Gerador de Código de Barras

Gere código de barras EAN-13, EAN-8, UPC-A, Code 128, Code 39 e ITF-14 em PNG ou SVG, com o dígito verificador calculado e conferido e a conta mostrada. Roda no navegador e não registra número na GS1.

Revisão técnica: Cesar Gargiulo (segurança da informação)
Valim, o mascote do ValorFinal, representando a categoria Tecnologia
Tipo de código

Produto no varejo: 13 números, o padrão dos supermercados no Brasil.

Dígito verificador calculado: 8. Número completo: 9520123456788. Este é um número de exemplo: troque pelo seu.

Código de barras EAN-13 de 9520123456788

EAN-13 de 37,29 x 27,29 mm, barra de 0,330 mm, com a zona de silêncio da norma. Gerado no seu navegador.

Prefixo 952: faixa que a GS1 reserva para demonstrações e exemplos.

Gerar a imagem não registra o número em lugar nenhum. Para vender em loja, supermercado ou marketplace, o GTIN precisa ser licenciado pela GS1 Brasil, e um número inventado pode ser de outra empresa ou ser recusado na nota fiscal. Esta ferramenta serve para código interno, etiqueta, teste e para desenhar um número que você já tem.

Como pedir o código oficial na GS1 Brasil
Mais opções: tamanho, margem e cores

É a barra mais fina, a dimensão X. A GS1 aceita de 0,264 a 0,660 mm no caixa. Em branco, usa 0,330 mm.

Em branco, usa a altura mínima da norma para essa largura de barra.

Espaço em branco de cada lado. Nunca fica abaixo da zona de silêncio da norma: 3,63 mm à esquerda e 2,31 mm à direita.

Resolução do PNG

Cada barra ocupa um número inteiro de pixels, para sair nítida, então a resolução final fica perto do valor escolhido. Ela vai gravada no arquivo, e programas que leem essa informação, como o Word, abrem o PNG no tamanho certo.

Barra escura em fundo claro. Leitores usam luz vermelha: barra vermelha, laranja ou amarela costuma não ser lida.

Como o dígito verificador foi calculado

Cada dígito é multiplicado por 3 ou por 1, alternando, a começar pelo 3 no dígito que fica logo antes do verificador. Somam-se os produtos, e o verificador é o que falta para chegar ao próximo múltiplo de 10.

Conta do dígito verificador, posição por posição
Dígito9520123456788
Pesox1x3x1x3x1x3x1x3x1x3x1x3
Produto9152016312518724

Soma: 9 + 15 + 2 + 0 + 1 + 6 + 3 + 12 + 5 + 18 + 7 + 24 = 102. Próximo múltiplo de 10: 110. 110 - 102 = 8. Esse é o dígito que fecha o número.

O dígito verificador em cada tipo de código

Deslize a tabela para o lado: são 6 colunas.

Dígito verificador calculado pelo gerador no exemplo de cada tipo numérico e no exemplo de 18 dígitos da Tabela 7-9 da especificação da GS1
TipoSem o verificadorSoma com pesosMúltiplo de 10DígitoNúmero completo
EAN-1395201234567810211089520123456788
EAN-895201235260895201238
UPC-A401234567891071103401234567893
ITF-141952012345678105110519520123456785
Exemplo da norma GS1, 18 dígitos376104250021234561011109376104250021234569

A conta é a mesma em todos: da direita para a esquerda, o dígito colado ao verificador pesa 3, o seguinte pesa 1, e assim por diante (GS1 General Specifications, Release 26.0, seção 7.9.1). A última linha é o exemplo que a própria GS1 publica na Tabela 7-9, para você conferir a conta contra a norma.

Qual código de barras usar em cada caso

Deslize a tabela para o lado: são 4 colunas.

Os seis tipos de código de barras do gerador: o que cabe em cada um, onde se usa e se o número precisa de registro
TipoO que cabeOnde se usaRegistro
EAN-1313 números (GTIN-13)Produto no varejo brasileiroNúmero licenciado pela GS1
EAN-88 números (GTIN-8)Embalagem muito pequenaNúmero licenciado pela GS1
UPC-A12 números (GTIN-12)Varejo dos Estados Unidos e do CanadáNúmero licenciado pela GS1
Code 128Até 80 caracteres: letras sem acento, números, espaço e símbolos do tecladoEstoque, pedido, lote e logística internaNão tem
Code 39Até 60 caracteres: A a Z, 0 a 9, espaço e - . $ / + %Patrimônio e sistemas que já usam Code 39Não tem
ITF-1414 números (GTIN-14)Caixa de embarque com várias unidadesDerivado do GTIN do item

No Code 128 e no Code 39, o limite de 80 e de 60 caracteres é o deste gerador, e não um número da norma.

