mil nascidos vivos | 19,4 por mil nascidos vivos | 21,1 por mil nascidos vivos (2007)17,6 por mil nascidos vivos (2010) |
| Dilma 12010 a 2014 | −2,2 por mil nascidos vivos | 17,6 por mil nascidos vivos | 15,4 por mil nascidos vivos | 16,3 por mil nascidos vivos | 17,0 por mil nascidos vivos (2011)15,4 por mil nascidos vivos (2014) |
| Dilma 22014 a 2015 | −1,0 por mil nascidos vivos | 15,4 por mil nascidos vivos | 14,4 por mil nascidos vivos | 14,4 por mil nascidos vivos | 14,4 por mil nascidos vivos (2015)14,4 por mil nascidos vivos (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,6 por mil nascidos vivos | 15,0 por mil nascidos vivos | 14,4 por mil nascidos vivos | 14,5 por mil nascidos vivos | 14,5 por mil nascidos vivos (2017)14,4 por mil nascidos vivos (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +0,8 por mil nascidos vivos | 14,4 por mil nascidos vivos | 15,2 por mil nascidos vivos | 14,3 por mil nascidos vivos | 15,2 por mil nascidos vivos (2022)13,4 por mil nascidos vivos (2020) |
| Lula 3*2022 a 2023 | −0,1 por mil nascidos vivos | 15,2 por mil nascidos vivos | 15,1 por mil nascidos vivos | 15,1 por mil nascidos vivos | 15,1 por mil nascidos vivos (2023)15,1 por mil nascidos vivos (2023) |
Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.2.1 publicado pelo IBGE, tabela 6695. Mudança: diferença em óbitos por mil nascidos vivos. * mandato em andamento.
Mortalidade materna (razão por 100 mil nascidos vivos)
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| Lula 1dez/2002 a dez/2006 | A série começa em 2009, depois deste período. | ||||
| Lula 22009 a 2010 | −3,5 por 100 mil nascidos vivoscobertura parcial | 72,4 por 100 mil nascidos vivos | 68,9 por 100 mil nascidos vivos | 68,9 por 100 mil nascidos vivos | 68,9 por 100 mil nascidos vivos (2010)68,9 por 100 mil nascidos vivos (2010) |
| Dilma 12010 a 2014 | −5,1 por 100 mil nascidos vivos | 68,9 por 100 mil nascidos vivos | 63,8 por 100 mil nascidos vivos | 61,8 por 100 mil nascidos vivos | 63,8 por 100 mil nascidos vivos (2014)59,3 por 100 mil nascidos vivos (2012) |
| Dilma 22014 a 2015 | −1,8 por 100 mil nascidos vivos | 63,8 por 100 mil nascidos vivos | 62,0 por 100 mil nascidos vivos | 62,0 por 100 mil nascidos vivos | 62,0 por 100 mil nascidos vivos (2015)62,0 por 100 mil nascidos vivos (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −5,3 por 100 mil nascidos vivos | 64,4 por 100 mil nascidos vivos | 59,1 por 100 mil nascidos vivos | 61,8 por 100 mil nascidos vivos | 64,5 por 100 mil nascidos vivos (2017)59,1 por 100 mil nascidos vivos (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | −1,4 por 100 mil nascidos vivos | 59,1 por 100 mil nascidos vivos | 57,7 por 100 mil nascidos vivos | 76,9 por 100 mil nascidos vivos | 117,4 por 100 mil nascidos vivos (2021)57,7 por 100 mil nascidos vivos (2022) |
| Lula 3*2022 a 2023 | −2,4 por 100 mil nascidos vivos | 57,7 por 100 mil nascidos vivos | 55,3 por 100 mil nascidos vivos | 55,3 por 100 mil nascidos vivos | 55,3 por 100 mil nascidos vivos (2023)55,3 por 100 mil nascidos vivos (2023) |
Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.1.1 publicado pelo IBGE, tabela 6694. Mudança: diferença em óbitos por 100 mil nascidos vivos. * mandato em andamento.
