Abandono escolar por governo: aprovação e reprovação desde 2007

Quantos alunos passaram de ano, repetiram ou deixaram a escola antes do fim do ano letivo em cada governo desde 2007, no ensino fundamental e no médio. Os números são as Taxas de Rendimento Escolar do INEP, calculadas a partir do Censo Escolar, em que cada escola do país informa a situação de cada aluno matriculado. Em cada ano, aprovação, reprovação e abandono somam 100% dos alunos.

Taxa de abandono escolar no ensino médio, em 2025

2,2%

INEP, taxas de rendimento, Brasil, abandono, ensino médio, total · série anual · coleta de 28/10/2026

Ano anterior
3,2%
No mandato atual
−3,5 p.p.
Máxima desde 2007
13,2%
2007
Mínima desde 2007
2,2%
2025

Quantos alunos do ensino médio deixaram de ir à escola antes do fim do ano, em cada 100 matriculados.

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Governo a governo

Mudança em pontos percentuais

  • Lula 2p−2,9 p.p.
  • Dilma 1−2,7 p.p.
  • Dilma 2−0,8 p.p.
  • Temer−0,5 p.p.
  • Bolsonaro−0,4 p.p.
  • Lula 3*−3,5 p.p.

* em andamento. p = cobertura parcial. Mesma régua de meses para todos; variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que é a taxa de abandono escolar?

É a parte dos alunos matriculados que parou de ir à escola antes do fim do ano. Quem abandona não é aprovado nem reprovado.

No seu dia a dia

  • O aluno que precisa trabalhar costuma largar o ensino médio.
  • Gravidez na adolescência também tira jovens da escola.
  • Escola longe de casa pesa mais na zona rural.
  • Quem repete muito tem mais chance de desistir.

Quando sobe

  • Mais alunos deixam a escola no meio do ano.
  • Costuma subir em crise, quando o jovem vai trabalhar.
  • Indica que a escola não conseguiu segurar o aluno.

Quando cai

  • Mais alunos ficam até o fim do ano letivo.
  • Pode ser busca ativa, bolsa para o estudante ou escola em tempo integral.
  • Também cai quando a regra de aprovação fica mais branda.

Abandono escolar por governo desde 2007: a série inteira com os governos

Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Os acontecimentos marcados são datas documentadas, não causas.

ano de 2025 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

2,2%

INEP · taxas de rendimento, Brasil, abandono, ensino médio, total

Taxa de abandono escolar no ensino médio, por ano. Fonte: INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (abandono, ensino médio, total).Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: dez/2025.

Série desde 2007 · 19 anos · Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte.

Abandono escolar por governo desde 2007, mandato por mandato

Cada linha vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. Governo sem dado aparece com o motivo, e nenhum número é estimado.

Taxa de abandono escolar no ensino médio

Taxa de abandono escolar no ensino médio: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010−2,9 p.p.cobertura parcial13,2%10,3%11,5%12,8% (2008)10,3% (2010)
Dilma 12010 a 2014−2,7 p.p.10,3%7,6%8,6%9,5% (2011)7,6% (2014)
Dilma 22014 a 2015−0,8 p.p.7,6%6,8%6,8%6,8% (2015)6,8% (2015)
Temer2016 a 2018−0,5 p.p.6,6%6,1%6,1%6,1% (2017)6,1% (2017)
Bolsonaro2018 a 2022−0,4 p.p.6,1%5,7%4,5%5,7% (2022)2,3% (2020)
Lula 3*2022 a 2025−3,5 p.p.5,7%2,2%2,9%3,4% (2023)2,2% (2025)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (abandono, ensino médio, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de abandono escolar no ensino fundamental

Taxa de abandono escolar no ensino fundamental: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010−1,7 p.p.cobertura parcial4,8%3,1%3,7%4,4% (2008)3,1% (2010)
Dilma 12010 a 2014−0,9 p.p.3,1%2,2%2,5%2,8% (2011)2,2% (2013)
Dilma 22014 a 2015−0,3 p.p.2,2%1,9%1,9%1,9% (2015)1,9% (2015)
Temer2016 a 2018−0,4 p.p.1,9%1,5%1,6%1,6% (2017)1,5% (2018)
Bolsonaro2018 a 2022−0,4 p.p.1,5%1,1%1,1%1,2% (2019)1,0% (2020)
Lula 3*2022 a 2025−0,6 p.p.1,1%0,5%0,6%0,7% (2023)0,5% (2025)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (abandono, ensino fundamental, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de aprovação no ensino médio

