Homicídios por governo: taxa por 100 mil habitantes desde 1980
A taxa de homicídios por 100 mil habitantes em cada governo desde Sarney, pelo Atlas da Violência do Ipea, e as mortes no trânsito, pelo indicador oficial do Ministério da Saúde. As duas contas saem do atestado de óbito, e não dos boletins das polícias.
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes, em 2024
20,1 por 100 mil habitantes
Ipea e Ministério da Saúde, Ipeadata AVIOL12_THOMIC · série anual · coleta de 28/10/2026
- Ano anterior
- 21,7 por 100 mil habitantes
- No mandato atual
- −2,0 por 100 mil habitantes
- Máxima desde 1980
- 32,1 por 100 mil habitantes
- 2017
- Mínima desde 1980
- 11,7 por 100 mil habitantes
- 1980
Quantas pessoas são assassinadas no ano para cada 100 mil moradores do país.
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Governo a governo
Mudança em por 100 mil habitantes
- Sarney+5,3 por 100 mil habitantes
- Collor−1,3 por 100 mil habitantes
- Itamar+2,0 por 100 mil habitantes
- FHC 1+4,7 por 100 mil habitantes
- FHC 2+2,6 por 100 mil habitantes
- Lula 1−1,9 por 100 mil habitantes
- Lula 2+1,2 por 100 mil habitantes
- Dilma 1+2,4 por 100 mil habitantes
- Dilma 2−0,9 por 100 mil habitantes
- Temer−2,6 por 100 mil habitantes
- Bolsonaro−6,1 por 100 mil habitantes
- Lula 3*−2,0 por 100 mil habitantes
* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa
Em palavras simples
O que a taxa de homicídios mostra?
Mostra quantas pessoas são assassinadas por ano para cada 100 mil moradores. Medir por habitante permite comparar anos em que a população era diferente.
No seu dia a dia
- Taxa alta quer dizer mais medo de andar na rua.
- Os jovens homens são as maiores vítimas.
- Acidente de trânsito também mata muita gente todo ano.
Quando sobe
- Mais pessoas morrem assassinadas.
- Bairros e cidades ficam mais inseguros.
- O gasto com saúde e segurança aumenta.
Quando cai
- Menos pessoas morrem assassinadas.
- Pode refletir mais policiamento e prevenção.
- Também pode refletir causa da morte registrada com menos precisão.
Homicídios por governo desde 1980: a série inteira com os governos
Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.
ano de 2024 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)
20,1 por 100 mil habitantes
Ipea e Ministério da Saúde · Ipeadata AVIOL12_THOMIC
Série desde 1980 · 45 anos · Ipeadata (Ipea): uso livre com citação da fonte e da instituição que produziu o dado.
Homicídios por governo desde 1980, mandato por mandato
Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarney1985 a 1989 | +5,3 por 100 mil habitantes | 15,0 por 100 mil habitantes | 20,3 por 100 mil habitantes | 17,3 por 100 mil habitantes | 20,3 por 100 mil habitantes (1989)15,3 por 100 mil habitantes (1986) |
| Collor1990 a 1991 | −1,3 por 100 mil habitantescobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses | 22,2 por 100 mil habitantes | 20,9 por 100 mil habitantes | 20,9 por 100 mil habitantes | 20,9 por 100 mil habitantes (1991)20,9 por 100 mil habitantes (1991) |
| Itamar1992 a 1994 | +2,0 por 100 mil habitantes | 19,2 por 100 mil habitantes | 21,2 por 100 mil habitantes | 20,7 por 100 mil habitantes | 21,2 por 100 mil habitantes (1994)20,2 por 100 mil habitantes (1993) |
| FHC 11994 a 1998 | +4,7 por 100 mil habitantes | 21,2 por 100 mil habitantes | 25,9 por 100 mil habitantes | 25,0 por 100 mil habitantes | 25,9 por 100 mil habitantes (1998)23,8 por 100 mil habitantes (1995) |
| FHC 21998 a 2002 | +2,6 por 100 mil habitantes | 25,9 por 100 mil habitantes | 28,5 por 100 mil habitantes | 27,5 por 100 mil habitantes | 28,5 por 100 mil habitantes (2002)26,2 por 100 mil habitantes (1999) |
| Lula 12002 a 2006 | −1,9 por 100 mil habitantes | 28,5 por 100 mil habitantes | 26,6 por 100 mil habitantes | 27,2 por 100 mil habitantes | 29,1 por 100 mil habitantes (2003)26,1 por 100 mil habitantes (2005) |
