Ensino superior por governo: matrículas na graduação desde 1980

Quantos alunos estavam matriculados em faculdades e universidades no começo e no fim de cada governo desde 1980, pelo Censo da Educação Superior do INEP, separados entre instituições públicas e privadas. Para os anos mais recentes, a página mostra também o ensino a distância, quem entra, quem se forma e quantos professores têm doutorado.

Matrículas na graduação (ensino superior, total), em 2024

10,23 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabela 3.03 · série anual · coleta de 29/10/2026

Ano anterior
9,98 milhões de matrículas
No mandato atual
+8,3%
Máxima desde 1980
10,23 milhões de matrículas
2024
Mínima desde 1980
1,37 milhão de matrículas
1985

Quantos alunos estavam matriculados em cursos de graduação, em faculdades e universidades públicas e particulares, presenciais e a distância.

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Governo a governo

Por ano

  • Sarney+2,7%
  • Collor+1,6%
  • Itamar+4,0%
  • FHC 1+6,4%
  • FHC 2+13,4%
  • Lula 1+8,5%
  • Lula 2+6,9%
  • Dilma 1+5,2%
  • Dilma 2+2,5%
  • Temer+2,5%
  • Bolsonaro+2,8%
  • Lula 3*+4,1%

* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que é uma matrícula no ensino superior?

É uma vaga ocupada num curso de graduação. O curso pode ser presencial ou a distância.

No seu dia a dia

  • Graduação é o curso de faculdade: bacharelado, licenciatura ou tecnólogo.
  • Quem faz dois cursos tem duas matrículas.
  • A maior parte dos alunos estuda em faculdade particular.
  • No ensino a distância, quase todas as aulas são pela internet.

Quando sobe

  • Mais gente está fazendo faculdade.
  • Costuma vir de mais vagas e de mais cursos a distância.
  • Também sobe com bolsas e financiamento estudantil.

Quando cai

  • Menos gente está matriculada.
  • Pode ser menos vagas ou mais alunos desistindo.
  • Também cai quando a crise aperta o bolso das famílias.

Ensino superior por governo: a série inteira com os governos

Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.

ano de 2024 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

10,23 milhões de matrículas

INEP · Censo da Educação Superior, tabela 3.03

Matrículas na graduação (ensino superior, total), por ano. Fonte: INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (total).Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: dez/2024.

Série desde 1980 · 45 anos · Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte.

Ensino superior por governo, mandato por mandato

Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.

Matrículas na graduação (ensino superior, total)

Matrículas na graduação (ensino superior, total): mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarney1985 a 1989+11,1%+2,7%1,37 milhão de matrículas1,52 milhão de matrículas
Collor1990 a 1991+1,6%cobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses+1,6%1,54 milhão de matrículas1,57 milhão de matrículas
Itamar1992 a 1994+8,2%+4,0%1,54 milhão de matrículas1,66 milhão de matrículas
FHC 11994 a 1998+28,0%+6,4%1,66 milhão de matrículas2,13 milhões de matrículas
FHC 21998 a 2002+65,6%+13,4%2,13 milhões de matrículas3,52 milhões de matrículas
Lula 12002 a 2006+38,7%+8,5%3,52 milhões de matrículas4,88 milhões de matrículas
Lula 22006 a 2010+30,6%+6,9%4,88 milhões de matrículas6,38 milhões de matrículas
Dilma 12010 a 2014+22,7%+5,2%6,38 milhões de matrículas7,83 milhões de matrículas
Dilma 22014 a 2015+2,5%+2,5%7,83 milhões de matrículas8,03 milhões de matrículas
Temer2016 a 2018+5,0%+2,5%8,05 milhões de matrículas8,45 milhões de matrículas
Bolsonaro2018 a 2022+11,7%+2,8%8,45 milhões de matrículas9,44 milhões de matrículas
Lula 3*2022 a 2024+8,3%+4,1%9,44 milhões de matrículas10,23 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (total). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Matrículas na graduação em instituições públicas

