Simulado de Lei de Acesso à Informação para concursos
18 questões no estilo das bancas: princípios e diretrizes, transparência ativa e passiva, pedido de acesso e prazos, classificação de sigilo, recursos e responsabilidades.
Questões originais do ValorFinal · atualizado em 28/07/2026
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Como este simulado funciona
O simulado de Lei de Acesso à Informação tem 18 questões originais, escritas no estilo e no nível das provas de nível médio das bancas brasileiras. Você escolhe entre o modo livre, para estudar com calma, e a prova cronometrada de 36 minutos, que finaliza sozinha quando o tempo acaba. Ao terminar, o gabarito comentado explica cada resposta e o painel de desempenho agrupa seus acertos por tópico, do que mais precisa de estudo para o que você já domina.
Nenhuma questão foi copiada de prova real: o banco é autoral, com gabarito conferido, para você treinar o raciocínio em vez de decorar resposta. Errou um tema? O próprio gabarito leva ao guia de Direito Administrativo. Para saber quais editais estão abertos agora, o Radar de Concursos varre o Diário Oficial todos os dias.
As 18 questões com gabarito comentado
Abaixo está o banco completo de Lei de Acesso à Informação desta página: enunciado, as cinco alternativas, a resposta e o porquê dela. As questões vêm fechadas de propósito, para não entregar o gabarito de quem quer resolver o simulado antes. Toque em uma questão para abrir. Se você preferir treinar primeiro, faça o simulado acima e volte aqui para conferir onde errou.
Questão 1 · Princípios e diretrizesEntre as diretrizes da Lei 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) está a observância:
- A)do sigilo como preceito geral e da publicidade como exceção.
- B)da publicidade restrita aos atos já concluídos da administração.
- C)da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção.
- D)da divulgação de informações somente mediante decisão judicial.
- E)do acesso limitado a jornalistas e pesquisadores credenciados.
Resposta: C. A lei inverte a lógica do segredo administrativo: a regra é a publicidade e o sigilo é a exceção, cabendo ao poder público justificar as restrições. Qualquer pessoa pode pedir informações, sem credenciamento e sem ordem judicial.
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Questão 2 · Princípios e diretrizesSubordinam-se ao regime da Lei de Acesso à Informação:
- A)os órgãos públicos dos três Poderes, de todos os entes federativos, incluindo os Tribunais de Contas e o Ministério Público.
- B)apenas os órgãos do Poder Executivo federal.
- C)apenas os órgãos que administram verbas de convênios federais.
- D)somente as autarquias e as fundações públicas.
- E)os órgãos públicos, excluídas as empresas estatais.
Resposta: A. A abrangência é ampla: administração direta e indireta dos três Poderes, em todos os entes da federação, alcançando também os Tribunais de Contas e o Ministério Público. Empresas públicas e sociedades de economia mista integram a administração indireta e também se subordinam à lei.
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Questão 3 · Princípios e diretrizesQuanto às entidades privadas sem fins lucrativos que recebem recursos públicos para ações de interesse público, a Lei 12.527/2011 determina que elas:
- A)ficam integralmente fora do alcance da lei, por serem privadas.
- B)devem dar publicidade a todas as suas informações, inclusive as de origem exclusivamente privada.
- C)só prestam informações se autorizadas pelo órgão repassador.
- D)respondem apenas perante seus associados.
- E)devem dar publicidade à parcela dos recursos públicos recebidos e à sua destinação.
Resposta: E. A entidade privada sem fins lucrativos que recebe recursos públicos submete-se à lei na medida do dinheiro recebido: a publicidade obrigatória refere-se à parcela dos recursos públicos e à sua destinação. Suas informações exclusivamente privadas não entram nessa obrigação.
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Questão 4 · Princípios e diretrizesNÃO constitui diretriz da Lei de Acesso à Informação:
- A)divulgação de informações de interesse público, independentemente de solicitações.
- B)atendimento de pedidos de informação somente quando o requerente demonstrar motivo legítimo.
- C)fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública.
- D)desenvolvimento do controle social da administração pública.
- E)utilização de meios de comunicação viabilizados pela tecnologia da informação.
Resposta: B. A lei veda expressamente a exigência de motivos para o pedido de acesso, então condicionar o atendimento à demonstração de motivo legítimo contraria seu espírito. As demais alternativas reproduzem diretrizes textuais: divulgação espontânea, cultura de transparência, controle social e uso da tecnologia.
