Chances de rebaixamento no Brasileirão 2026
É a maior da Série A nesta fotografia. Logo atrás vem o Remo, com 97,1%.
O risco de queda dos 20 clubes da Série A, calculado por simulação de Monte Carlo depois de cada rodada. A página mostra o Z4 mais provável no fim do campeonato, quem melhorou e quem piorou na última rodada e quantos pontos devem bastar para escapar.
Atualizado após a 30ª rodada · números de 16/10/2026 às 06:31 · fonte conferida a cada 30 minutos
Resposta rápida
- Maior risco: Chapecoense, com 99,9% de chance de terminar no Z4.
- Z4 hoje: Internacional (32 pts), Grêmio (31 pts), Remo (25 pts) e Chapecoense (18 pts).
- Z4 mais provável no fim: Chapecoense, Grêmio, Internacional e Remo, em 21,6% das simulações.
- Linha de permanência: o 16º colocado termina com 42 pontos na mediana; a partir de 45 pontos o risco fica abaixo de 1%.
O ranking
Risco de rebaixamento de cada clube
A coluna de chance é a proporção de campeonatos simulados em que o clube terminou entre os quatro últimos. As duas últimas colunas trazem a posição e a pontuação mais prováveis para ele no fim da temporada.
- 1 Chapecoense 99,9%
- 2 Remo 97,1%
- 3 Grêmio 65,6%
- 4 Internacional 42,3%
- 5 Corinthians 36,5%
- 6 Mirassol 29,5%
- 7 Vitória 9,9%
- 8 Vasco 8,1%
- 9 Botafogo 7,4%
- 10 Coritiba 2,7%
- 11 São Paulo 0,9%
- 12 Bragantino 0,2%
- 13 Santos <0,1%
- 14 Flamengo 0%Pela conta dos pontos, Flamengo não pode mais terminar na zona de rebaixamento.
- 15 Palmeiras 0%Pela conta dos pontos, Palmeiras não pode mais terminar na zona de rebaixamento.
- 16 Athletico-PR <0,1%
- 17 Fluminense <0,1%
- 18 Bahia <0,1%
- 19 Cruzeiro <0,1%
- 20 Atlético-MG <0,1%
A barra de cada clube é proporcional à do primeiro da lista, e o valor exato está escrito ao lado dela. A conta sai de 20.000 campeonatos simulados a partir da situação de hoje.
| # | Clube | Pts | Chance de rebaixamento | Posição projetada | Pontos projetados |
|---|---|---|---|---|---|
| 20 | Chapecoense | 18 | 99,9% | 20º | 27 |
| 19 | Remo | 25 | 97,1% | 19º | 34 |
| 18 | Grêmio | 31 | 65,6% | 17º | 40 |
| 17 | Internacional | 32 | 42,3% | 16º | 42 |
| 16 | Corinthians | 32 | 36,5% | 16º | 43 |
| 15 | Mirassol | 33 | 29,5% | 15º | 44 |
| 12 | Vitória | 36 | 9,9% | 13º | 46 |
| 14 | Vasco da Gama | 35 | 8,1% | 13º | 47 |
| 13 | Botafogo | 36 | 7,4% | 13º | 47 |
| 11 | Coritiba | 39 | 2,7% | 12º | 49 |
| 10 | São Paulo | 39 | 0,9% | 10º | 50 |
| 9 | RB Bragantino | 40 | 0,2% | 9º | 51 |
| 8 | Santos | 42 | <0,1% | 9º | 53 |
| 1 | Flamengo | 64 | 0%Permanência garantida pela matemática | 1º | 78 |
| 2 | Palmeiras | 63 | 0%Permanência garantida pela matemática | 2º | 76 |
| 3 | Athletico-PR | 53 | <0,1% | 3º | 66 |
| 4 | Fluminense | 51 | <0,1% | 4º | 64 |
| 5 | Bahia | 49 | <0,1% | 6º | 60 |
| 6 | Cruzeiro | 48 | <0,1% | 6º | 60 |
| 7 | Atlético-MG | 47 | <0,1% | 6º | 59 |
Como ler estes percentuais. Percentuais com uma casa decimal. 0% e 100% só aparecem quando a situação está matematicamente definida pela conta dos pontos; uma estimativa muito alta aparece como 99,9% e uma muito baixa como <0,1%. Um menos de 0,1% quer dizer que o desfecho apareceu pouquíssimas vezes entre os campeonatos simulados, ou nenhuma; nenhum dos dois casos significa impossível, e a amostra não separa um do outro com segurança. Quem separa é a aritmética dos pontos que ainda estão em disputa, e quando ela decide a página escreve a frase inteira ao lado do número. Toque ou navegue até um 99,9% ou um menos de 0,1% para ver o valor exato desta fotografia.