Matrículas na graduação em instituições públicas: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarney1985 a 1989+5,0%+1,2%556,7 mil matrículas584,4 mil matrículas
Collor1990 a 1991+4,7%cobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses+4,7%578,6 mil matrículas605,7 mil matrículas
Itamar1992 a 1994+9,7%+4,7%629,7 mil matrículas690,5 mil matrículas
FHC 11994 a 1998+16,6%+3,9%690,5 mil matrículas804,7 mil matrículas
FHC 21998 a 2002+34,9%+7,8%804,7 mil matrículas1,09 milhão de matrículas
Lula 12002 a 2006+15,2%+3,6%1,09 milhão de matrículas1,25 milhão de matrículas
Lula 22006 a 2010+31,3%+7,0%1,25 milhão de matrículas1,64 milhão de matrículas
Dilma 12010 a 2014+19,3%+4,5%1,64 milhão de matrículas1,96 milhão de matrículas
Dilma 22014 a 2015−0,5%−0,5%1,96 milhão de matrículas1,95 milhão de matrículas
Temer2016 a 2018+4,4%+2,2%1,99 milhão de matrículas2,08 milhões de matrículas
Bolsonaro2018 a 20220,0%0,0%2,08 milhões de matrículas2,08 milhões de matrículas
Lula 3*2022 a 2024−0,6%−0,3%2,08 milhões de matrículas2,06 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (nas instituições federais, estaduais e municipais). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Matrículas na graduação em instituições privadas

Matrículas na graduação em instituições privadas: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarney1985 a 1989+15,2%+3,6%810,9 mil matrículas934,5 mil matrículas
Collor1990 a 1991−0,2%cobre só o ano de 1991, de um período de 31 meses−0,2%961,5 mil matrículas959,3 mil matrículas
Itamar1992 a 1994+7,1%+3,5%906,1 mil matrículas970,6 mil matrículas
FHC 11994 a 1998+36,1%+8,0%970,6 mil matrículas1,32 milhão de matrículas
FHC 21998 a 2002+84,3%+16,5%1,32 milhão de matrículas2,43 milhões de matrículas
Lula 12002 a 2006+49,2%+10,5%2,43 milhões de matrículas3,63 milhões de matrículas
Lula 22006 a 2010+30,4%+6,9%3,63 milhões de matrículas4,74 milhões de matrículas
Dilma 12010 a 2014+23,9%+5,5%4,74 milhões de matrículas5,87 milhões de matrículas
Dilma 22014 a 2015+3,5%+3,5%5,87 milhões de matrículas6,08 milhões de matrículas
Temer2016 a 2018+5,2%+2,6%6,06 milhões de matrículas6,37 milhões de matrículas
Bolsonaro2018 a 2022+15,6%+3,7%6,37 milhões de matrículas7,37 milhões de matrículas
Lula 3*2022 a 2024+10,8%+5,3%7,37 milhões de matrículas8,16 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (nas instituições privadas). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Matrículas na graduação a distância

Matrículas na graduação a distância: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2014, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2014, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 2dez/2006 a dez/2010A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 1dez/2010 a dez/2014A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 22014 a 2015+3,9%+3,9%1,34 milhão de matrículas1,39 milhão de matrículas
Temer2016 a 2018+37,6%+17,3%1,49 milhão de matrículas2,06 milhões de matrículas
Bolsonaro2018 a 2022+110,6%+20,5%2,06 milhões de matrículas4,33 milhões de matrículas
Lula 3*2022 a 2024+19,8%+9,5%4,33 milhões de matrículas5,19 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (na modalidade a distância). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Ingressantes na graduação no ano

Ingressantes na graduação no ano: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2014, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2014, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 2dez/2006 a dez/2010A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 1dez/2010 a dez/2014A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 22014 a 2015−6,1%−6,1%3,11 milhões de matrículas2,92 milhões de matrículas
Temer2016 a 2018+15,4%+7,4%2,99 milhões de matrículas3,45 milhões de matrículas
Bolsonaro2018 a 2022+38,0%+8,4%3,45 milhões de matrículas4,76 milhões de matrículas
Lula 3*2022 a 2024+5,3%+2,6%4,76 milhões de matrículas5,01 milhões de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (ingressantes). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Concluintes da graduação no ano