Taxa de aprovação no ensino médio: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010+3,1 p.p.cobertura parcial74,1%77,2%76,0%77,2% (2010)74,9% (2008)
Dilma 12010 a 2014+3,1 p.p.77,2%80,3%79,1%80,3% (2014)77,4% (2011)
Dilma 22014 a 2015+1,4 p.p.80,3%81,7%81,7%81,7% (2015)81,7% (2015)
Temer2016 a 2018+1,9 p.p.81,5%83,4%83,3%83,4% (2018)83,1% (2017)
Bolsonaro2018 a 2022+3,2 p.p.83,4%86,6%89,6%95,0% (2020)86,1% (2019)
Lula 3*2022 a 2025+8,2 p.p.86,6%94,8%92,6%94,8% (2025)91,3% (2023)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (aprovação, ensino médio, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de aprovação no ensino fundamental

Taxa de aprovação no ensino fundamental: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010+3,5 p.p.cobertura parcial83,1%86,6%85,2%86,6% (2010)83,8% (2008)
Dilma 12010 a 2014+2,6 p.p.86,6%89,2%88,6%89,3% (2013)87,6% (2011)
Dilma 22014 a 2015+0,7 p.p.89,2%89,9%89,9%89,9% (2015)89,9% (2015)
Temer2016 a 2018+1,7 p.p.89,8%91,5%91,3%91,5% (2018)91,0% (2017)
Bolsonaro2018 a 2022+2,7 p.p.91,5%94,2%95,5%98,2% (2020)92,8% (2019)
Lula 3*2022 a 2025+3,2 p.p.94,2%97,4%96,4%97,4% (2025)95,8% (2023)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (aprovação, ensino fundamental, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de reprovação no ensino médio

Taxa de reprovação no ensino médio: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010−0,2 p.p.cobertura parcial12,7%12,5%12,5%12,6% (2009)12,3% (2008)
Dilma 12010 a 2014−0,4 p.p.12,5%12,1%12,3%13,1% (2011)11,8% (2013)
Dilma 22014 a 2015−0,6 p.p.12,1%11,5%11,5%11,5% (2015)11,5% (2015)
Temer2016 a 2018−1,4 p.p.11,9%10,5%10,7%10,8% (2017)10,5% (2018)
Bolsonaro2018 a 2022−2,8 p.p.10,5%7,7%5,9%9,1% (2019)2,7% (2020)
Lula 3*2022 a 2025−4,7 p.p.7,7%3,0%4,5%5,3% (2023)3,0% (2025)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (reprovação, ensino médio, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de reprovação no ensino fundamental

Taxa de reprovação no ensino fundamental: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2007, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2007, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2007, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2007, depois deste período.
Lula 22007 a 2010−1,8 p.p.cobertura parcial12,1%10,3%11,1%11,8% (2008)10,3% (2010)
Dilma 12010 a 2014−1,7 p.p.10,3%8,6%9,0%9,6% (2011)8,5% (2013)
Dilma 22014 a 2015−0,4 p.p.8,6%8,2%8,2%8,2% (2015)8,2% (2015)
Temer2016 a 2018−1,3 p.p.8,3%7,0%7,2%7,4% (2017)7,0% (2018)
Bolsonaro2018 a 2022−2,3 p.p.7,0%4,7%3,4%6,0% (2019)0,8% (2020)
Lula 3*2022 a 2025−2,6 p.p.4,7%2,1%3,0%3,5% (2023)2,1% (2025)

INEP, Taxas de Rendimento Escolar, Brasil (reprovação, ensino fundamental, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de distorção idade-série no ensino fundamental