Mortes prematuras por doenças crônicas (30 a 69 anos)
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 22000 a 2002 | −0,7 p.p.cobertura parcial | 18,6% | 17,9% | 18,1% | 18,2% (2001)17,9% (2002) |
| Lula 12002 a 2006 | −0,5 p.p. | 17,9% | 17,4% | 17,6% | 17,9% (2004)17,3% (2005) |
| Lula 22006 a 2010 | −0,7 p.p. | 17,4% | 16,7% | 17,0% | 17,3% (2008)16,7% (2010) |
| Dilma 12010 a 2014 | −1,1 p.p. | 16,7% | 15,6% | 16,1% | 16,6% (2011)15,6% (2014) |
| Dilma 22014 a 2015 | 0,0 p.p. | 15,6% | 15,6% | 15,6% | 15,6% (2015)15,6% (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,7 p.p. | 15,7% | 15,0% | 15,1% | 15,2% (2017)15,0% (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | −0,5 p.p. | 15,0% | 14,5% | 14,6% | 14,8% (2019)14,4% (2020) |
| Lula 3*2022 a 2023 | −0,3 p.p. | 14,5% | 14,2% | 14,2% | 14,2% (2023)14,2% (2023) |
Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.4.1 publicado pelo IBGE, tabela 4277. Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.
Taxa de suicídio
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 22000 a 2002 | +0,5 por 100 mil habitantescobertura parcial | 4,3 por 100 mil habitantes | 4,8 por 100 mil habitantes | 4,8 por 100 mil habitantes | 4,8 por 100 mil habitantes (2001)4,8 por 100 mil habitantes (2001) |
| Lula 12002 a 2006 | +0,2 por 100 mil habitantes | 4,8 por 100 mil habitantes | 5,0 por 100 mil habitantes | 4,9 por 100 mil habitantes | 5,0 por 100 mil habitantes (2005)4,8 por 100 mil habitantes (2003) |
| Lula 22006 a 2010 | +0,3 por 100 mil habitantes | 5,0 por 100 mil habitantes | 5,3 por 100 mil habitantes | 5,3 por 100 mil habitantes | 5,3 por 100 mil habitantes (2008)5,1 por 100 mil habitantes (2007) |
| Dilma 12010 a 2014 | +0,4 por 100 mil habitantes | 5,3 por 100 mil habitantes | 5,7 por 100 mil habitantes | 5,6 por 100 mil habitantes | 5,7 por 100 mil habitantes (2013)5,4 por 100 mil habitantes (2011) |
| Dilma 22014 a 2015 | +0,3 por 100 mil habitantes | 5,7 por 100 mil habitantes | 6,0 por 100 mil habitantes | 6,0 por 100 mil habitantes | 6,0 por 100 mil habitantes (2015)6,0 por 100 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | +0,6 por 100 mil habitantes | 6,0 por 100 mil habitantes | 6,6 por 100 mil habitantes | 6,6 por 100 mil habitantes | 6,6 por 100 mil habitantes (2017)6,6 por 100 mil habitantes (2017) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +1,8 por 100 mil habitantes | 6,6 por 100 mil habitantes | 8,4 por 100 mil habitantes | 7,6 por 100 mil habitantes | 8,4 por 100 mil habitantes (2022)7,0 por 100 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2024 | 0,0 por 100 mil habitantes | 8,4 por 100 mil habitantes | 8,4 por 100 mil habitantes | 8,5 por 100 mil habitantes | 8,6 por 100 mil habitantes (2023)8,4 por 100 mil habitantes (2024) |
Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.4.2 publicado pelo IBGE, tabela 8183. Mudança: diferença por 100 mil habitantes. * mandato em andamento.