Concluintes da graduação no ano: mudança em cada mandato, variação no período
GovernoMudançaPor anoInícioFim
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2014, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2014, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 2dez/2006 a dez/2010A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 1dez/2010 a dez/2014A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 22014 a 2015+12,0%+12,0%1,03 milhão de matrículas1,15 milhão de matrículas
Temer2016 a 2018+8,1%+4,0%1,17 milhão de matrículas1,26 milhão de matrículas
Bolsonaro2018 a 2022+1,8%+0,5%1,26 milhão de matrículas1,29 milhão de matrículas
Lula 3*2022 a 2024+3,6%+1,8%1,29 milhão de matrículas1,33 milhão de matrículas

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (concluintes). Mudança: variação no período. * mandato em andamento.

Professores do ensino superior com doutorado (%)

Professores do ensino superior com doutorado (%): mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2014, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2014, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2014, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2014, depois deste período.
Lula 2dez/2006 a dez/2010A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 1dez/2010 a dez/2014A série começa em 2014, depois deste período.
Dilma 22014 a 2015+1,5 p.p.35,1%36,6%36,6%36,6% (2015)36,6% (2015)
Temer2016 a 2018+4,3 p.p.39,0%43,3%42,3%43,3% (2018)41,3% (2017)
Bolsonaro2018 a 2022+8,3 p.p.43,3%51,5%49,1%51,5% (2022)45,9% (2019)
Lula 3*2022 a 2024+1,5 p.p.51,5%53,0%52,6%53,0% (2024)52,2% (2023)

INEP, Censo da Educação Superior, tabelas de divulgação (tabela 4.01, docentes por grau de formação). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Comparar governos lado a lado

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Matrículas no ensino superior ano a ano

A pesquisa é anual: cada número resume o ano inteiro. O ano mais recente é o último que a fonte publicou.

Matrículas na graduação (ensino superior, total), ano a ano
AnoValor do ano
202410,23 milhões de matrículas
20239,98 milhões de matrículas
20229,44 milhões de matrículas
20218,99 milhões de matrículas
20208,68 milhões de matrículas
20198,60 milhões de matrículas
20188,45 milhões de matrículas
20178,29 milhões de matrículas
20168,05 milhões de matrículas
20158,03 milhões de matrículas
20147,83 milhões de matrículas
20137,31 milhões de matrículas
20127,04 milhões de matrículas
20116,74 milhões de matrículas
20106,38 milhões de matrículas
20095,95 milhões de matrículas
20085,81 milhões de matrículas
20075,25 milhões de matrículas
20064,88 milhões de matrículas
20054,57 milhões de matrículas
20044,22 milhões de matrículas
20033,94 milhões de matrículas
20023,52 milhões de matrículas
20013,04 milhões de matrículas
20002,70 milhões de matrículas
19992,37 milhões de matrículas
19982,13 milhões de matrículas
19971,95 milhão de matrículas
19961,87 milhão de matrículas
19951,76 milhão de matrículas
19941,66 milhão de matrículas
19931,59 milhão de matrículas
19921,54 milhão de matrículas
19911,57 milhão de matrículas
19901,54 milhão de matrículas
19891,52 milhão de matrículas
19881,50 milhão de matrículas
19871,47 milhão de matrículas
19861,42 milhão de matrículas
19851,37 milhão de matrículas
19841,40 milhão de matrículas
19831,44 milhão de matrículas
19821,41 milhão de matrículas
19811,39 milhão de matrículas
1980 (parcial)1,38 milhão de matrículas

Como ler estes números

Matrícula, ingresso e conclusão são contagens diferentes. Matrícula é quem está no curso; ingressante é quem entrou no ano; concluinte é quem se formou. A comparação é a variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

A série de matrículas vai de 1980 a hoje. As de ensino a distância, ingressos, conclusões e professores com doutorado têm os dez anos da edição mais recente do Censo, desde 2014.

