Glossário do Curso de Gestão Financeira Pessoal
Todos os termos do curso em um só lugar, com definições simples. Use a busca para achar rápido.
- Ação
- Uma pequena fração do capital de uma empresa aberta. Quem tem ações é sócio dela, na proporção do que comprou, com direito a parte dos lucros distribuídos. Ver na aula →
- Ação mensurável
- Uma tarefa com número e data, como quitar R$ 800 da dívida do cartão até o fim do mês, que dá para medir se foi cumprida. Ver na aula →
- Acordo à vista
- Quitação de uma dívida atrasada de uma só vez, geralmente com o maior desconto possível sobre o saldo. Ver na aula →
- Acordo preventivo
- Uma combinação feita com antecedência sobre como o casal vai lidar com um tipo de gasto ou decisão, para evitar o conflito antes que ele aconteça. Ver na aula →
- Adiar a recompensa
- A capacidade de esperar por algo maior em vez de ceder ao impulso imediato, uma habilidade central para lidar bem com dinheiro na vida adulta. Ver na aula →
- Ajuste anual
- A conta que a declaração de Imposto de Renda faz uma vez por ano, comparando o que foi retido com o que era devido, e que resulta em restituição ou imposto a pagar. Ver na aula →
- Alavanca financeira pessoal
- Cada caminho que muda a sua sobra no fim do mês. Você tem duas: reduzir o que sai e aumentar o que entra. Ver na aula →
- Aporte
- Cada valor que você adiciona à reserva. Aportes pequenos e frequentes constroem uma reserva sólida com o tempo. Ver na aula →
- Aporte automático
- A transferência ou investimento programado que sai da conta sozinho, em data fixa, sem depender de você lembrar todo mês. Ver na aula →
- Aporte da meta
- O valor que você precisa guardar por mês para alcançar a meta no prazo escolhido. É o que o simulador calcula para você. Ver na aula →
- Aporte mensal
- O valor que você guarda por mês para uma meta. É o número que transforma um objetivo em um plano possível de acompanhar. Ver na aula →
- Aposentadoria por conta própria
- A renda futura que o autônomo constrói somando a contribuição ao INSS com uma poupança de longo prazo feita por decisão própria. Ver na aula →
- Assinatura zumbi
- O serviço que você continua pagando todo mês mas quase não usa, e que segue debitando no piloto automático até alguém reparar. Ver na aula →
- Atrito de uso
- O esforço que uma ferramenta exige para ser alimentada. Quanto maior o atrito, mais fácil você desistir dela no meio do caminho. Ver na aula →
- Autocustódia
- Guardar você mesmo as chaves de acesso aos seus criptoativos. Dá controle total, mas se você perde as chaves, perde o acesso, sem ninguém para recuperar. Ver na aula →
- Automação do hábito
- Deixar decisões financeiras acontecerem sozinhas, com transferências programadas e datas fixas, para não depender de lembrar ou de ter vontade no dia. Ver na aula →
- Balanço anual
- Uma revisão maior, uma vez por ano, que compara o patrimônio líquido, revisa metas e reajusta o plano à nova fase da vida. Ver na aula →
- Balde furado
- Uma imagem para finanças sem controle: por mais água que você coloque, ela vaza pelos mesmos furos, e o balde nunca enche. Ver na aula →
- Base de cálculo
- O valor sobre o qual o imposto é calculado, ou seja, os rendimentos tributáveis depois de subtrair as deduções permitidas. Ver na aula →
- Base financeira
- O conjunto de organização, dívida cara quitada e reserva de emergência que precisa estar de pé antes de começar a investir. Ver na aula →
- Bem de uso
- Um bem que serve para viver, como o imóvel próprio e o carro do dia a dia, e que não deve ser confundido com reserva, porque você não o vende num aperto qualquer. Ver na aula →
- Bens e ativos
- Tudo que você tem e que vale dinheiro: reserva, investimentos, imóvel, carro e outros itens de valor relevante. Ver na aula →
- Boletim de ocorrência
- O registro oficial do crime na polícia. Serve como prova, é exigido em várias denúncias e ajuda na tentativa de recuperar valores. Ver na aula →
- Carência
- Um prazo durante o qual você não pode resgatar a aplicação sem perder rendimento ou parte do valor. Quem tem reserva não pode depender de dinheiro com carência. Ver na aula →
- Carnê-leão
- O recolhimento mensal de imposto de renda que o autônomo sem vínculo faz sobre a renda recebida de pessoas físicas, quando ela ultrapassa o limite de isenção. Ver na aula →
- Categorização automática
- Recurso de aplicativos que classifica os gastos sozinho a partir do extrato, poupando digitação, com a troca de acessar os seus dados bancários. Ver na aula →
- CDB
- Certificado de Depósito Bancário. Um título em que você empresta dinheiro ao banco e recebe com juros. O banco usa esses recursos para emprestar a outros clientes. Ver na aula →
- CDI
- Taxa dos empréstimos de curtíssimo prazo entre bancos. Anda muito perto da Selic e é a referência mais usada para o rendimento da renda fixa. Ver na aula →
- Ceticismo saudável
- A postura de desconfiar de promessas boas demais e conferir antes de agir, sem virar paranoia, apenas com atenção e bom senso. Ver na aula →
- Checklist de compra
- Uma sequência curta de perguntas feita antes de finalizar um gasto, para transformar a compra automática em decisão consciente. Ver na aula →
- Checklist financeiro
- Uma lista de verificação que você repete a cada ano para não esquecer nenhum documento importante. Ver na aula →
- Cheque especial
- Um limite de crédito ligado à conta corrente, usado automaticamente quando o saldo fica negativo. Está entre as linhas de crédito mais caras do mercado. Ver na aula →
- Come-cotas
- A antecipação do imposto de renda em alguns fundos, feita duas vezes por ano, em maio e novembro, reduzindo o número de cotas que você tem. Ver na aula →
- Comportamento de manada
- A tendência de seguir o que a maioria está fazendo, comprando na alta por empolgação e vendendo na baixa por medo, muitas vezes na pior hora. Ver na aula →