Taxa de distorção idade-série no ensino fundamental: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2008, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2008, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2008, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2008, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2008, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2008, depois deste período.
Lula 22008 a 2010+1,5 p.p.cobertura parcial22,1%23,6%23,5%23,6% (2010)23,3% (2009)
Dilma 12010 a 2014−3,6 p.p.23,6%20,0%21,5%22,9% (2011)20,0% (2014)
Dilma 22014 a 2015−0,8 p.p.20,0%19,2%19,2%19,2% (2015)19,2% (2015)
Temer2016 a 2018−1,4 p.p.18,6%17,2%17,7%18,1% (2017)17,2% (2018)
Bolsonaro2018 a 2022−4,9 p.p.17,2%12,3%14,4%16,2% (2019)12,3% (2022)
Lula 3*2022 a 2025−2,3 p.p.12,3%10,0%10,9%11,7% (2023)10,0% (2025)

INEP, Taxas de Distorção Idade-Série, Brasil (ensino fundamental, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Taxa de distorção idade-série no ensino médio

Taxa de distorção idade-série no ensino médio: mudança em cada mandato, diferença em pontos percentuais
GovernoMudançaInícioFimMédiaMáx. e mín.
Sarneyfev/1985 a fev/1990A série começa em 2008, depois deste período.
Collorfev/1990 a set/1992A série começa em 2008, depois deste período.
Itamarset/1992 a dez/1994A série começa em 2008, depois deste período.
FHC 1dez/1994 a dez/1998A série começa em 2008, depois deste período.
FHC 2dez/1998 a dez/2002A série começa em 2008, depois deste período.
Lula 1dez/2002 a dez/2006A série começa em 2008, depois deste período.
Lula 22008 a 2010+0,8 p.p.cobertura parcial33,7%34,5%34,5%34,5% (2010)34,4% (2009)
Dilma 12010 a 2014−6,3 p.p.34,5%28,2%30,4%32,8% (2011)28,2% (2014)
Dilma 22014 a 2015−0,8 p.p.28,2%27,4%27,4%27,4% (2015)27,4% (2015)
Temer2016 a 2018+0,2 p.p.28,0%28,2%28,2%28,2% (2017)28,2% (2017)
Bolsonaro2018 a 2022−6,0 p.p.28,2%22,2%25,0%26,2% (2019)22,2% (2022)
Lula 3*2022 a 2025−6,2 p.p.22,2%16,0%17,8%19,5% (2023)16,0% (2025)

INEP, Taxas de Distorção Idade-Série, Brasil (ensino médio, total). Mudança: diferença em pontos percentuais. * mandato em andamento.

Comparar governos lado a lado

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Abandono no ensino médio ano a ano

A pesquisa é anual: cada número resume o ano inteiro. O ano mais recente é o último que a fonte publicou.

Taxa de abandono escolar no ensino médio, ano a ano
AnoValor do ano
20252,2%
20243,2%
20233,4%
20225,7%
20215,0%
20202,3%
20194,8%
20186,1%
20176,1%
20166,6%
20156,8%
20147,6%
20138,1%
20129,1%
20119,5%
201010,3%
200911,5%
200812,8%
2007 (parcial)13,2%

Como ler estes números

Cada número é a taxa do ano letivo, para todas as escolas públicas e particulares, urbanas e rurais. A comparação é a diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

Aprovação, reprovação e abandono dividem os mesmos alunos: quando uma sobe, alguma das outras cai. Por isso a página mostra as três juntas.

Os anos de 2020 e 2021 não se comparam com os outros. Com as escolas fechadas, as redes puderam juntar dois anos letivos num ciclo só, e muitas aprovaram quase todos os alunos. A queda da reprovação nesses anos não quer dizer que os alunos aprenderam mais.

Quem abandona a escola no meio do ano pode voltar no ano seguinte. A evasão, que conta quem não se matriculou de novo, é outro indicador do INEP e não está nesta página.

A distorção idade-série conta os alunos dois anos ou mais atrasados para a série. Ela soma anos de reprovação e abandono, muda devagar e começa na página em 2008.