| Lula 22006 a 2010 | +1,2 por 100 mil habitantes | 26,6 por 100 mil habitantes | 27,8 por 100 mil habitantes | 27,0 por 100 mil habitantes | 27,8 por 100 mil habitantes (2010)26,2 por 100 mil habitantes (2007) |
| Dilma 12010 a 2014 | +2,4 por 100 mil habitantes | 27,8 por 100 mil habitantes | 30,2 por 100 mil habitantes | 28,9 por 100 mil habitantes | 30,2 por 100 mil habitantes (2014)27,5 por 100 mil habitantes (2011) |
| Dilma 22014 a 2015 | −0,9 por 100 mil habitantes | 30,2 por 100 mil habitantes | 29,3 por 100 mil habitantes | 29,3 por 100 mil habitantes | 29,3 por 100 mil habitantes (2015)29,3 por 100 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −2,6 por 100 mil habitantes | 30,8 por 100 mil habitantes | 28,2 por 100 mil habitantes | 30,2 por 100 mil habitantes | 32,1 por 100 mil habitantes (2017)28,2 por 100 mil habitantes (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | −6,1 por 100 mil habitantes | 28,2 por 100 mil habitantes | 22,1 por 100 mil habitantes | 22,7 por 100 mil habitantes | 23,9 por 100 mil habitantes (2020)22,0 por 100 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2024 | −2,0 por 100 mil habitantes | 22,1 por 100 mil habitantes | 20,1 por 100 mil habitantes | 20,9 por 100 mil habitantes | 21,7 por 100 mil habitantes (2023)20,1 por 100 mil habitantes (2024) |
Ipea, Atlas da Violência, a partir do SIM (Ministério da Saúde) e da população do IBGE (Ipeadata AVIOL12_THOMIC). Mudança: diferença por 100 mil habitantes. * mandato em andamento.
Mortes no trânsito por 100 mil habitantes
| Governo | Mudança | Início | Fim | Média | Máx. e mín. |
|---|---|---|---|---|---|
| Sarneyfev/1985 a fev/1990 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Collorfev/1990 a set/1992 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| Itamarset/1992 a dez/1994 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 1dez/1994 a dez/1998 | A série começa em 2000, depois deste período. | ||||
| FHC 22000 a 2002 | +1,7 por 100 mil habitantescobertura parcial | 16,6 por 100 mil habitantes | 18,3 por 100 mil habitantes | 17,8 por 100 mil habitantes | 18,3 por 100 mil habitantes (2002)17,2 por 100 mil habitantes (2001) |
| Lula 12002 a 2006 | +1,1 por 100 mil habitantes | 18,3 por 100 mil habitantes | 19,4 por 100 mil habitantes | 19,1 por 100 mil habitantes | 19,4 por 100 mil habitantes (2005)18,3 por 100 mil habitantes (2003) |
| Lula 22006 a 2010 | +2,6 por 100 mil habitantes | 19,4 por 100 mil habitantes | 22,0 por 100 mil habitantes | 20,3 por 100 mil habitantes | 22,0 por 100 mil habitantes (2010)19,5 por 100 mil habitantes (2009) |
| Dilma 12010 a 2014 | −0,2 por 100 mil habitantes | 22,0 por 100 mil habitantes | 21,8 por 100 mil habitantes | 22,0 por 100 mil habitantes | 22,7 por 100 mil habitantes (2012)21,2 por 100 mil habitantes (2013) |
| Dilma 22014 a 2015 | −2,7 por 100 mil habitantes | 21,8 por 100 mil habitantes | 19,1 por 100 mil habitantes | 19,1 por 100 mil habitantes | 19,1 por 100 mil habitantes (2015)19,1 por 100 mil habitantes (2015) |
| Temer2016 a 2018 | −2,5 por 100 mil habitantes | 18,3 por 100 mil habitantes | 15,8 por 100 mil habitantes | 16,5 por 100 mil habitantes | 17,2 por 100 mil habitantes (2017)15,8 por 100 mil habitantes (2018) |
| Bolsonaro2018 a 2022 | +0,3 por 100 mil habitantes | 15,8 por 100 mil habitantes | 16,1 por 100 mil habitantes | 15,8 por 100 mil habitantes | 16,1 por 100 mil habitantes (2021)15,4 por 100 mil habitantes (2019) |
| Lula 3*2022 a 2024 | +1,4 por 100 mil habitantes | 16,1 por 100 mil habitantes | 17,5 por 100 mil habitantes | 17,0 por 100 mil habitantes | 17,5 por 100 mil habitantes (2024)16,5 por 100 mil habitantes (2023) |
Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.6.1 publicado pelo IBGE, tabela 4408. Mudança: diferença por 100 mil habitantes. * mandato em andamento.
Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.
