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Calculadora de PGBL x VGBL

Compare PGBL e VGBL no seu cenário: a dedução de até 12% da renda no PGBL e a tributação no resgate (PGBL sobre o total, VGBL só sobre o rendimento), com a tabela regressiva de IR. Veja qual rende mais.

Lei 11.053/2004 (tabela regressiva) e Lei 9.532/1997 (dedução de 12% no PGBL)
Atenção: Este cálculo é estimativo e serve como simulação. Rentabilidade passada não garante resultado futuro, e os valores variam conforme taxas, índices, prazo, tributação (IR e IOF) e condições de mercado. Não é recomendação de investimento.

Jornada: planejar a aposentadoria

  1. Independência financeira

    Quanto você precisa juntar.

  2. PGBL x VGBL(você está aqui)

    Qual previdência rende mais.

  3. Juros compostos

    Projete o crescimento dos aportes.

  4. Rentabilidade real

    Quanto sobra acima da inflação.

Esta calculadora compara PGBL e VGBL no seu cenário, considerando a dedução de até 12% da renda no PGBL e a tributação no resgate (PGBL sobre o total, VGBL só sobre o rendimento), e indica qual rende mais no líquido final.

Como funciona este cálculo

A ferramenta projeta o montante acumulado pelos seus aportes, aplica a alíquota regressiva pelo prazo, calcula a economia de IR da dedução no PGBL e compara o líquido final das duas modalidades.

Para planejar o quanto juntar, use a calculadora de independência financeira e a calculadora de juros compostos.

Fórmula

PGBL: economia = min(aporte, 12% da renda) × alíquota marginal; IR resgate = total × alíquota regressiva

VGBL: IR resgate = rendimento × alíquota regressiva

Regressiva: 35% (≤2a) … 10% (>10a)

Lei 11.053/2004 (tabela regressiva) e Lei 9.532/1997 (dedução de 12% no PGBL). Estimativa educativa; não é recomendação de investimento.

Limitações

  • É uma estimativa: a dedução de 12% vale para quem declara no modelo completo e contribui ao INSS/RPPS.
  • A alíquota regressiva usa o prazo total; na prática cada aporte tem o seu próprio prazo.
  • Não considera taxas de administração/carregamento do plano nem a tabela progressiva; compare as condições reais.

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Cálculo auditável, com fórmula e fontes transparentes

Atualizado em . Fontes: Lei 11.053/2004 (tabela regressiva) e Lei 9.532/1997 (dedução de 12% no PGBL).

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre PGBL e VGBL?

No PGBL você pode deduzir as contribuições da base do Imposto de Renda (até 12% da renda bruta tributável anual), mas no resgate o IR incide sobre o valor total resgatado (principal mais rendimento). No VGBL não há dedução na contribuição, porém no resgate o IR incide apenas sobre o rendimento. Por isso o PGBL costuma valer mais para quem declara no modelo completo e aproveita a dedução.

Quem deve escolher o PGBL?

O PGBL tende a ser melhor para quem declara o Imposto de Renda no modelo completo, contribui para o INSS ou regime próprio e consegue aproveitar a dedução de até 12% da renda bruta tributável anual. A economia de IR na fase de contribuição, se reinvestida, costuma compensar a tributação sobre o total no resgate.

Quem deve escolher o VGBL?

O VGBL costuma ser melhor para quem declara no modelo simplificado, é isento de IR, já atingiu o limite de 12% com o PGBL ou quer aportar mais do que esse teto. Como o imposto no resgate incide só sobre o rendimento, ele evita pagar IR sobre o dinheiro que já era seu (o principal).

Como funciona a tabela regressiva de IR?

Na tributação regressiva (Lei 11.053/2004), a alíquota cai conforme o tempo de acumulação: 35% até 2 anos, 30% de 2 a 4, 25% de 4 a 6, 20% de 6 a 8, 15% de 8 a 10 e 10% acima de 10 anos. É a opção mais vantajosa para quem investe pensando no longo prazo, como a aposentadoria.

O que é o teto de 12%?

É o limite de contribuições ao PGBL que pode ser deduzido da base do Imposto de Renda: até 12% da sua renda bruta tributável anual. Contribuições acima desse limite não geram dedução, e por isso o excedente costuma ser direcionado a um VGBL. A calculadora avisa quando o aporte ultrapassa o teto.

A calculadora considera a tabela progressiva?

Esta comparação usa a tabela regressiva, mais comum para objetivos de longo prazo. Existe também a tabela progressiva (alíquotas de 0% a 27,5% conforme o valor recebido), que pode ser melhor para resgates pequenos ou prazos curtos. Para uma decisão definitiva, compare as duas tabelas com um especialista.