Dividir concluintes por ingressantes do mesmo ano não dá a taxa de conclusão, porque são turmas diferentes. O INEP mede a conclusão acompanhando a mesma turma, nos indicadores de trajetória.

Na edição de 2024, duas células da tabela de modalidade não fecham com as redes, e a linha do total de 2024 vem com outro rótulo. O observatório usa a soma das redes, que fecha com o total geral, e registra o defeito na proveniência do arquivo.

O que costuma mover matrículas no ensino superior

De onde vem o dado
O Censo da Educação Superior do INEP coleta, todo ano, os dados de cada instituição, curso, aluno e professor do país, e publica tabelas com os totais do Brasil. Fonte: INEP, Censo da Educação Superior, resultados
A meta do Plano Nacional de Educação
A Lei nº 13.005, de 2014, aprovou o Plano Nacional de Educação, que tem como meta elevar a matrícula na educação superior da população de 18 a 24 anos. Fonte: Lei nº 13.005/2014 (Plano Nacional de Educação)
As regras do ensino a distância
O Decreto nº 9.057, de 2017, regulamenta a educação a distância e permite que a instituição credenciada crie os próprios polos, dentro dos parâmetros do Ministério da Educação. Fonte: Decreto nº 9.057/2017 (educação a distância)

O que cada série mede

Matrículas na graduação (ensino superior, total)

Matrículas na graduação (ensino superior, total), Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela 3.03, matrículas por categoria administrativa). O observatório confere a tabela por dentro: o total é a soma das redes pública e privada, e a pública, das federais, estaduais e municipais. Anual desde 1980.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série vai de 1980 a hoje, com o mesmo conceito: matrícula em curso de graduação. O ensino a distância entra no total a partir dos anos 2000, quando passa a existir na graduação.
  • Conta matrículas, não pessoas: quem faz dois cursos conta duas vezes.
  • Série desde 1980, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Matrículas na graduação em instituições públicas

Matrículas na graduação em instituições públicas, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela 3.03, matrículas por categoria administrativa). O observatório confere a tabela por dentro: o total é a soma das redes pública e privada, e a pública, das federais, estaduais e municipais. Anual desde 1980.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série vai de 1980 a hoje, com o mesmo conceito: matrícula em curso de graduação. O ensino a distância entra no total a partir dos anos 2000, quando passa a existir na graduação.
  • Conta matrículas, não pessoas: quem faz dois cursos conta duas vezes.
  • Série desde 1980, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Matrículas na graduação em instituições privadas

Matrículas na graduação em instituições privadas, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela 3.03, matrículas por categoria administrativa). O observatório confere a tabela por dentro: o total é a soma das redes pública e privada, e a pública, das federais, estaduais e municipais. Anual desde 1980.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série vai de 1980 a hoje, com o mesmo conceito: matrícula em curso de graduação. O ensino a distância entra no total a partir dos anos 2000, quando passa a existir na graduação.
  • Conta matrículas, não pessoas: quem faz dois cursos conta duas vezes.
  • Série desde 1980, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Matrículas na graduação a distância

Matrículas na graduação a distância, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela 3.02, matrículas por modalidade). O observatório confere a tabela por dentro: as matrículas de cada ano batem com o total da tabela 3.03. Anual desde 2014.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série tem os dez anos que a edição mais recente publica, desde 2014: Dilma 2 é o primeiro governo com leitura.
  • Conta matrículas, não pessoas: quem faz dois cursos conta duas vezes.
  • Série desde 2014, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Ingressantes na graduação no ano

Ingressantes na graduação no ano, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela A, cursos, matrículas, ingressos e concluintes). O observatório confere a tabela por dentro: as matrículas de cada ano batem com o total da tabela 3.03. Anual desde 2014.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série tem os dez anos que a edição mais recente do Censo publica, desde 2014: Dilma 2 é o primeiro governo com leitura. As edições antigas têm outro leiaute e ficam de fora por enquanto.
  • Conta matrículas, não pessoas: quem faz dois cursos conta duas vezes.
  • Série desde 2014, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Concluintes da graduação no ano

Concluintes da graduação no ano, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação: tabela A, cursos, matrículas, ingressos e concluintes). O observatório confere a tabela por dentro: as matrículas de cada ano batem com o total da tabela 3.03. Anual desde 2014.

