Estrela de movimento próprio alto
Fomalhaut
Estrela brilhante do Peixe Austral, a 25 anos-luz, cercada por um anel de detritos que já rendeu um anúncio de planeta e uma retratação.

Crédito NASA, ESA, P. Kalas (UC Berkeley), J. DePasquale (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Tipo
- Estrela de movimento próprio altoSIMBAD: PM*
- Distância
- 25 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem, em 2023
- Constelação
- Peixe AustralPsA
- Tamanho no céu
- 13 segundos de arcoextensão catalogada no SIMBAD
- Observado por
- Hubble Space Telescope, Atacama Large Millimeter/submillimeter Array, James Webb Space Telescope
- Imagem publicada
- dezembro de 2025
- Original do acervo
- 1.887 × 1.418 px3 megapixels
Veja Fomalhaut pelo Hubble e pelo James Webb
Os dois fotografaram este objeto, e o resultado não é a mesma imagem em qualidade diferente. O Hubble registra sobretudo a luz que o olho enxerga; o Webb enxerga infravermelho, que atravessa a poeira e mostra o que estava escondido atrás dela. Arraste a divisória e veja a poeira sumir.
Comparar as duas imagens
Crédito NASA, ESA, P. Kalas (UC Berkeley), J. DePasquale (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Pagan (STScI), A. Gáspár (University of Arizona) ESA/Webb CC BY 4.0
Fomalhaut é a estrela mais brilhante da constelação do Peixe Austral e uma das mais brilhantes do céu inteiro. Está a apenas 25 anos-luz, o que a coloca na vizinhança imediata do Sol em termos galácticos: a luz que chega hoje aos nossos olhos partiu de lá há 25 anos. No catálogo SIMBAD ela aparece como alfa Piscis Austrini, nas coordenadas AR 344,4127 graus e Dec -29,6222 graus, e do Brasil ela aparece bem no céu da primavera, chamando atenção por estar numa região pobre em estrelas brilhantes.
É uma estrela branca, mais quente e mais massiva que o Sol, com algo em torno do dobro da massa solar e idade de algumas centenas de milhões de anos. O que fez dela um dos alvos mais fotografados da astronomia moderna, porém, não é a estrela: é o que existe em volta.
Fomalhaut está cercada por um disco de detritos, um anel de poeira e fragmentos com borda interna nítida e formato levemente descentrado. Esse anel foi observado em luz visível, em infravermelho e em ondas milimétricas, e cada faixa mostrou uma coisa diferente. Foi ali que se anunciou, em 2008, um dos primeiros exoplanetas fotografados diretamente, e foi ali que esse anúncio acabou desfeito anos depois.
O que é um disco de detritos?
Discos de detritos não são discos de formação de planetas. Um disco protoplanetário é feito do gás e da poeira originais da nuvem que formou a estrela, dura poucos milhões de anos e é onde os planetas se montam. Depois disso o gás se dissipa, e o que sobra é outra coisa.
A poeira de um disco de detritos é de segunda geração: foi produzida depois, por colisões entre corpos rochosos e gelados que ficaram para trás. Sem essa reposição contínua ela desapareceria rápido, empurrada para fora pela pressão da luz da estrela ou espiralando para dentro por atrito com a radiação. O anel de Fomalhaut é evidência indireta de corpos maiores se chocando, algo equivalente ao Cinturão de Kuiper, só que mais massivo e observável de fora.
Vale registrar como esses discos aparecem. A primeira pista quase nunca é uma imagem: é um excesso de brilho em infravermelho. Quando uma estrela emite mais calor do que o modelo prevê, a explicação natural é poeira aquecida por ela reemitindo aquela energia. Fotografar o anel veio depois, e é bem mais difícil do que detectá-lo.
Por que a borda interna é tão nítida?
Um anel formado só por colisões aleatórias teria bordas difusas. O de Fomalhaut não se comporta assim: a borda interna é abrupta e o centro está deslocado em relação à estrela, o que indica um conjunto levemente elíptico.
As duas características apontam para gravidade organizada. Um corpo massivo orbitando na borda interna consegue limpar a região e manter o contorno afiado, do mesmo modo que pequenas luas mantêm bem definidas as bordas dos anéis de Saturno. A elipticidade sugere que esse corpo tem órbita excêntrica e impõe a própria geometria ao anel. Uma explicação alternativa não exige planeta nenhum: a passagem próxima de outra estrela, no passado, também deforma discos.
A extensão catalogada no SIMBAD, 0,21 minuto de arco, não descreve a estrela, que a essa distância continua sendo um ponto para qualquer telescópio: descreve o conjunto em volta dela. Convertido para escala física a 25 anos-luz, dá algo da ordem de uma centena de unidades astronômicas, um anel bem mais largo que a órbita de Netuno.