- Compra consciente
- A compra feita com atenção ao que você precisa, ao seu orçamento e às alternativas, em vez de reagir a um impulso ou a um gatilho. Ver na aula →
- Compra por impulso
- A compra feita no calor do momento, sem planejamento, movida por uma emoção ou por um estímulo externo em vez de uma necessidade real. Ver na aula →
- Comprometimento de renda
- A parte da sua renda que já está reservada para pagar parcelas de dívidas. Acima de 30 por cento costuma ser sinal de alerta. Ver na aula →
- Comprovante dedutível
- Um recibo ou nota de despesa que, dependendo das regras do ano, pode reduzir a base de cálculo do imposto, como certos gastos com saúde e educação. Ver na aula →
- Concentração
- O oposto de diversificar: colocar uma parte grande do dinheiro em um só investimento, o que aumenta o risco de perder muito de uma vez. Ver na aula →
- Concentração de renda
- O quanto do seu total vem de uma única fonte. Quanto mais concentrada, maior o risco caso essa fonte falhe. Ver na aula →
- Confirmação por fora
- Checar a informação por um canal diferente do que chegou até você, como ligar para a pessoa ou para a empresa por um número que você já tinha. Ver na aula →
- Consórcio
- Uma poupança coletiva com prazo: você paga parcelas mensais e recebe a carta de crédito por sorteio ou lance, sem juros, mas com taxa de administração e sem garantia de quando será contemplado. Ver na aula →
- Contador
- Profissional habilitado e registrado no conselho da categoria, apto a orientar sobre tributos e a elaborar declarações. Ver na aula →
- Contas a receber
- Os valores já vendidos ou combinados que ainda vão entrar em datas futuras, como parcelas de um serviço fechado ou vendas no cartão a prazo. Ver na aula →
- Conversa financeira
- Um momento combinado para falar de dinheiro em família com calma, olhando números reais em vez de discutir no calor de uma cobrança. Ver na aula →
- Corte indolor
- A redução de um gasto que você quase não sente falta, como uma assinatura sem uso ou uma tarifa evitável. É por onde vale começar. Ver na aula →
- Corte inteligente
- Reduzir primeiro o que dói pouco e libera bastante, preservando o que traz prazer ou economia de verdade. Ver na aula →
- Cota
- A menor parte de um fundo. Quem investe compra cotas; o valor de cada cota sobe ou desce conforme o resultado do que o fundo tem na carteira. Ver na aula →
- Crédito
- Dinheiro que uma instituição empresta para você usar agora e devolver depois, na maioria das vezes com juros e encargos. Ver na aula →
- Crédito com garantia
- Empréstimo em que você oferece um bem, como imóvel ou veículo, ou uma fonte de renda estável como garantia, o que reduz o risco do banco e, com isso, os juros. Ver na aula →
- Crédito consciente
- O uso do crédito com planejamento, gastando dentro da renda e pagando sem juros, de modo que ele seja uma ferramenta e não uma fonte de dívida. Ver na aula →
- Criptoativo
- Um ativo digital que funciona em uma rede descentralizada, sem banco central por trás. O Bitcoin é o mais conhecido. O preço é definido pelo mercado e oscila muito. Ver na aula →
- Custo anualizado
- O valor total que um gasto repetido representa em doze meses. Ajuda a comparar o miúdo diário com despesas maiores. Ver na aula →
- Custo de adiar
- O prejuízo de deixar uma meta para depois: juros que continuam correndo, preços que sobem ou oportunidades que passam enquanto você espera. Ver na aula →
- Custo de vida
- O total do que você gasta por mês para viver: moradia, comida, transporte, saúde e contas essenciais. É a base para dimensionar a reserva. Ver na aula →
- Custo de vida mensal
- O total que você gasta por mês com o essencial e o recorrente: moradia, alimentação, transporte, contas, saúde e as parcelas fixas. Ver na aula →
- Custo efetivo total
- O valor real de uma dívida somando juros, tarifas e encargos. É o que mostra quanto a dívida custa de verdade, além do valor emprestado. Ver na aula →
- Custo Efetivo Total (CET)
- A taxa que reúne todos os custos de uma operação de crédito, incluindo juros, tarifas, seguros e impostos, expressa em porcentagem ao ano. É o número que mostra o preço real do crédito. Ver na aula →
- Custo por uso
- O preço total de um item dividido pelo número de vezes que você realmente vai usá-lo. Mostra se algo caro é barato no uso, e vice-versa. Ver na aula →
- Custo recorrente
- Gasto que se repete todo mês de forma automática, como uma assinatura, e por isso costuma passar despercebido no total. Ver na aula →
- Custo total
- A soma de tudo que você paga por uma compra parcelada com juros, ou seja, o valor do bem mais os juros e encargos ao longo das parcelas. Ver na aula →
- Custo total de posse
- O que um produto realmente custa somando preço, manutenção, durabilidade e consumo ao longo do uso, e não só a etiqueta. Ver na aula →
- Custo-benefício
- A relação entre o que você paga e o que recebe. Um item mais caro pode ter melhor custo-benefício se entregar bem mais valor ou durar muito mais. Ver na aula →
- DARF
- A guia usada para recolher tributos federais, como o imposto devido sobre o lucro em algumas operações de investimento. Ver na aula →
- DAS
- O Documento de Arrecadação do Simples Nacional pago pelo MEI todo mês, com valor fixo por atividade, que reúne a contribuição ao INSS e tributos. Ver na aula →
- Débito recorrente
- A cobrança que se renova sozinha em período fixo, no cartão ou na conta, sem que você precise autorizar de novo a cada vez. Ver na aula →
- Décimo terceiro salário
- Uma remuneração extra paga a trabalhadores com carteira assinada, geralmente em duas parcelas no fim do ano, que pode reforçar metas se não for consumida por completo. Ver na aula →
- Decisão de peso
- Uma escolha financeira grande, como financiar um imóvel ou trocar de emprego, que merece análise calma em vez de reação por impulso. Ver na aula →