Regra de comparação: Contagem do Censo no ano: variação em % entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série tem os dez anos que a edição mais recente do Censo publica, desde 2014: Dilma 2 é o primeiro governo com leitura. As edições antigas têm outro leiaute e ficam de fora por enquanto.
  • Não é taxa de conclusão: dividir concluintes por ingressantes do mesmo ano mistura turmas diferentes. A taxa de verdade acompanha a mesma turma ao longo dos anos (indicadores de trajetória do INEP).
  • Série desde 2014, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Professores do ensino superior com doutorado (%)

Docentes em exercício na educação superior com doutorado, em % do total de docentes em exercício, Brasil, pelo Censo da Educação Superior do INEP (tabelas de divulgação, tabela 4.01). O observatório confere que os cinco graus de formação somam o total. Anual desde 2014.

Regra de comparação: Proporção de professores com doutorado: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série tem os dez anos da edição mais recente, desde 2014: Dilma 2 é o primeiro governo com leitura.
  • Não conta professor que dá aula só em cursos de especialização. As universidades públicas têm parte bem maior de doutores do que as faculdades particulares.
  • Série desde 2014, último dado em 2024. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Para continuar

No mesmo tema: educação por governo, abandono escolar por governo desde 2007. Em outras áreas do portal: iDEB e investimento público em educação, por governo. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: INEP (Censo da Educação Superior, tabela 3.03), cálculo ValorFinal, versão 5738f088; a página é atualizada automaticamente.

ValorFinal. Ensino superior por governo no período de 01/01 a 31/12/2024: Matrículas na graduação (ensino superior, total): 10,23 milhões de matrículas, 2024, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/ensino-superior-por-governo. Fonte do dado: INEP (Censo da Educação Superior, tabela 3.03), cálculo ValorFinal, versão 5738f088.

Os números desta versão dos dados (5738f088) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/5738f088. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre ensino superior por governo

O que é uma matrícula no ensino superior?

É uma vaga ocupada num curso de graduação. O curso pode ser presencial ou a distância. Quando sobe: Mais gente está fazendo faculdade. Costuma vir de mais vagas e de mais cursos a distância. Também sobe com bolsas e financiamento estudantil. Quando cai: Menos gente está matriculada. Pode ser menos vagas ou mais alunos desistindo. Também cai quando a crise aperta o bolso das famílias.

Qual é o último dado de matrículas no ensino superior?

Matrículas na graduação (ensino superior, total), em 2024: 10,23 milhões de matrículas, pela série Censo da Educação Superior, tabela 3.03 (INEP). Ano anterior: 9,98 milhões de matrículas. Calendário da fonte: o Censo da Educação Superior de um ano sai no segundo semestre do ano seguinte.

Matrículas na graduação (ensino superior, total): em qual governo mais mudou?

Entre os mandatos encerrados com a série completa, a maior variação por ano foi no de Fernando Henrique Cardoso (2º mandato): +65,6% (+13,4% por ano), de 1998 a 2002. A menor foi no de Fernando Collor: +1,6% (+1,6% por ano), de 1990 a 1991. A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.

Matrículas no ensino superior: como mudou no governo atual?

Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): +8,3% (+4,1% por ano), de 2022 a 2024. O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.

Desde quando existe a série de matrículas no ensino superior?

Desde 1980. Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.

Qual a diferença entre variação nominal e real?

A nominal é a mudança do valor em reais (ou dólares). A real desconta a inflação do período e diz se o poder de compra mudou. Esta série já vem descontada da inflação pelo IBGE ou é uma quantidade, então a variação mostrada é a própria variação real.

Posso baixar os dados?

Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.