O que cada telescópio enxerga no mesmo anel
O acervo reúne registros do sistema em faixas muito diferentes do espectro, e cada faixa responde a uma pergunta. As imagens do Hubble feitas com a câmera ACS combinam três filtros na luz visível e no infravermelho próximo, em 435, 606 e 814 nanômetros. Nessa faixa o que se registra é luz da estrela espalhada pelos grãos de poeira, e o espalhamento favorece os grãos pequenos.
A imagem do ALMA foi feita na banda 6, em 230,538 gigahertz, o que corresponde a cerca de 1,3 milímetro de comprimento de onda. Ali não se vê luz refletida, e sim a emissão térmica dos próprios grãos, que são frios e irradiam nessa faixa. Grãos grandes praticamente não se deslocam sob pressão de radiação, então o anel visto em milimétrico marca melhor onde estão de fato os corpos que colidem. O Webb entrou em 2023 com o instrumento MIRI em 25,5 micrômetros, infravermelho médio, faixa em que a poeira morna das regiões internas do sistema se destaca.
Comparar as três leituras separa geometria de aparência. Um anel que parece largo em luz visível pode ser estreito em milimétrico, porque parte da poeira fina já foi empurrada para fora depois de produzida. Nenhuma dessas conclusões sairia de uma imagem isolada.
O que aconteceu com o planeta de 2008?
Em 2008, imagens do Hubble mostraram um ponto luminoso móvel dentro do anel, anunciado como um dos primeiros exoplanetas registrados diretamente em luz visível. A repercussão foi enorme, e ilustrações artísticas do planeta circularam pelo mundo. O problema apareceu com o tempo: o ponto era brilhante demais em luz visível para um planeta daquela massa e, pior, não aparecia em infravermelho, faixa em que um planeta quente deveria ser evidente.
Observações posteriores mostraram que ele estava se expandindo, ficando mais tênue e seguindo trajetória incompatível com uma órbita fechada. A interpretação que se firmou é que aquilo nunca foi um planeta, e sim uma nuvem de poeira em expansão, provavelmente resultado da colisão entre dois corpos de porte considerável. Observar o rastro direto de uma colisão dessas em outro sistema é raro, e nesse sentido o achado continua valendo.
O acervo preserva as duas versões da história em vez de esconder a primeira. Há registros do Hubble com a câmera ACS mostrando o ponto em 2004 e 2006, montagens anotadas do sistema e uma concepção artística do suposto planeta. A ilustração recebe rótulo próprio porque não é registro do céu: é desenho feito a partir de uma interpretação que depois mudou.
Por que Fomalhaut recebe tanto tempo de telescópio
O arquivo público do MAST registra, num raio de 0,02 grau em torno de Fomalhaut, 1.324 produtos de observação do Hubble e 103 do James Webb. O número pede cuidado: cada produto é um arquivo processado, não uma noite de telescópio, e uma campanha gera muitos deles. Ainda assim a ordem de grandeza diz algo real, porque poucos alvos fora do Sistema Solar acumulam esse volume.
A explicação está numa combinação rara. A estrela é próxima, o que faz o anel ocupar bastante céu e facilita separá-lo do brilho estelar. O sistema é visto quase de frente, então o anel aparece como elipse aberta e não como um risco de perfil. E a estrela é jovem o bastante para que as colisões sigam ativas.
A escala das imagens mostra os dois usos desse tempo. O registro mais largo cobre 160,7 por 172,7 minutos de arco e situa a estrela entre as vizinhas. O mais estreito, do instrumento STIS do Hubble, cobre 0,3 por 0,2 minuto de arco. De um para o outro, o lado do quadro encolhe mais de 500 vezes.
Os números deste objeto
| Distância | 25 anos-luzdeclarada pelo publicador da imagem |
|---|---|
| Constelação | Peixe Austral (PsA) |
| Designação | alfa Piscis AustriniSIMBAD |
| Coordenadas J2000 | AR 344,4127 graus, Dec -29,6222 grausSIMBAD |
| Extensão aparente catalogada | 0,21 minuto de arcoSIMBAD; corresponde ao disco, não à estrela |
| Escala do disco | cerca de cem unidades astronômicascalculada a partir da extensão aparente e da distância |
| Observações no arquivo MAST | 1.324 do Hubble e 103 do James Webbprodutos de observação num raio de 0,02 grau |
| Imagens no acervo | 12 |
| Melhor época no Brasil | setembro a novembro |
O que reparar nesta imagem
- O anel de detritosUma elipse fina de poeira em volta da estrela, com borda interna abrupta e centro deslocado em relação a Fomalhaut.
- O disco escuro no meio das imagensNão é buraco: é uma máscara que bloqueia a luz da estrela. Sem ela, o brilho estelar apagaria completamente o anel.