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Questão 5 · Transparência ativa e passivaA divulgação espontânea de informações de interesse coletivo pelos órgãos públicos, em local de fácil acesso e independentemente de qualquer pedido, corresponde ao conceito de:
- A)transparência passiva.
- B)sigilo mitigado.
- C)controle interno.
- D)transparência ativa.
- E)publicidade condicionada.
Resposta: D. Transparência ativa é a divulgação por iniciativa do próprio órgão, sem esperar pedido, como ocorre nos portais de transparência. A transparência passiva, ao contrário, é a resposta a um pedido de acesso formulado pelo cidadão. Confundir os dois conceitos é o erro mais explorado pelas bancas.
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Questão 6 · Transparência ativa e passivaQuanto à divulgação obrigatória de informações em sítios oficiais na internet, a Lei 12.527/2011 dispensa dessa obrigação:
- A)os órgãos do Poder Judiciário.
- B)os Municípios com população de até 10.000 habitantes.
- C)as autarquias federais.
- D)os órgãos de segurança pública, em qualquer hipótese.
- E)todos os Municípios, independentemente da população.
Resposta: B. A lei dispensa os Municípios de até 10.000 habitantes da divulgação obrigatória na internet, mantida a obrigação de transparência passiva, ou seja, de responder aos pedidos de acesso, e preservada a divulgação em tempo real da execução orçamentária e financeira exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Para os demais órgãos e entes, a publicação em sítio oficial é obrigatória.
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Questão 7 · Transparência ativa e passivaEntre as informações que os órgãos públicos devem divulgar espontaneamente em seus sítios oficiais, independentemente de requerimento, inclui-se:
- A)o conteúdo integral de todos os processos disciplinares em curso.
- B)os dados pessoais de todos os servidores, incluindo endereço residencial.
- C)as informações classificadas no grau secreto.
- D)as comunicações pessoais dos dirigentes do órgão.
- E)o registro das competências e da estrutura organizacional, além de dados sobre repasses, despesas e licitações.
Resposta: E. O rol mínimo de transparência ativa inclui competências e estrutura organizacional, endereços e telefones, repasses e transferências, despesas, licitações e contratos, dados de programas e respostas a perguntas frequentes. Informações sigilosas e dados pessoais protegidos não entram na divulgação espontânea.
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Questão 8 · Pedido de acesso e prazosAna protocolou pedido de acesso a informação em um órgão público, e o servidor responsável exigiu que ela explicasse por escrito a finalidade do pedido, sob pena de indeferimento. Essa exigência é:
- A)regular, pois o órgão precisa avaliar a utilidade do pedido.
- B)regular, desde que prevista em regulamento interno do órgão.
- C)ilegal, pois são vedadas exigências relativas aos motivos determinantes da solicitação.
- D)legal apenas para pedidos formulados pela internet.
- E)legal quando a informação envolver grande volume de documentos.
Resposta: C. A lei veda quaisquer exigências relativas aos motivos determinantes do pedido de acesso: o cidadão não precisa justificar para que quer a informação. O órgão pode exigir apenas a identificação do requerente e a especificação da informação desejada, nada além disso.
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Questão 9 · Pedido de acesso e prazosNão sendo possível conceder o acesso imediato à informação solicitada, o órgão público deve responder ao pedido no prazo de:
- A)até 20 dias, prorrogável por mais 10 dias, mediante justificativa expressa.
- B)até 5 dias, improrrogável.
- C)até 30 dias, prorrogável por mais 30 dias.
- D)até 48 horas, em qualquer hipótese.
- E)até 60 dias, sem possibilidade de prorrogação.
Resposta: A. A regra é o acesso imediato; quando isso não for possível, o órgão tem até 20 dias para responder, prazo prorrogável por mais 10 dias mediante justificativa expressa, da qual o requerente deve ser cientificado. Prazos maiores ou improrrogáveis não encontram amparo na lei.
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Questão 10 · Pedido de acesso e prazosQuanto aos custos do serviço de busca e fornecimento de informação pública, a Lei 12.527/2011 estabelece que ele é:
- A)sempre pago, mediante taxa fixada por cada órgão.
- B)gratuito apenas para pessoas com deficiência.
- C)pago quando o pedido for feito presencialmente.
