Galáxia
Galáxia NGC 1433
Uma espiral barrada com dois anéis e um buraco negro ativo no meio. O ALMA achou ali uma segunda espiral, pequena, que ninguém esperava.

Crédito NASA, ESA, CSA, and J. Lee (NOIRLab), A. Pagan (STScI) ESA/Webb CC BY 4.0
- Tipo
- GaláxiaSIMBAD: Sy2
- Distância
- 46 milhões de anos-luz
- Constelação
- RelógioHor
- Tamanho no céu
- 5,5 minutos de arcoextensão catalogada no SIMBAD
- Classificação
- (R)SB(r)ab
- Observado por
- James Webb Space Telescope, Digitized Sky Survey 2, Hubble Space Telescope
- Imagem publicada
- fevereiro de 2023
- Original do acervo
- 1.986 × 1.346 px3 megapixels
- Desvio para o vermelho
- z = 0,004
Veja Galáxia NGC 1433 pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito ESA/Hubble & NASAAcknowledgements: D. Calzetti (UMass) and the LEGUS Team ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, J. Lee (STScI), T. Williams (Oxford), PHANGS Team ESA/Webb CC BY 4.0
NGC 1433 tem estrutura demais para uma galáxia só. Ela é barrada, tem um anel interno em volta da barra, tem um anel externo em volta de tudo, e no centro carrega um núcleo ativo, alimentado por um buraco negro supermassivo. A notação que o SIMBAD usa para resumir isso, (R)SB(r)ab, é quase um mapa: cada par de letras marca uma dessas peças.
O que a tornou notável, porém, não foi a estrutura visível, e sim o que apareceu quando o ALMA olhou o gás frio bem no centro. Ali, numa escala pequena demais para a luz visível resolver, existe uma segunda espiral, de gás molecular, enrolada em volta do buraco negro. E existe também um sopro de material saindo dele, que os próprios astrônomos descreveram como inesperado.
Ela fica na constelação do Relógio, no céu do extremo sul, a mesma da NGC 1512, que também está neste acervo. As oito imagens desta página vêm de três frentes diferentes: o Hubble no ultravioleta e no visível pelo programa LEGUS, o Webb no infravermelho médio pelo PHANGS, e o ALMA no rádio milimétrico. Cada uma responde uma pergunta que as outras não conseguem.
O que é uma galáxia Seyfert
Galáxia Seyfert é aquela cujo centro brilha muito mais do que as estrelas dali explicariam. O ESA/Hubble descreve NGC 1433 exatamente assim: uma galáxia muito ativa, do tipo Seyfert, com um núcleo luminoso e brilhante. E acrescenta um dado que dá escala ao fenômeno: essa classificação abrange 10% de todas as galáxias.
A fonte desse brilho não é estelar. Acredita-se que o centro da maioria das galáxias, se não de todas, abrigue um buraco negro supermassivo cercado por um disco de material caindo. Matéria em queda esquenta por atrito antes de cruzar o ponto sem volta, e emite luz. Quando esse processo está aceso, o núcleo inteiro brilha; quando o material acaba, ele apaga e a galáxia parece comum.
Isso muda o que significa observar o centro dela. Não se está olhando um aglomerado de estrelas particularmente denso: está se olhando o resultado de um buraco negro comendo. E o que se aprende ali vale para as outras: um núcleo aceso a 46 milhões de anos-luz é perto o bastante para ser estudado em detalhe que os quasares distantes nunca vão permitir.
A espiral que existe dentro da espiral
O achado que colocou NGC 1433 nos comunicados foi feito pelo ALMA, o conjunto de antenas milimétricas do Atacama. Observando a distribuição de gás molecular junto ao buraco negro central, os astrônomos encontraram uma estrutura espiral ali dentro, numa escala minúscula comparada à galáxia inteira.
Uma espiral de gás em volta do buraco negro não é um enfeite: é um mecanismo. Gás em órbita circular fica onde está para sempre. Gás organizado em espiral está perdendo momento angular e descendo, e é assim que material chega perto o bastante para ser engolido. Encontrar essa estrutura é encontrar o encanamento que alimenta o núcleo ativo.