Homicídios ano a ano
A pesquisa é anual: cada número resume o ano inteiro. O ano mais recente é o último que a fonte publicou.
| Ano | Valor do ano |
|---|---|
| 2024 | 20,1 por 100 mil habitantes |
| 2023 | 21,7 por 100 mil habitantes |
| 2022 | 22,1 por 100 mil habitantes |
| 2021 | 22,8 por 100 mil habitantes |
| 2020 | 23,9 por 100 mil habitantes |
| 2019 | 22,0 por 100 mil habitantes |
| 2018 | 28,2 por 100 mil habitantes |
| 2017 | 32,1 por 100 mil habitantes |
| 2016 | 30,8 por 100 mil habitantes |
| 2015 | 29,3 por 100 mil habitantes |
| 2014 | 30,2 por 100 mil habitantes |
| 2013 | 28,6 por 100 mil habitantes |
| 2012 | 29,4 por 100 mil habitantes |
| 2011 | 27,5 por 100 mil habitantes |
| 2010 | 27,8 por 100 mil habitantes |
| 2009 | 27,2 por 100 mil habitantes |
| 2008 | 26,7 por 100 mil habitantes |
| 2007 | 26,2 por 100 mil habitantes |
| 2006 | 26,6 por 100 mil habitantes |
| 2005 | 26,1 por 100 mil habitantes |
| 2004 | 26,9 por 100 mil habitantes |
| 2003 | 29,1 por 100 mil habitantes |
| 2002 | 28,5 por 100 mil habitantes |
| 2001 | 27,9 por 100 mil habitantes |
| 2000 | 27,4 por 100 mil habitantes |
| 1999 | 26,2 por 100 mil habitantes |
| 1998 | 25,9 por 100 mil habitantes |
| 1997 | 25,4 por 100 mil habitantes |
| 1996 | 24,8 por 100 mil habitantes |
| 1995 | 23,8 por 100 mil habitantes |
| 1994 | 21,2 por 100 mil habitantes |
| 1993 | 20,2 por 100 mil habitantes |
| 1992 | 19,2 por 100 mil habitantes |
| 1991 | 20,9 por 100 mil habitantes |
| 1990 | 22,2 por 100 mil habitantes |
| 1989 | 20,3 por 100 mil habitantes |
| 1988 | 16,8 por 100 mil habitantes |
| 1987 | 16,9 por 100 mil habitantes |
| 1986 | 15,3 por 100 mil habitantes |
| 1985 | 15,0 por 100 mil habitantes |
| 1984 | 15,3 por 100 mil habitantes |
| 1983 | 13,8 por 100 mil habitantes |
| 1982 | 12,6 por 100 mil habitantes |
| 1981 | 12,6 por 100 mil habitantes |
| 1980 (parcial) | 11,7 por 100 mil habitantes |
Como ler estes números
As séries são anuais e a comparação usa os anos civis inteiros de cada governo. Sarney entra com 1986 a 1989, Collor com 1991, Itamar com 1993 e 1994, e a página escreve os anos ao lado de cada número.
A diferença é na própria unidade: de 30 para 25 homicídios por 100 mil é uma queda de 5 por 100 mil habitantes.
Segurança pública é atribuição sobretudo dos estados, pelas polícias civil e militar. A taxa nacional soma 27 políticas estaduais e não mede a ação de um governo federal isolado.
Homicídio aqui é óbito por agressão ou por intervenção legal no registro de saúde. Mortes violentas cuja causa não foi esclarecida ficam de fora, e o Atlas da Violência discute quanto isso pesa em cada estado.
O que costuma mover homicídios
- Quem cuida da segurança
- A Constituição divide a segurança pública entre as polícias federais e as dos estados, e os municípios podem ter guardas. Fonte: Constituição Federal, art. 144
- Coordenação nacional
- Desde 2018 o Sistema Único de Segurança Pública organiza metas e o compartilhamento de dados entre União, estados e municípios. Fonte: Lei nº 13.675/2018 (Sistema Único de Segurança Pública)
- O que o Atlas mede
- O Atlas da Violência, do Ipea, calcula as taxas com os óbitos do Sistema de Informações sobre Mortalidade e discute a qualidade do registro em cada estado. Fonte: Ipea, Atlas da Violência
- Trânsito
- Regras como a tolerância zero ao álcool ao volante, de 2008, e a fiscalização de estados e municípios afetam as mortes no trânsito. Fonte: Lei nº 11.705/2008 (Lei Seca)
O que cada série mede
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes do Atlas da Violência (Ipea), calculada com os óbitos por agressão e por intervenção legal do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde e a população do IBGE (Ipeadata, série AVIOL12_THOMIC). Série anual desde 1980.