Qual o tamanho mínimo para imprimir cada código

Deslize a tabela para o lado: são 5 colunas.

Barra mais fina, altura mínima, zona de silêncio e largura total de cada tipo de código de barras na barra padrão
TipoBarra mais fina (X)Altura mínimaZona de silêncioLargura com margens
EAN-130,264 a 0,660 mm (padrão 0,330)22,85 mm na barra padrão11X à esquerda, 7X à direita37,29 mm
EAN-80,264 a 0,660 mm (padrão 0,330)18,23 mm na barra padrão7X de cada lado26,73 mm
UPC-A0,264 a 0,660 mm (padrão 0,330)22,85 mm na barra padrão9X de cada lado37,29 mm
Code 128Definida pela aplicaçãoDefinida pela aplicação10X de cada ladoDepende do texto
Code 39A partir de 0,191 mm6,35 mm ou 15% do comprimento10X de cada lado, ou 2,54 mm se for maiorDepende do texto
ITF-140,495 a 1,016 mm (padrão 0,495)31,75 mm10X de cada lado69,55 mm

GS1 General Specifications, Release 26.0 (janeiro de 2026), tabelas de especificação 5-44 e 5-47; AIM USS-39 no Code 39. A largura usa a barra padrão de cada tipo e inclui as duas zonas de silêncio. No EAN e no UPC, a altura mínima muda na mesma proporção da barra.

Impressora de etiqueta imprime em pontos, e a barra só sai exata quando mede um número inteiro deles. A 203 dpi, cada ponto mede 0,125 mm, e a barra padrão de 0,330 mm daria 2,64 pontos: a impressora arredonda cada módulo para 2 ou 3 pontos, e barras que deviam ter a mesma largura saem diferentes. A barra exata mais perto do padrão, dentro da faixa da GS1, é 0,375 mm (3 pontos), e com ela o EAN-13 fica com 42,42 mm de largura. Em 300 dpi, a conta dá 0,339 mm (4 pontos) e 38,27 mm. Para usar essa medida, abra Mais opções e digite o valor no campo Largura da barra.

O que o prefixo do código de barras indica

Faixas de prefixo GS1 no início de um GTIN-13 e o que cada uma indica
Começa comO que indica
789 e 790Número licenciado pela GS1 Brasil. Diz quem licenciou, não onde o produto foi fabricado.
Os demais de 10 a 19 e de 300 a 976Prefixo de empresa emitido por uma organização da GS1. Diz quem licenciou, não onde o produto foi fabricado.
01, 03 e de 05 a 09Prefixo de empresa que também vale como código UPC de 12 dígitos.
04Número de circulação restrita, que a própria empresa define para uso interno.
02 e de 20 a 29Número de circulação restrita dentro de uma região, com regras da organização GS1 local.
951Faixa usada de 2004 a 2012 em identificadores EPC, hoje sem novas emissões.
952Faixa que a GS1 reserva para demonstrações e exemplos.
977ISSN, de revistas e outras publicações periódicas.
978 e 979ISBN, de livros (parte do 979 é ISMN, de partituras).
980Recibo de reembolso, com regras da organização GS1 local.
981 a 983 e 99Cupom de desconto, com regras da organização GS1 local.
984 a 989Faixa reservada pela GS1 para uso futuro.

Faixas da Tabela 1-4 da GS1 General Specifications, Release 26.0; 789 e 790 como prefixo do Brasil conforme a Nota Técnica 2021.003 da NF-e. O gerador lê o prefixo do número digitado com esta mesma tabela.

Em resumo

O gerador desenha 6 tipos de código de barras (EAN-13, EAN-8, UPC-A, ITF-14, Code 128 e Code 39) e baixa cada um em PNG ou SVG, sem cadastro, e o número não sai do seu navegador. No EAN-13, você digita os 12 primeiros números e o 13º, o dígito verificador, sai da conta com pesos 1 e 3: em 952012345678, a soma dá 102 e o verificador é 8.