Na imagem composta do acervo dá para ver as duas coisas empilhadas: o fundo azulado e apagado é a região central com suas faixas de poeira, registrada pelo Hubble, e as estruturas coloridas por cima vêm do ALMA. Uma mostra onde a poeira está; a outra, o que o gás frio está fazendo.
O sopro que ninguém esperava
Junto com a espiral de gás, o ALMA revelou outra coisa nas observações de NGC 1433: um pequeno fluxo de material saindo do buraco negro central. Os próprios publicadores usam a palavra inesperado para descrevê-lo, e a razão é que o balanço da história muda quando existe saída, e não só entrada.
Um buraco negro que apenas engole é simples de imaginar. Um que engole e ao mesmo tempo empurra material para fora é uma máquina de regular a si mesma: o sopro pode varrer parte do gás que alimentaria o próprio núcleo, e também parte do gás que formaria estrelas na região central. Esse tipo de retorno é hoje uma peça central nos modelos de como galáxias param de crescer.
O fluxo visto aqui é pequeno, e o texto precisa dizer isso com todas as letras: não é um jato colossal como o de Messier 87, também neste acervo, que se estende por milhares de anos-luz. É um sopro modesto, no centro de uma galáxia próxima, e o valor dele está justamente em ser observável em detalhe.
Como ler a sigla (R)SB(r)ab
A classificação morfológica que o SIMBAD registra para NGC 1433 é (R)SB(r)ab, e cada pedaço descreve uma peça real da galáxia. O (R) inicial, entre parênteses e maiúsculo, marca um anel externo, que circunda a galáxia toda. O S diz espiral. O B diz que a barra central é forte, e não intermediária.
O (r) minúsculo, depois do B, marca um segundo anel, este interno, em volta da barra. E o ab final situa a galáxia na escala de quão enrolados são os braços: ab fica na parte apertada, com núcleo proeminente, longe das espirais de braços frouxos e abertos.
Somando tudo: uma galáxia com dois anéis, uma barra forte entre eles e braços fechados. Vale comparar com a vizinha de constelação NGC 1512, também neste acervo, que é classificada por índice numérico em vez de letras porque o SIMBAD guarda dados diferentes para cada objeto, e a ficha desta página mostra o que existe.
O que o infravermelho do Webb mudou
NGC 1433 é uma das 19 galáxias escolhidas pela colaboração PHANGS, que junta telescópios espaciais e terrestres para estudar o ciclo de formação de estrelas por inteiro. A imagem do Instrumento de Infravermelho Médio do Webb mostra a galáxia com uma cara completamente diferente da que ela tem em luz visível.
A descrição do próprio Webb explica por quê: os braços espirais estão cheios de sinais de estrelas muito jovens liberando energia e, em alguns casos, soprando para fora o gás e a poeira do meio interestelar em que se formaram. Regiões que pareciam escuras e apagadas na imagem óptica se acendem sob o olho infravermelho.
O mecanismo é simples de enunciar e vale para o acervo inteiro. Poeira bloqueia luz visível, e por isso uma região empoeirada aparece como mancha escura numa foto óptica. Mas a poeira absorve essa luz e a devolve em infravermelho. O que era buraco na imagem vira fonte, e a galáxia que parecia ter zonas vazias mostra que ali estava o trabalho pesado acontecendo.
Os números deste objeto
| Classificação morfológica | (R)SB(r)abSIMBAD |
|---|---|
| Tipo de núcleo | Seyfert 2SIMBAD |
| Constelação | Relógio (Horologium)IAU |
| Distância | cerca de 46 milhões de anos-luzESA/Webb |
| Tamanho aparente | 5,46 minutos de arcoSIMBAD |
| Desvio para o vermelho | z = 0,00359SIMBAD |
| Programas de observação | LEGUS e PHANGSESA/Hubble e ESA/Webb |
O que reparar nesta imagem
- Os dois anéis e a barraProcure o anel apertado em volta do centro e, bem mais longe, o anel externo que circunda a galáxia toda. Entre eles corre a barra de estrelas que dá nome à classificação.
