ValorFinal
FinanceiroCálculo estimativo

Diagnóstico Financeiro: Sua Renda, Suas Dívidas e a Taxa Oficial

Informe renda, dívidas e taxas e veja quanto da renda está comprometido, qual dívida cresce mais rápido e como cada taxa se compara com a média oficial do Banco Central para aquela modalidade.

Atualizado automaticamenteRevisado pela equipe editorial ValorFinal, sob responsabilidade de Cesar GargiuloBanco Central (taxas médias de crédito por modalidade, PF) / Lei 10.820/2003 com a redação da Lei 14.431/2022 (margem consignável)
Valim, o mascote do ValorFinal, representando a categoria Financeiro
Atenção: As médias de mercado vêm da série oficial do Banco Central e mudam a cada divulgação mensal. O diagnóstico organiza e compara os números que você informou; não é consultoria financeira nem recomendação de investimento.

Seu dinheiro hoje

Tudo é calculado no seu navegador. Nada do que você digitar aqui é enviado, gravado ou medido.

O que cai na conta, já com descontos.

Dinheiro que você poderia usar hoje.

Suas dívidas

Dívida 1

Como citar esta página

Vai usar este dado em uma matéria, post ou trabalho? Copie a referência pronta. O número vem do Banco Central do Brasil (estatísticas de taxas de juros por modalidade); a página é atualizada automaticamente.

ValorFinal. Taxa média de crédito por modalidade (PF) hoje: rotativo do cartão 15,02% a.m., cheque especial 7,47% a.m., crédito pessoal 6,42% a.m., consignado INSS 1,82% a.m.. Disponível em: https://valorfinal.com.br/diagnostico-financeiro. Fonte do dado: Banco Central do Brasil (estatísticas de taxas de juros por modalidade). Dados de: 01/07/2026.

O Diagnóstico Financeiro responde três perguntas com a sua própria aritmética: quanto da sua renda já está comprometido com parcelas, qual das suas dívidas cresce mais rápido, e como cada taxa que você paga se compara com a média que o Banco Central publicou para aquela modalidade. Na divulgação de julho de 2026, essas médias eram de 15,02% ao mês no rotativo do cartão, 7,47% no cheque especial, 6,42% no crédito pessoal não consignado e 1,82% no consignado INSS. Tudo roda no seu navegador, e nada do que você digitar sai do aparelho.

Como funciona o cálculo

O que a página calcula

O comprometimento de renda é a soma das parcelas dividida pela renda informada. As dívidas são ordenadas pela taxa mensal, e não pelo saldo, porque é a taxa que determina quanto a dívida cresce a cada mês. Para cada uma, a página calcula os juros do próximo mês em reais e em quantos meses o saldo dobraria sem nenhum pagamento, que é a conta ln 2 ÷ ln(1 + i).

De onde vem o número com que a sua taxa é comparada

Das estatísticas de taxas de juros por modalidade do Banco Central, no segmento Pessoa Física, atualizadas a cada divulgação. Elas são médias de mercado, não ofertas: a taxa que cada pessoa recebe depende de score, renda, prazo, garantias e relacionamento. Para ver instituição por instituição, o ranking de bancos por taxa de juros publica a lista completa do período, com média, mediana e a dispersão do mercado.

O que fazer com o resultado

Se a conclusão for que existe uma dívida bem acima da média, os dois caminhos concretos são renegociar com a instituição atual ou levar a dívida para outra, o que a lei chama de portabilidade de crédito e a calculadora de portabilidade simula com os seus números. Antes de aceitar qualquer proposta, compare pelo Custo Efetivo Total, que é o único número que soma juros, tarifas, seguro e IOF. Se a dúvida for a ordem de pagamento, a calculadora de quitação de dívidas compara bola de neve e avalanche.

Fórmula

Comprometimento = soma das parcelas ÷ renda mensal × 100

Juros do próximo mês = saldo devedor × taxa ao mês ÷ 100

Taxa ao ano = ((1 + taxa ao mês ÷ 100)^12 - 1) × 100

Meses para o saldo dobrar = ln 2 ÷ ln(1 + taxa ao mês ÷ 100)

Médias de crédito por modalidade: Banco Central do Brasil, segmento Pessoa Física, referência de julho de 2026. Margem consignável: Lei 10.820/2003, com a redação da Lei 14.431/2022. Conteúdo informativo.

