Desemprego, renda e informalidade por estado em cada governo

Os 27 estados lado a lado, no último trimestre e na mudança de cada governo desde 2012, com o Brasil da mesma pesquisa como referência.

Fonte: IBGE, PNAD Contínua trimestral. Último trimestre: 2º tri/2026. Coleta de 27/10/2026.

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Em palavras simples

O que esta página mostra?

Mostra o desemprego, a renda e a informalidade de cada estado. Compara o começo e o fim de cada governo. Os dados são do IBGE.

Desemprego

  • É a parte de quem procura trabalho e não acha.
  • Quanto maior, mais difícil achar vaga no estado.

Renda

  • É quanto as pessoas ganham trabalhando, em média.
  • O valor já desconta a inflação.

Informalidade

  • É a parte de quem trabalha sem carteira ou CNPJ.
  • Quanto maior, menos gente tem férias e 13º salário.

Taxa de desemprego por estado

Taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais, por trimestre, em % da força de trabalho. Muda em pontos percentuais. No 2º tri/2026, o maior valor era o de Amapá (9,8%) e o menor, o de Santa Catarina (2,1%); no Brasil, 5,4%.

Ordenar:
Taxa de desemprego: último dado e mudança em cada governo, por estado
Estado2º tri/2026Dilma 1Dilma 2TemerBolsonaroLula 3*
Brasil5,4%−1,4 p.p.p+4,4 p.p.+0,7 p.p.−3,8 p.p.−2,5 p.p.
AmapáNorte9,8%−3,0 p.p.p+5,2 p.p.+5,0 p.p.−6,4 p.p.−3,6 p.p.
BahiaNordeste9,1%−1,8 p.p.p+5,9 p.p.+2,0 p.p.−4,2 p.p.−4,4 p.p.
PiauíNordeste8,3%−1,7 p.p.p+3,6 p.p.+2,8 p.p.−2,9 p.p.−1,2 p.p.
PernambucoNordeste8,3%−1,9 p.p.p+5,7 p.p.+2,2 p.p.−3,3 p.p.−4,0 p.p.
AlagoasNordeste7,9%−1,8 p.p.p+3,4 p.p.+3,2 p.p.−6,7 p.p.−1,5 p.p.
SergipeNordeste7,9%−1,4 p.p.p+2,5 p.p.+3,6 p.p.−3,2 p.p.−4,1 p.p.
AmazonasNorte7,5%−3,2 p.p.p+5,1 p.p.+1,6 p.p.−4,5 p.p.−2,6 p.p.
Rio de JaneiroSudeste7,1%−2,7 p.p.p+4,4 p.p.+4,7 p.p.−3,5 p.p.−4,3 p.p.
AcreNorte6,6%−2,9 p.p.p+2,5 p.p.+4,5 p.p.−3,5 p.p.−3,2 p.p.
CearáNordeste6,6%−0,7 p.p.p+4,3 p.p.−0,7 p.p.−2,4 p.p.−1,2 p.p.
Distrito FederalCentro-Oeste6,5%0,0 p.p.p+2,5 p.p.+0,8 p.p.−1,8 p.p.−3,8 p.p.
ParáNorte6,2%−0,9 p.p.p+3,0 p.p.+0,2 p.p.−2,1 p.p.−2,0 p.p.
MaranhãoNordeste6,0%−0,7 p.p.p+4,0 p.p.+3,2 p.p.−6,0 p.p.−2,4 p.p.
Rio Grande do NorteNordeste5,6%−1,1 p.p.p+4,0 p.p.−1,0 p.p.−3,5 p.p.−4,4 p.p.
ParaíbaNordeste5,4%−1,8 p.p.p+2,1 p.p.+0,9 p.p.−0,9 p.p.−4,9 p.p.
São PauloSudeste5,4%−0,6 p.p.p+5,0 p.p.+0,4 p.p.−4,9 p.p.−2,3 p.p.
RoraimaNorte5,0%−2,0 p.p.p+1,9 p.p.+5,8 p.p.−9,6 p.p.+0,4 p.p.
Rio Grande do SulSul4,2%−0,7 p.p.p+3,0 p.p.−0,1 p.p.−2,9 p.p.−0,4 p.p.
TocantinsNorte4,1%−2,0 p.p.p+4,4 p.p.−0,3 p.p.−5,3 p.p.−1,1 p.p.
GoiásCentro-Oeste4,0%−1,2 p.p.p+5,1 p.p.−1,8 p.p.−1,7 p.p.−2,7 p.p.
Minas GeraisSudeste3,8%−1,6 p.p.p+5,0 p.p.−1,6 p.p.−3,9 p.p.−2,0 p.p.
ParanáSul3,1%−1,9 p.p.p+4,4 p.p.−0,2 p.p.−2,7 p.p.−2,1 p.p.
Mato Grosso do SulCentro-Oeste2,7%−3,7 p.p.p+3,9 p.p.−0,8 p.p.−3,7 p.p.−0,6 p.p.
RondôniaNorte2,6%−4,5 p.p.p+4,0 p.p.+1,5 p.p.−6,0 p.p.−0,5 p.p.
Espírito SantoSudeste2,3%−1,4 p.p.p+5,0 p.p.−0,8 p.p.−3,1 p.p.−5,0 p.p.
Mato GrossoCentro-Oeste2,2%−2,5 p.p.p+5,2 p.p.−2,3 p.p.−3,4 p.p.−1,4 p.p.
Santa CatarinaSul2,1%−1,4 p.p.p+3,4 p.p.+0,3 p.p.−3,1 p.p.−1,2 p.p.