O que a matemática já decidiu. 2 clubes já não podem mais cair pela matemática: Flamengo e Palmeiras. Esta conclusão vem da soma dos pontos ainda em disputa, e não da simulação: probabilidade muito baixa e impossibilidade são coisas diferentes.
Quem está no Z4 e quem deve terminar nele
Estar na zona hoje e cair no fim do campeonato são coisas diferentes. Entre os quatro que estão na zona agora, o Grêmio escapa em 34,4% das simulações e o Internacional escapa em 57,7% das simulações. Fora do Z4, o Corinthians (16º) ainda cai em 36,5% e o Mirassol (15º) ainda cai em 29,5%.
A combinação de quatro clubes que mais se repete no fim das simulações é Chapecoense, Grêmio, Internacional e Remo, que aparece junta em 21,6% dos campeonatos. É a combinação mais frequente, e ainda assim ela perde para a soma de todas as outras: a briga está longe de resolvida.
O que mudou na última rodada
- O Grêmio aumentou o risco de queda pela quinta rodada seguida: era 20,5% e agora é 65,6%.
- O Corinthians aumentou o risco de queda pela oitava rodada seguida: era 0,7% e agora é 36,5%.
- O Mirassol teve o maior aumento de risco da rodada: a chance de cair subiu de 24,8% para 29,5%.
- O São Paulo foi quem mais aliviou: o risco de rebaixamento caiu de 4,8% para 0,9%.
Evolução do risco de rebaixamento por rodada
As seis maiores chances de queda, rodada a rodada. A linha que desce é a de quem está se salvando; a que sobe é a de quem está se enterrando.
| Clube | R25 | R26 | R27 | R28 | R29 | R30 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Chapecoense | 99,5% | 98,5% | 99,6% | 99,7% | 99,9% | 99,9% |
| Remo | 74,8% | 82,9% | 88,9% | 94,9% | 97,3% | 97,1% |
| Grêmio | 20,5% | 28,3% | 45,3% | 57,7% | 65,0% | 65,6% |
| Internacional | 49,8% | 64,5% | 47,8% | 60,8% | 45,4% | 42,3% |
| Corinthians | 4,4% | 8,8% | 12,9% | 21,6% | 32,6% | 36,5% |
| Mirassol | 49,4% | 34,6% | 42,2% | 22,8% | 24,8% | 29,5% |
Cada ponto refaz o campeonato com o que se sabia naquela rodada, inclusive o rating de força dos clubes na época. A série não usa informação posterior.
Os jogos que mais mexem no rebaixamento
O Índice de Impacto ordena as partidas da próxima rodada pelo deslocamento que o resultado provoca no risco de queda dos vinte clubes, somado em pontos percentuais. Confronto direto entre ameaçados domina a lista porque move dois concorrentes em direções opostas de uma vez.
| # | Jogo | Quando | Impacto na disputa rebaixamento | Quem mais sente na disputa rebaixamento |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Mirassol x Internacional | sex., 16 de out., 20:00 | 25,9 | Internacional 12 pontos percentuais |
| 2 | Corinthians x Vitória | seg., 19 de out., 20:00 | 22,5 | Corinthians 12 pontos percentuais |
| 3 | Grêmio x Cruzeiro | dom., 18 de out., 16:00 | 18,8 | Grêmio 10 pontos percentuais |
| 4 | Botafogo x Chapecoense | sáb., 17 de out., 18:00 | 7,7 | Botafogo 4,5 pontos percentuais |
| 5 | São Paulo x Vasco | sáb., 17 de out., 21:00 | 6,2 | Vasco 3,5 pontos percentuais |
O impacto é o deslocamento total de probabilidade, em pontos percentuais somados entre os vinte clubes, que o resultado deste jogo provoca na disputa rebaixamento. Um jogo com 30 movimenta trinta pontos percentuais no total, contando quem ganha e quem perde chance. O cálculo está na metodologia.
O que muda para quem entra em campo
- Mirassol x Internacional (sex., 16 de out.): a chance de rebaixamento do Mirassol vai de 15,1% com vitória a 45,5% com derrota; a chance de rebaixamento do Internacional vai de 22,6% com vitória a 56,6% com derrota.
- Corinthians x Vitória (seg., 19 de out.): a chance de rebaixamento do Corinthians vai de 22,0% com vitória a 51,2% com derrota; a chance de rebaixamento do Vitória vai de 2,5% com vitória a 16,8% com derrota.
- Grêmio x Cruzeiro (dom., 18 de out.): a chance de rebaixamento do Grêmio vai de 49,8% com vitória a 76,1% com derrota.