No tamanho padrão da GS1, com barra de 0,330 mm, o EAN-13 mede 37,29 mm de largura com as margens e 22,85 mm de altura de barra. Para produto lido no caixa, a barra vai de 0,264 a 0,660 mm (GS1 General Specifications, Release 26.0, de janeiro de 2026). O Code 128 aceita até 80 caracteres aqui, e o Code 39, até 60.

Dígito certo só prova que o número está bem formado: 1 em cada 10 números de 13 dígitos passa na conta. Para vender, o GTIN vem da GS1 Brasil, e a Nota Técnica 2021.003 da NF-e prevê rejeitar a nota por dígito errado (611), por prefixo inválido (882) e, em alguns produtos com 789 ou 790, por GTIN fora do cadastro nacional (890).

Outras ferramentas de tarefas rápidas do dia

  • Gerador de QR CodeGere QR Code grátis de link, WhatsApp, Pix, Wi-Fi, texto, e-mail, telefone, SMS e contato, escolha cor, margem e tamanho e baixe em PNG ou SVG. O código é estático: não expira e não passa por servidor.
  • QR Code PixGere o QR Code do Pix e o código copia e cola para receber na sua chave, com ou sem valor, e confira um Pix copia e cola antes de pagar. Segue o BR Code do Banco Central e roda no navegador.
  • Gerador de CPF e CNPJGere CPF e CNPJ válidos pelo dígito verificador para testar sistema, e confira documentos em lote. Inclui o CNPJ alfanumérico, o formato novo da Receita Federal em uso desde 31/07/2026.
  • Gerador de link do WhatsAppCrie o link wa.me que abre a conversa no WhatsApp com a mensagem já escrita, sem precisar salvar o contato. Valida o DDD, corrige o formato do número e entrega o botão pronto em HTML.
  • Teste de velocidadeMeça download, upload, ping, jitter e a latência com a rede cheia. Veja se a conexão aguenta chamada de vídeo, 4K e jogo online, e quanto do plano contratado chegou.
  • Cronômetro onlineCronômetro online com centésimos e voltas: parcial, total, a volta mais rápida e a mais lenta, cópia para planilha e CSV, tela cheia e atalhos de teclado. Mede pelo relógio interno do navegador e não atrasa com a aba em segundo plano.

Todas as ferramentas, por tarefa, estão em ferramentas de tecnologia online.

Para gerar um código de barras, escolha o tipo, digite o número ou o texto e baixe em PNG ou SVG. No EAN-13, digite os 12 primeiros números: o 13º, o dígito verificador, é calculado com a conta aberta na página. Com os 13, a ferramenta confere se o último está certo. Gerar a imagem não registra o número: para vender em loja ou marketplace, o GTIN vem da GS1 Brasil.

Como o código de barras é montado

Um código de barras é uma sequência de barras escuras e espaços claros de larguras diferentes. A largura da barra mais fina se chama dimensão X, e todo o resto é múltiplo dela. Cada tipo de código tem a sua tabela: no EAN-13, cada número ocupa 7 módulos com duas barras e dois espaços; no Code 39, cada caractere tem nove elementos, três deles largos. Esta página monta o desenho a partir dessas tabelas, sem biblioteca de terceiros, e confere o resultado lendo as barras de volta para o texto em centenas de casos de teste.

O que muda de um tipo para outro

O ITF-14 vai na caixa de papelão. O primeiro dígito, de 1 a 8, é o indicador: ele só separa as embalagens diferentes do mesmo item, e a GS1 diz que ele não tem significado próprio. Os dígitos 2 a 13 repetem o GTIN do item de dentro, sem o verificador dele, e o último é um verificador calculado de novo. O Code 128 troca sozinho para o modo que guarda dois dígitos por símbolo quando aparece uma sequência de números, e por isso um código de pedido como PED-20260923-0042 fica mais curto do que ficaria só no modo de texto. O GS1-128, usado em etiqueta de logística com lote e validade, é um Code 128 com marcas próprias da GS1, e este gerador não monta esse formato.