IBGE, PNAD Contínua trimestral, tabela 4099. Colunas de governo: mudança do último trimestre completo antes da posse ao último completo no cargo (pontos percentuais). * em andamento. p = cobertura parcial. - = sem dado.

Renda média real de quem trabalha por estado

Rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos, a preços do trimestre mais recente. A variação já é real. No 2º tri/2026, o maior valor era o de Distrito Federal (R$ 6.171) e o menor, o de Maranhão (R$ 2.284); no Brasil, R$ 3.738.

Ordenar:
Renda média real de quem trabalha: último dado e mudança em cada governo, por estado
Estado2º tri/2026Dilma 1Dilma 2TemerBolsonaroLula 3*
BrasilR$ 3.738+5,5%p−3,1%+3,2%−1,0%+12,9%
Distrito FederalCentro-OesteR$ 6.171−5,8%p+0,3%+1,3%−4,2%+9,5%
São PauloSudesteR$ 4.447+7,8%p−1,0%+0,2%−6,1%+9,1%
Santa CatarinaSulR$ 4.372+5,9%p−9,5%+8,6%+1,8%+19,2%
ParanáSulR$ 4.204+6,4%p−8,5%+7,7%−3,3%+19,7%
Rio Grande do SulSulR$ 4.169+6,5%p−3,5%+3,2%+4,8%+11,4%
Rio de JaneiroSudesteR$ 4.158+3,8%p+3,0%+3,2%+5,0%+4,8%
Mato GrossoCentro-OesteR$ 4.137−3,1%p−5,1%+7,4%+9,0%+11,8%
GoiásCentro-OesteR$ 3.946+5,8%p−8,8%+4,6%+4,3%+21,5%
Mato Grosso do SulCentro-OesteR$ 3.840+2,1%p−3,0%+10,0%+10,0%+0,7%
RondôniaNorteR$ 3.799−1,2%p−5,0%+12,5%+5,2%+24,4%
Espírito SantoSudesteR$ 3.637+7,2%p−2,0%0,0%+3,2%+11,4%
RoraimaNorteR$ 3.568+4,3%p−6,5%+1,7%−2,9%+14,0%
TocantinsNorteR$ 3.498+1,6%p+0,9%+1,7%+8,6%+17,8%
Minas GeraisSudesteR$ 3.463+6,1%p−3,2%−0,2%+2,8%+17,2%
AcreNorteR$ 3.149−10,5%p−5,9%+4,7%+0,6%+19,5%
AmapáNorteR$ 3.134+13,5%p−3,9%−8,0%+5,2%+7,9%
SergipeNordesteR$ 3.042+11,1%p−12,0%+0,5%−1,4%+29,7%
Rio Grande do NorteNordesteR$ 2.861+5,5%p+2,3%+1,9%+4,0%+13,8%
ParaíbaNordesteR$ 2.799+15,9%p−7,5%+14,5%−4,7%+20,2%
AmazonasNorteR$ 2.771−3,6%p−8,9%−6,1%+5,8%+8,9%
PernambucoNordesteR$ 2.771+17,1%p−16,0%−0,8%−3,2%+16,5%
CearáNordesteR$ 2.727+3,0%p+0,5%+5,6%−8,6%+30,0%
ParáNorteR$ 2.593+0,8%p−8,0%+6,7%+8,5%+7,1%
AlagoasNordesteR$ 2.578+13,8%p−5,0%+9,7%−7,6%+18,0%
BahiaNordesteR$ 2.563+0,4%p−2,1%+7,3%−10,3%+23,6%
PiauíNordesteR$ 2.547+8,7%p+1,5%+0,7%+12,9%+6,4%
MaranhãoNordesteR$ 2.284+1,4%p−3,4%+19,8%0,0%+12,5%

