Alimentos

Quanto a comida subiu em Vitória em cada governo

Inflação da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória, pelo IPCA do IBGE, comparada com a inflação geral e com o salário mínimo em cada governo. Dados até setembro de 2026.

Acima da inflação, de dez/2013 a set/2026

+19,1%

IBGE, IPCA, dividido pelo IPCA geral · Região metropolitana de Vitória · índice, não preço em reais

Variação do índice no período
+140,2%
Por ano, acima da inflação
+1,4%
Variação do índice em 12 meses
+4,6%
Poder de compra do salário mínimo
−0,5%

Poder de compra: com um salário mínimo, dá para comprar 0,5% a menos da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória do que em dez/2013, pela relação entre o reajuste do salário e a variação do índice. É uma quantidade relativa, não um preço.

Série encadeada desde jan/2014, 12 anos e 9 meses de variações mensais publicadas pelo IBGE.

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Governo a governo, na região metropolitana de Vitória

Por ano, acima da inflação

  • Dilma 2+5,1%
  • Temer−2,5%
  • Bolsonaro+6,4%
  • Lula 3*−1,7%

Descontado o IPCA geral. * em andamento. Variação no período, não causa. Ver a tabela completa

Em palavras simples

O que esses números querem dizer?

O IBGE mede todo mês quanto muda o preço da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória. Ele não publica o preço em reais, só a mudança. Por isso esta página mostra porcentagens.

Desde dez/2013

  • O preço da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu 140,2%.
  • Os preços em geral subiram 101,7% no mesmo tempo.
  • Então a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu mais que o resto. Pesa mais no bolso do que pesava antes.

No último ano

  • De set/2025 a set/2026, o preço da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu 4,6%.
  • A inflação geral foi de 4,6%.
  • Neste último ano, andou junto com a média.

Para quem ganha salário mínimo

  • Hoje um salário mínimo compra 0,5% a menos da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória do que em dez/2013.
  • Esse preço subiu mais do que o salário.

Ano a ano

  • Em 8 de 13 anos, a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu mais que a inflação.
  • O ano em que mais passou da inflação foi 2020.
  • O ano em que mais ficou abaixo dela foi 2017.

Como a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória mudou desde 2014

Em "acima da inflação", 100 é o ponto de partida: acima de 100, o preço da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu mais que os preços em geral; abaixo, caiu em relação a eles. Escolha um governo na linha do tempo para ver o resumo.

setembro de 2026 · Luiz Inácio Lula da Silva (3º mandato)

119,1

Região metropolitana de Vitória · índice, não preço em reais · IBGE

Acontecimentos marcados no gráfico

Alimentação no domicílio: índice do IPCA dividido pelo IPCA geral, dez/2013 = 100 (acima de 100, subiu mais que a inflação). Fonte: IBGE, IPCA (SIDRA). Dados até set/2026.Toque num governo da linha do tempo para ver o resumo do período. Cada governo vai do último mês completo antes da posse ao último mês completo no cargo. * Mandato em andamento, período parcial.Último mês com dado: set/2026.

Alimentação no domicílio por governo: inflação e poder de compra

Alimentação no domicílio, Região metropolitana de Vitória: variação do índice entre o mês anterior à posse e o último mês completo de cada governo, descontada a inflação (IPCA), taxa anual e poder de compra do salário mínimo.
GovernoSalário mínimo, acima da inflaçãoVariação do índiceAcima da inflaçãoPor ano, acima da inflaçãoMesesPoder de compra
Sarney a Dilma 18 governosO IBGE ainda não publicava este índice para Região metropolitana de Vitória nesses períodos. Sem dado observado, não há comparação.
Dilma 2Dilma Rousseffdez/2014 a abr/2016, interrompido+6,4%+22,1%+6,8%+5,1%16−0,4%
TemerMichel Temerabr/2016 a dez/2018−1,4%+2,8%−6,5%−2,5%32+5,4%
BolsonaroJair Bolsonarodez/2018 a dez/2022+0,1%+62,4%+27,9%+6,4%48−21,8%
Em janeiro de 2020 o IPCA passou a usar a estrutura da POF 2017-2018.
Lula 3Luiz Inácio Lula da Silvadez/2022 a set/2026, parcial+12,5%+11,5%−6,2%−1,7%45+20,0%

Baixe os dados

Comparar governos e métricas

Este observatório mede quanto os preços mudaram em cada período. Ele não diz que um governo causou a alta ou a queda: preço depende de safra, clima, câmbio, petróleo, tributos, custo de produção e mercado internacional, e separar o efeito de uma política exigiria um estudo causal próprio. Os mesmos critérios valem para todos os períodos, e qualquer pessoa pode refazer as contas com os dados das fontes abaixo.

Alimentação no domicílio contra a inflação, ano a ano

Variação de dezembro a dezembro (no ano corrente, até set/2026). Em 8 dos 13 anos a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu mais que o IPCA geral. O ano mais pesado foi 2020 (+16,7% acima da inflação) e o mais leve, 2017 (−8,0%).

Variação anual da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória e do IPCA geral, e a diferença acima da inflação.
AnoAlimentação no domicílioIPCAAcima da inflação
2026 até set/2026+5,2%+4,0%+1,2%
2025+0,8%+4,3%−3,3%
2024+7,6%+4,8%+2,7%
2023−2,3%+4,6%−6,6%
2022+12,5%+5,8%+6,4%
2021+8,0%+10,1%−1,8%
2020+22,0%+4,5%+16,7%
2019+9,5%+4,3%+4,9%
2018+5,7%+3,7%+1,9%
2017−5,3%+2,9%−8,0%
2016+10,7%+6,3%+4,1%
2015+13,3%+10,7%+2,3%
2014+5,7%+6,4%−0,6%

IBGE, IPCA por subitem e IPCA geral. Acima da inflação = (1 + item) / (1 + IPCA) - 1.