Por que o último dígito do EAN-13 é calculado

O último número de um EAN-13 não é escolhido: ele sai de uma conta sobre os outros 12, descrita na seção 7.9 da especificação da GS1. Cada dígito é multiplicado por 1 ou por 3, alternando, e o dígito que fica logo antes do verificador leva peso 3. Com 952012345678, os produtos somam 102, o próximo múltiplo de 10 é 110 e o verificador é 8. A conta pega todo erro de um dígito só e quase toda troca entre dois vizinhos: se alguém trocar o 7 e o 8 de lugar, a soma vira 100, o verificador esperado passa a ser 0 e o número é recusado. Só escapa a troca de dois dígitos que diferem em 5, como 1 e 6.

Zona de silêncio e arquivo em escala real

A zona de silêncio é a margem branca obrigatória dos lados do código. É por ela que o leitor sabe onde o código começa, e ela some quando alguém recorta a etiqueta rente às barras ou encosta um texto nelas. O gerador sempre inclui a zona mínima da norma no desenho. O SVG baixado aqui já vem em milímetros, e o PNG sai com a resolução gravada no arquivo. Programas que leem essa informação, como o Word e o Inkscape, abrem o arquivo no tamanho certo, sem precisar redimensionar.

GTIN, EAN e o prefixo 789

GTIN é o número; EAN-13 é o desenho que carrega esse número. Os primeiros dígitos, em geral três, formam o prefixo, que diz qual organização da GS1 licenciou o número. A Nota Técnica 2021.003 da NF-e chama 789 e 790 de prefixo do Brasil. A especificação da GS1 explica que o prefixo existe para dividir a administração dos números entre as organizações-membro, e diz que o prefixo da empresa torna o número único no mundo, mas não identifica a origem do item. A ferramenta mostra o que o prefixo do seu número significa logo abaixo do campo.

Como conseguir um código de barras oficial

Para vender com GTIN, o dono da marca se associa à GS1 Brasil. Pode se associar empresa com CNPJ, inclusive MEI, e também artesão e produtor rural como pessoa física, com o registro na entidade de classe. A anuidade muda conforme a faixa de faturamento. A associação dá acesso ao Cadastro Nacional de Produtos, onde cada produto recebe o número e os dados que vão para o Cadastro Centralizado de GTIN usado pelas secretarias de Fazenda. A Nota Técnica 2021.003 diz que manter esses dados em dia é obrigação do dono da marca. Depois de ter o número, desenhe o código aqui e confira o dígito na mesma tela.

Para outros tipos de código, use o gerador de QR Code (link, Wi-Fi, contato) e o gerador de QR Code Pix para receber pagamento. O gerador de CPF e CNPJ para teste usa a mesma ideia de dígito verificador, com outra conta, para testar cadastros.

Base: GS1 General Specifications, Release 26.0 (janeiro de 2026); AIM USS-39 e MIL-STD-1189B (Code 39); Portal Nacional da NF-e, Nota Técnica 2021.003 v1.40 (validação de GTIN). Montagem local, sem API externa.

Posso inventar um código de barras EAN-13 para vender meu produto?

Não. O gerador desenha qualquer número que feche a conta do dígito verificador, mas a conta não sabe de quem é o número. Para vender em loja, supermercado ou marketplace, o GTIN precisa sair da faixa que a GS1 Brasil licencia para a sua empresa.

  1. Um em cada 10 números passa na conta. Para cada sequência de 12 primeiros dígitos existe exatamente um verificador certo, entre 10 possíveis. Dos 10 trilhões de números de 13 dígitos, 1 trilhão fecha a conta, e nenhum deles fica licenciado por isso.
  2. O prefixo 789 tem dono. As faixas 789 e 790 são da GS1 Brasil, que reparte os números entre as empresas associadas. Um número inventado com 789 pode já identificar o produto de outra empresa no cadastro do supermercado, e aí o caixa registra o item errado, com o preço errado.
  3. A nota fiscal confere o GTIN. A Nota Técnica 2021.003 da NF-e rejeita a nota com dígito verificador errado (rejeição 611) e com prefixo inválido (882). Com prefixo 789 ou 790, em mercadoria listada no anexo da norma e vendida por quem a produziu, o número também precisa estar no Cadastro Centralizado de GTIN, senão a nota volta com a rejeição 890.
  4. Código interno tem faixa própria. A GS1 reserva os números que começam com 04 para circulação restrita, definidos pela própria empresa para uso interno, e o Code 128 aceita letras para estoque, pedido e patrimônio. Nenhum dos dois vale fora da empresa.
Para vender, o caminho é a associação à GS1 Brasil, que tem categoria para MEI. Documentos, prazos e o passo a passo estão no guia como conseguir o código de barras na GS1 Brasil.