IBGE, PNAD Contínua trimestral, tabela 5436. Colunas de governo: mudança do último trimestre completo antes da posse ao último completo no cargo (variação real em %). * em andamento. p = cobertura parcial. - = sem dado.

Taxa de informalidade por estado

Parcela dos ocupados sem carteira assinada, sem CNPJ ou como auxiliar familiar, por trimestre, desde o fim de 2015. Muda em pontos percentuais. No 2º tri/2026, o maior valor era o de Maranhão (56,9%) e o menor, o de Santa Catarina (25,4%); no Brasil, 37,4%.

Ordenar:
Taxa de informalidade: último dado e mudança em cada governo, por estado
Estado2º tri/2026Dilma 1Dilma 2TemerBolsonaroLula 3*
Brasil37,4%-0,0 p.p.p+2,5 p.p.−1,9 p.p.−1,5 p.p.
MaranhãoNordeste56,9%-+0,8 p.p.p−6,2 p.p.−2,2 p.p.−0,4 p.p.
ParáNorte55,9%-−0,2 p.p.p+1,7 p.p.−1,3 p.p.−5,2 p.p.
AmazonasNorte51,7%-+1,7 p.p.p+0,5 p.p.+0,7 p.p.−5,3 p.p.
BahiaNordeste50,7%-−0,4 p.p.p+1,1 p.p.−2,3 p.p.−2,2 p.p.
PiauíNordeste49,5%-+1,3 p.p.p−0,9 p.p.−4,6 p.p.−4,5 p.p.
CearáNordeste48,7%-−0,6 p.p.p+2,1 p.p.−2,0 p.p.−4,8 p.p.
SergipeNordeste47,3%-+1,4 p.p.p+1,7 p.p.−2,3 p.p.−3,7 p.p.
ParaíbaNordeste45,8%-+0,6 p.p.p+0,1 p.p.−1,9 p.p.−4,9 p.p.
PernambucoNordeste45,4%-+1,1 p.p.p+0,3 p.p.+0,7 p.p.−3,1 p.p.
AmapáNorte44,5%-+0,1 p.p.p+3,0 p.p.−3,4 p.p.−4,0 p.p.
AcreNorte43,7%-+1,2 p.p.p−3,8 p.p.−4,0 p.p.−2,9 p.p.
AlagoasNordeste43,4%-+0,3 p.p.p−2,4 p.p.+0,6 p.p.−1,2 p.p.
RoraimaNorte42,7%-+0,9 p.p.p+0,6 p.p.+3,7 p.p.−5,6 p.p.
RondôniaNorte42,0%-−1,5 p.p.p+2,6 p.p.−0,3 p.p.−7,0 p.p.
Rio Grande do NorteNordeste41,3%-+0,4 p.p.p+3,6 p.p.−3,8 p.p.−3,5 p.p.
Espírito SantoSudeste40,0%-−0,9 p.p.p+6,3 p.p.−3,8 p.p.+1,9 p.p.
TocantinsNorte37,8%-−0,5 p.p.p+2,9 p.p.−1,9 p.p.−6,0 p.p.
Rio de JaneiroSudeste37,1%-+0,4 p.p.p+4,9 p.p.+0,2 p.p.+0,3 p.p.
Minas GeraisSudeste36,5%-−0,2 p.p.p+2,5 p.p.−3,7 p.p.+0,4 p.p.
GoiásCentro-Oeste36,1%-+0,2 p.p.p+1,8 p.p.−3,9 p.p.−0,7 p.p.
Mato GrossoCentro-Oeste34,1%-−2,2 p.p.p+3,1 p.p.−4,6 p.p.−1,1 p.p.
ParanáSul30,5%-+0,3 p.p.p+2,8 p.p.−3,5 p.p.−0,8 p.p.
São PauloSudeste30,1%-+0,1 p.p.p+5,0 p.p.−1,1 p.p.−0,5 p.p.
Rio Grande do SulSul29,6%-+0,6 p.p.p+2,2 p.p.−2,5 p.p.−2,3 p.p.
Mato Grosso do SulCentro-Oeste29,2%-−2,2 p.p.p+0,2 p.p.−3,4 p.p.−3,5 p.p.
Distrito FederalCentro-Oeste28,7%-0,0 p.p.p+3,9 p.p.+0,6 p.p.−1,1 p.p.
Santa CatarinaSul25,4%-+0,9 p.p.p+0,4 p.p.−1,5 p.p.−0,6 p.p.