- D)gratuito, salvo o ressarcimento do custo de reprodução de documentos, quando houver.
- E)gratuito somente para informações já publicadas na internet.
Resposta: D. O serviço de busca e fornecimento da informação é gratuito. O órgão só pode cobrar o valor necessário ao ressarcimento do custo dos serviços e materiais de reprodução, como cópias, e a lei ainda prevê isenção para quem declara não ter condições de arcar com esse custo. Criar taxa geral de acesso contraria a norma.
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Questão 11 · Pedido de acesso e prazosNegado um pedido de acesso à informação, o órgão público deve:
- A)apenas comunicar a negativa, sem qualquer fundamentação.
- B)cientificar o requerente das razões da negativa e da possibilidade de recurso, com prazos e autoridade competente.
- C)aguardar novo pedido, agora com justificativa do interessado.
- D)encaminhar o caso automaticamente ao Poder Judiciário.
- E)arquivar o pedido em sigilo.
Resposta: B. A negativa de acesso deve ser motivada, e o requerente tem direito de conhecer as razões da recusa e as regras do recurso cabível, incluindo prazo e autoridade que o apreciará. Negativa sem fundamentação sujeita o agente público a responsabilização.
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Questão 12 · Classificação de sigiloQuanto aos prazos máximos de restrição de acesso das informações classificadas, contados da data de sua produção, a Lei 12.527/2011 prevê:
- A)reservada: 10 anos; secreta: 20 anos; ultrassecreta: 30 anos.
- B)reservada: 2 anos; secreta: 10 anos; ultrassecreta: 50 anos.
- C)reservada: 5 anos; secreta: 10 anos; ultrassecreta: 20 anos.
- D)prazo único de 25 anos para qualquer grau de sigilo.
- E)reservada: 5 anos; secreta: 15 anos; ultrassecreta: 25 anos.
Resposta: E. Os prazos máximos de sigilo são escalonados conforme o grau de classificação: 5 anos para a reservada, 15 para a secreta e 25 para a ultrassecreta, sempre contados da data de produção da informação. Transcorrido o prazo, a informação torna-se automaticamente de acesso público.
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Questão 13 · Classificação de sigiloQuanto às informações pessoais relativas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem, a Lei 12.527/2011 determina que elas:
- A)terão acesso restrito a agentes públicos legalmente autorizados e à pessoa a que se referirem, pelo prazo máximo de 100 anos, independentemente de classificação de sigilo.
- B)são sempre públicas, pois a publicidade é a regra.
- C)seguem os mesmos prazos das informações ultrassecretas.
- D)só podem ser acessadas pela própria pessoa, sem nenhuma exceção.
- E)devem ser destruídas após 25 anos.
Resposta: A. As informações pessoais têm regime próprio: acesso restrito, independentemente de classificação de sigilo, pelo prazo máximo de 100 anos a contar da sua produção. Podem ser acessadas pela própria pessoa e, nas hipóteses legais, por terceiros com previsão legal ou consentimento expresso.
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Questão 14 · Classificação de sigiloA classificação de uma informação no grau ULTRASSECRETO é da competência, entre outras autoridades:
- A)de qualquer servidor efetivo do órgão que detém a informação.
- B)das autoridades de nível hierárquico equivalente a chefe de seção.
- C)exclusivamente do Congresso Nacional.
- D)do Presidente da República, do Vice-Presidente, dos Ministros de Estado, dos Comandantes das Forças Armadas e dos chefes de Missões Diplomáticas no exterior.
- E)dos conselhos municipais de transparência.
Resposta: D. O grau ultrassecreto, o mais restritivo, só pode ser atribuído pelas mais altas autoridades: Presidente e Vice-Presidente da República, Ministros de Estado e autoridades com as mesmas prerrogativas, Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e chefes de Missões Diplomáticas e Consulares permanentes no exterior. Autoridades de escalões inferiores só classificam nos graus secreto ou reservado, conforme o caso.
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Questão 15 · Classificação de sigiloSegundo a Lei 12.527/2011, NÃO poderão ser objeto de restrição de acesso:
- A)as informações imprescindíveis à segurança da sociedade e do Estado.
- B)os projetos de pesquisa científica cujo sigilo seja imprescindível à segurança nacional.
- C)as informações necessárias à tutela judicial de direitos fundamentais e as que versem sobre violações de direitos humanos praticadas por agentes públicos.