- Declaração pré-preenchida
- Recurso em que a Receita já traz parte dos seus dados na declaração, a partir de informações das fontes pagadoras e instituições, para você conferir. Ver na aula →
- Dedução
- Um valor que a lei permite abater da base de cálculo, como certas despesas e dependentes, reduzindo o imposto devido. Ver na aula →
- Déficit
- Quando os gastos superam a renda e falta dinheiro. O buraco costuma ser tapado com dívida, o que agrava a situação. Ver na aula →
- Descapitalização
- O esvaziamento do caixa do negócio quando o dono retira mais do que o resultado permite, deixando o trabalho sem fôlego para custos e imprevistos. Ver na aula →
- Desejo (no orçamento)
- Gasto que melhora a vida mas não é indispensável, como lazer, delivery e assinaturas, agrupado na fatia dos 30 por cento. Ver na aula →
- Desperdício financeiro
- Um gasto que não melhora a sua vida de forma real: a assinatura que você não usa, a tarifa evitável, a compra por impulso repetida. Ver na aula →
- Despesa sazonal
- Um gasto grande que acontece em época certa do ano, como material escolar em janeiro ou IPVA no início do ano, e por isso pode ser previsto. Ver na aula →
- Diagnóstico financeiro
- A foto honesta da sua situação atual: quanto entra, quanto sai, quanto você deve e quanto tem, medida com números reais em vez de estimativas. Ver na aula →
- Diversificação
- Distribuir o dinheiro entre investimentos diferentes para que um único problema não afete tudo ao mesmo tempo. Ver na aula →
- Dívida cara
- A dívida de juro alto, como rotativo do cartão e cheque especial, que cresce rápido e deve ser atacada primeiro. Ver na aula →
- Dívida perigosa
- Dívida cara que já compromete parte grande da renda e é rolada com mais crédito. Costuma anteceder o superendividamento. Ver na aula →
- Dividendo
- A parte do lucro que a empresa distribui aos acionistas. Nem toda empresa paga, e o valor varia conforme o resultado e a decisão da companhia. Ver na aula →
- Divisão proporcional
- Forma de dividir contas comuns em que cada pessoa contribui na mesma proporção da sua renda, e não em partes iguais. Ver na aula →
- Documento vivo
- Um plano que você atualiza com o tempo, conforme a vida muda, em vez de deixar parado depois de escrito uma vez. Ver na aula →
- Educação financeira
- O conjunto de conhecimentos e hábitos que ajudam você a decidir bem sobre dinheiro, evitando fraudes e escolhas ruins ao longo da vida. Ver na aula →
- Educação financeira infantil
- O conjunto de hábitos e noções sobre dinheiro que a criança aprende em casa, principalmente observando as escolhas dos adultos ao longo do dia. Ver na aula →
- Efeito bola de neve
- A aceleração do crescimento do patrimônio no longo prazo, quando os rendimentos passados começam a gerar rendimentos maiores do que os aportes. Ver na aula →
- Efeito bola de neve de parcelas
- O acúmulo de várias compras parceladas que, somadas, comprometem uma fatia grande da renda nos meses seguintes. Ver na aula →
- Efeito dominó
- Quando um imprevisto não coberto vira dívida, que corta a sobra, que trava as metas. A reserva existe justamente para quebrar esse efeito. Ver na aula →
- Efeito latte
- A ideia de que um gasto pequeno e frequente, como um café diário, soma um valor grande quando você olha o mês ou o ano inteiro. Ver na aula →
- Efeito psicológico
- O impulso que uma vitória rápida dá. Riscar uma dívida da lista aumenta a sensação de controle e a vontade de continuar. Ver na aula →
- Emergência real
- Um gasto inadiável e importante que, se não for resolvido agora, prejudica a sua vida, sua renda ou sua saúde. É diferente de um desejo ou de uma oportunidade. Ver na aula →
- Engenharia social
- A técnica de manipular a pessoa por meio de conversa e confiança, em vez de invadir sistemas, para que ela mesma entregue senha, código ou dinheiro. Ver na aula →
- Entrada
- A parte do valor de um bem, como carro ou imóvel, que você paga à vista para financiar o restante. Uma entrada maior costuma reduzir os juros do financiamento. Ver na aula →
- Errar barato
- A ideia de que é melhor a criança cometer erros financeiros pequenos agora, com a mesada, do que erros grandes na vida adulta, quando o custo é alto. Ver na aula →
- Escalonar metas
- Realizar objetivos em sequência, um após o outro, em vez de tentar todos ao mesmo tempo com pouco dinheiro em cada. Ver na aula →
- ETF
- Um fundo negociado na bolsa como se fosse uma ação, que costuma seguir um índice. Comprar uma cota é comprar, de uma vez, uma cesta de várias empresas. Ver na aula →
- Expectativa não dita
- Uma regra que uma pessoa acha óbvia mas nunca combinou com a outra, e que gera briga quando o parceiro age de forma diferente do esperado. Ver na aula →
- Falsa economia
- A escolha que parece mais barata na hora, mas custa mais no total, por durar menos, exigir retrabalho ou trazer prejuízo à saúde e ao tempo. Ver na aula →
- Falso consultor
- Alguém que se apresenta como especialista em investimentos, muitas vezes sem registro, para convencer você a colocar dinheiro em um esquema ou conta que ele controla. Ver na aula →
- Fatura
- A conta que reúne o que você gastou com o cartão em um período e informa quanto e até quando você precisa pagar. Ver na aula →
- Faturamento
- Todo o dinheiro que entra pelas vendas ou serviços do trabalho, antes de descontar custos, impostos e a sua retirada pessoal. Não é o que sobra para você. Ver na aula →
- Feirão de negociação
- Mutirão em que credores oferecem descontos para quitar dívidas atrasadas. Programas como o Desenrola e feirões de limpa nome reúnem várias empresas. Ver na aula →
- Ferramenta de controle financeiro
- Qualquer meio que você usa para registrar o que entra e o que sai: um caderno, uma planilha ou um aplicativo. O objetivo é enxergar o seu dinheiro, não impressionar ninguém. Ver na aula →