Leitos de internação por 10 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 1dez/2002 a dez/2006 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 2dez/2006 a dez/2010 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Dilma 12010 a 2014 | −1,2 por 10 mil habitantes | 23,7 por 10 mil habitantes | 22,5 por 10 mil habitantes | 22,9 por 10 mil habitantes | 23,4 por 10 mil habitantes (2011)22,5 por 10 mil habitantes (2014) |
| Dilma 22014 a 2015 | −0,7 por 10 mil habitantes | 22,5 por 10 mil habitantes | 21,8 por 10 mil habitantes | 21,8 por 10 mil habitantes | 21,8 por 10 mil habitantes (2015)21,8 por 10 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,5 por 10 mil habitantes | 21,4 por 10 mil habitantes | 20,9 por 10 mil habitantes | 21,1 por 10 mil habitantes | 21,2 por 10 mil habitantes (2017)20,9 por 10 mil habitantes (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +0,4 por 10 mil habitantes | 20,9 por 10 mil habitantes | 21,3 por 10 mil habitantes | 21,1 por 10 mil habitantes | 21,4 por 10 mil habitantes (2021)20,6 por 10 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2025 | +0,1 por 10 mil habitantes | 21,3 por 10 mil habitantes | 21,4 por 10 mil habitantes | 21,3 por 10 mil habitantes | 21,4 por 10 mil habitantes (2025)21,2 por 10 mil habitantes (2023) |
Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMLTINT1000HUF). Mudança: diferença por 10 mil habitantes. * mandato em andamento.
Leitos de internação do SUS por 10 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 1dez/2002 a dez/2006 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 2dez/2006 a dez/2010 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Dilma 12010 a 2014 | −1,3 por 10 mil habitantes | 17,3 por 10 mil habitantes | 15,9 por 10 mil habitantes | 16,4 por 10 mil habitantes | 16,9 por 10 mil habitantes (2011)15,9 por 10 mil habitantes (2014) |
| Dilma 22014 a 2015 | −0,5 por 10 mil habitantes | 15,9 por 10 mil habitantes | 15,4 por 10 mil habitantes | 15,4 por 10 mil habitantes | 15,4 por 10 mil habitantes (2015)15,4 por 10 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −0,6 por 10 mil habitantes | 15,1 por 10 mil habitantes | 14,5 por 10 mil habitantes | 14,6 por 10 mil habitantes | 14,7 por 10 mil habitantes (2017)14,5 por 10 mil habitantes (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +0,3 por 10 mil habitantes | 14,5 por 10 mil habitantes | 14,7 por 10 mil habitantes | 14,6 por 10 mil habitantes | 14,9 por 10 mil habitantes (2021)14,2 por 10 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2025 | 0,0 por 10 mil habitantes | 14,7 por 10 mil habitantes | 14,8 por 10 mil habitantes | 14,7 por 10 mil habitantes | 14,8 por 10 mil habitantes (2025)14,6 por 10 mil habitantes (2023) |
Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMLTINTSUS1000HUF). Mudança: diferença por 10 mil habitantes. * mandato em andamento.
Médicos por 10 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 1dez/2002 a dez/2006 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 2dez/2006 a dez/2010 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Dilma 12010 a 2014 | +1,9 por 10 mil habitantes | 14,9 por 10 mil habitantes | 16,8 por 10 mil habitantes | 15,8 por 10 mil habitantes | 16,8 por 10 mil habitantes (2014)15,0 por 10 mil habitantes (2011) |
| Dilma 22014 a 2015 | +0,4 por 10 mil habitantes | 16,8 por 10 mil habitantes | 17,3 por 10 mil habitantes | 17,3 por 10 mil habitantes | 17,3 por 10 mil habitantes (2015)17,3 por 10 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | +1,3 por 10 mil habitantes | 17,8 por 10 mil habitantes | 19,1 por 10 mil habitantes | 18,7 por 10 mil habitantes | 19,1 por 10 mil habitantes (2018)18,4 por 10 mil habitantes (2017) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +3,4 por 10 mil habitantes | 19,1 por 10 mil habitantes | 22,5 por 10 mil habitantes | 20,9 por 10 mil habitantes | 22,5 por 10 mil habitantes (2022)19,6 por 10 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2025 | +4,5 por 10 mil habitantes | 22,5 por 10 mil habitantes | 27,0 por 10 mil habitantes | 25,4 por 10 mil habitantes | 27,0 por 10 mil habitantes (2025)23,7 por 10 mil habitantes (2023) |
Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), e IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SUS_NMMED10MHUF). Mudança: diferença por 10 mil habitantes. * mandato em andamento.