IBGE, PNAD Contínua trimestral, tabela 8529. Colunas de governo: mudança do último trimestre completo antes da posse ao último completo no cargo (pontos percentuais). * em andamento. p = cobertura parcial. - = sem dado.

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Como ler as tabelas

Os estados só são publicados por trimestre civil. Por isso o marco de cada governo é o último trimestre completo antes da posse e o último completo no cargo, e o Brasil da linha de cima vem da mesma tabela trimestral, não do trimestre móvel da página nacional.

Em estados menores a amostra da PNAD é menor e a margem de erro, maior: uma variação de poucos décimos pode estar dentro do erro da pesquisa. O IBGE publica o coeficiente de variação de cada número nas mesmas tabelas do SIDRA.

Para a série nacional completa, veja desemprego por governo, renda por governo e informalidade por governo; para os preços em cada capital, as páginas de cidade do observatório. Inflação até 09/2026.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre os estados

Qual estado tem o maior desemprego?

No 2º tri/2026, pela PNAD Contínua do IBGE, a maior taxa de desemprego era a de Amapá (9,8%) e a menor, a de Santa Catarina (2,1%). A média do Brasil na mesma tabela trimestral era 5,4%.

Em qual estado a renda de quem trabalha é maior?

No 2º tri/2026, a maior renda média real habitual de todos os trabalhos era a de Distrito Federal (R$ 6.171) e a menor, a de Maranhão (R$ 2.284). Os valores estão a preços do trimestre mais recente, e o IBGE os reexpressa a cada divulgação.

Qual estado tem mais trabalho informal?

No 2º tri/2026, a maior taxa de informalidade era a de Maranhão (56,9%) e a menor, a de Santa Catarina (25,4%), contra 37,4% no Brasil. A taxa só existe desde o fim de 2015.

Por que os números do Brasil aqui são diferentes dos da página de desemprego?

Porque os estados só são publicados por trimestre civil (janeiro a março, abril a junho), e a página nacional usa o trimestre móvel, que anda mês a mês. Para comparar estado com país na mesma régua, esta página usa o Brasil da mesma tabela trimestral. Os dois números são oficiais e corretos, cada um no seu recorte.

Por que alguns governos aparecem sem dado na renda?

O IBGE não publicou a renda por estado do 2º trimestre de 2020 ao 1º trimestre de 2022, durante a pandemia. Quando o marco de um governo cai nesse intervalo, a comparação fica vazia, em vez de usar um trimestre vizinho. A conta de cada governo vai do último trimestre completo antes da posse ao último completo no cargo.

A diferença entre estados é culpa do governo federal?

Os números mostram o que a pesquisa registrou em cada estado e período. Emprego e renda num estado dependem da economia local, do perfil das atividades, de políticas estaduais e municipais e de choques nacionais. A tabela não atribui causa a nenhum governo, federal ou estadual.