- Financiamento
- Empréstimo para comprar um bem específico, como imóvel ou veículo, em que você leva o bem na hora e paga em parcelas com juros ao longo de anos. Ver na aula →
- Fluxo de caixa
- O calendário do dinheiro de fato entrando e saindo. Diferente do valor vendido, ele mostra quando cada real chega e quando cada conta precisa ser paga. Ver na aula →
- Fluxo de caixa pessoal
- O movimento do seu dinheiro ao longo do mês: quanto entra, quando entra, quanto sai e para onde vai. Ver na aula →
- Freelance
- Trabalho por projeto ou por demanda, sem vínculo empregatício, em que você entrega um serviço e recebe por ele. Ver na aula →
- Fundo de investimento
- Uma reunião de investidores que juntam dinheiro em um mesmo lugar, gerido por um profissional que aplica conforme a regra escrita do fundo. Ver na aula →
- Fundo imobiliário
- Um fundo que investe em imóveis ou em papéis do setor, distribuindo aos cotistas a renda gerada, como aluguéis, geralmente todo mês. Ver na aula →
- Gasto de estilo de vida
- Despesa que melhora o conforto ou o prazer, mas que a vida suporta cortar ou reduzir sem prejuízo grave, como lazer, delivery e assinaturas. Ver na aula →
- Gasto de valor
- A despesa que entrega prazer, saúde ou sentido de verdade para você. Cortar esses gastos primeiro costuma sabotar o próprio esforço. Ver na aula →
- Gasto essencial
- Despesa que garante o básico da vida e não pode simplesmente desaparecer sem consequência séria, como moradia, alimentação, transporte, saúde e educação. Ver na aula →
- Gasto fixo
- A despesa que se repete com valor parecido todo mês, como aluguel, mensalidade e assinaturas. Ver na aula →
- Gasto invisível
- O gasto pequeno e frequente que passa despercebido, como o café diário e as microcompras, e que somado pesa mais do que parece. Ver na aula →
- Gasto sazonal
- A despesa que não é mensal mas aparece em datas certas, como IPVA, matrícula escolar e presentes de fim de ano. Ver na aula →
- Gatilho de escassez
- O truque comercial de sugerir que o produto vai acabar ou que a oferta termina logo, para acelerar a decisão e evitar que você pense. Ver na aula →
- Gestão financeira pessoal
- O hábito de acompanhar e decidir de forma consciente o que entra e o que sai do seu bolso, para que o dinheiro sirva aos seus objetivos e não o contrário. Ver na aula →
- Golpe do Pix
- Fraude em que a vítima é induzida a transferir por Pix para a conta do golpista, seja por um falso motivo, seja por uma cobrança adulterada. Ver na aula →
- Golpe financeiro
- Uma fraude que engana a pessoa para tirar dinheiro ou dados dela, quase sempre usando pressa, medo ou a promessa de um ganho fácil. Ver na aula →
- Guardar antes de gastar
- Separar a parte destinada à reserva assim que a renda entra, antes de pagar o resto, para que a poupança não dependa do que sobra no fim do mês. Ver na aula →
- Guardar primeiro
- A prática de separar a poupança e as parcelas prioritárias assim que a renda entra, antes de liberar o resto para o consumo. Ver na aula →
- Histórico de crédito
- O registro do seu comportamento como pagador ao longo do tempo: contas pagas em dia, atrasos, dívidas negativadas e uso do crédito. Ver na aula →
- Horizonte de ação
- Um prazo curto e definido com tarefas concretas, como 30, 90 ou 365 dias, que torna um plano grande fácil de começar e acompanhar. Ver na aula →
- Horizonte de investimento
- O prazo pelo qual você pretende manter o dinheiro investido. Definir isso antes evita resgatar cedo demais por impulso. Ver na aula →
- Horizonte de tempo
- O prazo até você precisar do dinheiro de uma meta. Ele orienta onde guardar: quanto mais perto o uso, mais segurança e liquidez. Ver na aula →
- Imposto retido na fonte
- O imposto descontado antes de o dinheiro chegar em você, como o IR que já sai do salário ou de alguns rendimentos. Ver na aula →
- Imprevisto
- Um gasto ou perda de renda que você não planejou: um conserto urgente, uma emergência de saúde, a perda do emprego, uma viagem inesperada por um problema de família. Ver na aula →
- Independência financeira
- A situação em que a renda dos seus investimentos e fontes passivas cobre o seu custo de vida, permitindo trabalhar por escolha, não por necessidade. Ver na aula →
- Indexado à inflação
- Título que paga a variação de um índice de inflação, geralmente o IPCA, mais uma taxa fixa. Protege o poder de compra do dinheiro. Ver na aula →
- Indicador financeiro
- Um número que resume uma parte da sua situação, como a sobra do mês, os meses de reserva já formados ou a porcentagem da meta atingida. Ver na aula →
- Inflação do estilo de vida
- O aumento dos gastos que costuma acompanhar o aumento da renda, fazendo a pessoa gastar mais só porque passou a ganhar mais. Ver na aula →
- Informe da corretora
- O documento que a corretora ou o banco disponibiliza resumindo os seus saldos, aplicações e rendimentos no ano, para uso na declaração. Ver na aula →
- Informe de rendimentos
- Um documento que empresas, bancos e fontes pagadoras entregam resumindo quanto você recebeu e quanto de imposto foi retido no ano. Ver na aula →
- INSS
- O Instituto Nacional do Seguro Social, que administra a previdência pública. Quem contribui tem direito a uma aposentadoria segundo as regras vigentes, que mudam ao longo do tempo. Ver na aula →
- Instituição autorizada
- Banco, corretora ou financeira que tem permissão oficial do Banco Central para operar. Dá para consultar essa autorização em fontes públicas. Ver na aula →
- Inventário de dívidas
- A lista completa do que você deve, com o valor de cada dívida, para quem deve e a que taxa de juro, tudo num lugar só. Ver na aula →
- Inventário de habilidades
- Uma lista honesta do que você sabe fazer, do técnico ao prático, que serve de ponto de partida para pensar em renda extra. Ver na aula →