Enfermeiros por 10 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| FHC 2dez/1998 a dez/2002 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 1dez/2002 a dez/2006 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Lula 2dez/2006 a dez/2010 | A série começa em 2010, depois deste período. | ||||
| Dilma 12010 a 2014 | +2,8 por 10 mil habitantes | 6,4 por 10 mil habitantes | 9,2 por 10 mil habitantes | 8,0 por 10 mil habitantes | 9,2 por 10 mil habitantes (2014)6,9 por 10 mil habitantes (2011) |
| Dilma 22014 a 2015 | +0,7 por 10 mil habitantes | 9,2 por 10 mil habitantes | 9,9 por 10 mil habitantes | 9,9 por 10 mil habitantes | 9,9 por 10 mil habitantes (2015)9,9 por 10 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | +1,2 por 10 mil habitantes | 10,6 por 10 mil habitantes | 11,7 por 10 mil habitantes | 11,4 por 10 mil habitantes | 11,7 por 10 mil habitantes (2018)11,1 por 10 mil habitantes (2017) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +4,4 por 10 mil habitantes | 11,7 por 10 mil habitantes | 16,1 por 10 mil habitantes | 14,4 por 10 mil habitantes | 16,1 por 10 mil habitantes (2022)12,4 por 10 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2025 | +3,2 por 10 mil habitantes | 16,1 por 10 mil habitantes | 19,3 por 10 mil habitantes | 18,3 por 10 mil habitantes | 19,3 por 10 mil habitantes (2025)17,2 por 10 mil habitantes (2023) |
Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMENF1000HUF). Mudança: diferença por 10 mil habitantes. * mandato em andamento.
Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.
Mortalidade neonatal ano a ano
A pesquisa é anual: cada número resume o ano inteiro. O ano mais recente é o último que a fonte publicou.
| Ano | Valor do ano |
|---|---|
| 2022 | 8,7 por mil nascidos vivos |
| 2021 | 8,8 por mil nascidos vivos |
| 2020 | 8,8 por mil nascidos vivos |
| 2019 | 9,2 por mil nascidos vivos |
| 2018 | 9,1 por mil nascidos vivos |
| 2017 | 9,5 por mil nascidos vivos |
| 2016 | 9,6 por mil nascidos vivos |
| 2015 | 9,4 por mil nascidos vivos |
| 2014 | 9,8 por mil nascidos vivos |
| 2013 | 9,9 por mil nascidos vivos |
| 2012 | 10,3 por mil nascidos vivos |
| 2011 | 10,6 por mil nascidos vivos |
| 2010 | 11,1 por mil nascidos vivos |
| 2009 | 11,5 por mil nascidos vivos |
| 2008 | 12,1 por mil nascidos vivos |
| 2007 | 12,7 por mil nascidos vivos |
| 2006 | 13,2 por mil nascidos vivos |
| 2005 | 13,6 por mil nascidos vivos |
| 2004 | 14,3 por mil nascidos vivos |
| 2003 | 14,6 por mil nascidos vivos |
| 2002 | 15,4 por mil nascidos vivos |
| 2001 | 16,2 por mil nascidos vivos |
| 2000 | 16,7 por mil nascidos vivos |
| 1999 | 17,6 por mil nascidos vivos |
| 1998 | 17,5 por mil nascidos vivos |
| 1997 | 19,4 por mil nascidos vivos |
| 1996 | 19,5 por mil nascidos vivos |
| 1995 | 19,8 por mil nascidos vivos |
| 1994 | 19,5 por mil nascidos vivos |
| 1993 | 19,7 por mil nascidos vivos |
| 1992 | 21,2 por mil nascidos vivos |
| 1991 | 23,4 por mil nascidos vivos |
| 1990 (parcial) | 23,1 por mil nascidos vivos |
Como ler estes números
Todas as séries são anuais. A comparação usa os anos civis inteiros de cada governo, do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro no cargo, e diz quais anos entraram quando o mandato não começa em janeiro.