O que costuma mover abandono no ensino médio

De onde vem o dado
O Censo Escolar tem duas etapas: na primeira as escolas informam as matrículas; na segunda, no começo do ano seguinte, a situação de cada aluno no fim do ano letivo. O INEP calcula as taxas de rendimento dessa segunda etapa e publica um pacote por ano. Fonte: INEP, Taxas de Rendimento Escolar
O ano letivo na pandemia
A Lei nº 14.040/2020 dispensou o mínimo de dias letivos em 2020 e permitiu cumprir no ano seguinte o que não foi ensinado, juntando duas séries ou anos escolares num ciclo contínuo. Isso mudou a forma de aprovar os alunos em 2020 e 2021. Fonte: Lei nº 14.040/2020 (normas educacionais na pandemia)
O ensino médio obrigatório
A Emenda Constitucional nº 59/2009 tornou a educação obrigatória dos 4 aos 17 anos, o que inclui o ensino médio. A regra valeu a partir de 2016 e é a base da busca ativa de quem saiu da escola. Fonte: Emenda Constitucional nº 59/2009

O que cada série mede

Taxa de abandono escolar no ensino médio

Taxa de abandono, ensino médio, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de abandono escolar no ensino fundamental

Taxa de abandono, ensino fundamental, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de aprovação no ensino médio

Taxa de aprovação, ensino médio, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de aprovação no ensino fundamental

Taxa de aprovação, ensino fundamental, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de reprovação no ensino médio

Taxa de reprovação, ensino médio, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de reprovação no ensino fundamental

Taxa de reprovação, ensino fundamental, total do Brasil, todas as redes (pública e particular) e localizações (urbana e rural), no ano letivo, pelas Taxas de Rendimento Escolar do INEP, a partir do Censo Escolar. A leitura de cada ano só é aceita se aprovação, reprovação e abandono somarem 100% em cada etapa. Anual desde 2007.

Regra de comparação: Proporção de alunos no ano letivo: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • Em 2020 e 2021, com as aulas presenciais suspensas na pandemia, a Lei nº 14.040/2020 permitiu juntar dois anos escolares num só ciclo, e muitas redes aprovaram quase todos os alunos. A aprovação saltou e a reprovação e o abandono caíram de um ano para o outro sem que o aprendizado tivesse mudado na mesma medida.
  • A taxa vem da segunda etapa do Censo Escolar, em que cada escola informa a situação de cada aluno no fim do ano letivo. É o número oficial do INEP, usado também no cálculo do IDEB.
  • A série começa em 2007, com o Censo Escolar por aluno: Lula 1 e os governos anteriores ficam sem esta leitura, e Lula 2 é comparado a partir de 2007.
  • Série desde 2007, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de distorção idade-série no ensino fundamental

Taxa de distorção idade-série do Brasil no ensino fundamental, todas as redes e localizações, pelo indicador educacional do INEP a partir do Censo Escolar: percentual de matrículas com dois anos ou mais acima da idade recomendada para a série. Anual desde 2008.

Regra de comparação: Proporção de alunos atrasados no ano: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série começa em 2008. O INEP publica a taxa desde 2006, mas de 2007 para 2008 ela cai de uma vez 5,6 pontos no fundamental e 8,8 no médio, sem nota de mudança de método que explique; para esse salto não entrar na conta de um governo, os anos anteriores ficam de fora.
  • A distorção é efeito acumulado de anos de reprovação e abandono: ela muda devagar e reflete a trajetória de alunos que entraram na escola em governos anteriores.
  • Em 2020 e 2021 a aprovação quase automática da pandemia (Lei nº 14.040/2020) reduziu a reprovação, e a queda da distorção depois disso vem em parte dessa regra.
  • Série desde 2008, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica a taxa no começo do ano seguinte ao Censo Escolar.

Taxa de distorção idade-série no ensino médio

Taxa de distorção idade-série do Brasil no ensino médio, todas as redes e localizações, pelo indicador educacional do INEP a partir do Censo Escolar: percentual de matrículas com dois anos ou mais acima da idade recomendada para a série. Anual desde 2008.

Regra de comparação: Proporção de alunos atrasados no ano: diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano inteiro no cargo e o último ano inteiro.

  • Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.
  • A série começa em 2008. O INEP publica a taxa desde 2006, mas de 2007 para 2008 ela cai de uma vez 5,6 pontos no fundamental e 8,8 no médio, sem nota de mudança de método que explique; para esse salto não entrar na conta de um governo, os anos anteriores ficam de fora.
  • A distorção é efeito acumulado de anos de reprovação e abandono: ela muda devagar e reflete a trajetória de alunos que entraram na escola em governos anteriores.
  • Em 2020 e 2021 a aprovação quase automática da pandemia (Lei nº 14.040/2020) reduziu a reprovação, e a queda da distorção depois disso vem em parte dessa regra.
  • Série desde 2008, último dado em 2025. Calendário da fonte: o INEP publica a taxa no começo do ano seguinte ao Censo Escolar.