- Investir
- Aplicar o dinheiro guardado em algo que pode fazer ele crescer com o tempo, sempre com algum grau de risco. Ver na aula →
- IOF
- Imposto sobre Operações Financeiras, cobrado em várias operações de crédito. Entra no cálculo do custo efetivo total. Ver na aula →
- IPCA
- Índice de Preços ao Consumidor Amplo, a medida oficial da inflação no Brasil, calculada pelo IBGE. Ver na aula →
- Juro rotativo
- O juro cobrado quando você paga menos que o total da fatura do cartão. É um dos mais altos do mercado brasileiro. Ver na aula →
- Juros compostos
- Juros calculados sobre o saldo atualizado, que já inclui os juros de períodos anteriores. É o padrão da maioria das dívidas. Ver na aula →
- Juros simples
- Juros calculados sempre sobre o valor inicial da dívida, sem somar os juros anteriores ao cálculo do próximo período. Ver na aula →
- LCI e LCA
- Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. Títulos bancários que financiam esses setores e, para pessoa física, costumam ser isentos de Imposto de Renda. Ver na aula →
- Limite de crédito
- O valor máximo que o banco autoriza você a gastar no cartão de forma emprestada. É um teto de dívida, definido pelo banco, não pela sua renda. Ver na aula →
- Liquidez
- A facilidade e a rapidez com que você transforma uma aplicação em dinheiro na conta sem perder valor. Liquidez diária significa resgatar no mesmo dia ou no dia seguinte. Ver na aula →
- Liquidez diária
- A possibilidade de resgatar o dinheiro a qualquer dia útil, recebendo o valor rapidamente, sem esperar o vencimento do título. Ver na aula →
- Lista única de dívidas
- Um registro em um só lugar de tudo o que você deve, com credor, saldo, taxa de juros, parcela e vencimento de cada dívida. Ver na aula →
- Malha fina
- A retenção da declaração para verificação quando a Receita encontra inconsistências entre o que você informou e os dados que ela já tem. Ver na aula →
- Mapa de riscos
- A lista dos imprevistos que poderiam atrapalhar o seu plano, como perda de renda ou uma emergência, e do quanto cada um afetaria a sua vida. Ver na aula →
- Mapa financeiro pessoal
- Um resumo, numa página só, da sua situação atual: quanto entra, quanto sai, quanto você deve e quanto já tem guardado. Ver na aula →
- Marcação a mercado
- A atualização diária do preço de um título conforme as condições atuais do mercado, principalmente a taxa de juros. É o valor pelo qual você conseguiria vender hoje. Ver na aula →
- Marcação na curva
- A visão do título rendendo a taxa combinada até o vencimento, ignorando a oscilação diária. É o valor que você recebe se levar o papel até o prazo final. Ver na aula →
- Marco de vida
- Uma mudança relevante, como casamento, filho, novo emprego ou herança, que costuma exigir uma revisão do plano fora do calendário. Ver na aula →
- Margem
- O que sobra do preço de venda depois de descontar os custos. Vender sem calcular a margem pode dar prejuízo mesmo com muitas vendas. Ver na aula →
- Marketing multinível
- Modelo de venda em que o vendedor ganha pelas próprias vendas e por indicar outros vendedores. É legal quando o ganho vem da venda de produto, não só da entrada de gente. Ver na aula →
- Mesada
- Uma quantia combinada, entregue com frequência fixa, para a criança ou o adolescente aprender a administrar o próprio dinheiro dentro de um limite. Ver na aula →
- Meses de reserva
- Quantos meses de custo de vida a sua reserva consegue cobrir. Uma reserva de seis meses cobre seis vezes o seu custo de vida mensal. Ver na aula →
- Meta calibrada
- Um objetivo com valor e prazo compatíveis com a realidade, nem tão apertado que vira sofrimento, nem tão frouxo que nunca sai do lugar. Ver na aula →
- Meta comum
- Um objetivo financeiro que pertence aos dois, como uma viagem, um imóvel ou a reserva da família, para o qual o casal poupa junto. Ver na aula →
- Meta financeira
- Um objetivo de dinheiro com valor definido, prazo e um plano de quanto guardar por período para chegar lá. Ver na aula →
- Meta realista
- Um objetivo que cabe na sua realidade financeira. Metas grandes demais desanimam; metas possíveis são cumpridas e mantêm o ritmo. Ver na aula →
- Método 50-30-20
- Regra de orçamento que divide a renda líquida em 50 por cento para gastos essenciais, 30 por cento para desejos e 20 por cento para poupança e quitação de dívidas. Ver na aula →
- Método avalanche
- Estratégia de quitação que ataca primeiro a dívida de maior taxa de juros, mantendo o mínimo nas outras. É a que menos custa no total. Ver na aula →
- Método bola de neve
- Estratégia de quitação que ataca primeiro a dívida de menor saldo, para gerar vitórias rápidas e manter a motivação. Ver na aula →
- Método SMART
- Um jeito de escrever metas para que sejam específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo, tirando o objetivo do campo do desejo vago. Ver na aula →
- Modelo misto
- Arranjo em que o casal mantém uma conta conjunta para as despesas da casa e cada um preserva uma conta pessoal para gastos individuais. Ver na aula →
- Obrigações
- Tudo que você deve: financiamentos, empréstimos, parcelas e faturas em aberto. É a parte que se subtrai dos bens. Ver na aula →
- Orçamento base zero
- Método em que você atribui um destino a cada real da renda do mês até o saldo por distribuir chegar a zero, sem deixar dinheiro sem função. Ver na aula →
- Orçamento familiar
- O plano que soma as rendas e as despesas de todas as pessoas que dividem o mesmo lar, tratando a casa como uma unidade financeira. Ver na aula →
- Orçamento mensal
- Um plano feito antes do mês começar que define para onde cada parte da renda vai: gastos, dívidas, reserva e objetivos. Ver na aula →
- Orçamento pessoal
- Um plano do que fazer com o dinheiro do mês, decidido antes de o dinheiro chegar, para que cada real tenha um destino combinado. Ver na aula →