- O centro brilhante demaisRepare que o núcleo se destaca do resto com folga. Esse excesso de brilho é a marca de uma galáxia Seyfert, e vem do buraco negro em atividade, não das estrelas em volta.
- As estruturas do ALMA sobre o HubbleNa imagem composta, o fundo azulado e apagado é do Hubble e as formas coloridas no meio são do ALMA. É gás frio desenhado por cima da poeira.
- O que só aparece no infravermelhoCompare a imagem do Webb com a do Hubble. Trechos escuros na versão óptica acendem no infravermelho, porque a poeira devolve em calor a luz que bloqueou.
Por que esta imagem tem essas cores
Estas cores não são as que seus olhos veriam. Parte da luz registrada está fora da faixa visível, então cada filtro recebeu uma cor para que a informação pudesse aparecer numa tela.
ultravioletainfravermelho e ondas de rádio
- Azulinfravermelho · MIRI · PAH7,7 µminvisível ao olho
- Verdeinfravermelho · MIRI10 µminvisível ao olho
- Verdeinfravermelho · MIRI · PAH11,3 µminvisível ao olho
- Vermelhoinfravermelho · MIRI21 µminvisível ao olho
Estes dados vêm do metadado publicado pelo próprio ESA/Webb junto com a imagem, filtro por filtro. Nada aqui é estimativa nossa.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 8,5 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 3,7 minutos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 73.068 anos-luz de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 46 milhões de anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era quando os primeiros representantes do gênero Homo apareciam na África.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, baixo, perto do horizonte, a 16° de altura, na direção SO.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 66 graus acima do horizonte.
Este objeto não é visível a olho nu. A imagem existe porque um telescópio acumulou luz por muito tempo, com instrumentos que enxergam faixas que o olho humano não alcança.
O que ainda não se sabe
A distância de NGC 1433 não é acordada entre os publicadores das imagens deste acervo: a equipe do James Webb declara 46 milhões de anos-luz e o comunicado do Hubble de 2014 declara 32 milhões, uma diferença grande demais para ser arredondamento. Ela se propaga para tudo o que se calcula a partir dali, inclusive a extensão física da galáxia e o tamanho real das estruturas centrais. Também segue em aberto quanto do gás que desce pela espiral interna chega de fato ao buraco negro e quanto é devolvido pelo sopro observado, questão que decide se o núcleo vai continuar aceso ou se apaga por falta de combustível. E a relação entre a barra, os dois anéis e a alimentação do centro não está resolvida: barras levam gás para dentro, mas os anéis também podem represá-lo, e qual efeito domina em cada momento da vida da galáxia é assunto de modelo, não de medida direta.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
As galáxias Seyfert levam o nome de Carl Seyfert, que em 1943 reparou que um punhado de espirais tinha o núcleo brilhante demais e com linhas espectrais largas. Ele descreveu a classe antes de existir qualquer ideia aceita de buraco negro supermassivo, e passaram-se décadas até que a causa daquele brilho fosse identificada. É um caso em que a observação chegou muito antes da explicação.
Outras imagens deste objeto

Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgement: Davide De Martin ESO CC BY 4.0

Crédito ESA/Hubble & NASAAcknowledgements: D. Calzetti (UMass) and the LEGUS Team ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, STScI, J. Lee (STScI), T. Williams (Oxford), PHANGS Team ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/NASA/ESA/F. Combes ESO CC BY 4.0


Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/NASA/ESA/F. Combes ESO CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, and J. Lee (NOIRLab), A. Pagan (STScI) ESA/Webb CC BY 4.0
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A licença CC BY 4.0 permite usar a imagem, inclusive comercialmente, desde que o crédito apareça inteiro e visível junto dela. Copie o crédito acima junto com o arquivo.
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Créditos das imagens desta página
Todas as imagens deste acervo são publicadas sob licença Creative Commons Attribution 4.0 pelos observatórios que as produziram, e o crédito exigido por cada uma vem abaixo, na íntegra.
