Ferramentas DevOps: chmod, ARN AWS e Hash

Calcule chmod Linux (octal e simbólico), valide e separe partes de um ARN da AWS e gere hash SHA-256, SHA-384 e SHA-512 de arquivos localmente, sem upload.

Revisão técnica: Cesar Gargiulo (segurança da informação)
Valim, o mascote do ValorFinal, representando a categoria Tecnologia

Tudo roda localmente. O ARN não é consultado na AWS e o arquivo do hash não passa por upload: é lido apenas no seu navegador.

Aceita 3 dígitos (755) e 4 dígitos com os bits especiais (4755, 2775, 1777).

QuemLer (r)Escrever (w)Executar (x)
Dono
Grupo
Outros
Bits especiais
Octal755
Simbólicorwxr-xr-x

755: Pastas e executáveis: dono pode tudo; grupo e outros leem e executam.

644: Arquivos comuns: dono lê e escreve; grupo e outros apenas leem.

600: Arquivos privados (ex.: chaves): apenas o dono lê e escreve.

700: Pasta privada: apenas o dono acessa, lista e executa.

777: Acesso total a todos. Evite em produção por risco de segurança.

4755: setuid: o programa roda com o usuário dono do arquivo, não com quem executou.

2775: setgid em pasta: o que for criado dentro herda o grupo da pasta.

1777: sticky (estilo /tmp): todos escrevem, mas só o dono apaga o próprio arquivo.

Precisa entender o modo em vez de só convertê-lo? A calculadora de chmod explica cada dígito, separa permissão de arquivo e de diretório e avisa dos riscos do modo escolhido.

Em resumo

A aba de chmod converte nos dois sentidos: digite 755 e ela devolve rwxr-xr-x; cole rw-r-----, copiado do ls -l, e ela devolve 640. O octal de quatro dígitos, com setuid, setgid e sticky, também entra.

A aba de ARN separa o identificador da AWS pelos dois-pontos, sem consultar a AWS. O exemplo com que ela abre, arn:aws:iam::123456789012:user/Joao, sai como serviço iam, região vazia (o IAM é global), conta 123456789012, tipo user e recurso Joao. A conta precisa ter 12 dígitos, e a validação reconhece 8 partições sem alerta, entre elas aws, aws-cn e aws-us-gov. O formato segue o guia de ARNs do IAM, publicado pela AWS e consultado em setembro de 2026, que também diz que ARN não é informação secreta.

A terceira aba calcula SHA-256, SHA-384 e SHA-512 de um arquivo no próprio navegador.

Outras ferramentas de servidores e nuvem

  • Calculadora chmodConverta chmod nos dois sentidos: digite 755 e veja rwxr-xr-x, ou cole o modo do ls -l e receba o octal. A tela diz o que cada dígito permite em arquivo e em diretório, com setuid, setgid e sticky.
  • Teste de velocidadeMeça download, upload, ping, jitter e a latência com a rede cheia. Veja se a conexão aguenta chamada de vídeo, 4K e jogo online, e quanto do plano contratado chegou.
  • Cronômetro onlineCronômetro online com centésimos e voltas: parcial, total, a volta mais rápida e a mais lenta, cópia para planilha e CSV, tela cheia e atalhos de teclado. Mede pelo relógio interno do navegador e não atrasa com a aba em segundo plano.
  • Horário de BrasíliaRelógio com a hora certa de Brasília, sincronizado pelo servidor. Mostra quanto o relógio do seu celular ou computador está adiantado ou atrasado e a hora nos quatro fusos do Brasil.
  • Meu IPVeja o seu endereço IP público, o país do acesso, a versão do TLS e do HTTP e o que a sua conexão revela, com o horário da consulta na tela. A leitura vem do próprio valorfinal.com.br, sem serviço de terceiro.
  • Gerador de QR CodeGere QR Code grátis de link, WhatsApp, Pix, Wi-Fi, texto, e-mail, telefone, SMS e contato, escolha cor, margem e tamanho e baixe em PNG ou SVG. O código é estático: não expira e não passa por servidor.

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Calcule chmod (octal e simbólico), separe e valide um ARN da AWS e gere o hash SHA de um arquivo, tudo localmente. O arquivo não passa por upload e o ARN não é consultado na AWS.

Como funciona a ferramenta

O chmod converte as permissões marcadas em octal e simbólico (cada conjunto rwx vira um dígito de 0 a 7). O parser de ARN divide a string pelos dois pontos e identifica cada parte, com avisos de formato. O hash usa a Web Crypto API para calcular SHA-256, SHA-384 e SHA-512 do arquivo lido localmente.

Cada função tem também a sua página própria, com mais detalhe: a calculadora de chmod explica cada dígito e separa permissão de arquivo e de diretório, e a página verificar hash de arquivo compara o hash com o valor publicado no site do download.

Para redes, veja a calculadora de sub-rede IPv4; para hash de texto, o gerador de hash SHA.