Limitações

  • Não registra, não consulta e não reserva número na GS1 nem no Cadastro Centralizado de GTIN. A conferência do dígito prova que o número está bem formado, não que ele pertence a quem diz.
  • Não gera GS1-128 com identificadores de aplicação, UPC-E, DataMatrix nem código de boleto.
  • A leitura real depende da impressão: tinta, papel e resolução da impressora. Para produto que vai ao varejo, quem confirma a qualidade é um verificador que siga a ISO/IEC 15416.
  • O texto sob as barras usa a fonte OCR-B, que a GS1 recomenda, só se ela estiver instalada; sem ela, entra uma fonte monoespaçada do sistema, que a GS1 também aceita desde que fique legível.
  • O aviso de cores é uma estimativa feita pela cor da tela, não uma medição da tinta impressa.

Guia completo

Código de barras EAN: o que é GTIN e como conseguir o seu na GS1 Brasil

O que é GTIN e EAN-13, por que o prefixo 789 não indica o país de fabricação, como calcular o dígito verificador, como se associar à GS1 Brasil e qual o tamanho mínimo para imprimir o código.

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ValorFinal VIP: Sem anúncios, até 500 cenários salvos e comparação de cenários lado a lado.

Método explicado e resultado gerado no seu navegador

Atualizado em . Fontes: GS1 (General Specifications, Release 26.0) / Portal da NF-e (Nota Técnica 2021.003) / AIM (USS-39).

Processamento local: esta ferramenta roda no seu navegador e nada é enviado a servidores automaticamente.

Como validamos

Fontes e referências

Links externos para o que foi consultado na construção desta página, com a natureza de cada fonte identificada. O conteúdo delas pode mudar sem aviso; em caso de divergência, vale sempre a fonte primária.

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Perguntas frequentes

Como gerar código de barras EAN-13 grátis?

Escolha EAN-13, digite os 12 primeiros números e o gerador calcula o 13º, o dígito verificador, mostrando a conta. Se você já tem os 13 números, digite todos: a ferramenta confere se o último está certo antes de desenhar. O código sai em PNG, com a resolução gravada no arquivo, ou em SVG, que amplia sem perder nitidez. Não há cadastro e o número não sai do seu navegador.

Posso inventar um número de código de barras para vender meu produto?

Número inventado não serve para vender em supermercado, loja ou marketplace. O GTIN que vai no EAN-13 é licenciado pela GS1 Brasil, e um número inventado pode já pertencer a outra empresa. A nota fiscal eletrônica também confere o GTIN: a Nota Técnica 2021.003 prevê rejeição por dígito verificador inválido (611), por prefixo inválido (882) e, em alguns grupos de mercadoria, por GTIN com 789 ou 790 fora do Cadastro Centralizado de GTIN (890). Número próprio só serve para uso interno.

Como calcular o dígito verificador do código de barras?

No EAN-13, multiplique os 12 primeiros dígitos por 1 e por 3, alternando, com peso 3 no dígito que fica logo antes do verificador. Some os produtos e veja quanto falta para o próximo múltiplo de 10: esse é o dígito verificador. Em 952012345678 a soma dá 102, o próximo múltiplo é 110 e o verificador é 8. A mesma conta vale para EAN-8, UPC-A, ITF-14 e SSCC, segundo a especificação da GS1.

Código de barras começando com 789 quer dizer que o produto é brasileiro?

Um código que começa com 789 não prova que o produto é brasileiro. Os prefixos 789 e 790 indicam que o número foi licenciado pela GS1 Brasil, que administra essa faixa, e o número é dado ao dono da marca. Uma marca brasileira que fabrica na China pode ter código 789, e um fabricante estrangeiro associado à GS1 do país dele recebe outro prefixo. Para saber a origem, leia o rótulo: o Código de Defesa do Consumidor (art. 31) manda informar a origem na apresentação do produto.