- Orçamento vivo
- Orçamento que é acompanhado e ajustado ao longo do mês, em vez de montado uma vez e esquecido numa gaveta. Ver na aula →
- Pagamento mínimo
- O menor valor que você pode pagar da fatura sem ficar inadimplente. Pagar só o mínimo joga o resto para o rotativo e faz a dívida crescer rápido. Ver na aula →
- Painel financeiro pessoal
- Uma visão única, em planilha ou app, que reúne os números-chave da sua vida financeira: quanto entra e sai, o tamanho da reserva, o total de dívidas e o andamento das metas. Ver na aula →
- Parcelamento sem juros
- A divisão do valor de uma compra em prestações iguais, sem acréscimo de juros, quando o preço parcelado é igual ao preço à vista. Ver na aula →
- Patrimônio alvo
- O montante estimado que você precisa acumular para que os rendimentos, somados às outras fontes, sustentem a renda que você deseja. Ver na aula →
- Patrimônio líquido
- O que você tem menos o que você deve. É a foto da sua riqueza num momento, não do quanto você ganha. Ver na aula →
- Pausa planejada
- Reduzir ou suspender de propósito o aporte de uma meta por um tempo, para atravessar um aperto, com intenção clara de retomar. Ver na aula →
- Pauta
- A lista curta de assuntos a tratar na reunião, que mantém o encontro focado e evita que ele se estenda ou vire discussão solta. Ver na aula →
- Perda realizada
- A perda que só se concretiza quando você vende abaixo do preço que pagou. Enquanto você não vende, a queda é apenas no papel. Ver na aula →
- Perfil de risco
- O quanto de oscilação você tolera sem perder o sono nem tomar decisões ruins. Costuma ser classificado como conservador, moderado ou arrojado. Ver na aula →
- Perfil financeiro
- O jeito predominante de uma pessoa lidar com dinheiro, mais voltado a gastar e aproveitar o presente ou mais voltado a guardar e proteger o futuro. Ver na aula →
- Phishing
- A fraude que usa mensagens, e-mails ou sites falsos que imitam empresas reais para você digitar senha e dados, achando que está no lugar certo. Ver na aula →
- Pilar financeiro
- Cada uma das áreas que, juntas, sustentam a vida financeira. Quando um pilar cede, ele sobrecarrega os outros. Ver na aula →
- Pirâmide financeira
- Um esquema em que o dinheiro dos novos participantes paga os antigos, sem gerar retorno real. Ela desaba quando param de entrar novos, e a maioria perde. Ver na aula →
- Piso de gastos
- O menor valor que você consegue gastar por mês sem comprometer o essencial: moradia, comida, transporte, saúde. Abaixo dele, cortar vira sacrifício insustentável. Ver na aula →
- Planejado versus real
- A comparação entre o quanto você pretendia gastar em cada categoria e o quanto de fato gastou, que revela onde o plano escapou. Ver na aula →
- Planejamento tributário
- A organização das suas finanças, dentro da lei, para pagar o imposto correto sem pagar a mais do que o devido. Ver na aula →
- Planilha financeira
- Um arquivo com linhas e colunas onde você registra entradas e saídas. Calcula totais sozinha por fórmula e fica sob o seu controle total. Ver na aula →
- Plano de 90 dias
- Um roteiro de três meses para sair das dívidas: diagnóstico no primeiro, negociação no segundo e execução acompanhada no terceiro. Ver na aula →
- Plano de ação
- A lista de passos concretos, com prazo e responsável, que transforma um objetivo em tarefas do dia a dia. Ver na aula →
- Plano financeiro pessoal
- O documento que reúne o seu mapa, orçamento, fila de dívidas, meta de reserva, metas e plano de ação num resumo único e revisável. Ver na aula →
- Portabilidade de crédito
- O direito de transferir uma dívida para outra instituição que ofereça condições melhores, sem custo pela transferência. É garantido por regra do Banco Central. Ver na aula →
- Pós-fixado
- Título cujo rendimento acompanha um indicador que varia ao longo do tempo, como o CDI ou a Selic. Você conhece a regra, mas o valor final depende de como o índice se comporta. Ver na aula →
- Poupar
- O ato de deixar de gastar uma parte da renda. É o esforço de guardar, independentemente de onde o dinheiro vai parar depois. Ver na aula →
- Prazo de entrega
- O período definido pela Receita a cada ano para enviar a declaração; enviar depois costuma gerar multa por atraso. Ver na aula →
- Prefixado
- Título cuja taxa de juro é definida no momento da aplicação, por exemplo 11 por cento ao ano. Você sabe exatamente quanto vai receber se levar até o vencimento. Ver na aula →
- Prêmio do seguro
- O valor que você paga pelo seguro, em geral mensal ou anual. É o custo de transferir o risco para a seguradora. Ver na aula →
- Previdência privada
- Um plano de acumulação de longo prazo oferecido por bancos e seguradoras, complementar ao INSS. Os tipos mais comuns são o PGBL e o VGBL. Ver na aula →
- Primeiro passo
- A menor ação concreta que tira o plano do papel, pequena o bastante para você fazer nesta semana sem depender de condições perfeitas. Ver na aula →
- Pró-labore
- A retirada que o dono faz do próprio negócio para viver. É o salário de quem trabalha por conta própria, separado do caixa do trabalho. Ver na aula →
- Pró-labore informal
- O valor que você define como o seu pagamento pela renda extra, separado do que fica no caixa do negócio para custos e reinvestimento. Ver na aula →
- Pró-labore pessoal
- Um valor fixo que você decide retirar para si todo mês, tratando a própria renda irregular como se pagasse um salário estável a você mesmo. Ver na aula →
- Provisão
- Guardar um valor todo mês para uma despesa futura certa, como férias ou a renovação de um seguro, para que ela não pese de uma vez quando chegar. Ver na aula →
- Provisão mensal
- O ato de separar todo mês uma fração de um gasto grande futuro, para que, quando ele chegar, o dinheiro já esteja reunido sem apertar o orçamento. Ver na aula →