Calcule e entenda no ValorFinal

Ferramentas e guias do portal sobre o mesmo assunto, para levar o número para a sua conta.

Para continuar

No mesmo tema: educação por governo. Em outras áreas do portal: iDEB e investimento público em educação, por governo. Todos os indicadores lado a lado no comparador de governos, o código e o download de cada série no catálogo de indicadores e as fórmulas na metodologia.

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: INEP (taxas de rendimento, Brasil, abandono, ensino médio, total), cálculo ValorFinal, versão 6e9e6aae; a página é atualizada automaticamente.

ValorFinal. Abandono escolar por governo desde 2007 no período de 01/01 a 31/12/2025: Taxa de abandono escolar no ensino médio: 2,2%, 2025, Brasil. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/abandono-escolar-por-governo. Fonte do dado: INEP (taxas de rendimento, Brasil, abandono, ensino médio, total), cálculo ValorFinal, versão 6e9e6aae.

Os números desta versão dos dados (6e9e6aae) ficam guardados e não mudam quando o IBGE ou o Banco Central publicam um período novo ou revisam um antigo: valorfinal.com.br/api/custo-de-vida/v1/versao/6e9e6aae. O cálculo é do ValorFinal; as instituições publicam as séries, não estes resultados.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre abandono escolar por governo desde 2007

O que é a taxa de abandono escolar?

É a parte dos alunos matriculados que parou de ir à escola antes do fim do ano. Quem abandona não é aprovado nem reprovado. Quando sobe: Mais alunos deixam a escola no meio do ano. Costuma subir em crise, quando o jovem vai trabalhar. Indica que a escola não conseguiu segurar o aluno. Quando cai: Mais alunos ficam até o fim do ano letivo. Pode ser busca ativa, bolsa para o estudante ou escola em tempo integral. Também cai quando a regra de aprovação fica mais branda.

Qual é o último dado de abandono no ensino médio?

Taxa de abandono escolar no ensino médio, em 2025: 2,2%, pela série taxas de rendimento, Brasil, abandono, ensino médio, total (INEP). Ano anterior: 3,2%. Calendário da fonte: o INEP publica as taxas do ano letivo entre junho e agosto do ano seguinte.

Taxa de abandono escolar no ensino médio: em qual governo mais mudou?

Entre os mandatos encerrados com a série completa, a menor queda em pontos percentuais foi no de Jair Bolsonaro: 6,1% para 5,7% (−0,4 p.p., de 2018 a 2022). A maior queda foi no de Dilma Rousseff (1º mandato): 10,3% para 7,6% (−2,7 p.p., de 2010 a 2014). A comparação mede o que a série registrou no período e não indica que o governo causou a mudança.

Abandono no ensino médio: como mudou no governo atual?

Até o último dado, Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato): 5,7% para 2,2% (−3,5 p.p., de 2022 a 2025). O mandato está em andamento, então o número ainda vai mudar; a página é atualizada a cada nova divulgação.

Desde quando existe a série de abandono no ensino médio?

Desde 2007. Série anual comparada pelos anos civis inteiros no cargo: do ano anterior ao primeiro ano inteiro até o último ano inteiro. Para posse em 1º de janeiro é o mandato inteiro; para os outros, os anos usados vão escritos ao lado do número.

Por que abandono no ensino médio se compara em pontos percentuais?

Porque é uma taxa ou uma proporção. Se ela vai de 10% para 15%, subiu 5 pontos percentuais; dizer que subiu 50% mistura duas grandezas e exagera a mudança de taxas baixas. Esta página mostra a diferença em pontos percentuais entre o ano anterior ao primeiro ano civil inteiro no cargo e o último ano civil inteiro no cargo, e a média, a máxima e a mínima do período.

Posso baixar os dados?

Sim. O botão abaixo do gráfico baixa a série inteira em CSV, com a fonte e o código oficial. Dado aberto do órgão federal (Lei nº 12.527/2011 e Decreto nº 8.777/2016), uso livre com citação da fonte. O catálogo de indicadores reúne todas as séries do observatório num arquivo só.