Taxas por mil nascidos vivos, por 100 mil nascidos vivos e por 10 mil habitantes se comparam pela diferença na própria unidade. Se a mortalidade neonatal passa de 12 para 10 por mil, ela caiu 2 por mil nascidos vivos, e não 17%.
O dado definitivo de mortalidade sai cerca de dois anos depois do ano. O governo em andamento aparece com os anos que já existem, e a página diz até quando vai cada série.
Se você ou alguém próximo precisa de apoio emocional, o CVV atende de graça, 24 horas, pelo telefone 188 e pelo site cvv.org.br.
O que costuma mover mortalidade neonatal
- Atenção básica e pré-natal
- A maior parte das mortes de bebês no primeiro mês está ligada à gestação, ao parto e ao atendimento logo depois do nascimento. Fonte: Plataforma ODS Brasil, Objetivo 3 (saúde e bem-estar)
- O SUS e a rede de atendimento
- A Lei Orgânica da Saúde organiza o SUS entre União, estados e municípios: a oferta de leitos e de profissionais depende das três esferas e da rede privada. Fonte: Lei nº 8.080/1990 (Lei Orgânica da Saúde)
- Provimento de médicos
- Programas federais de provimento, como o Mais Médicos de 2013, mudam a distribuição de médicos no país, sobretudo em cidades pequenas. Fonte: Lei nº 12.871/2013 (Programa Mais Médicos)
- Prevenção do suicídio
- O Ministério da Saúde mantém orientações de prevenção e a rede de atenção psicossocial do SUS atende de graça. Fonte: Ministério da Saúde, prevenção do suicídio
O que cada série mede
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida)
Taxa de mortalidade neonatal: óbitos de residentes até 27 dias de vida completos por mil nascidos vivos de mães residentes, indicador 3.2.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) do Ministério da Saúde (IBGE, tabela 6696, variável 9732). Série anual desde 1990.
Regra de comparação: Taxa por mil nascidos vivos: compara-se pela diferença na própria unidade (óbitos por mil nascidos vivos), nunca em %.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- A cobertura do registro de óbitos e nascimentos melhorou ao longo da série, sobretudo no Norte e no Nordeste: parte da queda dos anos 1990 também reflete registro mais completo.
- Série desde 1990, último dado em 2022. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Mortalidade de crianças menores de 5 anos
Taxa de mortalidade em menores de 5 anos por mil nascidos vivos, indicador 3.2.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do SIM e do SINASC do Ministério da Saúde (IBGE, tabela 6695, variável 9731). Série anual desde 2000.
Regra de comparação: Taxa por mil nascidos vivos: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2000: FHC 2 fica sem esta leitura.
- Série desde 2000, último dado em 2023. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Mortalidade materna (razão por 100 mil nascidos vivos)
Razão de mortalidade materna: óbitos de mulheres residentes por causas e condições consideradas de morte materna por 100 mil nascidos vivos de mães residentes, indicador 3.1.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do SIM e do SINASC do Ministério da Saúde (IBGE, tabela 6694, variável 9730). Série anual desde 2009.
Regra de comparação: Razão por 100 mil nascidos vivos: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2009: Lula 2 fica sem esta leitura e Dilma 1 começa no ano de 2010 como base.
- Em 2020 e 2021 a covid-19 elevou muito a mortalidade de gestantes e puérperas. O pico é dado real, e a comparação de mandatos que pegam esses anos precisa ser lida com isso em mente.
- Série desde 2009, último dado em 2023. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Mortes prematuras por doenças crônicas (30 a 69 anos)
Probabilidade de morrer entre 30 e 69 anos de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes ou doenças respiratórias crônicas, %, indicador 3.4.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do SIM do Ministério da Saúde e da população do IBGE (IBGE, tabela 4277, variável 11754, ambos os sexos). Série anual desde 2000.