Qual a diferença entre GTIN e EAN?

O GTIN é o número que identifica o produto, e o EAN-13 é o desenho de barras que carrega esse número. Um GTIN-13 vai num código EAN-13, um GTIN-12 vai no UPC-A, um GTIN-8 no EAN-8 e um GTIN-14, que identifica a caixa com várias unidades, costuma ir no ITF-14. Na nota fiscal eletrônica, o campo do GTIN se chama cEAN, e produto sem código leva o texto SEM GTIN.

Como tirar o código de barras oficial e quanto custa?

O código de barras oficial sai da associação à GS1 Brasil, feita pelo site gs1br.org. Pode se associar empresa com CNPJ, inclusive MEI, e também artesão e produtor rural como pessoa física, com o registro na entidade de classe. A associação dá acesso ao Cadastro Nacional de Produtos, onde cada produto recebe o seu número. A GS1 Brasil cobra uma taxa de inscrição e uma anuidade que muda conforme a faixa de faturamento, com categorias próprias para o MEI, e a tabela de valores fica no site dela.

Qual o tamanho mínimo para imprimir código de barras EAN-13?

Pela especificação da GS1 para produtos lidos no caixa, a barra mais fina do EAN-13 vai de 0,264 mm a 0,660 mm, com 0,330 mm como tamanho nominal. Nesse tamanho, o código tem 37,29 mm de largura contando as margens obrigatórias, e as barras têm 22,85 mm de altura. Com a barra mínima, a altura mínima cai para 18,28 mm. Cortar a altura das barras abaixo disso atrapalha a leitura no caixa.

Qual código de barras usar para controle de estoque?

Para estoque, patrimônio e etiqueta interna, use o Code 128: ele aceita letras, números e símbolos e, nos trechos só de números, guarda dois dígitos em cada símbolo, o que deixa o código mais curto. O Code 39 serve quando o sistema que lê já usa esse padrão. Se você quer um número de produto sem licença, a GS1 reserva o prefixo 04 para números de circulação restrita dentro da empresa, mas eles não valem fora dela.

Por que o leitor não lê o código de barras que imprimi?

Quando o leitor não lê um código impresso, a causa costuma estar em um de quatro pontos. A margem branca dos lados foi cortada ou ficou encostada em texto. A barra ficou fina demais para a impressora, que arredonda cada barra para o ponto mais próximo. As barras estão em vermelho, laranja ou amarelo, cores que somem na luz vermelha do leitor. Ou a altura foi reduzida além do mínimo. Gere de novo com margem, barra mais larga e preto sobre branco.

O que é a largura da barra, a dimensão X, nas opções do gerador?

A largura da barra, que a norma chama de dimensão X, é a medida da barra mais fina do código. Todas as outras barras e espaços são múltiplos dela, então é ela que define o tamanho do código inteiro. No EAN-13, a GS1 aceita de 0,264 a 0,660 mm para produto lido no caixa, e o padrão de 0,330 mm deixa o código com 37,29 mm de largura contando as margens. Deixe o campo em branco para usar o padrão, ou digite outra medida para ampliar ou reduzir o código.

O que é a zona de silêncio que o gerador deixa dos lados do código?

A zona de silêncio é a faixa branca obrigatória antes da primeira barra e depois da última. O leitor usa esse espaço vazio para saber onde o código começa e termina, e por isso ele não pode ter texto, borda nem dobra da embalagem. A medida é contada em larguras da barra mais fina: no EAN-13 são 11 à esquerda e 7 à direita, no UPC-A são 9 de cada lado e no Code 128, 10 de cada lado. O gerador sempre desenha pelo menos a zona da norma, mesmo que você peça uma margem menor.

PNG ou SVG: qual formato baixar para imprimir o código de barras?

Para arte de embalagem e gráfica, baixe o SVG: ele é vetorial, vem com a medida em milímetros e não perde nitidez ao ampliar. O PNG serve para colar em documento, planilha ou programa de etiqueta que não abre SVG. Ele sai em 300 ou 600 dpi, com cada barra ocupando um número inteiro de pixels e a resolução gravada no arquivo. Se precisar de outro tamanho, gere de novo com outra largura de barra em vez de esticar o PNG no editor, porque a imagem esticada borra a borda das barras.