Limitações

  • O diagnóstico só conhece o que você digitou. Ele não sabe das suas despesas fixas, e por isso não diz se a sua situação é sustentável.
  • Os 30% são convenção de planejamento, não norma. Os 35% são lei, e valem apenas para consignado.
  • As médias do Banco Central são de mercado; a sua taxa individual pode estar legitimamente acima ou abaixo delas.
  • Não é consultoria financeira, não recomenda investimento e não indica instituição.

Calculadoras relacionadas

ValorFinal VIP: Sem anúncios, até 500 cenários salvos e comparação de cenários lado a lado.

Cálculo auditável, com fórmula e fontes transparentes

Atualizado automaticamente. Fontes: Banco Central (taxas médias de crédito por modalidade, PF) / Lei 10.820/2003 com a redação da Lei 14.431/2022 (margem consignável).

Como validamos

Fontes oficiais

Links externos para os documentos oficiais consultados na construção desta página. O conteúdo deles pode mudar sem aviso; em caso de divergência, vale sempre a fonte oficial.

Perguntas frequentes

Quanto da renda pode ficar comprometido com dívidas?

Existem duas referências, e elas têm naturezas diferentes. A de 30% é uma convenção de planejamento, muito repetida em educação financeira, e não é regra nenhuma: nada acontece se você passar dela. A de 35% é lei, e vale só para empréstimo consignado: a Lei 10.820/2003, com a redação dada pela Lei 14.431/2022, limita o desconto em folha a 35% da remuneração, mais 5% para o cartão de crédito consignado e 5% para o cartão de benefício. Nenhuma das duas diz se a sua situação é sustentável, porque isso depende de aluguel, alimentação e do resto das despesas, que este diagnóstico não conhece.

Qual dívida devo pagar primeiro?

Do ponto de vista aritmético, a de maior taxa de juros, porque é a que mais cresce a cada mês que passa. É o método conhecido como avalanche, e ele minimiza o total de juros pago. O outro método comum, a bola de neve, ataca primeiro a dívida de menor saldo, para produzir vitórias rápidas: paga-se mais juros no total, mas muita gente desiste menos. Os dois estão certos em coisas diferentes, e a calculadora de quitação de dívidas compara os dois com os seus números. O diagnóstico ordena pela taxa e diz qual é a mais cara.

Como sei se a taxa que estou pagando é alta?

Comparando com a média que o Banco Central publica para aquela modalidade. Na divulgação de julho de 2026, a média do rotativo do cartão era de 15,02% ao mês (436,15% ao ano), a do cheque especial 7,47% ao mês, a do crédito pessoal não consignado 6,42% ao mês e a do consignado INSS 1,82% ao mês. O diagnóstico coloca a sua taxa ao lado da média da modalidade e mostra a diferença em pontos percentuais. Média não é oferta: a taxa que cada pessoa recebe depende de score, renda, prazo e relacionamento.

Vale mais a pena usar a reserva para quitar a dívida ou deixar rendendo?

A aritmética é direta: enquanto a taxa da dívida for maior que o rendimento da aplicação, cada real parado rende menos do que custa manter a dívida. O diagnóstico faz essa comparação usando o CDI, que é a referência mais conservadora da renda fixa. Só que isso é a conta, não a decisão. Reserva de emergência existe para evitar que um imprevisto vire uma dívida nova, geralmente no rotativo do cartão, que é a modalidade mais cara que existe. Quem sabe o tamanho desse risco é você.

Os dados que eu digito aqui são enviados para algum lugar?

Não. Renda, saldo devedor, taxa e parcela ficam no seu navegador: o cálculo é feito na própria página, não há requisição para servidor nenhum, nada é gravado e nada é medido. O formulário também não escreve esses valores no endereço da página. A única coisa que a página baixa são as médias públicas de crédito do Banco Central, que são iguais para todo mundo.

Isto é consultoria financeira?

Não. A página organiza números que você informou, faz aritmética sobre eles e coloca ao lado o dado oficial correspondente. Ela não recomenda investimento, não indica produto, não sugere instituição e não promete resultado. Recomendação personalizada de investimento é atividade regulada no Brasil, e o ValorFinal não é consultor nem analista. Para decisões grandes, procure quem conheça o seu caso inteiro.

Em quanto tempo uma dívida dobra de tamanho?

Depende só da taxa, e a conta é logaritmo de 2 dividido pelo logaritmo de um mais a taxa. A 15,02% ao mês, que era a média do rotativo do cartão em julho de 2026, um saldo dobra em pouco menos de cinco meses se nada for pago. A 2% ao mês, leva cerca de 35 meses. A 1% ao mês, quase 70. É por isso que a ordem de ataque das dívidas é pela taxa, e não pelo tamanho do saldo.