- Provisionar
- Separar todo mês uma fração de uma despesa que só vence uma vez por ano, para que ela não chegue como um susto no orçamento. Ver na aula →
- Rebalanceamento
- O ajuste periódico das aplicações para trazê-las de volta à divisão planejada, quando o rendimento de umas as afasta das outras. Ver na aula →
- Recompor a reserva
- Voltar a guardar para repor o valor que você usou numa emergência, até a reserva alcançar de novo o alvo do seu perfil. Ver na aula →
- Registro na CVM
- O cadastro que corretoras, fundos e ofertas de investimento precisam ter na Comissão de Valores Mobiliários para atuar de forma regular no mercado. Ver na aula →
- Regra do dinheiro novo
- Decidir antes o destino de cada aumento de renda, direcionando uma parte para guardar ou quitar dívida antes que o gasto absorva tudo. Ver na aula →
- Relação risco e retorno
- O princípio de que retorno maior sempre vem com risco maior. Quem oferece retorno alto sem risco está mentindo ou escondendo o risco. Ver na aula →
- Renda
- Todo dinheiro que entra num período, como salário, vendas, aluguéis recebidos, benefícios e renda extra. Ver na aula →
- Renda ativa
- O dinheiro que você recebe em troca do seu tempo e trabalho. Se você para de trabalhar, ela para de entrar. Salário e freela são exemplos. Ver na aula →
- Renda bruta
- O valor total antes dos descontos obrigatórios, como o salário registrado na carteira antes de INSS e imposto de renda. Ver na aula →
- Renda de complemento
- A parte da renda mensal na aposentadoria que não vem do INSS e precisa ser coberta pelo seu patrimônio acumulado. Ver na aula →
- Renda disponível
- O que sobra da renda depois dos descontos obrigatórios, como INSS e imposto, e é o valor que você realmente tem para distribuir no orçamento. Ver na aula →
- Renda estável
- Uma renda previsível, que entra no mesmo valor e na mesma data, como o salário de um CLT com cargo consolidado. Ver na aula →
- Renda fixa
- Investimentos em que você empresta dinheiro a alguém, como um banco ou o governo, e recebe de volta com juros conforme regras conhecidas na aplicação. Ver na aula →
- Renda líquida
- O que de fato cai na sua conta depois dos descontos. É esse valor que você tem para viver, não o bruto. Ver na aula →
- Renda passiva
- O dinheiro que vem de um patrimônio ou ativo que você já construiu, com pouca necessidade de trabalho contínuo. Aluguéis e rendimentos de investimentos são exemplos. Ver na aula →
- Renda variável
- A renda que muda de valor a cada mês, como comissões, freelas e vendas, e que precisa de um cuidado especial no planejamento. Ver na aula →
- Renda variável (do trabalho)
- A renda de quem não recebe valor fixo todo mês, como autônomos, freelancers, comissionados e MEIs, que oscila conforme o volume de trabalho. Ver na aula →
- Renda variável de trabalho
- A renda de quem ganha valores diferentes a cada mês, como autônomos, comissionados e freelancers, sujeita a meses fortes e fracos. Ver na aula →
- Rendimento isento
- O que a lei não tributa, mas que ainda assim costuma precisar ser informado na declaração, como certas indenizações. Ver na aula →
- Rendimento líquido
- O que sobra do rendimento depois de descontar impostos e custos. É o número que de fato entra no seu bolso, diferente da taxa anunciada. Ver na aula →
- Rendimento tributável
- O que entra na base de cálculo do imposto e é somado com os demais, como o salário. Ver na aula →
- Reserva
- Um dinheiro guardado de propósito, seguro e de fácil acesso, para cobrir imprevistos sem recorrer a dívida. Ver na aula →
- Reserva de emergência
- Dinheiro guardado, seguro e de fácil acesso, suficiente para cobrir alguns meses de despesas em caso de imprevisto. Ver na aula →
- Restituição
- A devolução da parte do imposto retida a mais durante o ano, paga pela Receita depois de processar a declaração. Ver na aula →
- Retorno garantido
- O ganho certo que você tem ao quitar uma dívida: deixar de pagar aquele juro é um retorno sem risco, igual ao custo da dívida. Ver na aula →
- Reunião financeira familiar
- Um encontro curto e periódico, geralmente mensal, em que a família ou o casal revê contas, metas e acordos de dinheiro com calma. Ver na aula →
- Revisão de plano
- O momento marcado, uma ou duas vezes por ano, em que você confere se aportes, metas e premissas ainda fazem sentido e ajusta o que for preciso. Ver na aula →
- Revisão mensal
- O momento fixo, uma vez por mês, em que você olha o que gastou, compara com o que planejou e ajusta o mês seguinte. Ver na aula →
- Revisão periódica
- O hábito de parar de tempos em tempos para conferir o progresso das metas e ajustar o plano ao que mudou na sua vida. Ver na aula →
- Revisão semanal
- Hábito de olhar o orçamento uma vez por semana para comparar o que foi planejado com o que foi gasto e corrigir o rumo antes do fim do mês. Ver na aula →
- Risco
- A chance de o resultado ser diferente do esperado, inclusive pior. Todo investimento tem algum risco; o que muda é o tamanho. Ver na aula →
- Risco de crédito
- A chance de o emissor do título não conseguir devolver o dinheiro combinado. É o principal risco da renda fixa. Ver na aula →
- Risco de sequência
- O risco de que rendimentos ruins nos primeiros anos de retirada, combinados com os saques, encolham o patrimônio a ponto de ele não se recuperar. Ver na aula →
- Ritual mensal
- Um momento fixo no mês em que o autônomo fecha as contas do período: registra entradas, separa imposto e reserva, e transfere o próprio salário. Ver na aula →
- Rotativo do cartão
- O crédito que você usa quando não paga o total da fatura. Sobre o valor que fica em aberto incidem juros que estão entre os mais altos do mercado brasileiro. Ver na aula →
- Rotina financeira