- Galáxia NGC 1512
Crédito ESA/Hubble, NASA ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia de Andrômeda
Crédito ESA/Hubble & Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Sombrero
Crédito ESA/Hubble & NASA, K. Noll ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Redemoinho
Crédito NASA, ESA, S. Beckwith (STScI), and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Cata-vento
Crédito NASA, ESA, CXC, SSC and STScI ESA/Hubble CC BY 4.0
- Galáxia do Charuto
Crédito NASA, ESA, CSA, A. Smercina (STScI), T. Williams (University of Manchester). Image processing: A. Pagan (STScI). ESA/Webb CC BY 4.0
- Galáxia de Bode
Crédito ESA/INT/DSS2 ESA/Hubble CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- O que é uma galáxia Seyfert?
- Galáxia Seyfert é aquela que tem o núcleo muito mais brilhante do que as estrelas daquela região explicariam, sinal de um buraco negro supermassivo em atividade, cercado por um disco de material caindo. Segundo o ESA/Hubble, a classificação abrange 10% de todas as galáxias. NGC 1433 é uma delas, e a proximidade dela permite estudar de perto um fenômeno que nos quasares distantes só aparece como um ponto de luz.
- O que o ALMA descobriu em NGC 1433?
- O ALMA, conjunto de antenas milimétricas no deserto do Atacama, mapeou o gás molecular junto ao buraco negro central de NGC 1433 e encontrou duas coisas. A primeira foi uma estrutura espiral de gás em escala muito pequena, que funciona como o encanamento que leva material até o buraco negro. A segunda foi um pequeno fluxo de matéria saindo dele, descrito pelos próprios astrônomos como inesperado.
- O que significa a sigla (R)SB(r)ab?
- Cada pedaço descreve uma peça de NGC 1433. O (R) maiúsculo marca um anel externo em volta da galáxia inteira. O S indica espiral e o B indica barra central forte. O (r) minúsculo marca um segundo anel, interno, em volta da barra. E o ab situa a galáxia na parte apertada da escala de enrolamento dos braços, com núcleo proeminente. Somando: dois anéis, uma barra forte e braços fechados.
- A que distância fica NGC 1433?
- A equipe do James Webb declara 46 milhões de anos-luz para NGC 1433, e é esse o valor que a ficha desta página mostra. Vale registrar que os publicadores não concordam: o comunicado do Hubble de 2014 declara cerca de 32 milhões. A diferença é grande demais para ser arredondamento, e afeta tudo o que se calcula a partir dela, incluindo o tamanho físico da galáxia.
- Por que a galáxia parece tão diferente na imagem do Webb?
- Porque poeira bloqueia luz visível, mas absorve essa energia e a devolve em infravermelho. Regiões que aparecem escuras e apagadas numa foto óptica de NGC 1433 se acendem na imagem do Webb, revelando estrelas muito jovens liberando energia e, em alguns casos, soprando para longe o gás e a poeira em que se formaram. É a mesma galáxia, vista com um sensor sensível a outra coisa.
- O que são os programas LEGUS e PHANGS?
- São duas campanhas de observação de galáxias próximas. O LEGUS é um levantamento de 50 galáxias feito pelo Hubble em luz ultravioleta, que traça principalmente as estrelas formadas há menos tempo. O PHANGS reúne telescópios espaciais e terrestres para acompanhar o ciclo de formação estelar inteiro, e escolheu 19 galáxias como alvo. NGC 1433 entrou nas duas, e por isso aparece aqui em faixas de luz tão diferentes.
- Dá para ver NGC 1433 com telescópio amador?
- NGC 1433 é um alvo difícil, restrito a observadores do hemisfério sul com telescópio de boa abertura e céu escuro. Com 5,46 minutos de arco de tamanho aparente, cerca de um sexto da largura da Lua cheia, ela aparece como uma mancha oval fraca com o centro mais brilhante. Os dois anéis e a barra que dão nome à estrutura só surgem em fotografia de longa exposição ou nos grandes telescópios.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Galáxia NGC 1433. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/galaxia-ngc-1433. Consultado em: 23/08/2026.