- A imagem de campo largoO registro que cobre 160,7 por 172,7 minutos de arco mostra Fomalhaut como um ponto entre outras estrelas, e serve para entender onde ela fica no céu do Peixe Austral.
- As imagens marcadas como ilustraçãoParte do acervo é concepção artística do planeta anunciado em 2008, e não registro do céu. O rótulo diferencia as duas coisas.
Que tamanho é isso, de verdade
Cerca de 115 recortes como este caberiam lado a lado dentro da Lua cheia. O recorte fotografado mede 16 segundos de arco de largura no céu, e a Lua cheia mede cerca de 31 minutos de arco.
Levando a distância em conta, o objeto tem cerca de 97,5 unidades astronômicas de ponta a ponta. Para comparar: a Via Láctea inteira tem por volta de 100 mil anos-luz de diâmetro.
A luz desta imagem levou 25 anos para chegar até o telescópio. Você não está vendo o objeto como ele é hoje, e sim como ele era há poucos anos.
Dá para ver isso daqui?
Agora este objeto está acima do horizonte de São Paulo, SP, baixo, perto do horizonte, a 1° de altura, na direção SE.
Deste lugar, o ponto mais alto que ele alcança no céu é 84 graus acima do horizonte.
Este é um dos poucos objetos do acervo que dá para encontrar a olho nu, em céu escuro. O que você vai ver é bem mais pálido e menor que a imagem: telescópios acumulam luz por horas, e o olho não.
Quanto já se olhou para aqui
- 1.324registros do Hubble
- 103registros do James Webb
Contagem de observações arquivadas no Mikulski Archive for Space Telescopes, o repositório público operado pelo Space Telescope Science Institute, para uma busca num raio de 1,2 minutos de arco em torno da coordenada deste objeto. Um registro é um produto de observação, e não uma noite de telescópio nem uma fotografia: uma única campanha científica costuma render dezenas deles. O número serve para comparar a atenção que cada objeto recebeu, não para contar fotos.
O que ainda não se sabe
Não se sabe se existe um planeta esculpindo a borda interna do anel. A hipótese explica bem a nitidez do contorno e a excentricidade do conjunto, mas nenhum planeta foi detectado com segurança, e a passagem antiga de outra estrela produziria efeito parecido. A natureza exata do objeto anunciado em 2008 também segue sem descrição fechada, ainda que a interpretação de nuvem de poeira em expansão seja dominante. E a origem dos cinturões internos revelados em infravermelho não tem explicação estabelecida.
Divulgação que só conta o que já está resolvido dá a impressão errada de que a astronomia acabou. Ela não acabou, e este bloco existe para separar o que está estabelecido do que continua em disputa entre pesquisadores.
Uma coisa que quase ninguém sabe
O nome vem do árabe e significa boca do peixe, referência à posição da estrela na figura tradicional do Peixe Austral. Fomalhaut também não está sozinha: há duas estrelas muito distantes gravitacionalmente associadas a ela, o que faz do conjunto um sistema triplo extremamente espaçado. Uma dessas companheiras também tem disco de detritos.
Outras imagens deste objeto

Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/L. Matrà/M. A. MacGregor ESO CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and P. Kalas (University of California, Berkeley, USA) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Pagan (STScI), A. Gáspár (University of Arizona) ESA/Webb CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and P. Kalas (University of California, Berkeley, USA) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito A. Fujii ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, P. Kalas and J. Graham (University of California, Berkeley), and M. Clampin (NASA's Goddard Space Flight Center) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and P. Kalas (University of California, Berkeley, USA) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and the Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin (ESA/Hubble) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, and Z. Levay (STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA and P. Kalas (University of California, Berkeley, USA) ESA/Hubble CC BY 4.0

Crédito NASA, ESA, CSA, A. Pagan (STScI), A. Gáspár (University of Arizona) ESA/Webb CC BY 4.0
Vídeo de Fomalhaut
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Créditos das imagens desta página
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- Eta Carinae
Crédito NASA, ESA, N. Smith (University of Arizona, Tucson), and J. Morse (BoldlyGo Institute, New York) ESA/Hubble CC BY 4.0
- Betelgeuse
Crédito ESO/Digitized Sky Survey 2. Acknowledgment: Davide De Martin. ESA/Hubble CC BY 4.0
- Beta Pictoris
Crédito NASA, ESA, D. Golimowski (Johns Hopkins University), D. Ardila (IPAC), J. Krist (JPL), M. Clampin (GSFC), H. Ford (JHU), and G. Illingworth (UCO/Lick) and the ACS Science Team ESA/Hubble CC BY 4.0
- V838 Monocerotis
Crédito NASA, ESA, and The Hubble Heritage Team (AURA/STScI) ESA/Hubble CC BY 4.0
- AG Carinae
Crédito ESA/Hubble and NASA, A. Nota, C. Britt ESA/Hubble CC BY 4.0
- R Sculptoris
Crédito ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/M. Maercker et al. ESO CC BY 4.0
Perguntas frequentes
- Dá para ver Fomalhaut a olho nu?