Regra de comparação: Probabilidade em %: diferença em pontos percentuais.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2000: FHC 2 fica sem esta leitura.
- Série desde 2000, último dado em 2023. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Taxa de suicídio
Taxa de mortalidade por suicídio na população com 5 anos ou mais, por 100 mil habitantes, indicador 3.4.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do SIM do Ministério da Saúde e da população do IBGE (IBGE, tabela 8183, variável 11704, ambos os sexos). Série anual desde 2000.
Regra de comparação: Taxa por 100 mil habitantes: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Parte da subida ao longo da série também reflete registro mais preciso da causa da morte.
- Série desde 2000, último dado em 2024. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Leitos de internação por 10 mil habitantes
Número médio mensal de leitos de internação no ano por 10 mil habitantes, rede pública e privada, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES, DataSUS, Ministério da Saúde), com a população da projeção do IBGE (edição 2024). Distribuído pelo Ipeadata (série SIS_NMLTINT1000HUF). Série anual desde 2010.
Regra de comparação: Taxa por 10 mil habitantes: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2010: Lula 2 fica sem esta leitura.
- Leitos complementares (UTI e unidade intermediária) não entram nesta conta.
- Série desde 2010, último dado em 2025. Calendário da fonte: a média do ano é publicada no primeiro trimestre do ano seguinte.
Leitos de internação do SUS por 10 mil habitantes
Número médio mensal de leitos de internação disponíveis ao SUS no ano por 10 mil habitantes, do CNES (DataSUS, Ministério da Saúde), com a população da projeção do IBGE (edição 2024). Distribuído pelo Ipeadata (série SIS_NMLTINTSUS1000HUF). Série anual desde 2010.
Regra de comparação: Taxa por 10 mil habitantes: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2010: Lula 2 fica sem esta leitura.
- Série desde 2010, último dado em 2025. Calendário da fonte: a média do ano é publicada no primeiro trimestre do ano seguinte.
Médicos por 10 mil habitantes
Número médio mensal de médicos cadastrados nos estabelecimentos de saúde no ano por 10 mil habitantes, do CNES (DataSUS, Ministério da Saúde), com a população da projeção do IBGE (edição 2024), calculado na Síntese de Indicadores Sociais do IBGE e distribuído pelo Ipeadata (série SUS_NMMED10MHUF). Série anual desde 2010.
Regra de comparação: Taxa por 10 mil habitantes: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2010: Lula 2 fica sem esta leitura.
- Conta profissionais cadastrados nos estabelecimentos: quem trabalha em dois lugares pode aparecer mais de uma vez no cadastro de origem.
- Série desde 2010, último dado em 2025. Calendário da fonte: a média do ano é publicada no primeiro trimestre do ano seguinte.
Enfermeiros por 10 mil habitantes
Número médio mensal de enfermeiros cadastrados nos estabelecimentos de saúde no ano por 10 mil habitantes, do CNES (DataSUS, Ministério da Saúde), com a população da projeção do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (série SIS_NMENF1000HUF). Série anual desde 2010.
Regra de comparação: Taxa por 10 mil habitantes: diferença na própria unidade.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2010: Lula 2 fica sem esta leitura.
- Série desde 2010, último dado em 2025. Calendário da fonte: a média do ano é publicada no primeiro trimestre do ano seguinte.
Para continuar
No mesmo tema: homicídios por governo desde 1980. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.
Como citar esta página
Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: IBGE e Ministério da Saúde (SIDRA 6696 / v9732), cálculo ValorFinal, versão 1fd009ae; a página é atualizada automaticamente.
ValorFinal. Saúde por governo no período de 01/01 a 31/12/2022: Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida): 8,7 por mil nascidos vivos, 2022, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/saude-por-governo. Fonte do dado: IBGE e Ministério da Saúde (SIDRA 6696 / v9732), cálculo ValorFinal, versão 1fd009ae.
Os números desta versão dos dados (1fd009ae) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/1fd009ae. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.