- Um momento fixo e curto, repetido toda semana, para revisar gastos, atualizar números e ajustar o que for preciso. É o que mantém o controle vivo. Ver na aula →
- Salário próprio
- Um valor fixo que você decide retirar do trabalho todo mês para viver, mesmo que o faturamento tenha sido maior. O resto fica na conta do trabalho. Ver na aula →
- Saldo devedor
- O valor total que você ainda deve em uma dívida em um dado momento, somando o que foi usado e os juros e encargos já acumulados. Ver na aula →
- Saldo por distribuir
- O quanto da renda ainda não recebeu um destino no orçamento. No base zero, o objetivo é levá-lo a zero antes do mês começar. Ver na aula →
- Saúde financeira
- A situação de quem tem os gastos sob controle, dívidas administráveis, uma reserva formada, metas claras e capacidade de crescer com o tempo. Ver na aula →
- Score de crédito
- Uma pontuação, geralmente de 0 a 1000, que estima a probabilidade de uma pessoa pagar suas contas em dia, com base no histórico financeiro. Ver na aula →
- Segurança do principal
- A garantia de que o valor que você aplicou não vai encolher. Aplicações seguras não oscilam para baixo como as de risco. Ver na aula →
- Seguro
- Um contrato em que você paga um valor menor e recorrente para transferir a uma seguradora o risco de um prejuízo grande, que ela cobre se o evento previsto acontecer. Ver na aula →
- Selic
- A taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central. Serve de referência para os juros do país inteiro. Ver na aula →
- Senha única
- Uma senha diferente para cada serviço importante, para que o vazamento de uma não abra as portas de todas as suas contas. Ver na aula →
- Separação de contas
- Manter o dinheiro do trabalho extra apartado do dinheiro pessoal, para enxergar quanto o negócio realmente rende. Ver na aula →
- Sistema SAC
- Sistema de amortização constante: as parcelas começam mais altas e diminuem com o tempo, porque você abate sempre o mesmo tanto da dívida. Ver na aula →
- Sobra mensal
- A diferença entre a renda e os gastos de um mês. Quando é positiva, é o que você pode guardar; quando é negativa, é o rombo que precisa ser resolvido. Ver na aula →
- Sobra real
- O que efetivamente resta depois de todos os gastos e parcelas do mês, não o que você imagina que sobra de cabeça. Ver na aula →
- Suitability
- A análise de perfil que instituições financeiras fazem para verificar se um investimento é adequado ao seu conhecimento, objetivos e tolerância ao risco. Ver na aula →
- Superávit
- Quando a renda supera os gastos e sobra dinheiro no fim do mês. É a sobra que vira reserva ou quita dívida. Ver na aula →
- Superendividamento
- A situação em que as dívidas comprometem uma parte tão grande da renda que a pessoa não consegue pagar as contas básicas sem se endividar mais. Ver na aula →
- Tabela Price
- Sistema de financiamento com parcelas fixas do começo ao fim. No início, a maior parte da parcela é juro; o valor devido cai devagar. Ver na aula →
- Tabela regressiva do IR
- A regra em que a alíquota de Imposto de Renda sobre a renda fixa diminui conforme o tempo da aplicação: quanto mais tempo, menor o imposto sobre o rendimento. Ver na aula →
- Taxa de administração
- Um percentual anual sobre o valor investido, cobrado pelo trabalho de gerir o fundo. Já vem descontado do valor da cota, então você não vê a cobrança separada. Ver na aula →
- Taxa de juros mensal
- Quanto a dívida cobra por mês sobre o saldo devedor. É o dado que mostra qual dívida cresce mais rápido. Ver na aula →
- Taxa de poupança
- A parte da sua renda que você consegue guardar, em porcentagem. Guardar 200 de 2.000 é uma taxa de 10 por cento. Ver na aula →
- Taxa de retirada
- A porcentagem do patrimônio que a pessoa retira por ano para viver, na aposentadoria. Uma taxa menor tende a fazer o dinheiro durar mais tempo. Ver na aula →
- Tesouro Direto
- Programa do Tesouro Nacional que permite a pessoas físicas comprar títulos públicos federais pela internet, com aplicações a partir de valores baixos. Ver na aula →
- Título público
- Um empréstimo que você faz ao Governo Federal. Em troca, recebe o valor de volta com juros, segundo o tipo de título escolhido. Ver na aula →
- Tolerância a risco
- O quanto de oscilação e de perda possível você aguenta sem perder o sono nem tomar decisões no susto. É pessoal e muda com a fase da vida. Ver na aula →
- Tolerância ao risco
- O quanto de oscilação e de possível perda você suporta sem tomar decisões por medo, como sacar tudo numa queda. Ver na aula →
- Transparência financeira
- A prática de abrir de forma honesta quanto se ganha, quanto se deve e para onde o dinheiro vai, para que as decisões da casa sejam tomadas com base real. Ver na aula →
- Tributação exclusiva na fonte
- O rendimento cujo imposto já foi cobrado de forma definitiva na fonte e não se soma aos demais na base anual. Ver na aula →
- Troca de dívida
- Contratar um crédito mais barato para quitar um mais caro, reduzindo o juro. Só compensa quando o custo total cai de verdade. Ver na aula →
- Validação em pequena escala
- Testar uma ideia de renda com poucos clientes e baixo custo antes de investir tempo e dinheiro grandes nela. Ver na aula →
- Vazamento financeiro
- Um gasto recorrente e pouco notado que drena o seu dinheiro aos poucos, como assinaturas esquecidas e tarifas evitáveis. Ver na aula →
- Verificação em duas etapas
- Uma camada extra de segurança: além da senha, o acesso pede um segundo fator, como um código no app, para provar que é você mesmo. Ver na aula →
- Viés do otimismo
- A tendência de a gente lembrar dos gastos por baixo e da renda por cima, o que faz a estimativa de cabeça quase sempre errar a favor de uma foto mais bonita. Ver na aula →
- Volatilidade
- A medida de quanto o preço de um investimento oscila para cima e para baixo. Quanto maior a volatilidade, maiores e mais frequentes os solavancos. Ver na aula →