O que os números de Vitória mostram

  • Os anos em que a comida mais subiu acima da inflação na região metropolitana de Vitória foram 2020 (+16,7%), 2022 (+6,4%), 2019 (+4,9%); os mais leves, 2017 (−8,0%), 2023 (−6,6%), 2025 (−3,3%).
  • Em 5 dos 12 anos completos desde 2014, a comida na região metropolitana de Vitória subiu mais que na média do país.

Governo a governo: Vitória contra a média do país

Taxa anual da comida comprada para casa acima da inflação, na região metropolitana de Vitória e no Brasil, governo a governo. Em 3 dos 4 períodos Vitória ficou acima da média nacional. Ali a comida subiu mais, por ano, no período de Jair Bolsonaro (+6,4%) e menos no de Michel Temer (−2,5%). A maior distância da média do país foi em Jair Bolsonaro: +1,0 p.p. por ano.

Alimentação no domicílio, taxa anual acima da inflação na região metropolitana de Vitória e no Brasil em cada governo, e a diferença em pontos percentuais.
GovernoVitóriaBrasilDiferença
Dilma 2+5,1%+4,3%+0,7 p.p.
Temer−2,5%−2,9%+0,5 p.p.
Bolsonaro+6,4%+5,3%+1,0 p.p.
Lula 3, parcial−1,7%−1,1%−0,6 p.p.

Por ano, descontado o IPCA geral do Brasil. Diferença positiva: a comida na região metropolitana de Vitória subiu mais que a média do país naquele governo.

Vitória contra o Brasil e as outras capitais

Vitória é a 3ª de 14 na lista, acima da média nacional (+16,1%): +19,1% acima da inflação geral de dez/2013 a set/2026, o intervalo em que todas as áreas têm série.

Alimentação no domicílio por área do IPCA, variação acima da inflação desde dez/2013 e em 12 meses.
PosiçãoÁreaAcima da inflação desde dez/201312 meses
1ºGoiânia+22,4%+6,7%
2ºSão Paulo+22,2%+4,1%
3ºVitória+19,1%+4,6%
4ºFortaleza+18,0%+4,6%
5ºPorto Alegre+17,3%+5,0%

IBGE, IPCA, grupo Alimentação no domicílio por área, dividido pelo IPCA geral do Brasil. As áreas são como o IBGE as delimita: região metropolitana ou município.

Os 12 meses em que a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória mais subiu e mais caiu

Entre as 142 janelas de 12 meses da série, as três de maior alta e as três de maior queda em relação ao IPCA geral. Janelas vizinhas se sobrepõem, então um mesmo choque pode aparecer mais de uma vez.

Maiores altas acima da inflação

  1. nov/2019 a nov/2020índice do item +27,0%+21,7%
  2. out/2019 a out/2020índice do item +22,4%+17,8%
  3. jan/2020 a jan/2021índice do item +22,2%+16,8%

Maiores quedas em relação à inflação

  1. ago/2016 a ago/2017índice do item −6,5%−8,7%
  2. nov/2016 a nov/2017índice do item −6,1%−8,7%
  3. out/2016 a out/2017índice do item −5,9%−8,4%

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. Fonte do número: IBGE, cálculo ValorFinal; a página é atualizada a cada divulgação mensal.

ValorFinal. Alimentação no domicílio na região metropolitana de Vitória por governo (referência: setembro de 2026): +19,1% acima da inflação desde dez/2013. Disponível em: https://valorfinal.com.br/custo-de-vida/cidades/vitoria. Fonte do dado: IBGE, cálculo ValorFinal.

Fontes oficiais

Fórmulas, regra de alinhamento dos meses e critérios de ranking: metodologia do observatório. Como o portal valida cálculos: como validamos os cálculos.

Perguntas sobre alimentação no domicílio

Quanto a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu desde 2014?

Pelo IPCA do IBGE, o índice da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória variou +140,2% de dezembro de 2013 a setembro de 2026. Descontada a inflação geral do mesmo período, a variação foi de +19,1%, ou +1,4% ao ano: subiu mais que os preços em geral.

Em qual governo a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória mais subiu acima da inflação?

Pela taxa anual descontado o IPCA geral, a maior alta foi no período de Jair Bolsonaro (+6,4% ao ano, de dez/2018 a dez/2022) e a menor no de Michel Temer (−2,5% ao ano). Variação num governo não indica que ele a causou.

O salário mínimo compra mais ou menos a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória do que antes?

De dezembro de 2013 a setembro de 2026, o salário mínimo passou a comprar 0,5% a menos da comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória, pela relação entre o reajuste do salário e a variação do índice. O governo com maior perda nessa conta foi o de Jair Bolsonaro (−21,8%).

Em 12 meses, quanto a comida comprada para casa na região metropolitana de Vitória subiu?

De setembro de 2025 a setembro de 2026, o índice do item variou +4,6%, contra +4,6% do IPCA geral no mesmo período.

Desde quando o IBGE mede a inflação na região metropolitana de Vitória?

A série na região metropolitana de Vitória começa em janeiro de 2014, o primeiro mês que o IBGE publica para a área no IPCA. Governos anteriores a isso ficam fora da tabela, com o motivo escrito.