Fontes oficiais
- Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.2.2 publicado pelo IBGE, tabela 6696órgão público
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida): SIDRA 6696 / v9732, anual.
- Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.2.1 publicado pelo IBGE, tabela 6695órgão público
Mortalidade de crianças menores de 5 anos: SIDRA 6695 / v9731, anual.
- Ministério da Saúde (SIM e SINASC), indicador ODS 3.1.1 publicado pelo IBGE, tabela 6694órgão público
Mortalidade materna (razão por 100 mil nascidos vivos): SIDRA 6694 / v9730, anual.
- Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.4.1 publicado pelo IBGE, tabela 4277órgão público
Mortes prematuras por doenças crônicas (30 a 69 anos): SIDRA 4277 / v11754, anual.
- Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.4.2 publicado pelo IBGE, tabela 8183órgão público
Taxa de suicídio: SIDRA 8183 / v11704, anual.
- Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMLTINT1000HUF)órgão público
Leitos de internação por 10 mil habitantes: Ipeadata SIS_NMLTINT1000HUF, anual.
- Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMLTINTSUS1000HUF)órgão público
Leitos de internação do SUS por 10 mil habitantes: Ipeadata SIS_NMLTINTSUS1000HUF, anual.
- Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), e IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SUS_NMMED10MHUF)órgão público
Médicos por 10 mil habitantes: Ipeadata SUS_NMMED10MHUF, anual.
- Ministério da Saúde, CNES (DataSUS), com população do IBGE, distribuído pelo Ipeadata (SIS_NMENF1000HUF)órgão público
Enfermeiros por 10 mil habitantes: Ipeadata SIS_NMENF1000HUF, anual.
- Biblioteca da Presidência, Galeria dos Ex-Presidentesórgão público
Datas de posse, afastamento e fim do exercício de cada presidente (uma ficha por presidente).
Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.
Perguntas sobre saúde por governo
O que esses números de saúde contam sobre o país?
Mostram quantos bebês, crianças e mães morrem e quanta estrutura de atendimento existe. Taxa de mortalidade menor quer dizer que mais gente sobrevive. Mais leitos e médicos por habitante quer dizer mais oferta de atendimento. Quando sobe: Mais bebês e mães morrem. Pode haver falha no atendimento ou uma epidemia. A covid-19 elevou a mortalidade materna em 2021. Quando cai: Mais bebês e mães sobrevivem. Costuma refletir melhor atendimento e saneamento. Também pode refletir mudança no registro dos óbitos.
Qual é o último dado de mortalidade neonatal?
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida), em 2022: 8,7 por mil nascidos vivos, pela série SIDRA 6696 / v9732 (IBGE e Ministério da Saúde). Ano anterior: 8,8 por mil nascidos vivos. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Mortalidade neonatal (bebês que morrem até 27 dias de vida): em qual governo mais mudou?
Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior alta em óbitos por mil nascidos vivos foi no de Fernando Collor: 23,1 por mil nascidos vivos para 23,4 por mil nascidos vivos (+0,3 por mil nascidos vivos, de 1990 a 1991). A maior queda foi no de Luiz Inácio Lula da Silva (1º mandato): 15,4 por mil nascidos vivos para 13,2 por mil nascidos vivos (−2,2 por mil nascidos vivos, de 2002 a 2006). A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.
Mortalidade neonatal: como mudou no governo atual?
O mandato atual ainda não tem dado suficiente nesta série.
Desde quando existe a série de mortalidade neonatal?
Desde 1990. Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
Como se lê a mudança de mortalidade neonatal?
Pela diferença na própria unidade da taxa, em óbitos por mil nascidos vivos. Se a taxa passa de 12 para 10, ela caiu 2 óbitos por mil nascidos vivos. Não é um percentual: dizer que caiu 17% mistura duas grandezas. Esta página mostra essa diferença entre o ano anterior ao primeiro ano civil inteiro no cargo e o último ano civil inteiro no cargo.
Posso baixar os dados?
Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. IBGE: uso livre com citação da fonte (Termos de uso do IBGE). O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.