Método

dígito octal = (r ? 4 : 0) + (w ? 2 : 0) + (x ? 1 : 0)

ARN = arn:partition:service:region:account-id:resource

Referências: documentação do Linux (chmod), formato de ARN da AWS e Web Crypto API. Tudo local no navegador.

Limitações

  • A validação de ARN é de formato; não verifica a existência do recurso na AWS.
  • O hash tem limite de tamanho de arquivo para não travar o navegador.
  • O chmod cobre as permissões rwx e os bits especiais (setuid, setgid, sticky), mas não altera dono nem grupo do arquivo, que é o que o chown e o chgrp fazem.

Guia completo

chmod no Linux: permissões rwx e os números 755, 644 e 600

Aprenda como funcionam as permissões no Linux com chmod, o que significam r, w e x para owner, group e others, como ler a notação octal e quando usar valores como 755, 644 e 600, com os cuidados do 777.

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Perguntas frequentes

O que a calculadora de chmod faz?

Você marca as permissões de leitura, escrita e execução para dono, grupo e outros, e ela mostra o valor octal (por exemplo, 755) e o simbólico (rwxr-xr-x). Também explica modos comuns como 755, 644 e 600. A conversão vale nos dois sentidos: cole o modo do ls -l e receba o octal. O octal de quatro dígitos, com setuid, setgid e sticky, também entra.

Como funciona o parser de ARN da AWS?

Ele separa um ARN em suas partes: partition, service, region, account ID, resource type e resource. Valida o formato básico e alerta, por exemplo, quando o account ID não tem 12 dígitos. Região e conta vazias são aceitas, porque serviços como o S3 e o IAM deixam esses campos em branco. É uma validação de formato, não uma consulta à AWS.

O ARN é consultado na AWS?

Não. A ferramenta apenas faz a análise sintática do texto que você cola. Nenhuma chamada é feita à AWS e nenhuma credencial é necessária. Funciona inteiramente no navegador. Por isso ela não diz se o recurso existe nem se você tem acesso a ele: para isso, use o console ou a AWS CLI com as suas credenciais.

Onde encontro o ARN de um recurso na AWS?

No console da AWS, a página de detalhes do recurso costuma mostrar o ARN com um botão de copiar. Pela linha de comando, aws sts get-caller-identity devolve o ARN de quem está chamando, junto do ID da conta, e muitos comandos describe e get dos serviços trazem o ARN do recurso na resposta. O formato exato de cada tipo de recurso está na Service Authorization Reference, a referência de autorização da AWS, na tabela de tipos de recurso de cada serviço.

Por que o ARN do S3 não tem região nem conta?

Porque o nome de um bucket de uso geral já é único entre todas as contas e regiões da mesma partição, pelas regras de nome do Amazon S3. O ARN fica arn:aws:s3:::nome-do-bucket, com os dois campos vazios entre os dois-pontos, e o caminho de um objeto vem depois da barra, como em arn:aws:s3:::nome-do-bucket/pasta/arquivo.txt. A ferramenta aceita esse formato e mostra região e conta como vazias, em vez de acusar erro.

O número da conta que aparece no ARN é segredo?

Não. O guia de identificadores de conta da AWS diz que o ID da conta, um número de 12 dígitos, deve ser usado e compartilhado com cuidado, como qualquer dado de identificação, mas não é informação secreta, sensível nem confidencial. O guia de ARNs do IAM diz o mesmo do ARN inteiro. O que nunca pode sair é a credencial: senha, chave de acesso e chave secreta. Por isso a ferramenta só lê o texto colado e não pede login.

O que significam Resource type e Resource no resultado do ARN?

São as duas partes do final do ARN, depois do ID da conta. Resource type é o tipo do recurso, como user no IAM ou vpc no EC2, e Resource é o nome ou o ID dele. A AWS escreve os dois de três jeitos: separados por barra (user/Joao), separados por dois-pontos (function:minha-funcao, no Lambda) ou só o recurso, sem tipo, como no tópico do SNS. Quando não há tipo, o resultado mostra (nenhum) no lugar dele.

O arquivo do hash é enviado para algum servidor?

Não. Na aba de hash das ferramentas DevOps, o arquivo é lido apenas no seu navegador, com a Web Crypto API, para calcular SHA-256, SHA-384 e SHA-512. Não há upload: o conteúdo não sai do seu dispositivo. O limite é de 100 MB, porque o arquivo inteiro precisa caber na memória do navegador.

Para que serve o hash de um arquivo?

Para verificar integridade: se o hash que você calcula bate com o publicado pelo autor, o arquivo não foi corrompido nem alterado no caminho. É comum em downloads de imagens de sistema, instaladores e backups. A comparação vale caractere por caractere, e basta um byte diferente no arquivo para o SHA-256 sair totalmente diferente.

Qual a diferença entre os modos 755, 644 e 600?

755 é típico de pastas e executáveis (dono faz tudo; grupo e outros leem e executam). 644 é típico de arquivos comuns (dono lê e escreve; demais só leem). 600 é para arquivos privados, como chaves (apenas o dono lê e escreve). Em letras, como o ls -l mostra, são rwxr-xr-x, rw-r--r-- e rw-------.