- Dá, com facilidade. Fomalhaut é uma das estrelas mais brilhantes do céu e a mais brilhante de uma região relativamente vazia, o que a torna fácil de identificar mesmo em céu urbano. Do Brasil, ela aparece alta nas noites de primavera, entre setembro e novembro. O que não se vê a olho nu, nem com telescópio amador, é o anel de detritos: ele exige instrumentos capazes de bloquear a luz da estrela.
- Fomalhaut tem planetas confirmados?
- Nenhum planeta foi confirmado em torno de Fomalhaut até agora. O objeto anunciado em 2008 como exoplaneta foi reinterpretado depois como uma nuvem de poeira em expansão, provavelmente originada de uma colisão entre corpos menores. A estrutura do anel de detritos sugere fortemente que exista pelo menos um corpo massivo organizando a geometria, mas sugestão indireta não é detecção, e a busca continua.
- Qual a diferença entre disco de detritos e disco protoplanetário?
- Um disco protoplanetário é o material original que sobrou da formação da estrela: rico em gás, denso, com poucos milhões de anos de duração, e é ali que planetas se formam. Um disco de detritos vem depois: quase sem gás, feito de poeira produzida por colisões entre corpos já formados. O primeiro é a fábrica, o segundo é a poeira da oficina. O anel de Fomalhaut é do segundo tipo.
- Por que as imagens do anel têm um círculo preto no meio?
- Porque a estrela é milhões de vezes mais brilhante que o anel em volta dela. Sem bloquear essa luz, a imagem inteira ficaria saturada e o disco desapareceria. O círculo escuro é um coronógrafo, máscara física ou digital que oculta o brilho estelar e permite registrar o entorno. É a mesma lógica de tapar o sol com a mão para enxergar algo próximo do horizonte.
- Por que o anel de Fomalhaut foi fotografado em ondas milimétricas?
- Porque em milimétrico o anel não aparece por reflexo, e sim pela emissão térmica dos grãos frios de poeira. A observação do acervo feita com o ALMA usou a banda 6, em 230,538 gigahertz, cerca de 1,3 milímetro. Essa faixa é sensível aos grãos maiores, que quase não são empurrados pela luz da estrela e por isso continuam perto de onde foram produzidos. O anel milimétrico indica melhor a posição real dos corpos que colidem do que a imagem em luz visível.
- Fomalhaut é maior que o Sol?
- Fomalhaut é uma estrela branca, mais quente e mais massiva que o Sol, com algo em torno do dobro da massa solar. Também é muito mais jovem, com idade estimada em algumas centenas de milhões de anos, contra os cerca de 4,6 bilhões do Sol. Essa juventude tem consequência direta no que se vê: o sistema ainda está na fase de colisões frequentes entre corpos remanescentes, que é justamente o que repõe a poeira do anel.
- O que o infravermelho revelou em 2023?
- Imagens em infravermelho médio, feitas com o instrumento MIRI em 25,5 micrômetros, mostraram que o sistema é mais complexo do que o anel único conhecido desde os anos 2000, com estruturas internas adicionais formando cinturões aninhados em raios diferentes. Isso é significativo porque, no Sistema Solar, a separação entre cinturão de asteroides e Cinturão de Kuiper é consequência direta dos planetas gigantes, que limpam as faixas intermediárias. Ver o mesmo padrão em outro sistema sugere arquitetura semelhante.
Fontes oficiais
- ESA/Hubble: Condições de uso das imagens do Hubble: licença Creative Commons Attribution 4.0, que permite uso comercial desde que o crédito completo apareça visível e com link ativo.
- ESA/Webb: Mesmas condições para as imagens do James Webb, com o crédito exigido informado imagem por imagem no metadado.
- ESO, Observatório Europeu do Sul: Condições de uso das imagens dos telescópios do ESO no Chile, também sob Creative Commons Attribution 4.0.
- SIMBAD, Centro de Dados Astronômicos de Estrasburgo: Identificação canônica de cada objeto, tipo, coordenadas equatoriais e tamanho aparente. Base operada pelo Observatório Astronômico de Estrasburgo, França.
- Fronteiras das constelações da IAU (Roman 1987): Tabela oficial de fronteiras que define em que constelação cai cada coordenada, usada aqui após precessão para o equinócio B1875,0.
- Astronomy Visualization Metadata (AVM): Padrão que define os campos de comprimento de onda, cor atribuída, escala e coordenada que este acervo lê de cada imagem.
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Como citar esta página
ValorFinal. Fomalhaut. Disponível em: https://valorfinal.com.br/astronomia/universo/fomalhaut. Consultado em: 23/08/2026.