- D)as informações sobre planos estratégicos das Forças Armadas.
- E)os dados sobre sistemas de defesa nacional.
Resposta: C. A lei proíbe negar acesso à informação necessária à tutela judicial ou administrativa de direitos fundamentais e veda restrição às informações sobre violações de direitos humanos praticadas por agentes públicos ou a mando de autoridades. Já as informações imprescindíveis à segurança do Estado são justamente as passíveis de classificação de sigilo.
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Questão 16 · Recursos e responsabilidadesIndeferido o pedido de acesso à informação, o requerente pode interpor recurso administrativo:
- A)no prazo de 10 dias, dirigido à autoridade hierarquicamente superior à que proferiu a decisão, que deverá se manifestar em 5 dias.
- B)no prazo de 30 dias, dirigido diretamente ao Poder Judiciário.
- C)no prazo de 5 dias, dirigido à mesma autoridade que negou o acesso.
- D)a qualquer tempo, dirigido ao tribunal de contas.
- E)apenas se apresentar novos motivos para o pedido.
Resposta: A. Contra a negativa cabe recurso no prazo de 10 dias, apreciado pela autoridade hierarquicamente superior à que exarou a decisão, que tem 5 dias para se manifestar. O caminho administrativo não exige motivação nova e não passa, nessa fase, pelo Judiciário nem pelo tribunal de contas.
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Questão 17 · Recursos e responsabilidadesConstitui conduta ilícita que enseja responsabilidade do agente público, nos termos da Lei de Acesso à Informação:
- A)conceder acesso a informação pública dentro do prazo legal.
- B)orientar o cidadão sobre como formular o pedido de acesso.
- C)publicar os dados de licitações no sítio oficial do órgão.
- D)recusar-se a fornecer informação requerida, retardar deliberadamente o seu fornecimento ou fornecê-la intencionalmente de forma incorreta.
- E)encaminhar o pedido ao setor que detém a informação.
Resposta: D. A lei tipifica como condutas ilícitas, entre outras, a recusa em fornecer informação requerida, o retardamento deliberado do fornecimento e a entrega intencional de informação incorreta, incompleta ou imprecisa, além da destruição indevida de documentos. As demais alternativas descrevem o cumprimento regular da lei.
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Questão 18 · Recursos e responsabilidadesNo âmbito do Poder Executivo federal, mantida a negativa de acesso pelas instâncias internas do órgão, o requerente poderá recorrer:
- A)ao Senado Federal.
- B)ao Supremo Tribunal Federal, em recurso administrativo.
- C)à Controladoria-Geral da União e, em última instância administrativa, à Comissão Mista de Reavaliação de Informações.
- D)ao Conselho Nacional de Justiça.
- E)à Advocacia-Geral da União.
Resposta: C. Esgotadas as instâncias do próprio órgão, o Executivo federal prevê recurso à Controladoria-Geral da União e, persistindo a negativa, à Comissão Mista de Reavaliação de Informações, última instância administrativa. Senado, STF e CNJ não integram esse fluxo recursal administrativo.
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Perguntas frequentes
Quantas questões tem o simulado de Lei de Acesso à Informação?
São 18 questões originais no estilo das bancas de concursos, cobrindo princípios e diretrizes, transparência ativa e passiva, pedido de acesso e prazos, classificação de sigilo, recursos e responsabilidades. Cada questão tem cinco alternativas e explicação comentada no gabarito.
Quanto tempo dura a prova cronometrada?
No modo prova você tem 2 minutos por questão, 36 minutos no total. Quando o tempo esgota, o simulado finaliza sozinho e mostra o resultado, como no dia da prova. No modo livre não há limite.
O simulado é de graça? Precisa de cadastro?
É gratuito e não pede cadastro. As questões, a correção e o gabarito comentado rodam no seu navegador. O melhor resultado fica salvo só no seu aparelho, com opção de limpar quando quiser.
As questões se repetem entre uma tentativa e outra?
O banco é fixo nesta versão, o que permite comparar sua evolução: refaça o simulado depois de estudar os tópicos vermelhos e veja o percentual subir. O seu melhor resultado fica registrado no aparelho.
O que estudar se eu for mal?
O resultado mostra o desempenho por tópico, do pior para o melhor. Cada tópico traz link para o guia de estudo e, quando existe, para o curso gratuito do tema. Ataque primeiro o que estiver abaixo de 40%.
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