Exemplo com os valores preenchidos acima. Troque pelos seus e toque em Ver o diagnóstico.
Comprometimento de renda
13,3%
Abaixo da convenção de planejamento
R$ 600,00 de parcelas por mês. Depois delas sobram R$ 3.900,00 para todo o resto.
As faixas usam duas referências de naturezas distintas. Os 30% são uma convenção de planejamento, muito usada em educação financeira, e não uma regra. Os 35% são lei: é a parte da margem consignável reservada a empréstimo. Para quem recebe salário, o desconto em folha vai até 40% da remuneração: 35% para empréstimo e 5% para o cartão de crédito consignado (Lei 10.820/2003, com a redação da Lei 14.431/2022). Para aposentado e pensionista do INSS, o teto é 45% do benefício: os mesmos 35% para empréstimo, 5% para o cartão de crédito consignado e 5% para o cartão consignado de benefício (art. 6º da mesma lei, com a redação da Lei 14.601/2023). Nenhuma das duas referências diz se a sua situação é sustentável, porque isso depende de despesas que este diagnóstico não conhece.
A ordem é pela TAXA, não pelo saldo. O saldo diz quanto você deve; a taxa diz quanto essa dívida cresce a cada mês que passa. Somadas, elas custam R$ 450,00 só de juros no próximo mês, sobre R$ 3.000,00 de saldo.
Rotativo do cartão de crédito
15,00% ao mês
R$ 3.000,00 de saldo, 435,03% ao ano, R$ 450,00 de juros no próximo mês. Sem nenhum pagamento, esse saldo dobraria em 5 meses.
Na média do Banco Central para essa modalidade (15,18% ao mês, referência de ago/2026): 0,18 p.p. abaixo, dentro da margem de 10% para mais ou para menos.
Em matemática de dívida, atacar a de maior taxa é o que reduz mais o total pago. No seu caso é Rotativo do cartão de crédito, a 15,00% ao mês. Se a ordem que te mantém motivado for outra, o método bola de neve compara as duas estratégias com os seus números.
Este diagnóstico organiza e compara números que você informou. Ele não é consultoria financeira, não recomenda investimento nem produto e não substitui a análise de quem conhece o seu caso inteiro.