Regra de comparação: Taxa por 100 mil habitantes: diferença na própria unidade. A segurança pública é atribuição sobretudo dos estados (polícias civil e militar); a taxa nacional não mede a ação de um governo federal isolado.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- É a contagem da saúde (atestado de óbito), não a das polícias: os números das secretarias de segurança são outros e não se misturam aqui.
- Mortes violentas com causa não determinada ficam fora da conta; quando a causa deixa de ser esclarecida com mais frequência, a taxa de homicídios pode cair sem queda real da violência.
- Série desde 1980, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Atlas da Violência publica o ano cerca de 18 meses depois.
Mortes no trânsito por 100 mil habitantes
Taxa de mortalidade por lesões de trânsito por 100 mil habitantes, ambos os sexos e todas as idades, indicador 3.6.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a partir do SIM do Ministério da Saúde e da população do IBGE (IBGE, tabela 4408, variável 9734). Série anual desde 2000.
Regra de comparação: Taxa por 100 mil habitantes: diferença na própria unidade. Fiscalização e engenharia de trânsito são em grande parte de estados e municípios.
- Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
- Série desde 2000: FHC 2 fica sem esta leitura.
- Série desde 2000, último dado em 2024. Calendário da fonte: o ano é publicado cerca de dois anos depois (dado definitivo do Ministério da Saúde).
Para continuar
No mesmo tema: saúde por governo. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.
Como citar esta página
Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: Ipea e Ministério da Saúde (Ipeadata AVIOL12_THOMIC), cálculo ValorFinal, versão 1fd009ae; a página é atualizada automaticamente.
ValorFinal. Homicídios por governo desde 1980 no período de 01/01 a 31/12/2024: Taxa de homicídios por 100 mil habitantes: 20,1 por 100 mil habitantes, 2024, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/homicidios-por-governo. Fonte do dado: Ipea e Ministério da Saúde (Ipeadata AVIOL12_THOMIC), cálculo ValorFinal, versão 1fd009ae.
Os números desta versão dos dados (1fd009ae) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/1fd009ae. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.
Fontes oficiais
- Ipea, Atlas da Violência, a partir do SIM (Ministério da Saúde) e da população do IBGE (Ipeadata AVIOL12_THOMIC)órgão público
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes: Ipeadata AVIOL12_THOMIC, anual.
- Ministério da Saúde (SIM), indicador ODS 3.6.1 publicado pelo IBGE, tabela 4408órgão público
Mortes no trânsito por 100 mil habitantes: SIDRA 4408 / v9734, anual.
- Biblioteca da Presidência, Galeria dos Ex-Presidentesórgão público
Datas de posse, afastamento e fim do exercício de cada presidente (uma ficha por presidente).
Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.
Perguntas sobre homicídios por governo desde 1980
O que a taxa de homicídios mostra?
Mostra quantas pessoas são assassinadas por ano para cada 100 mil moradores. Medir por habitante permite comparar anos em que a população era diferente. Quando sobe: Mais pessoas morrem assassinadas. Bairros e cidades ficam mais inseguros. O gasto com saúde e segurança aumenta. Quando cai: Menos pessoas morrem assassinadas. Pode refletir mais policiamento e prevenção. Também pode refletir causa da morte registrada com menos precisão.
Qual é o último dado de homicídios?
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes, em 2024: 20,1 por 100 mil habitantes, pela série Ipeadata AVIOL12_THOMIC (Ipea e Ministério da Saúde). Ano anterior: 21,7 por 100 mil habitantes. Calendário da fonte: o Atlas da Violência publica o ano cerca de 18 meses depois.
Taxa de homicídios por 100 mil habitantes: em qual governo mais mudou?
Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior alta em por 100 mil habitantes foi no de José Sarney: 15,0 por 100 mil habitantes para 20,3 por 100 mil habitantes (+5,3 por 100 mil habitantes, de 1985 a 1989). A maior queda foi no de Jair Bolsonaro: 28,2 por 100 mil habitantes para 22,1 por 100 mil habitantes (−6,1 por 100 mil habitantes, de 2018 a 2022). A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.
Homicídios: como mudou no governo atual?
Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): 22,1 por 100 mil habitantes para 20,1 por 100 mil habitantes (−2,0 por 100 mil habitantes, de 2022 a 2024). O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.
Desde quando existe a série de homicídios?
Desde 1980. Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
Como se lê a mudança de homicídios?
Pela diferença na própria unidade da taxa, em por 100 mil habitantes. Se a taxa passa de 12 para 10, ela caiu 2 por 100 mil habitantes. Não é um percentual: dizer que caiu 17% mistura duas grandezas. Esta página mostra essa diferença entre o ano anterior ao primeiro ano civil inteiro no cargo e o último ano civil inteiro no cargo.
Posso baixar os dados?
Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Ipeadata (Ipea): uso livre com citação da fonte e da instituição que produziu o dado. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.