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Calculadora de Reajuste Salarial (Dissídio)

Calcule o reajuste salarial do dissídio ou convenção coletiva: novo salário, aumento mensal e a diferença retroativa acumulada desde a data-base.

Constituição (art. 7º, XXVI) / CLT (negociação coletiva)
Atenção: Este cálculo é estimativo e pode variar conforme regras específicas do contrato, convenção ou acordo coletivo, descontos, verbas adicionais e interpretação jurídica/contábil. Não substitui orientação de um profissional de RH, contábil ou jurídico.

Entre a data-base e o pagamento.

Como funciona este cálculo

O reajuste salarial por dissídio decorre da negociação coletiva da categoria, reconhecida pela Constituição (art. 7º, XXVI). A cada data-base, sindicatos negociam o percentual de reajuste, que se aplica sobre o salário. O cálculo é direto: o novo salário é o salário atual multiplicado por (1 + percentual). O aumento mensal é a diferença entre o novo e o atual.

Como a negociação costuma terminar depois da data-base, surge a diferença retroativa: o aumento mensal multiplicado pelos meses já vencidos desde a data-base. Esta calculadora estima o novo salário, o aumento e o retroativo. Para ver o líquido com os descontos, use a calculadora de salário líquido.

Limitações e o que considerar

  • O percentual e a data-base vêm da convenção ou acordo coletivo da categoria.
  • O retroativo pode ter regras próprias (parcelamento, incidência de INSS/IRRF).
  • Não considera reajustes sobre adicionais e benefícios atrelados ao salário.
  • O reajuste pode prever piso mínimo, que se sobrepõe ao percentual em alguns casos.
  • Não substitui o sindicato, o RH ou contador. Veja como validamos os cálculos.

Guia completo

Reajuste salarial e dissídio: como funciona, data-base e retroativo

Guia completo do reajuste salarial por dissídio e convenção coletiva: o que é a data-base, como o percentual se aplica, a diferença retroativa, a relação com piso e categoria e exemplos de cálculo.

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Atualizado em . Fontes: Constituição (art. 7º, XXVI) / CLT (negociação coletiva).

Como validamos
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Perguntas frequentes

Como calcular o reajuste salarial do dissídio?

Multiplique o salário atual por (1 + percentual do reajuste). Com salário de R$ 2.500 e reajuste de 5%, o novo salário é R$ 2.500 × 1,05 = R$ 2.625. O aumento mensal é a diferença: R$ 125. O percentual vem da convenção ou acordo coletivo da categoria.

O que é a diferença retroativa do dissídio?

Quando o reajuste é fechado depois da data-base, a empresa paga a diferença dos meses já vencidos. O retroativo é o aumento mensal multiplicado pelos meses entre a data-base e o efetivo pagamento. Com aumento de R$ 125 e 3 meses retroativos, são R$ 375 de diferença.

O que é data-base?

É a data anual de referência para a negociação coletiva de cada categoria, definida em convenção. A partir dela vale o novo piso e o reajuste. Como a negociação às vezes termina depois da data-base, surge o pagamento retroativo do período intermediário.

O reajuste do dissídio é obrigatório?

O reajuste decorre da negociação coletiva entre sindicatos (art. 7º, XXVI, da Constituição, que reconhece as convenções e acordos coletivos). Uma vez firmado em convenção ou acordo, ou determinado em dissídio coletivo pela Justiça do Trabalho, o reajuste passa a ser obrigatório para as empresas abrangidas.

O retroativo tem desconto de INSS e IRRF?

Sim, em regra. A diferença retroativa é remuneração e entra na base de INSS e IRRF. Dependendo da forma de pagamento (de uma vez ou parcelado) e do período, podem existir regras específicas. Esta calculadora estima o valor bruto do retroativo.