- Botafogo x Chapecoense (sáb., 17 de out.): a chance de rebaixamento do Botafogo vai de 2,9% com vitória a 15,1% com derrota.
Como o risco de rebaixamento é calculado
A conta parte da tabela real e simula 20.000 vezes tudo o que falta. Em cada simulação, cada um dos 81 jogos restantes recebe um placar sorteado a partir da força relativa dos dois clubes e do mando de campo, a tabela final é montada com os critérios de desempate do regulamento e o modelo anota quem terminou entre os quatro últimos.
Um clube com 30% de risco não vai cair em 30% de si mesmo: significa que, em 3 de cada 10 futuros possíveis dentro do modelo, ele termina no Z4. Por isso o número muda muito depois de um confronto direto e quase nada depois de um jogo entre times do meio da tabela.
O modelo enxerga só o que aconteceu em campo. Ele não sabe de lesão, troca de treinador, dívida, mando alterado ou pressão de torcida. Isso é uma limitação real, e é também o motivo de o número ser comparável entre clubes: todos são tratados pela mesma régua.
Estimativa, não previsão. Ferramenta matemática e educativa, sem relação com apostas. Percentuais com uma casa decimal. Estimativa nunca aparece como 0% ou 100%: o teto é 99,9% e o piso é menos de 0,1%, e só o que está matematicamente definido pela conta dos pontos aparece como 0% ou 100%, dito por extenso. Como validamos os cálculos.
Perguntas frequentes
Quem vai ser rebaixado no Brasileirão 2026?
O modelo não crava nomes, ele mede probabilidade. Os quatro maiores riscos hoje são Chapecoense (99,9%), Remo (97,1%), Grêmio (65,6%) e Internacional (42,3%). O quarteto que mais se repete no fim das simulações aparece junto em 21,6% dos casos, o que dá a dimensão de como a disputa ainda está aberta.
Quantos pontos são necessários para não cair?
Nesta temporada, o 16º colocado termina com 42 pontos na mediana das simulações, num intervalo típico de 40 a 44. Olhando pelo outro lado, o primeiro rebaixado fecha com 41 pontos na mediana. Quem chega a 45 pontos cai em menos de 1% dos campeonatos simulados.
45 pontos ainda salvam do rebaixamento?
Na simulação desta temporada, um clube que termina com 45 pontos cai em 0,8% dos casos. Com 44 o risco é de 4,2% e com 43 sobe para 15,0%. A meta popular dos 45 pontos continua sendo uma referência sensata, mas ela é uma média histórica, não uma regra.
Um clube fora do Z4 pode cair?
Pode, e o modelo mostra quanto. O Corinthians, hoje em 16º, termina no Z4 em 36,5% das simulações e O Mirassol, hoje em 15º, termina no Z4 em 29,5% das simulações. A distância em pontos para a zona conta menos do que parece quando faltam muitas rodadas.
Com que frequência este risco é atualizado?
Os placares são conferidos a cada 30 minutos numa fonte pública de dados esportivos, e o modelo é refeito assim que um resultado novo entra. Não existe atualização em horário fixo: se nenhum jogo terminou, nada muda, e a data no topo da página mostra exatamente de quando é o número.
Por que a chance muda tanto de uma rodada para outra?
Porque cada rodada retira jogos da conta. Faltando 81 partidas, ainda há muitos futuros possíveis e uma vitória mexe pouco. Quando restam cinco ou seis rodadas, o mesmo resultado passa a valer muito mais, porque sobra pouco espaço para consertar. É por isso que os movimentos ficam maiores no fim da temporada.
Este cálculo serve para apostar?
Não. O ValorFinal não publica odds, não tem parceria com casas de apostas e não recebe comissão de nenhuma plataforma. O modelo ignora escalação, lesão e arbitragem, e existe para explicar cenários em números, não para orientar aposta.
Ver por clube
A página de cada clube mostra a projeção de posição final, quantos pontos ainda faltam e o que acontece com as chances se ele vencer, empatar ou perder o próximo jogo.
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Fonte: Modelo ValorFinal 1.2.0 - Campeonato Brasileiro Série A 2026, chances de rebaixamento, dados após a 30ª rodada. Fotografia 2026.R30.231da24f-299.m1.2.0, calculada em 16/10/2026 às 06:37. https://valorfinal.com.br/brasileirao/fotografia/2026.R30.231da24f-299.m1.2.0
Fotografia 2026.R30.231da24f-299.m1.2.0Modelo ValorFinal 1.2.0Amostra 20.000 campeonatosNúmeros de 16/10/2026 às 06:31, a última leitura da fonteSimulação calculada em 16/10/2026 às 06:37, sobre essa leitura Metodologia · Dados abertos
